Crazy In Love

4 Capítulo 4- I\'m bleeding!


Notas iniciais
Não sei como consegui postar pq minha net está muito muito ruim mesmo, eu queria ter postado ontem, mais minha internet não colaborou comigo.
Desculpem o atraso
Esqueci de dizer no outro comentário que agradeço também a leitora Sweet Mikaelson, ela foi minha primeira leitora.
Vamos conferir?

‘’ -Caroline Mikaelson Forbes aceita ser minha mulher –Ele colocou a minha mão na dele, me fazendo fita-lo com um olhar malicioso expressando-se o seu desejo por mim. –Para todo o sempre?’’

Klaus havia dito isso quando me pediu em casamento, ele começou a dizer um discurso lindo e depois deu no que deu, ele era incrível mais mesmo assim eu queria passar um tempo sem ter que me preocupar com isso, sem me preocupar com qualquer coisa que se referia ao Klaus, eu posso ser egoísta em não perdoá-lo logo, mais eu precisava de espaço para esfriar um pouco a cabeça, se eu ficasse nove meses longe dele não seria o suficiente, eu teria que ficar longe dele até descobri se era isso mesmo que eu queria.

-Klaus, eu não acho que isso seja uma boa idéia. –Estimulei, ainda não estava pronta para voltar a reviver tudo aquilo. –Precisamos de um bom tempo, separados.

-Caroline, nós precisamos de um tempo se acertando. –Ele me puxou para si, me fazendo abraçar seu abdômen com as minhas pernas, fazia muito tempo em que se dávamos tão bem como hoje, eu colei meus lábios no dele, perdida só ali, eu e ele. Éramos um só ali, como se os dois se completassem. Começamos um beijo calmo, onde não havia pressa de acabar, Klaus foi beijando meu pescoço, depositando beijinhos em volta dele, logo depois foi para mais baixo, parando nos meus seios, gemi. Eu precisava desse homem em mim, isso já ia além de ser uma necessidade, eu o desejava, desejava o por inteiro. Parecia que meus hormônios estavam à flor da pele. Abaixei minha cabeça para tirar a camiseta do Klaus, retirei a camiseta dele percorrendo o peitoral dele com beijinhos molhados e me deparei com um sangramento em minhas coxas, empurrei o Klaus para o lado que ainda estava totalmente confuso do meu ato repulsivo.

-O que foi amor? –Ele se sentou na cama colocando as mãos na cabeça, irritado por ter parado quando estava no auge da excitação.

-Klaus eu to sangrando! –Gritei histérica, não poderia de jeito nenhum perder esse bebê, mesmo ele estando na minha barriga eu o amava tanto. –Por deus por que você ainda está ai parado?

-Por que você ta tão preocupada quanto á isso? –Falou de uma maneira seria mais não parecia estar tão abalado se realmente perdesse. –Caroline...

-Olha Klaus nunca imaginei que você seria tão baixo desse jeito. –Disse secamente, pegando minha bolsa dali, se realmente fosse isso que ele queria era melhor desistir agora.

-Caroline se acalma tudo bem? –Ele caminhou até mim, pegando meu rosto com as mãos. –Nosso bebê está bem, é normal na gravidez, pode correr um sangramento mais não prejudica a gravidez.

-E você acha sabe muito sobre gravidez não é?- Eu já estava cansada dele achar que podia saber de tudo. –Ou de bebês ou algo do tipo, sinto lhe dizer mais você não sabe!

-Caroline, eu trabalho com pessoas dessa área um bom tempo. –Falou calmamente, ainda segurando sua mão em meu rosto. –E eles vivem me contando.

-Ah claro, Klaus me poupe. –Respirei fundo tentando não ser tão mandona com o Klaus, as vezes ele conseguia passar dos limites. –Eu vou ao medico daqui por que me preocupo com meu filho, agora para de tentar achar que você sabe tudo.

-Tudo bem, Caroline. –Ele sorriu para mim, me senti aliviada por ele não estar chateado comigo. –Você está certa, precisamos saber sua saúde e do bebê, vou pegar as chaves.

No carro tudo me pareceu normal, Klaus tentou puxar assunto pelo caminho inteiro falando o que ele achava disso tudo, devo admitir que eu talvez esteja surpresa por ele estar tão entusiasmado quanto nosso bebê, ele parecia uma criança omitindo sonhos e o que faria quando nosso bebê crescesse, acho que no final ele não seria um pai tão ruim assim para meu bebê, passei a mão no meu ventre, eu amava tanto meu bebê, não sabia o que seria de mim sem acontecesse algo com ele, Klaus pousou sua mão de leve na minha mão, e com a outra colocou no volante.

**

-Tudo bem mamãe. –A medica disse sorridente para mim, fazendo uma ultrassom completa para saber se ele estava bem, e tive que fazer um exame de sangue para ver se estava tudo bem comigo, a medica alertou também sobre bebidas e cigarro, disse que estava proibido até o final do período da gravidez. Tenho que dizer que fiquei um tanto aliviada, pois odiava cigarro e fazia um mal danado para mim, bebida eu raramente ingeria, só quando era uma ocasião muito especial que eu teria que beber, caso o contrario não.

-Como está a saúde da minha esposa doutora? –O Klaus perguntou animado, segurando minha mão a todo o momento. –Já pode ouvir os batimentos cardíacos? Já pode saber o sexo?

-A saúde da sua esposa está muito bem. –Ela passou a mão no meu ventre, ainda fazendo a ultrassonografia, finalmente havia acabado. Ela desligou o aparelho e voltou a nós fitar. –Tenho certeza que esse bebê vai ser muito mimado pelos pais, ainda não da para saber nada sobre o feto, sua esposa ainda esta na sétima semana de gravidez.

-Fico feliz em saber que esta tudo bem. –Ele beijou minha testa e logo saiu da sala me esperando do lado de fora.

Dei um breve tchau a doutora, que disse que gostaria muito de acompanhar minha gravidez, pois me achou super simpática e gostaria mesmo que eu fosse sua paciente, não seria ruim. Mais com esse negocio de o Klaus querer que eu voltasse á Portland para ter todos os cuidados médicos possíveis, inclusive profissionais famosos por fazerem partos de modelos famosas e algo do tipo, eu queria que minha gravidez fosse normal, como todas as outras.

Klaus às vezes era exagerado, muitas vezes ele queria fazer tudo do jeito dele, inclusive gerenciar todas essas coisas da minha gravidez, incluindo a mim também, ele queria que eu fosse mimada com todas as comidas saudáveis, mais sinceramente, por um minuto. Acho que eu estava começando a gostar da idéia de ser mimada por ele, pelo menos nisso ele teria que se empenhar, pelo menos dessa vez.

Eu amava tanto esse bebê, e saber que ele seria muito mimado ou mimada já daria uma vitoria enorme para mim, eu não me importava se era menina ou menina, iria amar do mesmo jeito.

Meu bebê seria tudo na minha vida, eu iria amá-lo para sempre, iria cuidar com todo o carinho do mundo, ele seria realmente um bebê muito bem cuidado e bem mimado. Ele seria como meu anjinho da guarda. Passei a mão no meu ventre fazendo um carinho com o polegar, eu o amava tanto. Só de pensar na possibilidade de segura-lo nos meus braços me faria uma mulher feliz para sempre. Retirei-me da sala animada eu estava realmente feliz por estar grávida, é a melhor sensação do mundo, saber que será mãe. Klaus estava me esperando impaciente no carro, com cara de quem estava realmente preocupado, mais logo revirou os olhos para mim.

-O que foi Klaus? –Me sentei ao banco do carro observando, ele não parecia estar bem, parecia que iria chorar a qualquer momento ali. –Me diz o que aconteceu!

-Imagina se tivéssemos perdido esse bebê? –Ele me olhou assustado, fechando a mão entre os olhos para impedir que as lagrimas saíssem. –Caroline me desculpa, de verdade. Imagina se você não fosse a medica hoje? Eu nem sabia o que estava dizendo...

-Klaus, olha você não tem culpa está bem? –Coloquei minha mão em seu rosto, pegando seu queixo e fazendo ele me olhar. –Você estava certo afinal, mais eu precisava mesmo ter ido ao medico.

-Mais se eu não tivesse Caroline? –Ele retirou minha mão do rosto dele, afundando seu rosto no volante, irritado. –Para de ser ingênua Caroline! Você sempre fala como se estivesse certa, me fazendo se culpar.

-O que você quer dizer com isso? –Disse me irritando, quando estávamos prontos pra ficar bem Klaus arrumava um jeito de destruir tudo isso em um segundo. Por que ele era assim? Por que ele não podia aceitar o fato, em que se dávamos bem quando não estamos tentando acusar um ao outro desse jeito em que estávamos fazendo. Estávamos julgando um ao outro pra mostrar que ambos estavam errados.

-Quer dizer que você está tentando me fazer sentir culpado. –Klaus me olhou irritado, revirando os olhos. –Desde aquele maldito dia que eu disse aquilo você está assim comigo, Caroline como eu ia adivinhar que era filho meu?

-Você deveria ter tido a decência de saber que eu não te trairia você é o único homem da minha vida. Não é por que eu fico trancafiada naquela casa que eu iria arrumar outro homem para fazer o que você não faz, eu te amo muito! Mais você ainda não percebeu isso, eu não sou igual a você Klaus, nunca. Eu sempre vou esperá-lo chegar do trabalho, sempre irei arranjar coisas para fazermos juntos, por que é essa a vida de casados que eu sempre me sonhei estar vivendo, mais você não liga, aliás, não é agora que você vai realmente começar a ligar.

Continua...

Notas finais
Não sei quando vou conseguir postar de novo, por causa da minha internet. (Acho que o cara vem arrumar hoje)
Por incrível que pareça eu me tornei uma viciada em saber coisa de gravidez por causa dessa fic, comecei a pesquisar coisas sobre bebês, e essas coisas.
Se vocês acham que esses últimos capítulos foram piores sinto lhe dizer mais vai pior mais ainda depois dessa capitulo.
Eu chorei em dois capítulos que eu comecei a escrever, está muito forte até para mim.
No próximo capitulo vamos ter o Klaus Narrando, ansiosas?
Beijos.