Crazy In Love

2 Capítulo 2- Arriving in New York


Notas iniciais
Demorou mais saiu! Desculpem mesmo por atrasar o capitulo.
Vamos conferir?

Havia dormido duas horas dentro do avião. Desembarquei a uma hora atrás e esperando ansiosamente minha amiga vim me buscar, Klaus havia deixado varias mensagem de voz e deixou alguns recados de voz para mim. Ele deve estar sentindo falta do brinquedinho dele, que faz tudo por ele, nesses três anos Klaus não havia me dito nenhum ‘’eu te amo’’ Mais agora era tarde, ele me perdera para sempre.

–Carol! Finalmente te achei! –Anna gritou vindo em minha direção. –Nem acredito que você está aqui

Nem eu.

–Anna, eu senti tanta sua falta. –Dei um abraço apertado em minha amiga. –Não trouxe nenhuma mala.

–Já até devo imaginar o porquê. –Fez uma careta para mim, e se soltou do meu abraço. –Você está tão linda!

–Você também está Anna. –Fiz a rodar animada. –Mudou bastante.

–Digo o mesmo de você. –Dei de ombros, mudei assustadoramente. –Vamos?

Seguimos até o carro, conversando sobre tudo, estávamos colocando o papo de anos em dia. Chegamos a casa de Anna meia hora certinho, me sentei ao sofá admirando a linda casa dela.

–Sua casa é bem confortável. –Me sentei ao sofá, animada, logo ela sentou junto.

–Imagina, não é que nem a casa em que você vivia. –Pois é. Era linda mesmo. –Pelas fotos aquilo era um paraíso...

–É. Mais aqui é bem melhor. –Estava um clima chato, tentei mudar rapidamente de assunto. –E seus pais Anna?

–Estão bem, aceitaram bem a idéia de eu morar sozinha. –Ela deu uma risadinha. –Você deve estar cansada da viajem.

–Eu estou bem, não estou cansada. –Estava na cara que eu estava um caco, mais não queria que minha amiga tivesse trabalho, mais do que ela já tinha.

–Agora você tem mais um para se preocupar. –Ela apontou para meu ventre, sorridente. –Durma um pouco.

–Anna, é serio. Eu estou bem assim. –Com certeza eu estava atrapalhando a vida dela, e com um bebê seria mais difícil ainda.

–Vai dormir Caroline Forbes! –Ela tentou ficar seria mais começou a rir, eu não resisti e comecei a rir também.

Ela ia insistir se eu não aceitasse, levantei os braços me rendendo. Caminhei até o quarto me jogando na cama, peguei meu celular e ouvindo as vinte mensagens de voz que Klaus me mandou.

‘’Caroline... Por favor, me desculpa. Eu não queria ter falado aquilo, você é importante para mim, me liga. É... Eu estou com saudades. ’’

Sínico.

‘’Caroline você viu minhas mensagens de texto que eu mandei uma hora da manha? Estou preocupado, é... O Klaus. ’’

Claro que era você, idiota.

‘’Caroline sou eu de novo, seu motorista chegou aqui e não me disse nada, por que estava fazendo isso comigo? Liga-me agora!’’

Virou o autoritário de novo, está sentindo falta do seu brinquedinho é? Comecei a discutir com as mensagens sabendo que ele nunca iria ouvir isso de mim.

‘’Caroline... Por favor, da para você me ligar? Como assim você foi para puta que pariu?! Você não sabe com quem esta mexendo. ’’

Claro, estou mexendo com Klaus Mikaelson, o poderoso chefão.

‘’Deus, espero que você me ligue logo, não estou conseguindo dormir por sua causa! É o Klaus de novo’’

Que bom que estou tirando seu sono, Klaus.

‘’Eu vou te arrastar de onde você estiver, estou indo para ai agora!’’

Arregalei os olhos, Klaus podia saber onde eu estava? Claro que não podia, era impossível ele saber onde eu estava. Me aninhei ao travesseiro, imaginando que estava abraçando o Klaus, e adormeci.

(...)

Acordei, o quarto estava um breu. Me levantei da cama espreguiçando-se, logo ouço vozes vindo da sala, paro no meio do corredor ouvindo.

–Ela é minha esposa! Tenho o direito de vê-la. –Essa parecia ser a voz de... Klaus. Como ele me encontrou?

Droga.

–Já disse, ela não veio para cá. –Anna parecia estar furiosa mais ao mesmo tempo precisando de ajudo, bem, não a culpo por isso.

–Eu sei que ela está aqui! –Caminhei passos lentos até o fim do corredor, vendo os dois.

–O que você está fazendo aqui? –Me recostei na parede, cruzando os braços.

–Caroline está tudo bem? –Anna se colocou ao meu lado, parecia uma mãe, acendi com a cabeça. –Dormiram bem?

Klaus arregalou os olhos preocupado.

–Sim, dormimos muito bem. –Passei a mão no ventre, ela me deu um sorrisinho e saiu da sala, indo em direção ao quarto dela.

–Caroline! –Ele tentou me abraçar mais eu hesitei, ainda cruzando os braços. –Você não viu meus recados?

–Claro que eu vi, as vinte mensagens de voz, e as dez mensagens de texto. –Fechei os olhos lentamente, desejava que ele não estivesse ainda.

–E por que não me retornou? –O que ele esperava? Que eu iria recuar e ir atrás dele de novo? Não.

–Por que sinceramente, não temos mais nada a ver. –Abri os olhos, vendo que ele estava mexendo no cabeço nervosamente.

–Eu vi o resultado. –Disse ele por fim. –Parece que eu sou o pai desse bebê.

–Não é mais! –Dei de ombros, nunca que ele seria. –Por que falou daquele jeito com minha amiga?

–Carol, eu sei que você ficou magoada. –Ele se sentou ao sofá colocando as mãos na cabeça. –Você sabe que eu sou assim.

–Klaus, você não é nada meu. –Foi difícil dizer isso, as lagrimas já estavam formadas transbordando pelo meu rosto. –Quero divorcio!

–Caroline, não seja dramática. –Ele me encarou serio. Eu? Dramática? Ele que faz a burrada e eu que sou a dramática?

–Nos nunca fomos casados de verdade. –Limpei as lagrimas, mais elas teimavam em querer sair. –Você nunca me amou de verdade, Klaus.

–Isso não é verdade. Sempre te dei tudo. –Quer dizer que ele achava que se estivesse pagando tudo era se preocupar comigo? Sério?

–Klaus, eu só fazia compras para não morrer de tédio naquela casa!

–Eu quero assumir a paternidade dessa criança. –Ele parecia serio com o que dizia. –Amanha vai até o hotel que eu estou hospedado e vamos conversar.

–Está certo, mais não prometo nada. –Ele me entregou o cartão com o endereço do hotel e o quarto que estava.

–Eu te espero Amanha. –Ele deu um beijo em meus lábios e saiu.

Quando percebi que Klaus havia ido embora, fui até a cozinha me sentando ao balcão, eu não tinha coragem de ir até ele.

–O que ele disse? –Anna entrou na cozinha pegando algo no armário.

–Ele quer assumir o bebê. –Ela deixou cair o que tinha pegado no armário e virou-se para mim. –Quer conversa comigo sobre isso amanha.

–Você não vai não é? –Ela pegou o chocolate que havia pegado ao armário, e veio até mim sentando na cadeira.

–Querendo ou não ele é o pai do meu filho, Anna. –Revirei os olhos. –Ele tem esse direito.

–Você caiu na dele não é? –Me virei para ela, a fuzilando com o olhar. –Está bem, não está mais aqui quem falou.

–Eu sei que você está certa. –Ela estava mais que certa, mais eu ainda o amava. –Mais eu o amo.

–Eu também sei disso mais... –Ela arregalou os olhos me olhando. –Você o que?

–É verdade, foi por isso que me casei com ele. Mais não tenho certeza se ele me ama do mesmo jeito que eu o amo.

–Você o ama, de verdade, Carol? –Comecei a rir dela e ela riu junto.

–De mentira que não é! –Disse sarcástica. –Eu sei que é difícil de acreditar, mais eu o amo.

–Está na cara que você o ama. –Fiz uma careta com o que ela disse, estava tão na cara assim? –Seus olhos brilham quando você fala dele.

–Sério? Isso é novidade para mim. –Lembrei de meus pais, estava sentindo tanta a falta deles, e agora posso falar com eles. –Preciso ligar para meus pais.

Ela assédio com a cabeça, fui para meu quarto pegando o celular e discando o numero da minha mãe, espero que ela não tenha trocado de numero esses três anos.

–Alô? –Minha mãe demorou a atender mais acabou atendendo.

–Oi mãe, é a Caroline. –Me segurei para não chorar ao telefone, eu queria tanto falar com ela mais que tudo, eu queria dizer tudo o que eu passei e o que estava acontecendo, mais não podia. Ela trabalhava como policial de uma cidade próxima daqui, eu tentei fazer ela parar por que sabia que esse trabalho era perigoso, mais ela negava. Desde inicio ela foi contra o meu casamento com Klaus, por isso eu me afastei dela.

–Carol minha querida! –Desde que eu me afastei dela, sinto a falta dela dando concelhos para mim, era tão bom aquela época. –Estou com saudades! Por que não ligou?

–Ah mãe...Aconteceram tantas coisas nesses anos. –Tentei arrumar rápido uma reposta, não queria dizer a verdade. –Que eu me esqueci, me desculpa?

–Claro filha! Só acho que você deveria ligar mais vezes. –Disse secamente. –E o seu marido... Klaus não é?

–Ele está bem, ótimo. –E estava mesmo, no fundo eu sabia que ele ia ficar bem. –Ele que me incentivou a ligar para senhora.

–Isso é bom. –Disse suspirando ao telefone. –Como anda as coisas ai com o casamento?

–Estão ótimas! Klaus é incrível como marido. –Revirei os olhos, ele é tão ótimo que duvidava de mim. –Não me arrependo de ter casado com ele.

Arrependo-me até o ultimo fio de cabelo.

Então você fez a coisa certa. –Ela disse alegremente. –E quando vocês iram me visitar?

–Em breve, mãe. –Balancei as pernas nervosamente, eu queria evitar vê-la agora. –E o pai?

–Seu pai está bem. –Falou por fim. –Ele andava com uns problemas no joelho mais está melhor. Ah... está mandando um beijo!

–Manda outro enorme pra ele. –Fiz barulho de beijo e ela riu. –Mão, eu te ligo amanha está bem? Eu te amo!

–Eu também te amo, minha querida. –Desliguei o telefone.

Deitei na cama, como ia ser amanha? Eu só estava pensando nisso. E se eu acabasse cedendo e aceitar a proposta de Klaus? Mordi os lábios, impaciente com isso, Klaus era um tipo de homem imprevisível, poderia se esperar tudo dele. Mais eu vou ter que ser obrigada a vê-lo, eu vou ter que escuta-lo mesmo sabendo sua real proposta. Ele iria me encher de ilusão dizendo que iria assumir todas as responsabilidades e que iria, com certeza me tratar com dignidade, mais no final ele não vai acabar fazendo nada.


Notas finais
Estou vendo que ta meio desandando essa historia mais estou tentando ao maximo atualizar o possivel, mais tenho minhas duvidas se vou mesmo conseguir...
Bom é isso.
Até semana que vem.
Desculpem os erros.