Could It Be Any Harder
32 That I Would Be Good
Notas iniciais
Enfim, outro capitulo foi tenso. Mas esse aqui é pra relaxar e rir com a Wendy.
Adorei fazer ela...KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK queria ser ela manolo ._.
Queria dedicar esse capitulo a uma pessoa especial que esta tomando conta do meu coração.
Você sabe que é você
Enfim U_Ú
O que a Gabs falou no review tem sentindo. . . Faz muito sentido. D:
http://www.vagalume.com.br/alanis-morissette/that-i-would-be-good-traducao.html
Musica de hoje pra pessoas apaixonadas.
Escultem :D
Pov, Sam
Tantas informações que eu recebia agora na minha mente naquele momento, todo meu processe mental começou a dar um terrível pane, afinal o que iria acontecer depois? Quanto mais sofrimento, angustia, dor eu poderia aguentar? Sim me sentia no limite de tudo, mas e agora? O que aquilo teria representado?
Simplesmente não conseguia responder as tais perguntas que rondavam minha mente, meu coração a minha alma.
E isso me fez crer, que provavelmente não era pra se ter uma resposta...Porque basicamente não tinha.
Não que eu estivesse arrependida, não eu não estava, minha consciência reinou durante todo o ato. Eu quis, sim...Estava estampado na minha cara que eu queria aquilo, então acabei fazendo.
Porem eu tinha um medo inexplicável rondando meu corpo, tomando conta de qualquer sentimento que eu tivesse dentro de mim.
E tudo só piorou, quando Freddie resolveu fazer a tal pergunta, que particularmente eu esperei por cinco anos, mas infelizmente ao contrario do que pensei, não conseguia comemorar, sorrir, me sentir feliz com aquilo.
Caraa... Eu queria tanto que tudo fosse simples, que eu disse sim, e POWW...Problemas acabados, eu queria ser a forte que o Freddie falou e não me importar com mais nada. Apenas viver a vida como realmente ela merecia ser vivida, é tão ruim você se limitar a poucos coisas, mas as pessoas acabam se acostumando, e sim eu estava acostumada. Por isso não sabia como reagir.
Sem conta que havia pessoas que iriam se machucar com isso, e uma em especial ainda nem vira o mundo, e já perderia uma grande pessoa da sua vida. Sam Puckett, pode ser louca, mas não uma pessoa má daquela forma. Até porque eu sei o quanto dói, quando sua filha chega em casa chorando, devido a linda festas dos pais, aonde o único que não apareceu foi o pai dela. E por isso teve que aguentar brincadeiras de mau gosto da turma toda.
Absolutamente nada, nada te prepara pra isso. Então por mais que eu amasse para sempre o Benson, não iria tirar esse privilegio do filho dele. Aquela criança não merecia .
– Freddie. Falei seu nome respirando fundo e empurrei seu corpo pra que ele saísse de cima de mim. Meu olhar já denunciava qualquer reação feita após isso. Porem me mantive calada, tentando não cair ali como já fiz tantas vezes. Eu ia pegando minhas peças de lingerie espalhadas e começando a colocá-la de uma por uma. Freddie fazia o mesmo com suas vesti. Não gostaria de olhá-lo depois, eu saberia que era dolorido demais. Apenas queria sair dali correndo.
–Sam? Ele insistiu, mais continue a fazer o que visivelmente estava fazendo.
Sem dar atenção nenhuma a ele. — Cara qual é o seu problema? Ele completou totalmente alterado e batendo com força no banco do motorista, o que causou uma reação de susto em mim. E só assim, somente assim eu o olhei.
–O que você quer que eu diga? Falei com fúria. — Freddie, as coisas não são tão simples como você acha que é. Tentava agora colocar aquele vestido, com tudo parecia impossível. — Merda de vestido! Exclamei para mim.
–Droga Sam, também não é tão complicado. Pelo amor de deus você tem noção do que acabamos de fazer ? Você tem noção disso? O tom de voz dele saiu ainda mais alterado. Observei agora que Freddie ia começando a repor aquela calça jeans escuras e logo após seu sapato social. Fiquei em silencio novamente, já tinha conseguido fechar aquele zíper do vestido.
Eu estava suando, descabelada, com dores terríveis nas minhas pernas, com uma marca no meu pescoço que denunciava qualquer coisa. E no momento eu estava focada em saber como tirá-la, eu sentia dores nas costas, entretanto aquela sensação que se dá após p sexo estava ali, presente no meu corpo, aquela sensação de alivio, estava com a sensação de estar bem relaxada, como se estivesse voando ou algo do tipo.
– SAMMM! Ele me puxou pelo braço com força me fazendo o olhar mesmo que não quisesse. Engoli seco por isso.
– Você não tem noção do quanto esperei por esse dia, o dia que você iria me fazer essa pergunta. Meus olhos lacrimejaram e aos poucos ele foi me soltando. Mas é uma pergunta fora de cogitação a essa altura do jogo.
– Eu desistiria de tudo por você. È só você falar que sim. Freddie insistia e eu abaixei meu olhar.
– A alguns dias você me disse qual era sua escolha. Eu amo você e com certeza amarei por toda minha existência, mas você não pode desistir de tudo. — Respire fundo mais uma vez. — Não poderia desistir do seu filho que ainda nem nasceu, nem da Carly. Esses foram suas escolhas. Sexo não muda nada Freddie. ''Desta vez o olhei'' -Estou aqui por que cedi aos meus desejos.
–Sammm eu te imploro, por favor fica comigo. Freddie falou com olhos já tomado pela tristeza.
Meu coração se dilacerou naquele momento. Não havia mãos chão, não havia mais nada. Era como se eu caísse em um buraco negro sem fim.
Seria engraçado, porque pela primeira vez eu estava escultando meu coração, e ele dizia que não era o momento certo, e na minha mente comecei a pensar que ele jamais existisse.
Eu apenas sai daquele carro, sem dá nenhuma resposta, sem olhá-lo, sem encarar minha cruel e real verdade...
Eu não poderia chorar, não poderia, mesmo que tudo estivesse engasgado...
O que diria a todos ali da mesa? Não sabia quanto tempo havia se passado, e minha preocupação agora era saber o que eu inventaria, e como tiraria aquela terrível mancha do meu pescoço.
Pov, Freddie
Eu certamente merecia aquela resposta, merecia todos os não's existente na terra, merecia ser maltratado, chutado, não amado por ela. Mas realmente estava disposto a largar tudo por Samantha Puckett, porque eu sabia naquele instante o quanto era impossível viver sem ela, sem o corpo dela, sem o cheiro dela, sem os beijos dela. Eu a amava com tanta força que chegava a doer meu coração, mas acabei acreditando naquela resposta, acreditando que ali era o fim.
Por tantas vezes fiz ela chorar pelo meu não. E agora me pego aqui sem ação, sem esperança nenhuma por ter levado um não dela, Sam saiu daquele carro deixando qualquer esperança que havia sobrado, qualquer plano que eu tinha arquitetado na minha cabeça. Tudo sumirá junto com a mulher que caminhava em direção aquele restaurante.
Não havia palavras para descrever o que meu coração sentia no momento, mas eu não conseguia chorar, por mais que eu tentasse, a única reação tida por mim foi de o olhar fixo pro inexistente relembrando cada coisa que passei com ela. . . Porem eu saberia que também tinha que voltar, que haveria gente que estava me esperando lá dentro. Então retomei o folego terminando de vesti o restantes das roupas espalhadas, sai daquele carro, tentando limpar o suor que ainda estava no meu rosto, e meu cabelo que estava desarrumado.
Eu teria que voltar, voltar pra ver meu amor rendido a outros braços. Voltar pra minha caótica e estranha reação com Carly. Voltar sem nenhum sentimento reposto ao meu coração. Voltar pra minha vida, que internamente nem fazia tanta diferença assim pra mim se iria existir ou não.
Fui dando passos longos até aquele restaurante, porque não sabia quanto tempo eu tinha ficado ali, é que explicações teria que dá...Mas minha cabeça estava exausta, meu físico estava exausto, meu coração estava exausto e eu só desejava que ele parasse de bater, pra que eu pudesse descansar na mais plena paz.
De longe, já pude avistar todos a mesa, sorrindo, conversando e jantando. Menos Sam, que parecia ter um olhar tão distante de tudo e de todos. Eu não podia crer, que por uma inconsequência do passado, eu a perdi pra sempre. Respirei fundo e fui caminhando até aquela mesa, meus passos eram curtos, não tinha pressa, não tinha pressa mais pra nada nessa vida.
– MEU DEUSSS AONDE VOCE ESTAVA? Gibby fez um escândalo ao me ver fazendo todos me olharem, inclusive Sam que de uma forma apreciável corou na mesma hora. E olhei pra todos que esperavam uma resposta, eu tentava formular algo.
–O que aconteceu com você? Esta terrível. Carly falou levantando-se e aproximando-se. Eu não sabia que resposta dá, nem o que fazer.
–Na verdade estava no carro, me senti um pouco mal. Depois recebi um telefona do Trabalho o que foi estressante, e escultei um pouco de musica pra relaxar. Não queria aparecer nervoso aqui. EU MENTI DESCARADAMENTE.
– Cara você demorou 1 hora e meia. Brad falou me fitando.
– Pois é , acabei perdendo o horário. Falei tentando um sorriso.
– E o Show também. Carly falou sorrindo. — Vamos venha sentar. Ela apontou pra cadeira que estava vazia ou seja a minha e atendi seu pedido. Carly veio logo atras.
–Que tipo de musica ouviu? Wendy falou e rapidamente eu a olhei . E aunica coisa que veio a mente foi
Ben Harper . Desviei o olhar dela e olhei pra Sam que mantinha sua cabeça baixa.
– Mais que é Ben Harper? Gibby parou imediatamente de comer voltando aquele assunto.
– È um cantor. Gosto de ouvir quando estou estressado. Falei pegando uma taça de vinho que tinha a minha frente acima da mesa, e tomando um pouco do que tinha ali.
– Isso um cantor. Observei Wendy olhar pra Sam e depois me olhar. — Alguém gosta de Ben Harper aqui? Carly? Brad? Tasha? Kirsten? Ela insistiu e eu realmente comecei a ficar tenso. Todos responderam negativamente com a cabeça. — Sam ? Já ouviu falar do Ben Harper ? Sam levantou a cabeça imediatamente e olhou sem jeito pra todos que estavam ali sentados a mesa. — Não. Não curto muito. Ela respondeu em tom baixo e depois tomou nervosa toda uma taça de água que havia a sua frente na mesa.
– Vocês estão perdendo o melhor da musica. Ben Harper é foda literalmente. Ela soltou uma gargalhada. Todos ali na mesa se olharam sem entender. Menos eu que já tinha entendido o recado, E Sam que transparecia vergonha... transtorno...Ela parecia querer ar, mas não conseguia. Eu Engoli seco e olhei para Wendy que pelo contrario, sorri de leve e voltou a comer.
Eu não saberia se isso era bom sinal, ela tinha visto alguma coisa sim disso era certeza, mas o que ela faria depois? Eu não sabia e nem minha cabeça estava boa pra isso, pra pensar.
Meu jantar veio depois, quase também não comi, estava sem fome. Estava na verdade com uma tremenda dor de cabeça, e só pensava no final daquilo, ir pra casar dormir, e não acordar nunca mais.
Mas como não poderia acordar, se tinha um rostinho que eu queria ver no outro dia? Sophie era meu ponto de equilíbrio pra tudo. Naquele momento, permaneci nesse mundo ainda por ela.
Porque ver quem você ama ir embora com outra pessoa, era como se uma facada rasgasse seu peito, e você teria que se manter, ali sendo um falso feliz, e enquanto não tivesse Sam eu seria assim. Um falso feliz.
Porem também fui pra casa, engraçado Carly não duvidar do tal do bem Harper ou ficar paranoica com isso. Ela estava tão feliz, que me surpreendi.
Talvez existisse coisas dentro do coração de uma mulher que nunca os homens poderiam saber. Sem contar esses picos de bipolaridade.
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