Notas iniciais
Estou sem criatividade então nem sei o que fazer pra depois desse capitulo ._.'
mas enfim espero que curtam.
Aqui misturei, BRAM e SEDDIE. Qual o melhor? Será que tudo é perfeito?
Será que todos os Seddianos podem dizer até que fim?
Veremos.

Pov, Sam



Toda aquela escolha feita por mim, tinha uma consequência tão visível, estava estampado na cara o quão sofrido era meu amor por aquele cara, o quão estava estampado na cara que não eramos pra ser. E por um momento, eu duvidei dessa razão absurda que escancarava a porta do meu coração pra toda a dor se deixasse evadir pelo meu corpo. Mas me via agora naquele estado, no estado que eu me coloquei.

Não tinha palavras agora para descrever qualquer sensação que se passava agora no meu coração, mas definitivamente agora eu não poderia escandalizar minha dor...Tive a escolha nas minhas mãos e simplesmente acabei me igualando a ele a tudo que ele pensava, e disse 'não' tão facilmente.

E agora provavelmente eu seria incompleta por todo o sempre, mas aquele pensamento de antigamente voltava, jamais eu iria destruir o futuro de uma criança que não tinha nada haver com minha dor, ou com qualquer coisa ali relacionada.

Agora a única coisa que me vinha a cabeça, era pensar se aquele erro de cinco anos atras não tivesse acontecido, aonde estaríamos agora? Qual era o tamanho da minha felicidade? Afinal, foi ele que trouxe tanta turbulência durante esses anos. Essas perguntas jamais seriam respondidas.

Mas enfim...A volta do restaurante, passei no banheiro pra tentar amenizar aquela meu estado externo de desordem, e por sorte...SORTE MESMO. Havia uma moça no banheiro, retocando a maquiagem, ela me parecia tão gentil que nem exitei em pedir que ela por gentileza cobrisse aquela terrível mancha que estava no meu pescoço, e assim ela fez, repassou maquiagem até aquilo esta totalmente acobertado. A agradeci então, perguntei se ela poderia fazer um outro favor a mim, e na hora ela concordou, estava achando o máximo já que era visível, tudo que eu havia feito a algum tempo atras.

Eu sempre fui mentiras, então com ajuda dela, é claro que todos acreditaram que eu havia ido ao banheiro, e encontrado uma amiga de Miami e assim perdido o horário, até mesmo perguntei aonde estava o Freddie todos responderam normalmente menos, Wendy que me veio com a historia de '' Eu não sei , você sabe?'' Algo não estava se encaixando.

E a confirmação veio quando 30 minutos depois Freddie veio, Wendy de alguma forma tinha visto alguma coisa e isso me fez ter tanta vergonha, que nem mais a encarei. E assim foi o restante da noite, olhares desviado do cara com quem eu tinha acabado de fazer amor dentro de um carro, tentar dar a atenção merecida do tão gentil Brad, que me tratou tão bem. Sorte da mulher que o amasse e fosse correspondida, sorte mesmo... Infelizmente não seria meu caso.

Já era meia noite quando todos se deslocaram pra suas devidas casas, não tinha curtido tanto assim minha noite, eu tinha perdido o show de uma das

bandas que eu mais amo, mal tinha provado daquela comida, eu só conseguia pensar, pensar e pensar.

Brad como um bom cavalheiro me levou em casa, e para não variar, o carro que ia nos seguindo era do Freddie, olhei inúmeras vezes pelo retrovisor, apenas para me certificar que ambos estavam bem.

E por fim, exausto chegamos em casa.

– Bom é aqui. Brad sorriu levemente estacionando a frente da minha casa.

– Obrigada. Retribui o sorriso, Brad retirou o cinto e saiu do carro indo rapidamente abri a porta do carro pra mim. PERFEIÇÃO EXISTE?

– Oh, quanto cavalheirismo. Meu sorriu saiu mais largo e assim sai do carro, daquele belo carro. E exatamente nesse instante os vizinhos chegaram, e isso causava toda uma tormenta em mim, eles nos deram boa noite e entraram.

Olhei novamente para Brad, que revia todos os passos do meu olhar. Era tão obvio que eu sofria.

- Você ainda o ama. Ele falou convicto e eu apenas abaixei meu olhar. — É tão claro. Ele respirou fundo e ficou a minha frente, eu não sabia o que falar, ou prosseguir após isso. Mas calada não poderia ficar.

– Eu quero me dar a oportunidade de ser feliz, e queria que aceitasse isso. Me desculpa, preciso de um tempo tentando isso, gostaria que fosse com você. Brad... Ele me interrompeu.

– Eu disse que o amava, não disse que EU iria parar por isso. Ele soltou um sorriso e eu revirei os olhos. — As vezes amamos pessoas que não estão destinada a ficar na nossa vida. Ele deu com os ombros e desta vez eu sorri.

– Foi muito bom hoje, obrigada mais uma vez. Mordi o canto do lábio inferior.

– Que isso, foi muito boa companhia também. Ele colocou as mãos no bolso e me fitou.

– Então eu vou entrar. Apontei para minha casa que estava bem ali.

– Claro. E ficamos ali nos olhando por dois segundos. Então segui em caminho da minha casa.

– Vamos marcar de sair depois, eu e você. Sem encontros inusitados. E olhei mais tímida, enquanto ainda ia caminhando para trás.

– Claro, me diga aonde e quando. Ele continuava na mesma posição. Parecia loucura o que eu iria fazer, mas eu voltei rapidamente e acabei por da um singelo beijo nele, os lábios do Brad, pedi muito pra sentir alguma coisa, alguma coisa haver com o prazer. Mas nada veio, nada. Então acabei sessando.

– Boa noite. Falei sem jeito.

– Owww, boa noite. Ele parecia surpreso enquanto eu parecia totalmente perdida.

– Até mais e me liga. Falei voltando pelo caminho de entrada da minha casa.

– Claro. E assim Brad seguiu .

Eu queria tentar, expulsar Freddie de uma vez do meu coração, não seria fácil, provavelmente eu não iria sentir coisas que eu sinto com ele, mas eu teria que tentar.


Precisava tentar, era algo que preciso.


Voltei para casa, aonde todos pareciam já estar dormindo. Inclusive Jonny que pensei que estaria de prontidão.

Porem esse tempo me foi precioso, comi um pedaço do bolo de chocolate que havia na geladeira, e assim fui pro banho, preparei toda aquela banheira pra relaxar e fiquei lá por seu deus sabe quanto tempo. Mas me deu tempo de pensar, chorar, ficar com raiva, ficar feliz. Então acabei pensando que tinha amanhecido. Mas não, sai do banheiro com aquele roupão branco, e quase morri do coração quando avistei uma pessoa parada de pé, ali perto da minha cama.

– O que você esta fazendo aqui? Minha boca estava entre aberta de tão inacreditável que eu pensava que fosse.



Pov, Freddie


Dores, essa foi a única coisa que causei a Sam, a minha menina, minha garota, porem não minha mulher.

O que um erro poderia fazer a uma vida toda? A única resposta que vinha na minha cabeça se deu na voz da Sam, um '' NÃO'' ao nosso amor. Um erro, uma traição implicaria em toda minha vida, impedindo de que eu fosse feliz, me sentia um idiota.

Por que eu troquei uma vida, por uma noite? Como havia chegado a essa situação? Eu amava Sam, a amo, mas porque diabos eu a trai ? Eram tantas respostas que não viam.

E ver Sam E Brad me fazia perder qualquer tipo de esperança, mesmo que depois do não dela essa tal esperança fosse quase nula. E pra ser sincero, odiava admitir que se ela fosse feliz, eu tentaria não ser egoísta ao ponto de estragar qualquer coisa. Aprender a viver sem esperança era uma das consequências que aprendi com meu erro.

Mas enfim, eu e Carly chegamos juntamente com a vizinha e seu novo companheiro de saída, pra mim não havia clima de vê-los ali, conversando, se descobrindo. Não depois do que aconteceu no carro, então assim educadamente dei boa noite e entrei, Carly fez o mesmo, porem mais animada, eu realmente não havia visto ela tão bem assim há muito tempo.

Ela foi direto para banheiro enquanto eu fiquei ali deitado pensando, repensando na situação em que eu vivia. Fiquei sentado na cama, por um bom tempo até Carly sair, depois foi minha vez, eu precisava de uma ducha fria.

Eu passei alguns minutos ali pensando e quando eu sai, observei Carly já dormindo, eu estava cansado porem, totalmente sem sono. Então resolvi descer, sentar a ao sofá e assistir a TV. Vesti uma calça moletom verde-escuro e desci

Repassava os canais compulsivamente até chegar e um que me fez parar,

estava passando sobre a vida de um cara qualquer, que se mudou para o o Havaí, com a família, e aquela praia...Aquela praia era tão conhecida por mim. Senti aquela sensação, a tal sensação de paz. Eu sabia que praia era aquela, estranhamente conseguia distinguir tudo que havia ali. Instintivamente sorri. Aquela praia me fez lembrar de Sam, me fez lembrar da Sam...

Não poderia perdê-la, não poderia... Então sem pensar direito, me levantei e acabei por ir a casa dela, já sabia bem por onde entrar, Sophie de tão esperta, me deu a copia da chaves, eu sabia qual era o plano que se passava na cabeça dela, e achava apreciável.

Então sabia que tinha que falar pra Puckett.

Sam precisava entender, que sem ela eu não vivo.

Eu queria que ela me ouvisse e saber que eu não iria desistir.


Entrei naquela casa sem dificuldades, e fui seguindo pro quarto da Sam, quase que flutuando, eu sabia bem o caminho daquele lugar.

Adentrei e lá estava o quarto que algum tempo atras eu havia ficado durante uma noite de amor, vi aquela cama que tão perfeitamente coube nos dois. O quarto tinha a luz fraca, apenas um abajur acoplado a parede iluminava aquele lugar, observei e vi que ela estava ao banheiro, isso devido ao fato da luz estar acesa e a porta entre aberta.

Fiquei esperando, e bom um bom tempo esperando. Até ouvir um barulho que com certeza ela estava fazendo ao abrir o restante da porta para sair. Eu sabia qual era o risco, Sam só precisava dizer não mais uma vez pra que eu sumisse de vez da vida dela, só mais uma vez. Eu precisava tentar, uma ultima vez.

A reação dela ao me ver, foi de extrema agoniação e surpresa.

–O que você esta fazendo aqui? Ela me perguntou e dava pra perceber o quanto ela não estava a vontade. — Quer sair do meu quarto por favor. Por fim ela completou

– Não, não vou sair, precisamos conversar. Falei a fitando.

– Não já conversamos o bastante ? Por favor, estou cansada Freddie, sai do meu quarto e da minha casa por favor. Ela respirou fundo .

– Você me ama? Perguntei e dessa vez ela abaixou a cabeça.- Me fala Sam, você me ama? Continuava ali no mesmo lugar, sabia que não era hora de agir.

– Porque faz essas coisas comigo ? Ela encolheu os ombros.

– Eu amo você. Ela tentou falou mais a cortei, queria que ela me ouvisse. — Eu quero ficar com você, e isso não significa que deixarei de amar meu filho com a Carly, mais eu preciso ser feliz pra ao menos tentar mostrar o que é felicidade. Um dia ele vai entender, vai concordar. Eu não estou fazendo uma escolha entre ele e você, estou fazendo uma escolha entre você e a Carly. Desta vez Sam me olhou, — Ao menos entenda, que não estou deixando ele e que você não é a culpada, eu sempre vou estar ali, só que quero estar com você.


Sam fitava o nada, com os olhos cheios de lagrimas, entendia a sua dor. Desta vez não me mantive parado, fui de encontro a ela, que ainda estava paralisada. Eu a confundia, eu a machucava. Mas queria mudar esse quadro, queria me ajoelhar e pedir perdão aquela mulher que eu ferir por tanto tempo.

A tomei aos meus braços, e respirei. Sam não exitou e ao contrario do que pensei, ela colocou mãos em volta da minha cintura e também me abraçou.

– Me perdoe por te machucar por tanto tempo, prometo nunca mais te machucar assim. Disse baixinho ainda sem soltá-la. Sam estava calada, e preferiu ficar assim.

E ficamos assim por um minuto, até que aos poucos ela foi me soltando. Não falamos nada, apenas ficamos ali nos olhando, após aquele longo abraço.

Mas sempre foi tão impossível ficar assim com Sam, sem tocá-la, sem beija- lá, era como se algo me puxasse a ela, de uma forma surreal.

Toquei no rosto dela gentilmente, e Sam por impulso fechou os olhos. Aquele rosto sempre foi tão macio, tão perfeito, tão lindo. Então aos poucos, meu rosto foi se aproximando do dela.

EU AMAVA SAM PUCKETT E SEMPRE IA AMAR. E sentia isso, sentia toda vez que a tocava, que a olhava, toda vez que sentia a respiração dela tão próxima da minha, eu sabia que fazia parte daquilo e que nada no mundo poderia impedir.

Meus lábios tocaram os dela, e assim iniciamos um beijo, sem nenhum desespero, o gosto da boca dela era tão perfeito, e não queria ter pressa. Queria sentir cada um, assim na mais calma, quase que em câmera lenta.

As mãos delas percorriam minhas costas até atingir minha nuca e ali ficarem. Então aos poucos a fui guiando até a cama...Aquele tempo no carro não foi o suficiente pra cinco anos de espera.

Eu fui o primeiro a me deitar, Sam veio por cima de mim. . . Era visível quão nossos corpos se encaixavam perfeitamente, o quanto ambos se desejavam. E assim com o tempo nosso beijos foram ficando intensos, por mais que não tivéssemos pressa, nossos corpos tinham. Não havia mão parada, nossas respirações já estavam ofegantes, até que ouvimos um barulho estrondoso, vim da porta do quarto dela.

Sam rapidamente me olhou, sessando aquele beijo. Olhamos em direção a porta.

– Sophie. Falamos rapidamente levantando, poderia ser alguém dentro da casa e nossa única preocupação era nossa filha.

Saímos rapidamente do quarto e demos de cara, com duas pessoas.

Meu coração parou na mesma hora.

Olhei para Sam que parecia pior.

– Esqueceu sua bolsa dentro do meu carro. Brad fitou o chão e estendeu a mão aonde estava a bolsa de Sam .


Eu simplesmente queria morrer ali.


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Notas finais
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TRADUÇÃO DE HOJE
E todos esses dias que eu disperdicei
Eu vou te compensar por isso, eu juro
Eu preciso do seu amor pra me manter em pé
Quando há tanta coisa para suportar (8)'