Could I Touch The Sky?
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Josh me puxou com força, entrando novamente em sua casa e passando por vários alunos como um furacão, me arrastando até uma ampla escadaria que entendi que fosse para me levar até seu quarto. Ao chegar lá em cima, ele abriu a porta e me empurrou para cima de sua cama desarrumada, trancou-a, e para o meu total desespero, ele foi tirando sua bermuda e o volume que marcava sua boxer me fez tremer.
– Josh, por...favor — tentei, com as minhas ultimas forças, já aos prantos, evitar que o pior acontecesse. Ele fingiu que não escutou, me puxou e me colocou sentada, imóvel e ficou de pé na minha frente. Abaixou a cueca, fazendo com que seu membro já ereto pulasse para fora e disse cheio de desejo — Chupa.
– O que? — Arfei... Eu não acreditava no que estava ouvindo, e me afastei o máximo que pude de seu membro, aterrorizada com o pedido. Ele bufou, já impaciente, me puxando pelos cabelos e batendo em meu rosto com toda sua força
Doeu. Doeu muito, e mais uma vez, lágrimas grossas desceram pelos meus olhos torcendo para que alguém entrasse ali e fizesse tudo aquilo acabar. Mas não foi o que aconteceu. Josh ergueu minha cabeça, fazendo com que meu couro cabeludo queimasse como fogo, ao puxar mais uma vez meus cabelos.
– EU JÁ FALEI PRA CHUPAR! VOCÊ É IDIOTA POR ACASO? — Eu balancei a cabeça negativamente, sem olhar em seus olhos. Ele aproximou seu membro no meu rosto e disse — Agora chupa, e se você morder eu vou deformar você depois da nossa "brincadeira" — Eu não tive escolha. Abri a boca, e fechei os olhos com força, indo para frente e para trás lentamente, balançando um pouco pelos soluços que eu inevitavelmente soltava. Ele soltou um gemido alto, forçou minha cabeça para frente e para trás com mais velocidade, fazendo com que eu engasgasse e sentisse vontade de vomitar.
Josh me jogou para trás, fazendo com que eu caísse de costas no colchão com brutalidade, tossindo ao terminar, e com um imenso prazer no olhar me disse — Agora chega, se não eu vou gozar antes do principal — Ele arrancou o meu vestido com força, fazendo com que o mesmo rasgasse e olhou para o meu corpo desnudo com cobiça. Apertou meus seios e disse — Que delícia! E pensar que ainda é virgem — Aproximou-se mais do meu corpo, puxando minha calcinha e passando seu membro sobre meu clitóris. Eu prendi minha respiração, e apertei meus olhos o máximo que pude, mas nada disso adiantou. Ele penetrou com toda a fúria que havia dentro de si, e foi como se eu fosse morrer.
Foi inevitável não gritar. Eu gritei, gritei com toda a força que me restava, e ele começou a se movimentar com força, e cada vez mais rápido, e com uma risada estridente disse — Tá gostando gatinha? É bom né? Aaah...
Pensamento mode On:
Eu sempre acreditei que quando algo muito ruim nos acontece, nós, os seres humanos podemos libertar nossas almas de tudo aquilo que nos machuca. Nós podemos voar para longe, cada vez mais distante... E depois morreríamos e estaríamos libertos de tudo o que nos faz mal para sempre. Viva o Carpe Diem. Como borboletas, que só vivem 24 horas. Morrer não dói.
Pensamento mode Off
Eu não sei por quanto tempo mais aquele martírio durou. Quando finalmente ele saiu de mim, saiu da cama me largando deitada e foi para o banheiro de seu quarto e se trancou lá dentro. Eu voltei a mim... Latejava. Doía. Ardia. Queimava como fogo. Mas o pior não era isso. Era a dor da alma. Era a humilhação, era o sofrimento.
Ainda tonta e desorientada, me sentei na cama com algum esforço e olhei involuntariamente para baixo. Havia um rastro de sangue, e então me dei conta da gravidade da situação. Meu Deus, e se eu engravidasse? Me vesti e tentei me arrumar da melhor maneira que pude, antes de destrancar a porta do quarto e fugir dali. Corri como nunca, com os saltos na mão, descendo a escadaria e atravessando a casa, que parecia mais cheia ainda, sem dar sinal de que a festa iria acabar... Ninguém havia percebido nada. Era como se tudo fosse um pesadelo da pior espécie. Ninguém acreditaria em mim. Fugi dali, empurrando algumas pessoas e ouvindo alguns palavrões e reclamações... Céus, o que havia acontecido? Fui para a rua, ainda com muita dor e corri. O desespero era maior, e foi como se eu tivesse esquecido completamente de tudo. Corri como nunca, por algum tempo, nas ruas frias de Seattle.
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