Could I Touch The Sky?
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Estava sozinha. Respirei fundo, e fui até o terraço, onde muitos jovens já bêbados se encontravam na piscina, a música alta doía aos meus ouvidos, fiquei absorta em meus pensamentos, isolada em algum canto, até que senti suas mãos em minha cintura, e meu coração parou. Era ele.
- Oi gracinha — Sentia o cheio de álcool de longe. Josh estava extremamente bêbado, mas apesar disso continuava extremamente atraente aos meus olhos. — Sentiu minha falta?
- Oh, oi Josh — Arfei, um pouco assustada com seu toque repentino. 'Deus, me perdoe' pensei. Ele era tão bonito. Tentei por em prática tudo o que Kelsey havia me ensinado e respondi tentando não ser tão patética
- Você está linda hoje... O que fizeram com você hein? De puritana a mulherona assim, em poucas horas, ah que delícia — Senti sua excitação tocar minha pélvis e me afastei um pouco. Senti um medo indescritível naquele momento, e não soube o que responder. Ele percebeu minha vergonha e sorriu maliciosamente, se deleitando ao olhar o efeito que ele me causava.
'Talvez gostasse de mim' pensei inocentemente, tentando não me incomodar mais com tudo aquilo. Josh subiu suas mãos até meus seios, onde tocou levemente, e quando eu tentei tirar suas mãos ele me beijou. Fiquei sem fôlego, e completamente assustada, e ele sussurrou no pé do ouvido — Shhh... Não faça escândalo aqui. Não quer que as pessoas comentem isso na escola, quer? Já imaginou? A virgenzinha do segundo ano, chora feito um bebê na festa de Josh Daves... Tsc, tsc, tsc... Que infortúnio!
Eu não soube o que responder. Minha respiração parou por alguns segundos, até ele retomar os beijos, descendo com uma fúria desumana sob meu pescoço e colo. Eu não conseguia me mexer, Josh segurava meus punhos com muita força e eu só pedia para ir para casa... Seus olhos azuis que antes tanto amava agora haviam perdido completamente o brilho e pareciam sombrios. Como se algo estivesse dentro de seu corpo, fazendo com que tomasse todas essas atitudes violentas e que — para mim — pareciam jamais terminar.
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