Cougar Chonicles I - Beginning
2 Capítulo 2 - Lion
Notas iniciais
E Pat, eu vi essa série também *-*, eu amava... Pena que acabou T-T
Valeu pelo review Pat!
A loira percorreu o olhar pelo ônibus, podia ver um grupo conversando sobre coisas banais e idiotas, piadas e frases agressivas saindo ao olhar para cada aluno.
– Eu vou lá acabar com isso. – Resmungou Quinn tentando se levantar, mas foi impedida por uma mão forte segurando seu ombro.
– Não Q, não vale a pena. – E então, sentando, ela grunhiu e xingou aqueles garotos até a décima sétima geração.
Estavam em um ônibus para o Centro de Pesquisa Biológico de Toledo, no norte do estado. Pouco mais de duas horas e meia de viagem. E mesmo assim a trupe dos “populares” conseguia ser os mais irritantes garotos do ônibus, por duas horas e meia.
Quando o veículo parou o professor de Química fez alguns pedidos e depois guiou-os até um homem alto e ranzinza, com os cabelos grisalhos e jaleco branco, ao lado de uma mulher ruiva e séria que, por sua vez, usava uma farda de segurança.
– Boa-Tarde, garotos. – Disse o homem com clara falsidade. – Eu sou Professor Gregori Solomom e sou vice-diretor dessa instituição. – Ele apontou para a mulher ruiva ao seu lado e disse: — Essa é Penelope Francis, diretora do nosso sistema de segurança. Ela vai passar a vocês as normas de segurança e alguns avisos.
Os minutos seguintes se estenderam e depois que a mulher falou guiou todo o colegial, junto dos três Professores da Escola Municipal de Columbia e o Gregori Solomon, para um tuor lento e cansativo.
Vez ou outra um monitor falava algo para os mais bagunceiros, dava puxões de orelhas, assim como os professores.
Ao passarem reto por um galpão completamente fechado um dos alunos perguntou:
– Senhora Francis, por que não vemos esse daqui também? – Perguntou o aluno calmamente, chamando a atenção dos outros alunos.
– Esse galpão possui experimentos de segurança máxima. – Rosnou o vice-diretor olhando para o estudante como se fosse arrancar suas vísceras. – Saia de perto dessa porta, antes que—
– Greg. – A voz calorosa e gentil veio de alguns metros do vice diretor. – Senhorita Penelope... Vejo que nossos convidados chegaram. – Disse o senhor.
O homem que chegava tinha um porte jovial e olhos verdes cintilantes, um sorriso largo exibia os dentes brancos. Os cabelos curtos e arrumados tinham uma cor areia, óculos de grau completavam a nada típica aparência de um “rato de laboratório”.
– Prazer, eu sou Gilderoy Solomom, o diretor do Centro de Pesquisa Biológico de Toledo. É uma honra. – E então, ainda sorrindo, notou o estudante próximo da porta do galpão. – Ah! Já passaram pelo Galpão Z? – Perguntou o cientista soltando uma risada da própria piada, que não foi entendida pelos alunos.
– Como assim? O Senhor Gregori nã—
– Ah! Meu primo tende a ser um pouco careta na maioria das vezes. Vamos eu vou abrir o galpão para vocês. – E dando uma piscadinha marota para os estudantes puxou um cartão de acesso do bolso da calça caqui e abriu a porta em alguns instantes.
Foram minutos até que todos subissem as escadas para a passarela do Galpão e também para que a porta fosse devidamente fechada antes do Diretor Gilderoy começar a digitar códigos de segurança no computador central.
Alguns minutos antes das jaulas serem abertas, um dos alunos, JS, empurrou um dos monitores com o ombro, mas mal ele sabia que aquilo teria graves consequências.
No instante que Quinn sentia algo a empurrando pensou em revidar, mas seu corpo estava tão desprevenido e leve que no instante que levou o empurrou bateu contra a grade de proteção da passarela, e apenas graças aos reflexos de Parkour que se deu conta: estava segurando a grade de proteção, a quase seis metros do chão quando as jaulas foram abertas e gritos assustados ecoaram no galpão vindos de algum aluno qualquer.
Quinn olhou aterrorizada para o primeiro vulto que saiu da jaula... Um enorme mamute cambaleando com seu enorme corpo, seguido de um gorila maior que o normal. Do outro lado, da jaula 2, saíram uma enorme águia e um lobo gigante com os dentes afiados e mortais expostos.
Várias outras jaulas se abriram, revelando animais que nunca tinha visto na sua vida. Mutações genéticas perigosas e assustadoras...
Uma zona se instaurou ao seu redor. Abaixo dela animais famintos e carnívoros avançavam para o alto, tentando atingi-la, acima, professores e alunos se assustavam tentando estabelecer uma forma de puxá-la de volta para a passarela.
Mas de repente tudo se tornou distante quando sua mão escorregou e se viu indo de encontro ao chão. Pensou ter ouvido um rugido rugido ecando pelo seu cérebro.
E então dentes afiados seguraram seu braço, ferindo-o dolorosamente enquanto suas costelas batiam contra o solo, provocando uma dor avassaladora.
Tentou ver pelo menos um pouco do animal que a acertara...
Um dente de sabre de pelugem negra e dentes brilhantes. Os olhos dourados faiscando enquanto a mente de Quinn se entorpecia. Mas mesmo assim ela percebeu que os animais haviam parado de tentar avançar contra ela.
Sentiu seu abdômen sendo contraído e percebeu que as garras do felino feriram sua barriga, e essa simples conclusão fez com que todo seu corpo doesse e a consciência começasse a se esvair.
Um rosnado baixo ecoou pelos ouvidos de Quinn que estava quase desmaiando.
Você, Quinn Fabray, agora pertence a nos... E então um rugido irrompeu pelos seus ouvidos antes de finalmente perder a consciência.
Notas finais
E pequeno --'
E eu não tó nem aí --'
...
...
Para finalizar, a propaganda do capítulo: https://www.fanfiction.com.br/historia/171069/A_Aposta
Fale com o autor