Cosa Nostra
23 Capítulo 22: A Verdade - Parte II
Notas iniciais
Isabella, Rose e Alice estavam jogando bilhar do outro lado do bar enquanto eu, Emmett e Jasper conversávamos na mesa e bebíamos cerveja e, de vez em quando, tequila.
Rose e Alice já estavam bêbadas e falavam alto e riam aos montes. Isabella assistia a tudo divertida, mas sóbria, pelo menos.
Emmett me contava sobre quando ele começou a namorar Rose. Sim. Rose e Emmett eram namorados. Pelo visto, Isabella era a única solteira do grupo.
- Então, Jasper e Bella me carregaram para a sala de interrogação e me fizeram passar pelo detector de mentira. – Emmett contou.
- Nós precisávamos saber quais eram as suas intenções com a minha irmã. – Jasper se defendeu rindo – Mas Bella acabou se empolgando...
- Edward, você tem noção o quanto a Bellinha pode ser assustadora? – Emmett me perguntou.
Eu assenti. Com certeza eu sabia o quanto ela poderia ser assustadora.
Eu olhei para Isabella, do outro lado do bar. Ela estava encostada na parede, segurando o taco, mordendo o lábio inferior e olhando atentamente para a jogada que Alice fazia.
Olhando assim nem parecia que aquela mulher podia ser o capeta em carne e osso.
Ela estava tão concentrada no jogo que nem via que os carinhas da mesa ao lado estavam praticamente babando nela.
Então, ela se aproximou da mesa e se inclinou para dar uma tacada... eu praticamente gemi ao ver sua bunda deliciosa naquela calça jeans apertada... empinada na minha direção... praticamente me chamando.
Minha vontade era de ir até lá e meter bem fundo nela naquela posição... sentir sua boceta molhada e quente me engolindo por inteiro.
Imediatamtente, meu pau deu sinal de vida... merda... era só o que me faltava: ficar de pau duro no meio de um bar, igual a um adolescente virgem com os hormônios em ebulição.
Respirei fundo tentando me controlar.
- Fecha a boca, Edward. – Emmett falou brincando me tirando dos meus pensamentos – Ou pelo menos limpa a baba.
Só então eu percebi que estava de boca aberta. Rapidamente eu a fechei. Eu olhei para Emmett e Jasper, que estavam rindo de mim.
- Já está de quatro pela Bella, hein, Edward? – Emmett falou me dando tapinhas nas costas.
- Claro que não. – eu resmunguei – Eu nem sei do que vocês estão falando.
Emmett e Jasper começaram a rir alto.
- Bella também não assume. – Jasper falou tomando um gole de cerveja – Mas até um cego é capaz de ver que está rolando alguma coisa entre vocês dois.
- Eu não sei por que vocês não largam de bobeira e assumem logo... – Emmett disse.
Eu resmunguei alguma coisa incompreensível e, felizmente, eles pararam de me encher o saco.
Assumir... assumir o que, caralho? Era tudo tão confuso.... afinal, o que eu tinha com a Swan? Com certeza ela era diferente das mulheres que eu tinha o costume de levar para cama... mas o que ela era para mim exatamente?
Eu olhei novamente para as meninas na mesa de bilhar... mas que merda era aquela??? Os carinhas da mesa ao lado haviam se aproximado delas.
Meu sangue ferveu na hora.
Emmett e Jasper também perceberam aquela aproximação inconveniente e se levantaram imediatamente. E eu, claro, os acompanhei.
Em poucos passos, nós três já estávamos perto da mesa de bilhar. Eu fui direto na direção da Isabella, que estava conversando com um garoto loiro.
- Essstá soziiiinha aquiiiii, gaaaatinha? – o idiota, que estava completamente bêbado perguntou para Isabella.
Ela abriu a boca para responder, mas eu fui mais rápido.
- Não! Ela não está. – eu falei antes mesmo que ela falasse alguma coisa – E dê o fora daqui agora antes que eu quebre a sua cara.
Eu a puxei pela cintura, a segurando possessivamente. Ela se remexeu incomodada, mas eu a apertei ainda mais.
- Me solta, Cullen. – ela rosnou e se desvencilhou de mim, me empurrando para longe dela – Eu acho que posso responder por mim mesma. – ela estava nervosa, me fuzilando com o olhar.
- Iiiiiiiiiisso mesmo. – o idiota falou embolado – A gatinha po-pode responderrrr por ela mesma.
- Cala boca seu idiota! – eu falei rispidamente para o babaca e olhei para ela de novo – Qual é o problema? Você tinha que me agradecer por te ajudar...
Ela bufou, cada vez mais irritada... assim como eu.
- Ajudar? Por acaso parecia que eu estava precisando de ajuda? – ela me perguntou colocando as mãos na cintura.
- Você acha que eu ia simplesmente deixar esse projeto de homem dar em cima de você sem fazer nada? – eu perguntei indignado.
- Deixar? Você não tem que deixar merda nenhuma Cullen! – ela perguntou – Quem você pensa que é?
- É... quem você pensa que você é? – o retardado repetiu a pergunta da Swan.
- Cala boca seu idiota! – ela esbravejou e deu um olhar rápido, mas mortal para o bêbado.
Instintivamente, ele deu um passo para trás.
Além de tudo, o cara ainda era medroso... fala sério! Isso só me fez ficar com mais raiva... o cara não era nem homem o suficiente para ela...
- Pelo visto, eu não sou ninguém. Então faz o seguinte... aproveita bastante a sua noite com esse imbecil, Isabella. — eu falei sarcasticamente
Eu me virei e fui o mais rápido possível até o balcão do bar antes que eu acabasse de perder a paciência com a Swan.
Eu me sentei em um bancão e pedi uma cerveja para o John.
Que Isabella fosse para os quintos dos infernos... onde era o seu lugar de origem!!! Mulher insuportável!!! Quer ficar com um bêbado idiota?? Que fique então!!!!
O garçom me entregou a cerveja e eu dei um gole grande numa tentativa de relaxar. Eu senti o liquido gelado descer pela minha garganta... mas nem isso foi capaz de me acalmar.
Inferno!!! Era impressionante a capacidade que a Swan tinha de me tirar do sério... como alguém podia ser tão irritante quanto ela? Custava aceitar a minha ajuda?
Uma morena, então, se aproximou de mim.
- O lugar está ocupado? – ela perguntou mordendo o lábio.
Eu neguei com a cabeça sem a olhar direito e ela se sentou ao meu lado.
Mas quem ela pensa que é? Maldita Swan! Duvido que aquele idiota seja homem o bastante para ela... mas ela que fosse à merda... junto com aquele bêbado imbecil!!!
É isso que dá... fui lá para ajudar e acabei levando um coice daquela égua!
Eu escutei alguém falando alguma coisa para mim. Olhei para o lado e percebi que era a morena. Eu a olhei confuso.
- O que? – eu perguntei sem entender o que ela havia dito.
- Me paga um drink? – a morena repetiu a pergunta.
Eu dei os ombros.
- O que você quer? – eu perguntei.
Ela deu um sorriso sedutor.
- Martini. – ela respondeu.
- John, um Martini para a morena aqui... rápido. – eu falei alto.
- Obrigada. – ela falou colocando a mão na minha perna e piscando para mim.
- De nada. – eu respondi.
Eu olhei para a mesa de bilhar. Só faltava essa... onde ela estava? Eu corri rapidamente o olhar pelo bar e não vi a Swan. Cadê aquela maldita? Olhei mais uma vez todo o bar e não a encontrei. Onde aquela mulher se meteu?
John trouxe o Martini da morena e o colocou na nossa frente.
- Põe o Martini na minha conta, John. – eu falei me levantando e olhando novamente pelo bar, sem, mais uma vez, achar Isabella.
Por fim, eu olhei para a morena, que me olhava na expectativa de alguma coisa. Ah não! Eu odiava quando alguém me olhava desse jeito... eu nunca sabia o que fazer.
- Tchau? – eu falei para ela sem saber o que ela queria.
John riu alto e a morena me olhou com a boca aberta e os olhos arregalados.
Mas que inferno!!!! Eu pensei passando a mão pelo meu cabelo. Eu tinha acabado de dar um belo fora na morena... e tudo culpa de quem??? Da maldita da Isabella, que provavelmente estava se divertindo com o bêbado idiota em algum canto escuro do bar.
A morena bufou alto, indignada, e se levantou, indo embora sem sequer me olhar de novo.
Droga... eu tinha acabado de perder uma noite com a morena. Onde eu estava com a cabeça?
Eu suspirei cansado e olhei para o John, que me olhava divertido. Eu apenas dei os ombros.
- É assim mesmo Capitão. — ele falou sorrindo — Tem coisas que são inevitáveis.
Mas que merda ele estava falando? Antes que eu perguntasse, ele se virou e saiu, me deixando sozinho.
Eu olhei para a morena, que reclamava alguma coisa com as amigas, em uma mesa próxima.
Eu já tinha feito merda mesmo, então, me virei e fui em direção aos banheiros, onde estavam os dardos.
Quem sabe imaginar que o alvo era o rosto da Swan não me acalmava?
Eu caminhava pelo bar tentando não pensar onde a Swan estava, o que era praticamente impossível... inferno de mulher...
De repente, fui jogado bruscamente dentro de um banheiro. Eu caí sentado no vaso meio desorientado... mas que merda era essa? Eu realmente não estava com saco para essas coisas não...
- O que est...
- Cala boca Cullen. – Isabella falou trancando a porta do banheiro.
O que ela achava que estava fazendo? Eu não queria ficar no mesmo lugar que ela... não depois do que ela fez... eu ainda estava puto com ela... muito puto...
Ela deu dois passos na minha direção e se sentou no meu colo, com as pernas de cada lado do meu corpo.
A tão conhecida corrente passou pelo meu corpo, me fazendo estremecer. Droga... meu corpo estava se saindo um ótimo traidor.
Ela segurou meu rosto com as duas mãos e se aproximou, olhando nos meus olhos. O seu nariz roçou levemente o meu e eu sentia o hálito quente de menta dela. Ela mordeu meu lábio inferior sem tirar os olhos dos meus.
Eu gemi baixinho. Rapidamente, eu me repreendi. Mil vezes droga!
- O que você pensa que está fazendo, Swan? – eu perguntei tentando ignorar as reações do meu corpo.
Ela passou os lábios pelo meu maxilar, até chegar a minha orelha.
- Já falei que para você é Isabella. – ela sussurrou de uma maneira fodidamente sexy e mordeu o lóbulo da minha orelha.
Senti todo meu corpo se arrepiar e estremecer.
Então, ela colou os lábios nos meus e invadiu minha boca com a sua língua... e naquele momento, eu não conseguia me lembrar o porquê estava puto com ela... na verdade, eu nem lembrava mais o meu nome...
Eu, imediatamente, retribuí o beijo, a segurando pela nuca e aprofundando mais o beijo. Caralho... seu gosto sempre me deixava alucinado.
Ela passou o braço pelo meu pescoço, se encaixando melhor no meu corpo e eu apertei sua cintura com mais força, fazendo com que ela gemesse na minha boca.
Sua língua explorava a minha, em perfeita sincronia. Ela colocou as mãos por dentro da minha camisa e arranhou meu peito. Dessa vez, quem gemeu fui eu.
Suas mãos quentes desceram até o cós da minha calça. Ela abriu meu cinto e desabotoou minha calça.
Tesão de mulher... ela ia me deixar completamente maluco... disso eu tinha certeza.
Sem interromper o beijo, ela se levantou minimamente e abaixou minha calça e cueca de uma só vez e se sentou novamente em meu colo, levando as mãos para o meu pescoço e passando os dedos pela minha nuca.
Minha mão passeava pelas costas dela por debaixo da blusa.
Eu gemi alto quando a mão de Isabella desceu pelo meu pesçoço... peito... abdômen... indo até meu pau. Ela passou os dedos por toda sua extensão e depois o envolveu todo.
Eu arfei em sua boca com aquele contato. Ela interrompeu o beijo, se afastou um pouco e me olhando nos olhos, começou a fazer um movimento de vai-e-vem com a mão.
Meu coração acelerou ainda mais. Os olhos dela me hipnotizavam... e eu simplesmente não conseguia fechar meus olhos.
De repente, ela parou e se levantou. Eu olhava a cada movimento dela com expectativa.
- Isa... bella... – eu praticamente gemi ao vê-la se ajoelhar na minha frente e acariciar meu pau deliciosamente.
- Fica bem quietinho Capitão. – ela falou com malícia, fazendo meu pau pulsar forte em sua mão.
Ela o olhou com um olhar guloso e passou a língua entre os lábios. Então, ela me olhou novamente e passou a língua lentamente por toda extensão do meu pau, me fazendo gemer.
Ela deu um sorriso sexy para caralho e piscou para mim.
- Caralho! – eu gritei de prazer ao sentir sua boca quente envolvendo meu pau, que já estava duro e dolorido.
Ela literalmente caiu de boca no meu pau, me fazendo urrar. Eu fechei os olhos e tombei a cabeça para trás, a encostando na parede, apenas sentindo a boca dela me engolir.
Seus movimentos eram intensos e estimulante... porra... muito estimulante...
Eu prendi seu cabelo em um rabo de cavalo e, extasiado, eu urrei, estocando mais rápido em sua boca. E ela o sugava deliciosamente... gulosamente...
Delícia de boca... essa mulher ainda me mataria... e eu não me importava nem um pouco.
Descontrolado, eu senti todo meu tesão se concentrando no meu pau. Eu comecei a estocar com mais força em sua boca.
- Caralho Isabella... – eu grunhi.
Meu corpo todo estremeceu... então, senti meu gozo jorrar em sua boca. Um urro gutural saiu da minha garganta. Isabella continuou sugando até a última gota.
Eu continuei com os olhos fechados, com a respiração descompassada. Puta que pariu... foi o melhor boquete que eu já tinha recebido em toda minha vida.
Senti Isabella se levantar e subir minha cueca e calça. Só então eu abri os olhos.
Ela se sentou novamente no meu colo e segurou meu queixo com força, me forçando a encará-la. Seus olhos castanhos brilhavam disfarçadamente.
- Nunca mais sequer pense em pagar alguma bebida para qualquer vagabunda que esteja te dando mole. Entendido? – ela perguntou.
E antes que eu pudesse mandá-la a merda, ela me beijou novamente. Eu senti meu gosto na sua boca, o que inexplicavelmente me deixou com mais tesão.
Eu me levantei, a agarrando pela bunda. Ela passou as pernas pela minha cintura e eu a prensei contra a porta do banheiro com força... fazendo ela gemer.
Eu passei a beijar e morder seu pescoço, enquanto ela gemia no meu ouvido.
Eu nos virei e a sentei no vaso, onde eu estava antes. Eu me ajoelhei e tirei sua calça, a deixando somente de calcinha preta... que por sinal era tentadoramente minúscula.
Eu abri suas pernas, a deixando totalmente aberta para mim. Eu afastei sua calcinha e passei o dedo em seu clitóris. Ela gemeu e fechou os olhos... completamente rendida.
Ela estava tão molhada que escorria... então, eu a penetrei um dedo nela e ela arqueou suas costas, tombando a cabeça para trás.
Cara... ver Isabella daquele jeito era uma cena desconcertante... como eu a queria!
- Mais... – ela gemeu.
Não resisti e a beijei enquanto enfiava mais um dedo. Ela gemeu na minha boca e sua boceta ficou ainda mais molhada.
Com o dedão, passei a estimular seu clitóris. Ela me segurava pela nuca, com toda sua força, enquanto eu a penetrava com meus dedos.
Nosso beijo ficava cada vez mais violento... mais delicioso...
Meus dedos entravam e saiam dela cada vez mais rápidos. Eu senti suas paredes me apertando.
Então, eu retirei meus dedos de dentro dela, que abriu os olhos no mesmo instante.
Ela resmungou alguma coisa, visivelmente contrariada e meu deu um olhar “vou te matar”.
- Nós só vamos parar, porque eu não vou te comer em um banheiro de um bar. – eu falei antes que ela me matasse e a beijei levemente.
Eu me levantei e ela também se levantou, já colocando sua calça jeans. Eu me aproximei dela e a segurei pela cintura com força.
- Agora, eu vou te levar para a minha casa, onde eu vou poder de te foder a noite inteira... do jeito que eu quero. – eu falei olhando nos seus olhos.
Em reposta, ela sorriu maliciosamente e me deu um beijo que puta que pariu... Senti meu pau ficar duro de novo... é... eu ainda a queria... e muito.
Nós ajeitamos as nossas roupas e saímos do banheiro. Logo encontramos os ‘boinas verdes’ nos olhando e sorrindo.
- Nem uma palavra. – a Swan os ameaçou quando chegamos perto deles.
Todos começaram a rir, instantaneamente.
- Nós já estamos indo embora. – eu falei e segurei a mão da Swan, que surpreendentemente não se desvencilhou.
- Mas tão cedo? – Alice perguntou com malícia.
A Swan bufou e eu revirei os olhos.
- Boa noite. – eu falei para todos.
- Boa noite casal. – Emmett falou gargalhando.
Antes de sair do bar, eu fui ao caixa e paguei toda a conta dos ‘boinas verdes’.
- Avise a eles que hoje a noite foi por minha conta, John. – eu falei, já me despedindo dele.
Na saída, eu e a Swan encontramos com a morena do bar. Ela estava agarrada ao bêbado idiota que estava dando em cima da Isabella.
- Formam um casal perfeito. – Isabella falou debochada.
- Com certeza. – eu falei, rindo.
Desde que aquele idiota estivesse longe da Isabella... ele podia agarrar qualquer vagabunda que ele encontrasse pela frente.
Nós fomos para a minha casa no meu carro. Ficamos em silêncio, apenas escutando as musicas que tocavam na rádio.
Eu sempre gostei de ficar calado... na minha... o que era impossível ficar assim quando eu estava com alguma mulher... menos Isabella.
Diferentemente das outras, ela não criava conversas chatas e inúteis só para evitar o silêncio.
Chegamos ao meu prédio e fomos rapidamente para meu apartamento. Eu nem acabei de fechar a porta e a Swan já tinha me agarrado contra a porta.
Ela me beijava, enquanto tirava minha roupa com desespero. Eu a ajudei a tirar minha calça e fiquei só de boxer. Isabella passou a distribuir beijos no meu pescoço e ombro, me fazendo gemer.
Então, ela deu dois passos para trás, se afastando, mas sem nunca deixar de me olhar. Ela tirou sua camisa e depois a sua calça. Eu corri o olho pelo seu corpo e senti minha boca encher d’água.
Ela colocou as mãos de cada lado do quadril para tirar a calcinha, mas eu avancei nela, a beijando e segurando suas mãos... não permitindo que ela tirasse aquela calcinha minúscula.
Eu a levantei e, ela, imediatamente, cruzou as pernas ao meu redor. Eu a levei para cima da mesa, onde eu a coloquei sentada.
Ela se inclinou para trás, se apoiando nos cotovelos. Eu olhei para o seu corpo e parei nos seios intumescidos. Eles eram deliciosos... como ela toda... então, eu os ataquei.
Eu os sugava e mordiscava... e a medida que ela gemia mais alto, eu chupava mais forte. Levei uma mão até sua calcinha e passei a acariciá-la por cima daquele pedacinho de pano... sentindo o quanto ela estava molhada.
Ela gemeu ainda mais alto e arqueou o corpo. Eu fui ajoelhando e desci com a boca, lambendo sua barriga até chegar à sua calcinha. Coloquei seus pés em cima dos meus ombros.
Eu a olhei e com um único movimento, eu rasguei sua calcinha... a deixando completamente nua na minha frente.
Sua boceta já me chamava... totalmente molhada. Sem perder tempo, eu caí de boca. Ela gritou e puxou meus cabelos com força... o que só me fez ficar mais excitado.
Enquanto eu brincava com seu clitóris com a minha língua, eu a penetrava com meus dedos. Ela gemia descontroladamente.
Caralho de mulher... eu me perdia no corpo dessa maldita....
Senti suas paredes apertarem meus dedos e seus gemidos viraram gritos... eu estava adorando... que o prédio todo soubesse que eu estava comendo essa delícia de mulher...
Sua boceta me apertou ainda mais e eu senti seu gozo descer pelos meus dedos... eu passei a língua e depois a chupei... sentindo seu gosto da minha boca.
Eu me levantei e vi que ela estava deitada na mesa de olhos fechados e respiração desregulada. Eu a segurei pelo pescoço e a coloquei sentada, ficando entre as suas pernas.
- Eu ainda não acabei com você. – eu falei em seu ouvido.
Ela estremeceu e abriu os olhos.
- Eu sei que não... e eu estou esperando por mais... Capitão. – ela falou com olhos escuros de desejo.
Porra... só a forma que ela falava “capitão” me deixava de pau duro... rapidamente, eu tirei minha boxer.
Sem o menor cuidado, eu a desci da mesa e a virei de costas para mim. Eu encaixei meu pau... já dolorosamente duro... em sua bunda. No mesmo instante, ela empinou a bunda no meu pau, me fazendo gemer... claro.
Pela nuca, eu a coloquei com a barriga e rosto na mesa e com a bunda completamente empinada na minha direção.
Então, eu me inclinei e colei meu peito em suas costas, a fazendo arfar. Segurei seus cabelos em um rabo de cavalo com uma mão e mordi seu pescoço. Com a outra mão, eu desci até seu clitóris e comecei a estimulá-la.
- Eu imaginei te comer assim a noite inteira... gostosa... – eu falei em seu ouvido.
Ela gemeu e rebolou, fazendo meu pau latejar. Eu passei meu pau pela sua boceta totalmente molhada... e nós dois gememos.
Eu não agüentaria mais nenhum segundo... então, enfiei de uma vez... urrando... e sentindo sua boceta se abrir para acolher todo meu pau... sentindo todo calor dentro dela.
- Puta que pariu! – Isabella gritou.
Segurando seus quadris, eu comecei a estocar com força nela, que, para minha loucura, passou a rebolar, fazendo com que eu entrasse ainda mais fundo...
Sem perceber fui aumentando a velocidade, estocando insanamente em Isabella.
Isabella parecia também estar tão louca de tesão quanto eu... porque ela rebolava com frenesi e gritava a cada estocada.
- Mais... ah... rápido... – ela ordenou.
E eu obedeci na mesma hora. Eu metia cada vez mais forte... e enfiava nela rápido, sem qualquer controle.
Isabella gritou e eu senti a sua boceta esmagar deliciosamente o meu pau.
- Vai gostosa. – eu grunhi e bati na sua bunda.
Eu tirei meu pau quase todo e o enfiei com mais força... bem no fundo... ela gritou mais uma vez e seu gozo quente escorreu entre as nossas pernas.
Eu também gritei... eu acho... porque eu já não tinha mais controle do meu corpo... eu só estocava nela... desesperadamente... até sentir todo meu gozo acabar.
Eu caí em cima dela, tomando cuidado para não machucá-la. Eu ainda estava dentro dela, mas não tinha forças nem para tirar.
Minha respiração estava completamente descompassada e meu corpo todo tremia... e Isabella não estava em estado melhor que o meu não... ela mal conseguia respirar.
Depois de alguns minutos, eu percebi que ela estava dormindo naquela posição. Eu me levantei com cuidado, só então saindo de dentro dela.
Eu a coloquei no colo e ela acordou... mas logo fechou os olhos novamente. Fui com ela até o meu banheiro, a colocando, em pé, no box, junto a mim.
Liguei o chuveiro e deixei a água quente cai nos nossos corpos. Ela pareceu despertar um pouco mais.
Nós nos limpamos e fomos para o quarto. Eu abri o armário e peguei uma camisa para ela e uma cueca boxer para mim.
Nós deitamos e quase imediatamente estávamos dormindo.
...
No meio da noite, eu percebi a Swan sentando na beirada da cama. Ela olhava para os lados, provavelmente procurando suas roupas.
Ela ia embora... como eu sempre quis que toda mulher fosse embora depois de uma foda... mas estranhamente, eu não queria que ela fosse.
Isso era estranho demais para mim... mas tudo relacionado com Isabella era estranho mesmo...
- Não vai... – eu falei com a voz rouca, segurando seu braço.
- Eu preciso descansar. – ela falou.
- Descansa aqui. – eu falei a puxando para se deitar – Eu juro que não te incomodo.
Ela respirou fundo e se deitou de costas para mim e se encaixou no meu corpo. Nós ficamos assim... de conchinha e rapidamente dormimos.
...
Acordei no outro dia ainda sentindo todo meu corpo, por causa da noite com Isabella. Olhei para o lado e a vi dormindo tranquilamente.
Um sorriso saiu sem querer.
Eu me levantei com cuidado para não acorda-la e fui para a cozinha fazer café. Coloquei o pó e a água na cafeteira.
Já eram quase meio dia... então, eu não comeria nada por enquanto. Eu ia esperar um pouco para almoçar com Isabella.
Peguei uma xícara e quando o café ficou pronto, o servi para mim. Sentei à mesa e tomei meu café em paz... do jeito que eu gostava.
Depois que eu acabei de tomar o café, eu peguei todas as roupas que estavam espalhadas pela minha sala e limpei a mesa, que estava suja pela noitada de ontem.
Como não tinha mais nada para fazer, eu liguei a televisão e assisti a uma corrida da Fórmula 1.
A corrida acabou e eu decidi comprar um jornal. Deixei um recado, em caso a Swan acordasse nesse meio tempo.
Fui correndo até a banca de jornal e comprei o New York Times. Quando voltei, percebi que ela ainda estava dormindo.
Eu me sentei no sofá e fui ler o jornal. Tinha uma matéria sobre Royce. O país estava revoltado com a sua traição. E por causa disso, tinham descoberto várias mulheres que haviam sido estupradas por ele.
Maldito... ainda bem que teve o fim que mereceru...
Eu acabei de ler o jornal e minha barriga roncou. Já eram três da tarde e eu estava morrendo de fome.
Fui até a cozinha e tirei uma pizza do congelador e coloquei no forno. Enquanto a pizza não ficava pronta, eu fui ler meus e-mails.
Trinta minutos depois, a pizza estava pronta. Eu comi tranquilamente.
Depois, eu liguei para o hospital para saber como o Mike estava. A mãe dele que atendeu ao telefone e depois passou para ele.
Ficamos conversando por alguns bons minutos. Ele estava bem, mas ficaria na casa da mãe por alguns dias para ser cuidado por ela.
Liguei também para minha mãe. Conversamos por um tempo e depois desligamos.
Já eram quase cinco horas da tarde e Isabella ainda estava dormindo. Fui até o quarto ver se ela estava bem. Ela dormia tranquilamente, abraçada ao meu travesseiro.
Eu saí do quarto e fechei a porta, para não atrapalhar seu sono.
Coloquei um filme na televisão e me deitei no sofá. O filme acabou e Isabella continuava dormindo... eu estava preocupado com ela. Afinal, ela havia dormido o dia inteiro.
Eu me sentei na cama, perto dela e passei os dedos pela suas coxas desnudas. Ela apenas resmungou alguma coisa incompreensível.
- Isabella? – eu perguntei baixinho.
- Se você me incomodar, eu juro que corto suas bolas e dou para o primeiro cachorro que eu encontrar na rua. – ela falou com a voz rouca, sem abrir os olhos.
- Ingrata... só queria saber se voce ainda estava viva... afinal, você dormiu o dia inteiro. – eu disse brincando.
- Eu não durmo há dois dias Cullen... me deixa. – ela resmungou e se virou na cama.
- Pelo menos coma alguma coisa. – eu falei – Tem pizza.
- Me deixa dormir... – ela disse se virando de costas para mim.
Fiquei a olhando por um tempo. Depois, fui para o banheiro e tomei um banho. Eu coloque uma cueca e me sentei na cama, ao lado de Isabella.
Peguei meu livro de cabeceira e liguei o abajur. Li por algum tempo, até o sono chegar. Guardei o livro no criado mudo e me deitei.
Imediatamente, Isabella se virou e colocou a cabeça em meu peito e uma perna sobre as minhas pernas.
Eu fechei os olhos e dormi.
...
Acordei no outro dia e sem abrir os olhos tateei a cama, tentando achar Isabella... mas não a encontrei.
Abri os olhos e vi que ela não estava no quarto. Me levantei procurando por ela, mas antes eu coloquei uma calça de moleton, porque eu estava apenas de cueca.
Quando cheguei à sala, eu a vi. Isabella ainda estava usando a minha camisa, sentada com os pés em cima do sofá, assistindo a um filme qualquer.
- Bom dia. – eu a cumprimentei.
Ela me olhou e sorriu.
- Bom dia. – ela falou e continuou vendo filme.
Eu olhei para a mesa e vi que tinha uma xícara de café, mas não vi nenhuma comida.
- Com fome? – eu perguntei e ela me olhou.
- Um pouco. – ela disse.
- Pensei em pedir comida chinesa. – eu disse a ela – Você gosta?
- Gosto. – ela respondeu.
Eu liguei para o restaurante e pedi nossa comida.
- Chega em 30 minutos. – eu falei e me sentei do lado dela – Eu não acredito que você está assistindo aos Três Patetas. – eu disse olhando para a televisão.
Ela deu os ombros.
- Eu gosto. – ela falou descontraída.
Eu ri.
- Quem diria que a grande General Swan gostava dos Três Patetas? – eu brinquei.
- Toda quarta-feira à noite, minha mãe, Derek e eu comíamos pipoca assistindo aos Três Patetas. – ela explicou – Era a nossa tradição.
A companhia tocou e eu fui atender. Era a comida. Assim que eu abri a porta, o entregador, que era praticamente uma criança, olhou imediatamente para Isabella.
Ele me entregou a comida e eu o paguei, mas ele nem prestava atenção no que estava fazendo. Ele estava praticamente babando na Isabella.
- Gosta do que vê? – eu perguntei.
- Como senhor? – ele perguntou me olhando pela primeira vez.
- Eu perguntei se você gosta do que vê. – eu repeti.
Ele abaixou a cabeça, envergonhado.
- Sim senhor. – ele respondeu baixinho.
- É minha. – eu falei e fechei a porta na cara dele.
Moleque abusado. Eu olhei para Isabella e ela estava rindo... eu só não sabia se ela estava rindo de mim ou dos Três Patetas.
- Vamos comer. Você deve estar morrendo de fome. – eu comentei.
- Um pouco. – ela falou se levantando do sofá – Eu acordei um pouco enjoada hoje.
Nós nos sentamos à mesa e começamos a comer.
Eu já sabia do que tinha acontecido com Rose... mas o que o irmão da Isabella tinha a ver com toda a história. Será que Royce o matou? Era tudo tão complexo...
- O que você tanto pensa, Cullen? – Isabella me perguntou.
- Nada. – eu menti.
Ela bufou e me olhou com a sobrancelha arqueada.
- Eu ainda não entendi o que seu irmão tinha a ver com a história de Rose. – eu falei com cautela.
Afinal, eu sabia que ela não gostava de falar sobre o assunto. Ela deu um suspiro cansado, se levantando da mesa e se sentado no sofá.
Eu a segui e me sentei do seu lado, olhado para ela.
- Meu irmão se chamava Derek. Ele era dois anos mais velho que eu. – ela começou a contar – Ele e Rose estavam namorando havia alguns meses. Rose sempre foi linda... a mais linda das meninas... – ela sorriu e continuou – E, por isso, ela atraía os olhares de todos os garotos da nossa escola. Derek morria de ciúmes dela e eles brigaram inúmeras vezes por causa disso.
“No dia em que tudo aconteceu, Rose tinha recebido uma carta de um admirador secreto. Não tinha nada de mais na carta. Era apenas um verso romântico e um bombom... mas foi o suficiente para Derek surtar, como sempre.”
“Eles tiveram um briga horrível. Ele a acusou de dar mole para os outros garotos e mais um monte de merda. Ela saiu correndo da escola, chorando. Jasper foi atrás do meu irmão, que saiu cantando pneu com o carro... e eu fui atrás de Rose, é claro. Eu sabia que a encontraria no parque que nós costumávamos freqüentar.”
Seu olhar era perdido, como se estivesse revivendo aquelas memórias dolorosas.
- Eu e Rose ficamos conversando por horas e ela chorou a tarde toda. Realmente só percebemos que estava tarde quando o sol se pôs. Então, nós duas saímos correndo para irmos para nossas respectivas casas.
Isabella engasgou e, instintivamente, eu toquei sua mão.
- Eu fiquei com medo de chegar muito mais atrasada e apanhar do meu pai... sabendo do meu medo, Rose decidiu que seria melhor nós nos separarmos. Eu sabia que era uma péssima ideia, mas o medo falou mais alto... então, nós duas nos separamos. Quando eu cheguei em casa e ele já estava me esperando com o cinto na mão.
Ela deu um sorriso triste e continuou.
- Era quase meia noite quando o telefone da minha casa tocou. Era Jasper. Ele estava completamente alterado e dizia apenas palavras desconexas... mas conseguimos entender que Rose havia desaparecido.
“Nós procuramos por ela a noite toda e o dia seguinte também. Somente na outra noite, ela foi encontrada pelos soldados do exército que meu pai havia mandado para ajudar na busca. Ela foi levada para um hospital. Jasper ligou nos avisando. Eu, Derek e meu pai fomos correndo para o hospital. Chegando lá, a notícia que Rose havia sido... – ela engasgou – estuprada.”
Ela me olhou com dor nos olhos.
- Mas não foi só isso, Edward. Ela havia sido... torturada. Havia mordidas por todo o corpo. Todos os dedos das mãos dela estavam quebrados. Ela quebrou cinco costelas e a perna. Havia cortes e fraturas por todo o corpo. Ela também estava com hemorragia interna. Ela estava completamente deformada de tanto soco e chute. E foi tão violento o abuso, que ela perdeu o útero.
Eu estremeci em pensar em Rose machucada daquele jeito. Em pensei que ela ia parar de contar a história, mas ela continuou.
- Derek se sentiu culpado. Ele começou a gritar que era culpa dele. Jasper tentou controlá-lo, mas foi inútil. Foi necessário um enfermeiro dopá-lo. Quando chegamos em casa, meu pai exigiu saber detalhes do que tinha acontecido. Derek explicou sobre seu ciúme e sobre a briga com Rose.
“Meu pai não falou nada... ele apenas se aproximou de Derek e o levantou pela gola da camisa. Ele falou olhando nos olhos de Derek que ele era o único culpado pelo que tinha acontecido com Rose. Depois disso, ele se trancou no quarto com Derek. Eu apenas escutava os gritos desesperados de Derek pedindo por socorro durante toda a madrugada até o meio dia do dia seguinte.”
“Rose sempre se recusou a falar sobre o assunto. Nós entendíamos que era tudo muito recente para ela. O único homem que ela deixava se aproximar era Derek. Nem mesmo Jasper podia se aproximar dela sem que ela surtasse.”
“Eu, meu pai e Derek começamos a praticamente morar com os Hale. Uma noite nós acordamos com o grito de Rose. Ela tinha pesadelos com frequência e os já estávamos acostumados. Derek foi pegar um copo de água para Rose e encontrou comigo e com nosso pai na cozinha. Mais uma vez meu pai jogou na cara dele que ele tinha acabado com a vida de Rose. Derek não agüentou e saiu correndo da nossa casa.”
“Ele não deu noticia durante toda a noite. De manhã, eu fui para nossa casa, procurar por ele. Quando eu abri a porta do seu quarto, eu o vi... caído no chão. O sangue tinha escorrido por todo chão e a arma estava caída próxima ao seu corpo.”
Nossa... eu não tinha palavras. Eu apenas a trouxe para o meu colo e a abracei, beijando seus cabelos.
- Naquele momento, eu prometi que vingaria não só Rose, mas Derek também. – ela falou com a voz carregada de raiva – Foi quando eu decidi entrar para a carreira militar. Eu sabia que seria mais fácil achar o desgraçado e fazer com que ele pagasse tudo que ele fez.
- Está tudo bem. – eu falei em seu ouvido.
- Você não entende Edward... – ela falou e me olhou nos olhos – No fundo... a culpa é toda minha... meu pai culpou Derek quando a culpada era eu... se eu não tivesse tanto medo do meu pai, eu e Rose iríamos juntas para a casa e nada disso teria acontecido.
- Ou vocês duas teriam sido abusadas. – eu falei estremecendo com a possibilidade.
- Às vezes teria sido melhor que Rose carregar esse fardo sozinha. – ela falou baixo.
- Nem pense nisso. – eu falei bravo e a beijei.
Foi um beijo diferente... calmo... quase doce. Mas tão delicioso quanto todos os outros.
Eu a carreguei até o quarto e a deitei na cama, me deitando sobre ela. Eu a beijei novamente e depois passei a beijar seu pescoço. Suas mãos arranhavam delicadamente minhas costas.
Eu mordi o lóbulo de sua orelha e ela arfou. Eu levei minhas mãos ata a barra da minha camisa, que ela usava e a tirei.
Lentamente, eu passei minhas mãos pela sua cintura... descendo até perceber que ela estava sem calcinha... claro... eu havia rasgado a única calcinha que ela tinha ali.
Eu passei um dedo pela sua boceta molhada, a fazendo gemer. Eu desci dando beijos pela sua barriga até chegar no seu ventre. Ela respirava com dificuldade e seu corpo todo estava arrepiado.
Subi beijando e lambendo cada parte da sua barriga e seios. Ela gemia e se contorcia embaixo de mim.
Eu fiquei entre as suas pernas e tirei a calça de moletom e a cueca de uma só vez.
O meu pau roçou sua boceta já encharcada. Ela desceu com a mão e apertou ligeiramente o meu pau.
Ela queria me matar... só podia ser...
Eu gemi alto e ela envolveu suas pernas em minha cintura, fazendo com que a cabeça do meu pau entrasse um pouco.
- Vem Capitão. – ela disse em um gemido delicioso – Quero você todo em mim.
Todo meu bom senso foi por água a baixo e eu entrei nela em uma única estocada, fazendo nós dois gemermos.
Eu apertei com força em sua coxa e comecei a estocar dentro dela. Ela passou os braços pelo meu pescoço, me trazendo para mais perto.
Então, ela ergueu os quadris, enfiando meu pau mais fundo ainda.
- Porra... – eu urrei.
Passei a enfiar meu pau com violência fazendo-a gritar. Ela cravou as suas unhas cravavam nas minhas costas e mordeu meu ombro.
Eu aumentei a velocidade das estocadas e nós dois gememos... completamente descontrolados...
À medida que eu aumentava o ritmo das minhas estocadas, nosso gemidos... ou gritos.... também aumentavam.
Eu desci com a boca até um seio e o chupei bruscamente.
Eu senti Isabella amolecer embaixo de mim e sua boceta começou a esmagar alucinantemente meu pau.
Ela se agarrou a mim com o resto de força que tinha, gemendo palavras desconexas, e se rendeu ao orgasmo que chegava.
Eu a segurei fortemente pela cintura e estoquei com toda a minha força mais duas vez nela e, sentindo sua boceta apertada, eu urrei, gozando como um louco.
Meu corpo relaxou e eu caí sobre ela, tombando minha cabeça sob o vão do seu pescoço.
Assim que recuperei o mínimo de força, eu inverti nossas posições, a deitando em meu peito.
Eu já estava começando a dormir quando ela se sdesvencilhou e foi correndo para o banheiro.
Assustado, eu fui atrás dela, mas quando cheguei ao banheiro, ela já estava ajoelhada no vaso, vomitando horrores.
- Você está bem? – eu perguntei.
Ela me olhou cansada e assentiu.
- Tem certeza? – eu perguntei.
Ela apenas assentiu levemente com a cabeça.
- Vamos tomar um banho e depois vamos para a cama. – eu falei a levantando com cuidado.
E assim fizemos: banho e cama.
Ficamos deitados em silêncio até que a respiração dela se regularizou e ela dormiu.
Fiquei olhando para ela por um bom tempo até que tudo clareou. Será que ela estava grávida? Eu me senti um burro. Todas as vezes que tínhamos transado, eu não tinha nem lembrado de camisinha.
Como eu pude dar esse vacilo? E por que só agora eu me lembrava disso? Eu nunca fui irresponsável quanto a isso. Merda....
Confuso com os meus próprios pensamentos, eu dormi.
...
Eu acordei assustado com um celular tocando. Abri os olhos e vi Isabella atendendo ao telefone, com um mau humor de dar medo até no capeta.
- Quem é o filho da puta que incomoda? – ela atendeu ao telefone.
Caralho... a mulher era mesmo o cão. Eu fiquei olhando e prestando atenção nela.
- Merda Jasper! Como ele conseguiu? – ela perguntou visivelmente contrariada.
Passados alguns segundos ela disse:
- Tudo bem. Eu já estou indo. Até. – ela desligou o celular – Mas que merda... — ela resmungou.
- O que foi? — eu perguntei e ela me olhou séria.
- Eu preciso ir para a base nesse exato momento. – ela disse.
- O que aconteceu? – eu perguntei.
Ela suspirou.
- Chegando lá você vai saber, Capitão. – ela falou – Mas a noticia não é boa.
Em menos de cinco minutos, nós dois já tínhamos tomado banho e estávamos pronto. Na verdade, eu estava pronto e ela usava a calça jeans e uma camisa minha.
Nós passamos rapidamente na casa dela, apenas para ela colocar uma roupa limpa e uma calcinha.
E, então, fomos para a base. Passamos por Jéssica e fomos diretamente para a cozinha.
Assim que eu entrei na cozinha, eu congelei. Que infernos ele estava fazendo aqui? Ele me olhava com um olhar debochado.
Eu fechei minhas mãos de raiva... que ódio desse maldito!
- Seja bem vindo de volta, Tenente. – Isabella falou para o idiota do Black, me tirando no transe.
Ele deu um sorriso vitorioso para ela.
- É bom estar de volta. – ele disse cheio de segundas intenções, a olhando de cima a baixo.
Eu só tinha certeza de uma coisa... lá vinha merda!
Fale com o autor