Cosa Nostra
24 Capítulo 23: Minha
Notas iniciais
Nos vemos no final...
- Seja bem vindo de volta, Tenente. – Isabella falou para o idiota do Black, me tirando no transe.
Ele deu um sorriso vitorioso para ela.
- É bom estar de volta. – ele disse cheio de segundas intenções, a olhando de cima a baixo.
Eu só tinha certeza de uma coisa... ia dar merda!
- Na minha sala Tenente. Agora. – a Swan ordenou e se virou, saindo da cozinha.
O idiota do Black passou por mim, me dando um olhar divertido. O retorno desse imbecil não ia dar certo.
Alguma coisa estava muito estranha. Ele estava tranquilo demais... confiante demais.
- Não se preocupe Cullen. – Jasper falou – Ele não vai fazer nada.
- Não sei não... – Alice falou – Tem alguma coisa errada.
Eu olhei para Alice que mantinha uma expressão séria... como eu nunca tinha visto antes.
- Pode ficar calma anã. Nós estaremos de olho nele. – Emmett falou tranqüilo como sempre — E aí Cullen? Como foi o fim de semana? – ele perguntou maliciosamente.
- Foi bom. – eu respondi vagamente e todos começaram a gargalhar.
Eu apenas me virei e fui para o banheiro trocar de roupa, antes que eles começassem com as gracinhas sobre Isabella e eu.
Eu me troquei e fui para a sala de treinamento. Os ‘boinas verdes’ estavam lá, já exercitando, exceto Isabella e o idiota do Black.
À tarde, fizemos um reconhecimento em uma área controlada pela Cosa Nostra. Sobrevoamos a área em dois helicópteros.
O primeiro helicóptero era pilotado pelo Jasper enquanto a Major Weber, o idiota do Black e Emmett tiravam fotos da casa e os arredores.
Já o segundo, era pilotado por Isabella, enquanto Alice mexia em uma máquina, que mais parecia um videogame, que ajustava o satélite para gravar imagens da área.
Eu estava no segundo helicóptero apenas auxiliando Alice no que ela precisasse.
Quando chegamos retornamos à base já estava anoitecendo. A Swan liberou todos e se trancou em sua sala, dizendo em alto e bom tom que não queria ser incomodada por ninguém.
Eu queria ficar para conversar com Isabella... perguntar se ela estava realmente grávida... mas, pelo visto, eu não conseguiria falar com ela naquele momento.
Conformado, eu troquei de roupa e fui embora.
Dei uma passada rápida na casa da mãe do Mike, onde ele estava se recuperando do tiro que tinha levado na perna.
A minha visita para Mike foi muito rápida, porque a mãe dele era insuportavelmente chata. Depois, fui para casa.
Chegando ao meu apartamento, eu fui direto para meu quarto.
Tomei banho e coloquei só uma calça de moletom... sem cueca mesmo, afinal eu ia dormir...
Eu me deitei na cama e quando eu fechei os olhos, a campainha tocou. Inferno... isso era hora de bater na casa dos outros?
A campainha tocou de novo. Puto, eu me levantei e fui atender a porra da porta. Abri já querendo matar o idiota que me incomodava. Então, eu estagnei.
- Eu tive um dia de cão hoje. – a Swan falou, já entrando no meu apartamento – E estou precisando relaxar.
Eu continuei no mesmo lugar, segurando a porta, olhando para ela como um perfeito idiota.
Ela tirou a blusa e começou a andar em direção ao meu quarto. Mais dois passos e ela tirou o tênis e a meia. Ela deu mais um passo e tirou a calça, ficando só de calcinha e sutiã branco... que eram minúsculos como sempre.
Ela já estava no início do corredor quando tirou o sutiã. Então, ela olhou para trás e deu um sorriso sexy, que fez meu coração disparar.
- Vai ficar parado aí Capitão? – ela perguntou e entrou no meu quarto.
Eu simplesmente bati a porta com uma força desnecessária e fui correndo até ela, tirando minha calça no meio do caminho.
Quando eu cheguei ao meu quarto, ela estava de costas para mim e estava acabando de tirar a calcinha.
Eu fechei a porta e passei o olhar por todo seu corpo. Puta que pariu nessa mulher... ela me fazia ficar duro só de olhá-la.
Ela se virou e me olhou de cima para baixo e passou a língua pelo lábio inferior, o mordendo em seguida.
Eu dei dois passos em sua direção. Eu a segurei pela cintura, a levantando e a prensei contra a porta do quarto. Ela prendeu suas pernas em minha cintura e passou o braço ao redor do meu pescoço.
Comecei a passar a língua pelo seu ombro e depois seu pescoço. Eu senti todo seu corpo se arrepiar.
- Por que você tirou a calcinha? – beijando seu pescoço, eu perguntei já pensando que eu gostaria de rasgá-la.
Eu nunca tinha rasgado calcinha de mulher nenhuma antes de Isabella, mas eu gostei...
- Para não correr o risco de você fazer com ela o que fez com a outra da última vez. – ela disse gemendo.
- Sem graça. – eu murmurei em seu pescoço e ela estremeceu.
Isabella segurou me segurou pelos cabelos e me beijou. Eu, que já estava ardendo por ela, retribuí instantaneamente.
Passei meu pau, já dolorosamente duro, pela sua boceta molhada e ela gemeu na minha boca.
- Me fode, Capitão. – ela falou arfando – Agora.
E foi o que eu precisava para perder o controle... como sempre. Eu a olhei nos fundo dos olhos e me encaixei a cabecinha do meu pau em sua boceta.
Fui entrando lentamente. À medida que eu entrava, eu sentia seu calor... sua excitação... caralho... eu adorava me perder nela!
Eu gemi quando estava todo dentro dela. Sem começar a me mexer, eu mordi seu pescoço e desci com a boca para o vale dos seus seios. Ela arqueou o corpo e jogou a cabeça para trás, a batendo na parede.
Eu tirei meu pau e o enfiei mais uma vez... lentamente... e ela gemeu mais uma vez... porra... delícia de mulher...
Eu passei a língua pelo seu mamilo e o chupei. Mais uma vez, eu saí de dentro dela e entrei devagar.
- Mais. – ela gemeu.
Eu comecei a chupar seu seio com gula e passei a estocar dentro dela... devagar... e forte...
Ela se contorceu, gemendo mais alto e puxando meu cabelo com força. Passei a aumentar a velocidade das minhas estocadas, à medida que meu corpo ia pedindo por mais...
Nós dois gemíamos descontrolados.
- Mais. Forte! – ela mandou.
Retirei meu pau lentamente e voltei com toda força. Ela cravou suas unhas nos meus ombros, dando um grito.
- Porra! – eu gritei quando estava todo dentro dela novamente.
Passei a estocar mais rápido enquanto chupava seus seios. A cada gemido dela, era uma estocada... forte... do jeito que ela gostava.
Eu a prensei ainda mais contra a parede, estocando mais forte ainda. Minhas mãos foram parar na sua bunda.
Senti seu corpo todo estremecer e suas paredes começaram a me apertar. Eu continuei estocando no ritmo frenético.
Sua boceta me apertava cada vez mais até que a senti gozar... encharcando meu pau com seu gozo. Coloquei minha cabeça no vão do seu pescoço e senti meu pau latejando dentro dela.
Mais uma estocada e eu estava gozando e berrando feito um louco. Meus joelhos fraquejaram e não consegui nos segurar. Eu e ela fomos parar no chão.
Eu fiquei jogado no chão, tentando recuperar minhas forças, que tinham se esvaído juntamente com meu gozo.
Ela engatinhou até ficar em cima de mim e deitou com a cabeça em meu peito. Eu a agarrei pela cintura.
- Dia difícil? – eu perguntei com dificuldade por causa da minha respiração descompassada.
Ela suspirou, visivelmente cansada.
- Você nem imagina o quanto. – ela respondeu também com dificuldade e fechou os olhos.
E ficamos assim... no chão... em silêncio por não sei quanto tempo.
...
Isabella estava no banho e eu estava preparando alguma coisa para comermos. Estava de madrugada, mas eu estava morrendo de fome.
Eu já estava colocando o macarrão nos nossos pratos, quando escutei sua voz.
- Posso ajudar? – ela perguntou e eu me virei para olhá-la.
Ela estava parada na porta e usava uma blusa minha, que mais parecia um vestido nela... e estava linda, como sempre.
- Não precisa. Eu estou fazendo a minha especialidade. – eu falei sorrindo.
- Que é...? – ela disse entrando na cozinha.
- Macarrão e queijo. – eu falei e mostrei os pratos prontos.
Ela fez uma careta.
- Me poupe Cullen. – ela disse – A comida do quartel é melhor que macarrão e queijo.
- Mas é só o que eu sei fazer... então, cala boca e come. – eu disse, colocando os pratos na mesa.
Ela sorriu, se sentando ao meu lado, e começamos a comer.
- Então... gostou? – eu perguntei.
- Eu já comi cobra crua nas campanhas do exército, Cullen. – ela falou – Depois disso, qualquer comida cozida é uma maravilha.
Eu ri.
- Vou considerar isso um elogio. – eu falei.
- Como quiser. – ela respondeu dando os ombros, mas abriu um sorriso lindo... que me hipnotizou.
- O que foi? – ela perguntou.
- Seu sorriso é lindo. – eu falei sem pensar.
Por que eu sempre falava antes de pensar quando estava perto dela? Mas sua reação me surpreendeu.
- Todos dizem isso. – ela brincou pisando para mim – Principalmente os soldados novatos.
Eu comecei a rir. Eu e ela sabíamos que não tinha uma única alma no quartel que não tivesse medo de Isabella.
E mais. Eu acho que ninguém no exército tinha visto um único sorriso dela.
- Com certeza, todos te amam. – eu falei.
- É até chato lidar com tanto amor. – ela falou brincando – Mas acho que é por causa da minha personalidade doce.
Eu e ela rimos. E nós continuamos comendo e conversando descontraidamente.
Quando acabamos, ela levou as vasilhas para a pia e começou a lavá-las. Eu me levantei e fui para seu lado, para enxugar o que ela lavava.
- O que aconteceu com o Black? – eu perguntei.
Eu queria perguntar isso desde o jantar, mas não quis estragar o clima com esse assunto tão desagradável.
- Ele voltou. – ela me respondeu olhando com atenção desnecessária para o prato que ela estava lavando.
- Ele não estava suspenso? – eu perguntei.
- Estava. – Isabella me respondeu com má vontade.
- Mas ele voltou? – eu perguntei.
- Voltou. – ela respondeu.
- O que aconteceu? – eu perguntei já perdendo a paciência.
- Ordens. – ela resmungou e colocou o prato na pia.
- Ordens de quem? – eu praticamente gritei jogando o pano de prato na pia – Caralho Isabella! Dá para me contar essa merda toda?
Ela se aproximou de mim lentamente, passando os braços pelo meu pescoço e me deu um beijo. Eu rapidamente passei meu braço por sua cintura, retribuindo o beijo.
- Mais calmo Capitão? – ela perguntou com um sorriso fodidamente malicioso.
- Sim senhora. – eu respondi também sorrindo.
Ela sorriu e se afastou, me olhando nos olhos.
- Ordens diretas de Washington. – ela falou agora séria, como se estivesse assumindo o papel de general – Parece que o Tenente é conhecido do General Uley. E com a morte de Royce, o General achou melhor termos todos os nossos homens na ativa.
- Merda. – eu resmunguei.
- Eu não estou gostando disso tanto quanto você, mas infelizmente não há nada que podemos fazer. – ela disse.
- Mas ele estava suspenso! – eu esbravejei.
- Eu sei, mas ordens são ordens. – ela disse – E eu tenho que obedecê-las... querendo ou não.
- Eu sei. – eu resmunguei ainda contrariado.
Com a cozinha arrumada, nós fomos para a sala assistir um filme... ou tentar... porque eu nem sei que filme estava passando na televisão.
Na verdade, estávamos nos beijando no sofá, com o usual desespero. Eu havia tirado a blusa que ela vestia, a deixando somente de calcinha e eu já estava pelado.
Ela estava sentada no meu colo, com uma perna de cada lado, roçando deliciosamente no meu pau.
Eu nos virei e me afastei, me levantando. Imediatamente, eu a peguei no colo para levá-la para meu quarto.
- Edward... – ela disse assim que eu a peguei no colo – Sem me jogar no chão dessa vez.
Eu gargalhei.
- Sim, senhora General, sem cair no chão dessa vez. – eu respondi a levando para o meu quarto e a colocando na minha cama.
...
Quarta-feira à noite, ao invés de ir para a minha casa depois de ser liberado pela Swan, decidi ir à casa dos meus pais, jantar com eles.
- Mãe... – eu a chamei sem saber muito bem por onde começar essa conversa.
Eu estava na sala, conversando com minha mãe, enquanto meu pai tomava banho.
- Oi meu filho. – minha mãe respondeu me olhando.
- Quando você soube que estava grávida? – eu perguntei com cautela, porque eu sabia que, até hoje, esse era um assunto complicado para ela.
- Eu comecei a ter mudanças de humor... – ela contou tranqüilamente – Uma hora estava sorrindo e segundos depois, estava aos prantos. Eu tive muito enjôo de manhã e muito sono... sim... eu nunca dormi tanto na minha vida.
- Ah... – eu falei.
Merda... tendo em vista todos os sintomas, Isabella realmente estava grávida. Merda, merda e merda!!!
E agora? O que eu faria? Eu nunca... nunca pensei em filhos. Nunca mesmo.
- Por que você está me perguntando isso meu filho? – minha mãe perguntou desconfiada.
- Nada não. – eu falei.
- Vai mentir para a sua mãe agora? – ela falou colocando a mão na cintura.
- Eu acho que tem uma mulher que está grávida. – eu falei meia verdade.
- Edward! – minha mãe me chamou atenção – Você não se previne meu filho? Quantas vezes seu pai já conversou com você sobre camisinha?
- Mãe!
- Mãe nada Edward! Você é um homem de 27 anos, seu irresponsável. – ela disse brava.
- Essa mulher me descontrola. – eu admiti colocando as duas mãos na minha cabeça – Eu não penso direito quando estou perto dela e quando minha razão volta... já é tarde demais.
Era estranho dizer isso em voz alta... afinal era a primeira vez que eu admitia isso para alguém.
- Oh! – minha mãe disse e abriu um sorriso.
- O que foi, mãe? – eu perguntei sem entender sua reação.
- Você está apaixonado! – ela disse sorrindo ainda mais, se era possível.
- Eu? Claro que não. – eu falei imediatamente.
- Está sim. – ela falou – E eu aposto que é aquela moça linda do exército.
- Ela é minha chefe, mãe. E eu não sei se ela está mesmo grávida. – eu falei.
- Oh meu Deus... eu vou ser vovó. – ela disse sorrindo.
Eu apenas suspirei, dando graças a Deus que meu pai estava chegando e o assunto ia morrer, pelo menos naquela noite.
Se eu conhecia a Dona Esme do jeito que eu achava, ela não ia deixar barato.
...
Quinta-feira de manhã, assim que eu cheguei à base, eu percebi que o clima estava agitado... ou seja, alguma coisa estranha estava acontecendo.
- Edward. – Jéssica me chamou quando eu estava passando pela recepção – A General Swan mandou todos irem imediatamente para a sala de reuniões.
- Tudo bem. – eu assenti – Obrigado Jéssica.
Eu fui direto para a sala de reuniões. No caminho, me encontrei com Alice e nós fomos juntos para a sala.
Assim que eu e Alice entramos, eu vi que Isabella já estava lá, esperando por todos. Todos se sentaram e ficamos em silêncio, esperando ela começar a falar.
- Hoje à tarde nós vamos explodir um esconderijo da Cosa Nostra. – ela disse sem emoção.
Merda... tinha que ser um esconderijo da porra da Cosa Nostra? Inferno... Eu não sabia o que fazer? Não sabia se avisava a Tanya do que ia acontecer ou deixava quieto.
- Nós já fizemos o reconhecimento da área essa semana e tenho informações de que hoje chegará um carregamento com mais de meia tonelada de cocaína. – ela disse apertando um botão no controle e descendo o telão.
O pior é que era um dos maiores esconderijos da Cosa Nostra... e eles iam ficar muito putos com as Forças Especiais.
Nós passamos a manhã toda decidindo o plano de ataque. Na hora do almoço, Isabella nos liberou para almoçarmos e já nos prepararmos para a missão.
Fiquei o almoço todo pensando no que fazer. Eu avisava sobre a missão ou não? Eu sabia que eles iam perder uma grana preta com a droga que seria apreendida pelos ‘boinas verdes’.
No final do almoço, eu decidi que não iria avisá-los não. Seria suspeito demais se a missão não desse certo. E além do mais, problema deles...
Eu fui para o banheiro, trocar de roupa. Todos ‘boinas verdes’ estavam lá com as roupas de campo, já colocando os coletes à prova de bala.
Nós fomos divididos em três grupos. O grupo um era o idiota do Black, Jasper e Alice. O grupo dois, Emmett e a Major Weber. E o grupo três éramos Isabella e eu.
A ordem da Isabella era atirar para matar... o que era estranho, pois somente nas missões especiais e mais perigosas a ordem era matar.
Fomos para o esconderijo de helicóptero. O primeiro grupo foi o primeiro a descer. Imediatamente, eles arrombaram a porta e entraram no galpão.
Em seguida, o grupo dois desceu, entrando pela porta do fundo do galpão.
- Pronto, Capitão? – Isabella me perguntou.
- Eu nasci pronto. – eu falei dando meu melhor sorriso.
Ela apenas revirou os olhos e desceu do helicóptero pela corda. Assim que ela desceu, eu desci em seguida.
Nós entramos e o caminho já tinha sido liberado pelo grupo um. Fomos direto para o local onde estava o carregamento de cocaína.
Lá, eu e a Swan entramos atirando. Eu atrás dela, dando cobertura. Ela já entrou atirando... matando todo mundo que ela encontrava pela frente.
Eu corri o olho pelo local e vi Demetri correndo para se esconder. Ele era um cappo da Organização... um dos melhores, para dizer a verdade.
Caralho... Don e Tanya iam realmente ficar muito putos...
O covarde se escondeu entre as caixas. Pelo jeito, Isabella não tinha o visto, pois ela abaixou a arma e se virou, olhando para mim.
Quando Isabella deu as costas para ele, ficando de frente para mim, ele se levantou, apontando uma arma para ela.
Sem pensar, eu apontei minha arma na direção dele. Isabella ficou paralisada, provavelmente achando que eu estava apontando para ela.
Eu mirei no desgraçado e atirei. O tiro passou perto da Isabella, mas eu sabia que não pegaria. Foi um tiro certeiro no ombro do Demetri.
Ela olhou para trás e viu o maldito caído em cima de uma caixa, com a arma caída no chão, um pouco distante dele.
Ela foi até onde ele estava. Ele estava choramingando de dor.
- Eu preciso ir para o hospital. – ele disse com dor.
Bandido era assim. Sabia que seria levado para um hospital antes de ser efetivamente preso.
- Não precisa não. – ela afirmou sem qualquer emoção na voz.
Sem hesitar, ela atirou na cabeça dele.
- Você poderia ter mantido ele vivo para arrancar algumas informações. – eu falei.
- Não estamos aqui atrás de informações, Capitão. – ela disse e se virou novamente.
Não? Então, qual era a missão? Não era possível que as Forças Especiais fariam uma missão somente para apreender cocaína... alguma coisa estava errada nessa merda...
Fizemos as apreensões e não restou um neguinho da Cosa Nostra para contar história. A Swan mandou os que sobreviveram fazerem uma fila e matou um por um, à tira roupa.
Realmente tinham alguma coisa errada nessa merda... eu só precisava descobrir o que.
...
No outro dia de manhã cedo, Don me ligou no celular descartável. Claro que ele estava puto e exigiu que eu tomasse uma atitude. Como se fosse problema meu...
- Porra moleque! – ele esbravejou – A Cosa Nostra será sua um dia... já está na hora de você se interessar mais pela sua herança. Não podemos deixar barato. Aqueles filhos da puta têm que pagar!
- Don, eu não vou sair matando e me colocando em risco só porque os ‘boinas verdes’ explodiram um esconderijo. – eu falei – Eu não vou correr o risco de ser pego por eles.
- Tudo culpa daquela desgraçada da Swan... mas ela ainda vai me pagar caro. – ele rosnou, desligando o telefone.
Eu joguei o celular no meu criado mudo e fui trocar de roupa para ir para a base.
...
A semana passou rápida. Isabella ficou na base todas as noites, trancada no escritório, sempre falando que não queria ser incomodada.
Já eu evitei ficar perto do Black mais do que o necessário. Ele sempre me olhava com divertimento... como se ele soubesse alguma coisa que eu não sabia. E eu já estava ficando puto com isso...
Emmett e Jasper estavam também sempre ao meu lado... como se eles esperassem que o maldito fizesse alguma coisa.
Além do mais, a possibilidade da Isabella estar grávida não saia da minha cabeça... eu tinha que tirar isso a limpo com ela.
Era sexta-feira e eu tinha decidido que de hoje não passava. Eu iria falar com Isabella... nem que eu tivesse que esperar por ela a noite toda.
Afinal, se ela estivesse grávida, eu tinha o direito de saber... não tinha?
O dia já estava no fim, e todos haviam ido embora. Mas eu fiquei esperando por Isabella. Resolvi esperar por ela no corredor que dava para a sua sala.
Depois de um tempo, eu vi o idiota do Black saindo e logo depois, Isabella. Mas que porra? O que ela estava fazendo com ele? Ela havia passado todas as noites na companhia daquele idiota?
Sem ser notado, eu fui para a recepção e me sentei no sofá, pois não queria que ela me visse ali, no corredor. Em questão de segundos, ela chegou à recepção. Eu me levantei e aproximei dela, que me olhou, sentindo minha aproximação.
- Achei que você já tinha ido embora, Cullen. – ela falou como se nada tivesse acontecido.
- Eu queria conversar com você. – eu disse seco.
Ela pareceu não perceber minha raiva e assentiu.
- Pode falar. – ela falou.
- Vamos conversar em outro lugar. – eu sugeri.
Ela me olhou desconfiada.
- O que está acontecendo? – ela perguntou.
- Vamos jantar. No restaurante eu te conto. – eu falei já chamando o elevador
Fomos para o estacionamento e entramos no meu carro. Eu dei partida e saí da base. Ficamos em silêncio, enquanto eu quase enlouquecia com os meus pensamentos.
O que ela estava fazendo tão tarde com o Black na base? Eu não estava gostando nada dessa merda.
- Não íamos para um restaurante? – Isabella me perguntou.
- Eu mudei de ideia. – eu menti só então percebendo que estava fazendo o caminho da minha casa – No meu apartamento teremos mais privacidade.
- Tudo bem. – ela falou despreocupadamente e voltou a olhar a rua pela janela.
Continuamos em silêncio até chegar ao meu apartamento.
- O que você estava fazendo até tarde com o Black? – eu perguntei sem dar voltas assim que fechei a porta – O que está acontecendo entre vocês dois?
Ela se sentou no braço do sofá.
- Não viaja Cullen. – ela disse ríspida – Eu estava apenas acabando de resolver a burocracia que a volta dele envolve.
- Tem certeza? – eu perguntei desconfiado – Era só isso mesmo?
- O que você queria que fosse? – ela perguntou arqueando a sobrancelha.
- Nada não... – eu falei, deixando o assunto morrer.
Mas eu fiquei com a pulga atrás da orelha. Alguma coisa estava acontecendo e eu não estava sabendo.
Eu fui para a cozinha e peguei duas cervejas e voltei para sala, a entregando uma garrafa.
- Quer comer alguma coisa? – eu perguntei mudando de assunto.
- Não. – ela respondeu dando um gole na cerveja – Na verdade, eu não estou com muita fome. Sobre o que você queria conversar?
- É exatamente sobre isso que eu conversar. – eu a respondi.
- Do que você está falando? – ela perguntou.
- Na minha casa, semana passada, você não comeu muito e depois vomitou. – eu falei completamente sem jeito – E você também dormiu muito.
- Onde você quer chegar Cullen? – ela me perguntou sem paciência.
Não tinha jeito. Eu tinha que perguntar.
- Você por acaso está grávida? – eu perguntei de uma vez só.
Isabella, que estava tomando um gole de cerveja, cuspiu todo o liquido.
- Você está louco, seu imbecil? – ela perguntou limpando a boca – É claro que eu não estou grávida.
- Tem certeza? – eu quis confirmar.
Ela bufou e me olhou impaciente.
- Eu sei que nós transamos sem camisinha algumas vezes... – ela começou a falar.
- Todas às vezes, Isabella. – eu a corrigi.
Ela me olhou ainda mais sem paciência e bufou novamente.
- Tanto faz. – ela disse – Mas eu não tenho o costume de fazer isso com outros. Eu sempre me cuido e nun...
Outros??? Outros... homens??? Existiam outros??? Ela estava saindo com outros homens??? Mas que merda era essa?
Senti meu estômago embrulhar de raiva... e haviam outros sentimentos que eu não entendia direito... eu só sabia que não gostava nada deles.
- Espera aí. – eu a interrompi – Como assim com os outros?
- Eu sempre uso camisinha com os outros. – ela explicou sem entender onde eu queria chegar.
- Outros? – eu perguntei novamente.
- É. Outros. – ela falou debochada – Ou você achou que eu era virgem?
- Você esta saindo com outros caras? – eu perguntei.
Só então ela entendeu e sorriu maliciosamente.
- Então, você quer saber se eu ando transando com outros homens além de você? – ela perguntou me provocando.
Eu não respondi nada... só cruzei os braços e fiquei esperando sua resposta.
- Eu já te disse várias vezes que eu não te devo explicação sobre a minha vida, Cullen. – ela disse me desafiando.
Era óbvio que a maldita estava se divertindo às minhas custas... o que me fez ficar com mais raiva.
Agora ela iria pagar caro... cego de raiva, eu a levantei do braço do sofá, a segurando firmemente pela cintura, já atacando seu pescoço.
- Você é minha Isabella. – eu falei mordendo seu pescoço e ela arfou – E está na hora de admitir isso.
Eu fui para o meu quarto, a segurando pela cintura. Assim que entrei no quarto, eu a joguei na cama bruscamente.
Eu tirei minha roupa, sem tirar os olhos dela. Ela só me olhava, na expectativa do que eu iria fazer.
- Tira a roupa. – eu mandei.
Ela ficou alguns rápidos segundos parada e depois tirou a calça e a blusa, ficando somente de calcinha.
- Para. – eu falei em tom de ordem quando ela ia tirar a calcinha – Pode deixar que eu mesmo tiro.
Eu me ajoelhei em cima da cama e puxei sua perna, a trazendo para mais perto de mim. Me inclinei até sua calcinha e a rasguei.
- Porra Cullen é a segunda... – ela começou a reclamar.
- Cala a boca Isabella. – eu falei rispidamente e inesperadamente ela se calou, mordendo o lábio inferior.
Eu me inclinei em sua direção e meus dedos foram até sua boceta já molhada, enquanto passava a língua pela parte interna da sua coxa.
- Da próxima vez que você abrir a sua boca, será para admitir que é minha. – eu falei passando os dedos entre suas dobras.
Ela apenas gemeu, fechando os olhos e jogando a cabeça para trás.
- Única e exclusivamente minha. – eu falei enfiando um dedo nela.
Ela gemeu mais e arqueou o corpo, me pedindo por mais. Comecei a mexer com meu dedo dentro dela devagar, enquanto passava língua pelo seu clitóris... seu gosto me alucinava.
Louco de tanto tesão, eu enterrei minha língua na boceta. Ela gemeu mais alto, agarrando meu cabelo. Comecei a chupá-la com vontade e enfiei mais um dedo, fazendo ela se contorcer na minha cama.
Com a minha língua, eu brincava com seu clitóris, a deixando cada vez mais molhada... e descontrolada...
Eu estava fazendo de tudo para deixá-la completamente louca... por mim.
Comecei a senti seu corpo se contrair. Então, parei, me afastando dela e ficando de joelho na cama. Antes que ela reclamasse, eu levantei suas pernas e a penetrei de uma só vez.
Nós dois gritamos de prazer... ela estava tão molhada que meu pau deslizou facilmente.
Ela passou a perna pela minha cintura e me puxou ao encontro do seu corpo, fazendo que eu entrasse mais fundo ainda.
Eu passei a estocar o meu pau dentro dela com força... enquanto ela gemia e arranhava minhas costas sem nenhum cuidado.
Eu adorava como ela rebolava sob meu corpo.
Sem sair de dentro dela, eu nos virei e me sentei. Eu a segurei pela cintura metendo meu pau com força dentro dela.
A segurando firmemente sua cintura, eu passei a controlar totalmente seus movimentos em cima de mim.
Eu rebolei enfiando mais ainda dentro dela. Isabella gritou e buscou a minha boca com fúria. Ela começou a me cavalgar feito uma louca, no ritmo que eu queria...
Enterrei meu rosto em seus seios sugando, mordendo e lambendo. Ela jogou sua cabeça no vão do meu pescoço e me mordeu.
Eu estocava forte enquanto ela subia e descia freneticamente, rebolando meu pau.
Eu gemi, apertando sua cintura cada vez mais forte... Isabella me deixava louco... precisando sempre de mais e mais...
Ela agarrou meu ombro com força, tentando ir mais rápido... mas eu simplesmente a impedi... hoje seria tudo do meu jeito...
- Edward... – ela pediu em um gemido.
Eu sabia o que ela queria... assim como eu, ela queria mais... mas não seria tão fácil...
- Quero ouvir... – eu falei olhando em seus olhos – Diga que é minha Isabella.
Eu estava quase gozando... e ela também...
Eu aumentei a velocidade quando senti seus músculos se contraíram, me apertando deliciosamente. Eu a levantei pela cintura, tirando meu pau.
- Fala... – eu sussurrei em seu ouvido e o enfiei de uma vez só.
- Sua! – ela gritou.
Continuei estocando mais rápido e cada vez mais fundo... senti todo o seu corpo estremecer...
- Sou sua. – ela gritou mais uma vez e me agarrou com força – Toda sua.
Eu senti seu gozo quente molhar todo o meu pau, enquanto ela me esmagava.
Eu senti todo prazer se concentrar em meu pau... que latejou, jorrando meu gozo para dentro dela.
Ela simplesmente ficou mole no meu colo e deixou a cabeça cair no vão do meu pescoço.
Depois de um tempo, ela rolou para o lado, se deitando de frente para mim. Eu também me deitei e fiquei de frente para ela.
Ficamos assim... nos olhando por um tempo. Eu não tinha palavras... foi o orgasmo mais intenso da minha vida.
Depois de um tempo, eu coloquei os braços para cima, deitando com a cabeça em cima deles.
- Não, Cullen. Eu não estou transando com mais ninguém. – Isabella disse se deitando de barriga para baixo e se apoiando nos cotovelos para me olhar.
Sorri para ela... não sei porque, mas eu estava satisfeito em saber que ela era somente minha.
- Mas com os outros, que eu tive antes de você, eu sempre usei camisinha. – ela disse.
- E por que não usou comigo? – eu perguntei já sabendo a resposta.
Ela deu os ombros.
- Esqueci. Por que você não usou comigo? – ela perguntou.
- Eu esqueci... mas foi a primeira vez. – eu admiti – Eu sempre me cuidei com outras mulheres.
O que era verdade. Até mesmo com Tanya, eu fazia questão de usar camisinha.
- Eu sei Capitão. – ela disse divertida – Eu tenho todos os seus exames médicos dos últimos 15 anos.
- Então, você não está mesmo grávida? – eu perguntei só para confirmar – Tem certeza?
- Certeza absoluta. – ela falou convicta – Eu tomo injeção de anticoncepcional de três em três meses. – ela explicou.
- Você está doente, então? – eu perguntei querendo saber o motivo de ela ter vomitado aquela noite.
- Não. Era apenas cansaço. – ela disse tranquilamente – Por causa da missão, eu fiquei dois dias sem dormir e sem comer direito. Quando eu relaxei, acabei passando mal.
Ela bocejou e eu a abracei pela cintura, fazendo com que ela deitasse a cabeça no meu ombro.
- Acabou o questionário? – ela me perguntou.
Eu sorri, assentindo. Eu também bocejei e fechei os olhos.
...
Eu acordei com um grito. Eu me sentei na cama e vi minha mãe na porta, com os olhos arregalados e a mão na boca.
Isabella já estava sentada do meu lado e ela estava branca igual a um fantasma. Ela tentava se tampar com o lençol.
Mas o que a minha mãe estava fazendo no meu apartamento??? Merda!!!!
Em segundos, meu pai chegou ao quarto.... completando a merda toda. Ele olhou para Isabella e depois para mim.
- Acho melhor dar uns minutos de privacidade para os meninos. – ele disse tirando minha mãe do quarto.
Quando os dois saíram, eu olhei para Isabella agarrada ao lençol.
- Era só o que me faltava. – ela reclamou colocando as mãos no rosto.
- Não olha para mim com essa cara não... eu não tenho culpa. – eu disse me defendendo – Eles vieram sem avisar.
Ela se levantou e, inevitavelmente, eu corri os olhos pelo corpo dela... ela era tão deliciosa, que chegava a me dar água na boca.
- Acho melhor colocarmos uma roupa. – ela disse divertida quando eu finalmente a olhei nos olhos – Seus pais estão nos esperando.
Eu resmunguei algo incompreensível e me levantei da cama.
Isabella vestiu a roupa que ela estava usando ontem e eu coloquei uma calça de moletom.
- Vamos? – eu perguntei e ela assentiu.
Nós dois saímos do meu quarto e fomos para a sala, onde meus pais nos aguardavam. Eu e Isabella nos sentamos no sofá, em frente para os meus pais.
- Nós viemos te convidar para almoçar. – meu pai falou para mim, explicando o motivo de terem invadido meu apartamento sem avisar.
- Nós estamos indo no restaurante japonês que você tanto gosta. – minha mãe disse sorrindo.
- É claro que eu vou. – eu falei também sorrindo.
- Eu acho melhor ir embora. – Isabella falou se levantando do sofá.
- Não! – minha mãe gritou.
Isabella parou e me olhou sem saber o que fazer.
- Quero dizer... você também está convidada, querida. – minha mãe disse – Eu faço questão.
- Obrigada, mas... – Isabella bem que tentou negar, mas eu conhecia minha mãe o suficiente para saber que ela não a deixaria ir embora assim tão facilmente.
- Sem mas... – minha mãe falou autoritária – Você vai almoçar conosco e ponto final.
- Agora eu já sei de onde o Cullen tirou esse jeito mandão. – Isabella resmungou.
Meu pai e minha mãe riram.
- Me dêem um minuto para eu trocar de roupa. – eu pedi, me levantando e indo para o meu quarto para tomar um banho e vesti uma roupa.
...
Nós fomos todos até o apartamento de Isabella para pegarmos suas roupas. No corredor, encontramos com Rose e Jasper.
- Bella! – Rose gritou – Você sumiu... nós ficamos preocupados.
- Eu estava na casa do Cullen. – ela falou – Esses são Carlisle e Esme... pais do Edward.
Jasper e Rose começaram a gargalhar, deixando Isabella ainda mais sem graça.
- Esses são Jasper e Rose... meus primos. – ela acabou de fazer as apresentações – Mas eles já estão indo embora.
Eles sorriram com cumplicidade para ela e se despediram rapidamente.
Isabella trocou de roupa, colocando uma calça jeans e uma camisa preta colada no corpo. Então, fomos para o restaurante japonês.
Minha mãe e Isabella conversavam animadamente sobre decoração. Pelo visto, a mãe de Isabella era decoradora também.
- Ela é uma bela mulher. – meu pai falou olhando na direção da Isabella e minha mãe.
- É. – eu concordei.
- Ela parece ser uma boa menina. – meu pai falou – E vocês combinam.
Eu abri a boca, mas rapidamente a fechei. Por que todo mundo queria me jogar para cima da Swan?
O almoço foi excelente. Meus pais conversavam com Isabella como se a conhecessem há anos.
Já no fim da tarde, nós a deixamos em seu apartamento.
Eu queria que ela fosse para o meu apartamento, mas ela disse que tinha compromissos e que eram inadiáveis.
No domingo, Mike voltou para o nosso apartamento, mas a mãe chata dele insistiu em ficar lá o dia inteiro.
Eu juro que fiquei tentado a matá-la diversas vezes... mas eu acho que Mike ficaria um pouco chateado comigo. Então, para fugir da velha, eu me tranquei no meu quarto.
Na segunda-feira, Isabella pediu que eu a esperasse no final do dia, pois ela queria falar comigo.
O dia passou corrido, enquanto nós examinávamos todos os documentos que achamos no esconderijo da Cosa Nostra.
Quando anoiteceu, todos foram embora e eu fiquei esperando Isabella. Ela estava demorando. Então, eu decidi ir até à sua sala.
Eu abri a porta e a cena me paralisou por alguns segundos. O imbecil do Black estava com as mãos na cintura da Isabella, quase a beijando.
- O que esta acontecendo por aqui? – eu perguntei.
Notas finais
Mil desculpas pela demora, mas eu viajei a serviço e não deu para postar... amanhã eu ja viajo de novo...
Mais uma vez nao consegui responder os reviews... era ou acabar o capitulo, ou responder os reviews... mas pensamento firme que eu irei responder todos!!!! Eu juro!!!!
Siobhan,
Bellamoscardini,
Andy_M, e
Fefe cullen
Muitooooooooo obrigada pelas recomendações... eu AMEI de paixão!!!!!!!!
GALERA!!!!!!!!!!!! Eu comecei a fazer a versão da fic... se chama "Boina Verde"... muita gente me perguntava se teria PDV da Bella e eu sempre disse que não... então, para aqueles que se interessarem em saber o que passa na cabeça louca da nossa General, é so ler... http://fanfiction.com.br/historia/142577/Boina_Verde
Bjossssssssssssssssssssssssssssss
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