Correndo em Círculos

11 Capítulo 11: Você é a cura... você é a dor


Notas iniciais
HOLLA PESSOAS! Finalmente chegou quarta! :p e eu tava pensando em começar a postar quarta e sábado sempre a partir de agora pq minhas aulas já começam semana que vem e estudo de manhã e de tarde (exceto por terça e sexta que eu estudo só de manhã) e esses seriam os melhores dias pra mim. Enfim... obg pelos comentários e continuem assim, pfvr, esse capítulo é muito importante pra fic e dá início a uma nova fase perina. Música do capítulo: Love Me Like You Do – Ellie Goulding (tem vídeo meu: https://www.youtube.com/watch?v=eexVIkN3yrA&feature=youtu.be) BOA LEITURA!

Logo que Karina viu aonde se encontrava, seu coração falhou uma batida, ela já havia visitado aquele lugar um dia e isso havia feito ele ser o melhor dia de sua vida, pois foi nesse dia que ela descobriu sua grande paixão: a luta.

–- Seja bem-vinda ao Ultimate Fighting Championship! Ou, melhor dizendo: UFC! – grita Pedro, assistindo ao brilho nos olhos da namorada com a certeza de que ele estava fazendo o certo para que ela tivesse o melhor dia de sua vida.

Karina se vira para ele, com os olhos marejados de emoção.

–- Eu não acredito que você me trouxe aqui, seu maluco! – grita, se atirando nos braços dele e o abraçando tão apertado quanto possível.

Quando os ossos dele pareciam estar quase se quebrando, ela se afastou, beijando-lhe os lábios em seguida.

–- Vai dizer agora que eu não sou o melhor namorado do mundo? – pergunta Pedro, levantando uma sobrancelha, convencido.

Karina ri e puxa sua cabeça para mais perto da dela, até que as duas se encostem.

–- Não mesmo, seu convencido! Você não é o melhor namorado do mundo, é o melhor namorado da Galáxia!

–- Espera até você ver quem é que vai lutar hoje...

Karina arregala os olhos, lembrando-se da programação de lutas que havia visto com seu pai alguns dias atrás e sua tristeza por saber que não poderia ver por causa do aniversário de namoro.

–- NICK DIAZ E ANDERSON SILVA! – grita ela, não cabendo em si de tanta alegria. – AI MEU DEUS, PEDRO! – completa, lhe dando um beijo forte nos lábios.

Pedro ri da reação da namorada, nunca pensou que a veria tão feliz a ponto de gritar daquele jeito em público.

–- O.K.... eu sei. Eu sou um máximo. Agora vamos ver essas lutas porque já estamos atrasados e saiba que não foi fácil conseguir esses ingressos.

–- Como você conseguiu? – pergunta ela, meio apavorada. Para ter os ingressos daquele tipo de luta, era necessário muito dinheiro e agilidade, pois eles esgotavam muito rapidamente.

–- Não se preocupa com isso... vamos apenas curtir a noite, minha linda. – respondeu ele e ela se deu por vencida, assentiu e o seguiu em direção ao prédio.

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A noite de Karina não poderia ter sido melhor, ela era um poço de emoção, pulando a cada nocaute, berrando e xingando as pessoas que pediam para ela se acalmar, sempre com um brilho no olhar. Para Pedro, aquela noite também estava sendo incrível, pois ver a sua alegria era como um combustível para ele, que não entendia praticamente nada que estava acontecendo no ringue. Ele olhava a luta através dela, suas reações, e aquilo bastava.

Ao final da noite, depois de ver Anderson Silva nocautear o adversário depois do quarto round, Karina estava tão empolgada que qualquer um alegaria que bebera. Pedro ria do jeito empolgado dela, que gritava e esperneava, o agarrando de vez em quando.

Depois que eles finalmente conseguiram sair lá de dentro, ela abraçou o namorado, afundando sua cabeça no pescoço dele. Quando ela se afastou, tinha um sorriso emocionado no rosto.

–- Muito obrigada pelo presente, Pedro. – falou baixinho, sentindo os olhos marejados de emoção.

O garoto apenas sorriu e acariciou seu rosto com uma mão.

–- Você merece muito mais que isso. – falou, encarando-a.

Karina sorri de volta e os dois caminham abraçados em direção a um táxi.

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O melhor jeito de descobrir um segredo do inimigo é se tornando amigo desse inimigo. Foi esse o pensamento de Roberta, logo depois que Vicki saiu da Acquazen. Depois que ela viu o relógio marcar duas e meia da madrugada, pegou sua bolsa e saiu em direção ao Perfeitão. Aquele seria o horário perfeito, pois estaria fechando e as pessoas já teriam ido embora.

Talvez ela estivesse errada, mas o que custava tentar? Delma poderia ser uma das pessoas que segurava a barra de saber os erros do filho.

–- Oi. – diz a professora de natação, assim que percebe o olhar venenoso da mãe de Pedro, ao entrar em seu restaurante.

–- Sai daqui! – grita a mulher, ameaçadoramente.

–- Calma Delma. Eu vim aqui pra conversar. Acertar as coisas entre a gente. – fala Roberta, tentando parecer convincente.

Delma não acredita nela, mas fica quieta, esperando para ouvir o que a amante de seu ex tinha a dizer.

–- Eu sinto muito pelo que aconteceu entre eu e seu marido. Mas sabe... eu não pude evitar, me apaixonei e não aguentava mais ser a errada nessa história, queria que você ficasse sabendo disso pra que ele enfim tomasse alguma atitude. Mas você desistiu dele e ele não me aceitou por ter te contado. – fala Roberta, fingindo estar a ponto de chorar. A verdade era que ela nunca se colocara no lugar da mãe de Pedro e por isso falar o que estava falando lhe dava nojo, parecer fraca lhe dava nojo. Mas aquilo era para um bem maior, para dar a volta por cima e provar quem estava no comando. Quem sempre estava no comando. Pedro se arrependeria pela vergonha que lhe fizera passar.

Delma se sente mexida com as palavras da mulher, mas não cede. Mentir era uma coisa que ela sabia muito bem que Roberta era perfeita em fazer.

–- O que você espera que eu fale? Que eu te perdoou, que agora seremos melhores amigas, você vai ser a professora de natação de minha filha de novo e vai transar com o pai dela todo santo dia enquanto a boba aqui conversa com você no outro dia sobre métodos contraceptivos e posições sexuais?

Roberta morde dentro de seu próprio lábio numa forma de acalmar a si mesma.

–- Não. Eu só quero que nós voltemos a conviver perto uma da outra pacificamente.

Delma ri, irônica.

–- Ahan... vou fingir que acredito.

–- É sério! Olha... eu sei que você deve estar se sentindo a pior mãe do mundo depois do que seu filho fez...

Delma encara a mulher, completamente perplexa.

–- Como assim? – pergunta.

–- Ora essa... o segredo que ele guardava da namorada. A filha do Gael deve estar arrasada...

–- Como você sabe disso?!

Roberta abre um de seus sorrisos presunçosos.

–- Todo mundo ta sabendo. – responde ela, vendo Delma arregalar os olhos.

–- Então ele contou...

–- É... esse é o tipo de educação que você dá pro seu filho? – pergunta Roberta, ansiosa para seu plano dar certo.

Delma se vira para ela, furiosa.

–- Olha aqui, sua vadia... eu eduquei muito bem meus filhos! O único problema é que Pedro puxou um pouco o pai e quando aquela Bianca se ofereceu pra pagar a demo dele, ele foi um cabeça-dura e aceitou.

Roberta sente satisfação ao ouvir aquelas palavras, mas sabia que tinha mais coisa ali. Precisava ir mais fundo nos palpites.

–- Ah... então foi pra demo que... – interrompeu seu pensamento, esperando que a mãe de Pedro o completasse.

–- Ele foi pago pra namorar a Karina? Foi... e ele já se arrependeu. Tanto é que já contou para a garota. Pra você ver como eu educo muito bem meus filhos! – murmura Delma, irritada.

Roberta assente, sorrindo satisfatoriamente.

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–- Então eu acho que é isso néh, minha linda... – fala Pedro, acariciando o rosto da namorada, quando eles enfim chegaram á porta da casa dela.

Karina abriu um sorriso ao ouvi-lo chamá-la daquele jeito e sentiu seu estômago borbulhar de medo. A hora era agora.

–- Não é só isso não. – murmura, seriamente, negando com a cabeça. Pedro franziu o cenho, confuso. – Ainda tem o meu presente. – sussurra, pegando a mão dele e a acariciando.

Pedro sorri em meio a sua confusão.

–- E onde está esse presente? – pergunta ele.

Karina solta um suspiro antes de responder:

–- Aqui dentro. – e o puxa para dentro de sua casa.

Ele a segue e quando eles entram na sala a encara em busca de informações.

–- Espera um pouquinho aqui. – pede ela e quando o vê se sentando no sofá corre para o seu quarto.

Quando se vê sozinha, fecha os olhos apertados, e sente seu coração quase pular pela boca.

Ela e Bianca já haviam deixado quase tudo preparado para a hora H. Sua irmã, romântica do jeito que era, havia comprado várias velas e dispersado pelo quarto para quando ela chegasse ás acendesse e Karina, mesmo sem ser romântica, havia decidido pôr algumas músicas que lembrassem eles tocando.

Depois que ela terminou de organizar o ambiente, respirou fundo enquanto encarava sua cama, nervosamente. Olhou-se no espelho uma última vez antes de sair do quarto e tentou transmitir confiança a si mesma.

–- O.K., Karina, vai dar tudo certo. – sussurrou e então voltou para sala, onde encontrou seu namorado sentado nervosamente no sofá, sua perna sacudindo incansavelmente.

Ela ficou ainda mais nervosa ao vê-lo.

–- Então, cadê esse presente? – pergunta Pedro, se levantando.

Ela não fala nada, as palavras parecendo uma bomba dentro dela, apenas se aproxima e cruza seus braços atrás da nuca dele, acariciando seus cabelos. Pedro fecha os olhos e se arrepia ao sentir seu carinho, ela não imaginava o quão louco ele ficava quando ela fazia aquilo.

Quando ele abre os olhos, encontra um imenso céu azul o encarando tão profundamente que ele entende seu presente sem precisar de palavras.

Ela cuidadosamente desliza suas mãos até as dele e as guia até seu peito, bem em cima do coração. Ele sente seus batimentos acelerados como se ela estivesse correndo uma maratona e sorri, pensando que não era o único nervoso ali.

–- V-você tem certeza? – pergunta ele, nervosamente.

–- Sim. – responde ela, e ele tira sua mão do peito dela e se afasta, deixando-a irritada. – Chega disso, Pedro! Eu sei que você está com medo. Eu também estou, mas não tem nada que possa nos impedir, meu pai vai dormir na casa de Dandara hoje, Bianca na de Duca, a casa está vazia, eu quero e sei que você também quer. – diz ela, encarando as costas dele com lágrimas nos olhos. Talvez ele não a amasse, nunca tivesse o feito. – Tem alguma coisa que você precisa me contar? – pergunta, vendo-o se virar de volta para ela com uma expressão desesperada.

Pedro sente sua garganta queimando de vontade de soltar todas as palavras que ele guardava dentro de si para o dia seguinte, mas ele não poderia dizê-las naquele momento, Bianca nunca o perdoaria.

–- Eu não tenho nada pra te contar agora. – responde ele, encarando-a enquanto se aproximava novamente. – Eu te amo, Karina, entenda isso... eu só tenho medo que estejamos nos precipitando.

Ela morde os lábios, não acreditando nas palavras dele.

–- Se você me ama, prove. Me ame essa noite e me deixe te amar. A hora certa é nós que ditamos, Pê. – fala ela, deixando que as lágrimas escorressem por seu rosto. Ela se sentia patética dizendo aquelas coisas, como se estivesse nua em frente a uma multidão, mas as palavras simplesmente saiam de sua boca com sinceridade. Ela queria a prova de que cada olhar dele, cada toque era verdadeiro, que ele a amava o tanto que ela o amava, e mesmo que ele não tivesse percebido, ela estava lhe entregando uma prova de amor.

Ele não fala nada, apenas termina com a distância entre eles, beijando-a tão profundamente quanto possível. Seus lábios delicados sobre os dela, como se beijá-la pudesse quebrá-la. E naquele momento ele decidira: não ia pensar nas consequências, não ia pensar no futuro, ia apenas provar para ela todo seu amor, como ela queria que fosse.

Karina geme contra os lábios dele e o puxa para mais perto, aprofundando o beijo para um nível a mais: desejo. Ela se agarra em seu pescoço até ficar nas pontas dos pés e o guia até seu quarto, sem desgrudar de seus lábios. Quando eles chegam até a porta, ela se vira para abri-la e sente Pedro a abraçar por trás e beijar seu pescoço.

Ele interrompe a carícia quando vê a iluminação incrível do lugar, feita pelas velas, e escuta a música Quase Sem Querer tocar baixinho. Sorri, emocionado.

–- Você fez tudo isso pra gente? – pergunta, virando-a em direção a ele novamente.

Ela estava corada, mas assentiu.

–- Eu tentei fazer tudo perfeito como você queria. – responde a garota, encarando-o.

Pedro sente seu coração acelerar e sua consciência gritar dentro de sua mente, mas ignora os dois e a puxa para ele, beijando-a novamente, mas com mais audácia, se aventurando por todo o corpo dela, de suas pernas até a curva de seus seios. Ela corresponde às carícias e puxa sua jaqueta para fora de seus braços e sua camiseta para cima, até que ela saia de seu corpo. Encara seu peitoral com um brilho no olhar. Olhar para ele nunca era cansativo, mesmo que ela já o tivesse feito antes e mesmo que no futuro o fizesse uma centena de vezes.

Pedro sorri ao vê-la daquele jeito e acaricia seu rosto, até que a vê se virar para ele e jogar o pescoço para o lado em um pedido silencioso, ele realiza seu pedido e a beija desde a nuca até os ombros onde ele cuidadosamente desse a alça de seu macacão para maior acesso e a sente relaxar em seus braços. Ela o ajuda e tira a peça de seu corpo, descendo devagar até que ela estivesse em seus pés enquanto Pedro encarava seu corpo, tão absorto que não tinha a capacidade de descrever o que sentia.

Ela se vira para ele, corada, suas mãos tentadas a tapar seus seios apenas cobertos pelo pequeno sutiã tomara-que-caia que Bianca lhe emprestara. Tomara-que-caia, ela nunca entendera esse nome até ver o olhar de Pedro, suas pupilas dilatadas quase fazendo-o cair literalmente no chão.

E ele não se contenta em apenas olhar, se aproxima dela e toca em sua pele, tentando provar a si mesmo que era real, que ele tinha mesmo a garota mais linda do mundo em sua frente, totalmente entregue. Ela se arrepia com seu toque repentino, mas não se encolhe, permite que ele deslize suas mãos por seu corpo, sua barriga, sua clavícula e suas coxas, permitindo-se sentir-se aquecer de dentro para fora, seu corpo em combustão, até que ele para, encara seu olhar de prazer e a vê correr a distância em que estavam e colocar suas mãos sobre o botão de sua calça. Ele treme, hesitante, mas fecha os olhos e deixa-se guiar pelo desejo, dirigindo suas mãos para cima das dela e a ajudando a se livrar de suas calças. Quando elas caem no chão ela não treme ou cora, apenas encara seu rosto e envolve seu pescoço novamente, sentindo as mãos dele descerem até sua cintura e a abraçarem de volta. Eles se beijam novamente, até que ele a empurra em direção a sua cama e a deita ali, devagar e cuidadosamente, deslizando seus lábios para seu pescoço e suas mãos para as laterais de seus seios.

Ela fecha os olhos e se deixa levar pelas carícias dele, até que ele leva seus lábios até a parte nua dos seios dela e ela não se aguenta de desejo, deixa escapar um gemido por seus lábios e o vê se afastar, sorrindo maliciosamente. Ela revida, o empurra para o lado e se joga em cima de seu corpo, suas pernas envolta de sua cintura, deixando-o ainda mais excitado com o contato íntimo de seus corpos, separados apenas por duas peças de roupa. E ela não para por aí, desce devagarzinho suas mãos até a barra de sua cueca e começa a descê-las para baixo, até que...

Toc-Toc.

Ouviu-se um barulho na porta e os dois estancaram, despertando.

–- Deixa que eu vejo quem é... – diz ela, se levantando e colocando a camiseta dele. --Não mexe um músculo. – ordena, sorridente, antes de sair correndo para a sala.

Quando ela se aproxima da porta está com uma expressão frustrada e confusa no rosto. Não imaginava quem poderia estar ali numa hora dessas, exceto, talvez, Bianca vindo buscar algo que esquecera. Mesmo assim era estranho... Bianca não apareceria em plenas três horas na madrugada. Espiou pelo buraco da fechadura, desconfiada, e viu uma cortina de cabelos negros. Uma mulher? Ela provavelmente conseguiria nocautear uma mulher. Abriu a porta, franzindo ainda mais as sobrancelhas ao ver Roberta parada diante dela.

–- O que você está fazendo aqui? – pergunta a garota, grosseiramente e vê a mulher encarar suas roupas com um sorriso malicioso, como se ela soubesse de algo que Karina não sabia.

A lutadora cora ao perceber seu olhar, entendendo-o como uma exclamação, ela não estava sozinha.

–- Dá pra parar de me olhar?! – pede, irritada e vê Roberta a encarar com seus olhos finos como os de uma cobra.

–- Desculpa... não pude deixar de reparar que você estava aproveitando a noite.

–- A madrugada. – corrige Karina, mandando uma indireta para a professora de natação. Roberta não fala nada e Karina acaba tirando suas próprias conclusões do motivo dela estar ali. – Você veio procurar meu pai, não é? Pois saiba que ele voltou com a namorada e não vai querer ficar com você. – fala ela, sorridente.

Roberta ri, pensando na inocência da garota em sua frente.

–- Eu não vim pra isso.

–- Como assim? Pensei que sua razão de viver fosse roubar maridos alheios. – ironiza a menor e isso é o que basta para a outra se irritar.

–- Quem é você pra julgar? Seu namorado não precisou de nenhuma mulher pra fazer burrada.

Karina a encarou, nervosa e confusa.

–- C-como assim? – gagueja, já temendo pelo que ouviria.

Roberta não tem piedade alguma, abre o maior de seus sorrisos e fala:

–- Ué... ele não te contou que sua irmãzinha pagou pra ele te namorar?

Karina sentiu a garganta secar e os olhos marejarem, aquilo era mentira, não era? Pedro a amava. Ele nunca faria isso. Ele não tinha motivos para isso, afinal, as antigas implicâncias com ela eram todas uma máscara para seus sentimentos.

Mas ao olhar no fundo dos olhos da mulher sentiu-se desandar, ela estava falando sério.

Notas finais
NÃO ME MATEM! Ta la na sinopse que as coisas iam dar errado.... :S e deram mesmo. Qual vcs acham que vai ser a reação da Karina? E o Pedro, como ele vai lidar com essa situação? Qual o grau de ódio pela Roberta agora? Eu muito... desde que vi o Pedro enfrentando ela num capítulo já tinha em mente que seria ela que contaria pra Karina e foi mais ou menos assim que criei essa fic. Essa luta que eles viram ainda não aconteceu na vida real, ocorrera em Las Vegas, no dia 31. Enfim... posto o próximo no sábado se eu estiver viva até lá hsuahsua Comentem suas opiniões mesmo que elas sejam amargas... nem tudo é mar de rosas néh?! Mas já aviso que a fic é perina e eu não vou ter a capacidade de fazer a Ka odiar tanto ele ao ponto de não haver beijos em no mínimo 5 capítulos huashsau Enfim, beijo pra vccs!