Correndo em Círculos

29 Capítulo 29: Nadando nas Nuvens


Notas iniciais
Oiiiiiiiiiiiii to eu aqui, um pouquinho tarde, mas eu realmente não tive tempo de aparecer antes, nem mesmo liguei o computador essa semana, até hoje e eu ainda tinha que revisar o capítulo.... mas enfim, eu AMEI os comentários de vcs do último capítulo! Hahaa e GENTEEEE BATEU UM RECORDE! MAIS DE 20 COMENTÁRIOS NO ÚLTIMO CAPÍTULO! Já disse que amo vcs? Pois amo! E ESTAMOS NA CASA DOS 300!!!!!! Queria agradecer mt pelo carinho e apoio e pelos comentários e opiniões, acho que a coisa ficou bem dividida então não acho que vá ter tanta gente decepcionada com o resultado. Queria avisá-los que cometi um erro no último capítulo. Não muda nada no decorrer da história, mas queria deixar claro que é período de férias, portanto a Karina e o Pedro não se encontraram na escola como descrito, eles se encontraram na academia, já mudei isso no capítulo anterior, mas pra não haver confusão quis avisá-los. Música do capítulo: Let Me In - Grouplove. (vídeo perina: https://www.youtube.com/watch?v=h-eOx-wXloQ) BOA LEITURA!

Os dois se encaram devagar e com seus corações na boca.

–- Isso significa que... – começa Karina, com lágrimas nos olhos.

Pedro sorri e encara suas mãos entrelaçadas.

–- Que você não está grávida. – afirma.

Ela olha pra baixo, não sabendo exatamente o que dizer ou fazer, as lágrimas de emoção ainda em seu rosto.

–- Hey... ta tudo bem? – indaga o garoto, preocupado e ela o encara, forçando um sorriso.

–- Sim... isso é bom, não é? A gente é muito novo...

Ele assente, nervoso.

–- É... isso é bom.

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Depois de Pedro e Karina saírem do hospital, os dois passaram a viagem inteira de ônibus em silêncio, cada um em seu canto. Karina, sentada do lado da janela, olhava para a rua com um vazio enorme dentro de si. Ela não entendia o que estava sentindo, mas parecia que havia algo entalado em sua garganta precisando ser libertado.

–- Bem... eu acho que é isso, não é? -- indaga Pedro, depois que os dois descem do ônibus, tentando puxar algum assunto em meio àquele constrangimento presente no ar.

A lutadora assente, cabisbaixa.

–- Eu acho que sim. – e depois de lhe dar um rápido beijo na bochecha sai dali, às pressas.

Pedro franze a testa, olhando para seu jeito atrapalhado de caminhar com curiosidade e sentindo dentro de si que havia alguma coisa errada ali.

–- Esquentadinha... espera. – chama ele, mas ela não para e ele corre atrás da jovem, segurando seu braço e fazendo-a se virar.

Ela não se aguenta, cobrir o rosto de nada adiantando, e ele a vê chorar como um bebê. Arregala os olhos, perplexo, antes dela jogar seus braços em seu pescoço e lhe abraçar, em meio aos seus soluços.

Ele fica sem reação no início, mas logo a abraça de volta, acariciando suas costas com suas mãos e abafando seu rosto em seu ombro.

–- O que ta acontecendo, Karina? ... eu não to entendendo nada. – afirma ele, sentindo seus olhos molharem também.

Ela se afasta, como se estivesse recém despertando e reparando no que acabara de fazer. Encara seus olhos intensamente, seu rosto molhado.

–- Eu não sei... é só que... eu tava me acostumando com essa ideia, sabe? – responde ela, deixando-o ainda mais confuso. – No início eu fiquei apavorada, pensando no meu pai, no meu sonho, no meu futuro, mas depois... quando você me recebeu desse jeito: de braços abertos e tão carinhoso... – ela morde os lábios. – eu comecei a pensar em como ele poderia ser. Na combinação de nós dois juntos, a gente brigando atrapalhados pra vestir, você querendo que ela usasse vestido e eu calça... – ela ri. -- a gente morando juntos e com uma bela família... e aquilo era tão perfeito. Só que... quando eu vi aquele resultado, é como se eu tivesse tomado um banho de água fria. Isso nunca vai acontecer.

Ela busca seus olhos, os seus absolutamente sinceros e ele a encara de volta, quase sem piscar.

–- Eu... eu não sei o que falar. – afirma Pedro, sincero. – Não sabia que você tinha esses desejos...

Ela engole em seco.

–- Nem eu sabia, pra falar a verdade... – admite, sorridente.

–- Se serve de consolo... eu também gostei dessa ideia. Sabe... de uma família feliz com você e o nosso filho.

Ela sente seus olhos marejarem de emoção ao ouvi-lo falar aquilo.

–- É... é uma pena que nunca vá funcionar. Você e eu. – diz ela, mas seus olhos não dizem o mesmo.

Ele se aproxima um tanto, ofegante e concorda com a cabeça.

–- É verdade. – sussurra, baixinho.

Ela encara seus olhos uma vez mais antes de se afastar.

–- Bem... que bom que deu negativo, então, néh? – pergunta retoricamente. – Eu acho que é isso... você segue com a sua vida de músico famoso e eu sigo com a minha de lutadora esquentadinha. – afirma, com um sorriso forçado.

Ele não tem muito tempo de dizer nada, e logo ela se vira para ir embora. Ele encara ela se distanciar cada vez mais, cada passo que ela dava para longe dele, parecendo uma estrada para longe de seu coração. Ele sente uma agonia o consumir, o coração acelerado e as mãos suando. Sentia que não deveria deixar as coisas daquele jeito, mas hesitava, até que ela chegou á porta de sua casa e se virou para trás, também sentindo a mesma coisa.

Eles se olham e ao mesmo tempo, se aproximam um do outro com rapidez, seus olhos sem se desgrudarem.

–- Que tal a gente esquecer de tudo por uma noite? – pergunta ela, ofegante, quando os dois estão próximos novamente, mas ele não fala nada e ela toma seu silêncio como um não e se vira para sair logo dali, arrependida.

–- Espera... – sussurra ele, agarrando seu braço e virando-a novamente, ela não deixa que ele se explique, gruda seu corpo contra o dele, roubando seus lábios e todo o seu ser.

Ele retribui com vigor, não se tocando do quanto sentia falta de seu toque, de sua pele. Puxa seu corpo mais e mais, até que ela está praticamente na ponta dos pés, suas mãos puxando sua nuca para mais perto. Ele sorri contra seus lábios, finalmente se permitindo sentir aquela paixão que os impregnava. Ele estava farto de fugir, de negar. Por mais que os dois tivessem suas diferenças e desavenças ele não se veria longe dela. Nunca. Agora já era tarde e ela já havia se tornado parte dele, parte de sua vida. Ele ri por dentro, fugir só tornava as coisas mais torturantes e negar era praticamente impossível, pois sem que percebesse, sua vida estava girando em volta dela ao tentar se distanciar.

Ele a puxa mais para si, em meio ao seu frenesi apaixonado, e quando os dois se veem quase sem ar, se separam depois de um tempo, ofegantes e encaram um ao outro intensamente.

Ela abre seu sorriso de lado e ele não se segura, beija o canto de seu sorriso, suas bochechas, seu nariz e sua testa, para então abraçá-la firmemente. Ela fecha os olhos e sente uma paz que só sentia com ele aflorar em seu estômago.

–- Eu quero você essa noite, minha Esquentadinha. – murmura ele contra seu ombro, a voz abafada contra sua pele.

Ela ri.

–- Eu já sou sua, Pedro. – responde, sincera, vendo-o se afastar um tanto para olhar em seus olhos, suas mãos agarrando delicadamente seu rosto.

Ele sorri.

–- Você me entendeu...

Ela cora e olha para baixo, envergonhada. Temia confiar nele e depois ter o seu coração destruído novamente, mas quando ele ergue seu queixo para cima e a faz encará-lo, ela se esquece de todos os seus temores. Assente, devagar.

–- E eu quero você. – admite, nervosa.

–- Seu pai ta em casa? – pergunta o garoto, sem nenhuma vergonha na cara.

Ela assente e ele muda sua expressão para chateado.

–- Mas eu tenho uma ideia melhor... – sussurra ela, sorridente.

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Desde que Pedro e Karina ficaram presos dentro da Ribalta, Mestre Gael deu uma chave para sua filha, não gostava da ideia daquilo se repetir e sabia que uma adolescente com a chave de um lugar como aquele não era exatamente uma coisa boa, mas sua preocupação foi maior e ele pensou também que ela era muito responsável para que usasse aquela chave para algo que não fosse treinar.

Pobre Mestre Gael...

Assim que o casal Perina entrou dentro da academia e fechou a porta novamente, foram tomados por um nervosismo enorme, eles encaram o lugar, sorrindo ao se lembrarem da noite em que ficaram ali sozinhos antes. O tatame, os sacos de box, o ringue... era estranho ver aquele lugar vazio, quase como se não fosse o mesmo lugar onde Pedro derrubou o balde de água na cabeça de Karina, onde ela passava horas e horas treinando e pensando em seu guitarrista e onde eles se beijaram por várias vezes. Buscam o olhar um do outro novamente, se lembrando da última noite em que eles estiveram juntos ali, sozinhos. Nenhum dos dois saberia dizer como conseguiram aguentar aquela noite até quase seu último instante. Queriam, os dois, se juntarem e nunca mais se separarem, a paixão impregnada em cada movimento e olhar.

–- Graças a Deus o Nando não ta mais morando aqui. – sussurra Pedro e Karina ri de seu jeito. O outro guitarrista havia finalmente alugado um apartamento depois de muito Delma insistir que não era saudável dormir em um sofá. Ele dissera que se ela queria que fosse diferente que o convidasse para morar em sua casa, mas acabou cedendo ao seu olhar mortal e arrumou um imóvel.

O que era ótimo para Pedro e Karina.

Ela sorri para ele, levemente tímida, larga sua mochila no chão e os dois se aproximam, nervosos e quando estão a uma distância mínima, Pedro agarra o rosto dela com suas mãos.

–- Eu pensei que fosse ficar nervoso só dá primeira vez, mas... – admite ele, se interrompendo quando ela pega uma de suas mãos e a leva para o seu peito, bem acima do coração.

–- Eu também pensei assim. – afirma ela, sorrindo, emocionada.

Ele sorri de volta e, devagar e simultaneamente, os dois tomam os lábios um do outro para si e caminham lentamente em direção ao ringue. Não precisavam de palavras para saberem que aquele lugar seria o de sua segunda vez, o sentimento era recíproco, ambos queriam que fosse naquele lugar. Lugar onde passaram várias e várias situações e onde quase acontecera duas vezes.

Eles se atrapalham um pouco ao pularem as cordas e entrarem no ringue aos beijos, mas riem, descontraídos, e quando estão ali dentro, a uma distância pouco menor que um metro, sentem algo estranho em seus estômagos, o famosos sentimento do dejá vu. Era estranho estarem naquela posição não para se baterem, mas sim para se amarem. Os dois sorriem pensando nessa estranheza.

–- Tem um vídeo clipe... – começa a falar ele, e ela franze a testa, confusa. – que é exatamente assim, duas pessoas dentro de uma jaula, lutando pelo amor um do outro. No final, uma delas consegue sair e a outra não e as duas ficam tentando se encontrar de alguma forma, a que está fora tentando entrar novamente, porque é muito melhor ficar preso com alguém que se ama do que ficar livre sem ela. – afirma o garoto e ela concorda com a cabeça, se aproximando até estar em sua frente e beijando seus lábios com delicadeza.

–- É... é muito melhor. – sussurra ela, pensando que mesmo se ele quebrasse seu coração novamente valeria a pena lutar por seu amor. Ele sorri, antes de tomá-la em mais um beijo, um que dessa vez toma outras proporções e logo atinge a paixão.

Os dois, ainda unidos vão se deitando sobre o chão, devagar e cuidadosamente e a próxima vez que separam seus lábios estão assim, o corpo dele sobre o dela em cada parte sua, suas pernas agarrando as suas por fora, seu abdômen exatamente por cima do dela, subindo e descendo daquela mesma forma, ofegantes.

Ele a beija novamente, seu corpo entrando cada vez mais em combustão com seu toque e prensando o dela contra o chão cada vez mais. Ele desce sua boca da dela para sua bochecha, seu queixo, seu pescoço e mais além... para seus ombros e ela, vendo em seus olhos sua hesitação, coloca suas mãos na barra de sua blusa e a ergue para cima, deixando mais partes suas ao seu dispor.

Ele encara seu corpo, seus olhos negros de desejo e logo desce seus lábios por sua pele nua, seu decote, seu abdômen e sua barriga chapadinha, até que chega ao cós de suas calças e trava, buscando os olhos dela antes de fazer qualquer coisa.

Ela estava com eles fechados, apreciando seus toques e sentindo o calor de cada um deles, por isso ele voltou a sua posição, abrindo o botão e o zíper de sua calça para então puxá-la para baixo com uma torturante lentidão. Ela arranha suas costas, ele estava a provocando com seus movimentos lentos e fazendo seu corpo quase entrar em ebulição. Ele sorri ao ver seu desespero, seus olhos negros e seus lábios soltando pequenos gemidos tímidos e diminui ainda mais sua velocidade, torturando-a. Ela grunhi, e não se aguenta mais, empurra suas mãos brutalmente, fazendo ele soltar uma risada com a pressa dela.

–- Dessa vez eu comando. – diz ela, o olhando maliciosamente. Ele sorriu de lado e ela se jogou em seus braços, o atirando no chão com ela por cima. Tirou sua camiseta e beijou todo o seu peito como se fosse o centro do Universo e ele gemia a cada toque, deslizando lentamente suas mãos para a barra do top dela.

Ela corou, mesmo já tendo ficado completamente nua na frente dele antes. Sabia que tops não eram as lingeries mais sexys, mas não gostava de sutiãs, eram desconfortáveis, por isso nunca tinha ligado, até aquele dia, mas ele parecia discordar a cada olhar, ou talvez fosse o conteúdo dele que o deixava deste jeito. As calças já haviam voado para o chão e as pernas dela se entrelaçavam nas dele como um nó, as mãos dela viajando por todo o corpo dele até seu cinto, que ela desabotoou sem pressa, o beijando e sendo beijada enquanto ele deslizava para fora de seu corpo.

As mãos dele continuavam na borda do top dela, tentando a todo custo se livrar daquela peça tão incômoda, mas se atrapalhando em puxá-la para cima, e quando ele soltou alguns palavrões, ela riu, tirando suas mãos e erguendo ela mesma, fazendo ele correr suas mãos com pressa por cima do tecido para ajudá-la.

–- Uau. – murmurou ele, olhando para seus seios com luxúria, seus olhos negros de desejo, ela corou, mas logo deixou a vergonha de lado e desabotoou as calças dele, enquanto ele beijava seus seios com cuidado, fazendo de tudo para não machucá-la.

Ela geme alto e ele sorri, empurrando-a contra o chão e ficando por cima desta vez.

Ela praguejou entre os gemidos e enlaçou suas pernas nas dele, puxando as calças dele com suas pernas e o deixando ainda mais louco.

–- K-Ka... – suas intimidades estavam tão próximas que ele mal conseguia raciocinar, separados apenas por suas últimas peças íntimas. Ela o encarou um momento antes de senti-lo puxando sua calcinha, seu rosto totalmente vermelho de vergonha.

Ele desce seus lábios pelas pernas nuas dela e beija desde sua canela até sua virilha, onde ela treme e se encolhe, nervosa, mas ele segura seu corpo forte contra o chão e continua com seus beijos até mais além, fazendo-a arquear as costas e tremer o corpo.

Ele afasta seu rosto do meio de suas pernas e ela solta sua respiração, ficando vermelha e ofegante.

–- P-Pedro... – sussurra e quando ele sobe sua cabeça para cima da dela, pega em seus ombros e o empurra contra o chão, ficando por cima. Ela sorri, safada e prensa seu corpo sobre seu membro, ainda coberto pela cueca, fazendo-o gemer.

Ela o beija uma vez mais antes de descer suas mãos até aquela peça e puxá-la para baixo, sendo ajudada por ele. Ele sorri, enquanto sua última peça de roupa voava para o chão. Eles estavam agora como vieram ao mundo, totalmente nus.

–- Er... você tem alguma camisinha ai, Ka? – pergunta o garoto, nervoso. Ela tinha que ter, porque naquelas alturas ele faria até mesmo sem, pois não se aguentava mais de desejo.

Ela cora e corre atrás de sua mochila, pega um pacote no bolso de fora e volta para dentro do ringue.

–- Sorte a sua que depois que a Bi descobriu da minha possível gravidez me deu algumas... – sussurra ela e ele sorri, nervoso, se sentando para ajudá-la.

Depois de protegido, Karina sorri para seu guitarrista e volta a montar nele, sua respiração ofegante por pensar no que estava por vir. Desmancha seu sorriso, encarando seriamente seus olhos brincalhões.

–- Eu te amo, Esquentadinha. – sussurra ele e ela sorri de lado e assente.

–- Eu também te amo, meu guitarrista frouxo.

Ele ergue as sobrancelhas, divertido.

–- Você vai ver o frouxo... – murmura, provocante, antes de empurrá-la para o lado, ficando por cima e conectar totalmente seus corpos.

Ela solta um gemido com o susto repentino e grunhi, irritada por ele ter tomado as rédeas da situação, mas tudo o que ela consegue fazer naquela nuvem de prazer é agarrá-lo com as pernas e puxá-lo ainda mais para perto, fazendo ele ir mais fundo.

–- E-Esquentadinha... – geme ele, desconcertado e intensifica seus movimentos, quase levando os dois a lua.

Mas quando ela começa a se acostumar com aquele prazer, ele se interrompe, puxa ela pela bunda e se atira para o chão, deixando que ela tomasse o controle do ato. Ela geme alto ao cair com seu corpo por cima do dele e demora um pouco para começar a se movimentar, desacostumada com a nova posição.

Mas quando ele puxa sua nuca para mais um beijo ardente ela entende que está fazendo o certo e intensifica seus movimentos, rebolando os quadris e fechando os olhos fortemente de prazer. Pedro também estava em transe, mas ao reparar na expressão dela, seus seios pulando no ritmo de seu corpo, ele abre um pequeno sorriso, feliz por estar lhe proporcionando mais prazer daquela vez.

Ela rebola mais um pouco e logo sente as paredes de seu interior se estreitarem cada vez mais, Pedro também sente seu ápice se aproximar, mas se segura o máximo que pode para que os dois pudessem chegar juntos.

–- P-Pedro... – gagueja ela, mordendo os próprios lábios ao sentir seu ápice chegar junto dele.

Ela joga o corpo sobre seu abdômen, sentindo o maior prazer que já sentira em toda sua vida, seu corpo parecendo ter gasto todas as energias daqueles anos sem sexo em apenas uma noite. Ele sorri, sentindo o peito dela subir e descer junto do dele, ofegantes e acaricia seus cabelos com as mãos enquanto espera que ela recobre o pouco de energia necessária para se desconectar de seu corpo.

–- Então é isso que você sentiu... – sussurra ela, levemente envergonhada.

–- O quê? Orgasmo? Dizem que nas mulheres é mais intenso e eu acho que isso é verdade. Quantos homens são necessários pra derrubar uma Esquentadinha? – indaga ele, brincalhão.

Ela revira os olhos e levanta a cabeça para poder encará-lo.

–- Lutadores? Vários... mas guitarristas frouxos e arrogantes? Só você mesmo. – responde ela, entrando em sua brincadeira.

Ele abre um enorme sorriso e ela separa seu corpo do dele, engatinha até o seu lado e lhe dá um rápido beijo nos lábios, ele sorri contra sua boca, mas depois do beijo se levanta e corre para o banheiro para tirar a proteção.

Na sua volta, ela já está vestida com sua camiseta e depois dele vestir sua cueca e se deitar ali no ringue mesmo, ela se aconchega em seu abraço, o corpo coberto de cansaço dos pés a cabeça.

–- Eu te amo, minha Esquentadinha. – diz ele, pela talvez terceira vez no dia. Não era sua culpa se o sentimento parecia tão grande que não bastava aquelas pequenas três palavrinhas, ela tinha que ser lembrada daquilo a cada instante, para que nunca mais duvidasse.

Ele beija sua cabeça e ela sorri contra seu abdômen, seus lábios beijando sua pele em seguida e subindo até seu pescoço, onde ela termina a trilha em sua boca.

–- Eu também te amo, meu guitarrista. – sussurra em resposta e encara seus olhos, os seus cheios de paixão e amor.

Ele traça suas mãos por seu rosto, carinhoso e ela fecha os olhos suavemente, até que os abre e dá de cara com o imenso sorriso nos lábios dele. Ela fica séria, de repente, e se senta sobre o chão.

Ele franze a testa e imita seu movimento, confuso.

–- Ta tudo bem, Esquentadinha? – pergunta, preocupado.

Ela solta um suspiro e se vira para ele.

–- Falando sério, como é que vai ser a partir de agora? A gente ta junto de novo, é isso? – pergunta a garota, encarando seus olhos com curiosidade.

Pedro passa as mãos pelos cabelos e morde os lábios, sem ter uma resposta exata em mente. Encara seus olhos de volta e engole em seco.

Notas finais
E ai gente? Gostaram do hot? Tentei fazer mais intenso desta vez, mas não sirvo mt pra essas coisas... Espero que vcs não queiram me matar por a K não estar grávida, mas eu já tinha bolado isso lá atrás, quando eu tive a ideia da segunda temporada... enfim, até lá vcs vão entender o que tem haver, mas eu aviso que um dos temas dela serão bebês e nada é por acaso nessa temporada... Mas será que Perina ta de volta? Já ta na hora, néh? Acho que a fic ta entrando na reta final, uns dez capítulo mais ou menos, aviso quando tiver certeza, mas de qualquer forma vai ter a segunda temporada! ♥ e eu to super animada pra vcs verem as minhas ideias em ação. Espero ver muitos de vcs nos reviews :B BEIJO, SEUS GATÕES! ♥ ♥