Notas iniciais
Oiiee, só avisando... espero que não me matem g.g por favor! é meu aniversário amanhã... não pode! kkkkk boa leitura...e AGUENTA CORAÇÃO! kkkk

Eric acordou ao som da campainha. Estava deitado no sofá. Levantou-se e foi atender. Não esperava ninguém e já parecia ser noite, pois tudo estava escuro. Apertou o interruptor e ligou as luzes. Quem o chamava àquela hora? Abriu a porta e teve uma grande surpresa. O que ela fazia ali? Beth o olhava com olhos cheios de raiva. Mas por quê? A bochecha levemente rosada como gostava delas. Beth corada era o jeito que ele mais gostava.

— O que você está fazendo aqui, Beth? – Ele indagou, olhando-a curioso. Sentia vontade de pegá-la e beijá-la. Levá-la para sua cama...

— Posso entrar?
Ele se afastou e a deixou entrar. Ela trajava uma saia jeans e uma regata vermelha. Estava linda. Fechou a porta e virou-se para ela, cruzando os braços. Seu corpo já estava reagindo só de olhá-la. Suas mãos ansiavam por tocar aquela pele de novo. De tê-la de novo e de novo... E de novo... Afastou um pouco os pensamentos. Queria saber o motivo de ela estar ali. Depois de ter sumido por tanto tempo, como ela aparecia em sua porta do nada? Se não queria vê-lo como falara, por quê estava ali? Não tinha sentido.

— O que quer? – Perguntou de novo.

— Eu quero dizer algumas coisas pra você. – Ela se aproximou um pouco mais dele, saindo de perto do sofá e ficando a poucos centímetros de Eric. Ele conseguia sentir o perfume dela e era inebriante.
— Já não disse tudo o que tinha pra dizer?

— Não, quero deixar bem claro, explícito, que não quero te ver nunca mais! Que você não significa nada pra mim, como já te falei. – Ela levantou o queixo, encarando-o.

Eric semicerrou os olhos. Não queria ouvir aquilo de novo. Manteve seus braços cruzados para não atacá-la e calar a boca daquela garota.

— Se já falou antes, não precisa repetir. Eu entendi. Não sou surdo. – Fixou os olhos nos dela.

— Não. Quero falar mais! Por que você fica roubando beijo meu? Você tem algum tipo de problema? Têm tantas por aí pra você beijar! Por que tem que ser justo eu?

Eric se afastou dela e começou a caminhar pela sala. Não queria ouvir nada daquilo. Nem ele tinha respostas para aquelas perguntas! Ou tinha e não sabia. Estava confuso por completo, era capaz de nem ao menos saber mais quem era! Nem seu nome, de onde viera... Estava totalmente confuso! Como nunca estivera antes. Beth continuou a falar. Eric pegou um copo e colocou um pouco de whisky. Tomou de uma vez, enquanto ela continuava a falar. Apertou as têmporas com os dedos. A voz dela, lhe dizendo tais coisas estava deixando-o com dor de cabeça. Sentiu uma mão em seu antebraço e no instante seguinte foi puxado. Ficou de frente para ela.

— Olha pra mim! Eu odeio você, Brittingham! – Os lábios dela tremiam.

Eric sentiu o já comum aperto no peito. Mas esse doía ainda mais. Ela o odiava... Mas por quê? Cristo, não conseguia entender o que fizera de tão errado!

— Além do mais, vim também para dar uma noticia. – Ela colocou as mãos na cintura.

— Que noticia? – Perguntou curioso.

— Que vou me casar. Com Dean. – Ela cruzou os braços e ficou encarando-o com um quê de desafio no olhar.

Pra que ela queria dar aquela noticia? Que tal um convite? Ele poderia rasgar, picotar, fazer em pequenos pedaços e extravasar o que estava sentindo. Raiva. Muita raiva. Dor. Seu sangue subiu de uma forma absurda, as veias de sua testa e têmporas começaram a aparecer. Sentia-as pulsando. Assim como seu membro estava pulsante por conta da presença dela. Beth não podia se casar com aquele cara! Ela era sua! Por que ela não o amava? Era tão difícil assim?

Pegou-a pelos braços e sacudiu-a, jogando-a de encontro ao sofá. Colou seu corpo ao dela. Beth não seria de mais ninguém a não ser dele.

— Escuta o que eu vou te dizer... Você não vai se casar com aquele doutorzinho de merda. – Disse entre dentes, olhando-a fixamente, com raiva.

— Ah não? E qual o motivo de eu não me casar? Eu gosto dele e não tenho nada que me impeça de dizer o bendito sim!

— Tem sim... Eu te impeço de dizer isso pra ele. Você vai dizer isso pra mim. E só pra mim. – Aproximou seu rosto ao dela e beijou o pescoço macio de Beth.

Sentia mais ainda o perfume daquela garota. O doce perfume. O contato da pele sedosa contra sua boca... Enquanto a acariciava com o rosto, sorriu ao percebê-la totalmente entregue embaixo de seu corpo. Beth o queria! Soltou um dos braços dela e começou a passar sua mão no corpo curvilíneo dela.

— E qual seria sua pergunta para que eu dissesse... Sim...? – Ela dava pequenos gemidos, enquanto passava a mão por dentro de sua saia e chegava as coxas, apertando, subindo mais um pouco.

Fez um caminho de beijos desde o pescoço até chegar à boca de Beth. Sua mão já se aventurava mais um pouco. Queria arrancar aquela saia, tudo o que cobria o corpo que tanto ansiava e tê-la mais uma vez. Porém iria com calma. Teria todo o tempo do mundo. Ela era sua.

— Eu faria muitas... – Sussurrou no ouvido dela. – Muitas que você teria que dizer “sim”. Mas no momento... Farei apenas uma. Uma dessas tantas... – Beijou o lóbulo da orelha de Beth, fazendo-a estremecer e gemer. – Beth... Eu quero ficar com você. Eu não agüento mais ficar sozinho, sem ter você... Eu mudei, mudei por sua causa... – Soltou o outro braço dela e a fez abrir as pernas, encaixando-se nela. Segurou-a e a levantou, fazendo Beth se segurar nele com as pernas envoltas em sua cintura e os braços em seu pescoço. – Não consigo parar de pensar em você...

Enquanto Eric a levava para o quarto, continuou a dizer tudo o que se passava, antes de formular a pergunta tão difícil. Para um homem que nunca precisara fazê-la, era muito complicado.

— Mas eu não...

— Shiu... Shiu... Fica quieta. – Deitou-a na cama e ficou por cima dela. – Eu estou confuso... Não sei... Eu só quero que você seja minha, Beth. Que fique comigo e não se case com esse filho de uma puta imbecil... – Disse, levantando a regata e expondo a barriga plana. Beijou toda a extensão dela e terminou de retirá-la, quando chegou aos seios. Ela não usava sutiã, o que o fez sorrir.

— Então... Qual é a sua resposta? – Se debruçou nela e passou a beijar-lhe os seios. Logo sua boca tomou um mamilo e começou a sugá-lo, com urgência, com tesão, enquanto sua outra mão acariciava o outro.

Ouvia os gemidos dela. E por entre eles a resposta que queria.

— Sim... Sim... Eric... – Ela ofegava. As mãos dela passeavam de seus cabelos para seus ombros, instigando-o a continuar. – Eu... Fico... Mesmo não gostando nem um pouco de você... Eu fico.

— Eu farei você gostar de mim... E farei de uma forma que você nunca mais vai esquecer.

Beijou-a, explorando a boca dela com sua língua, sentindo o gosto de novo, depois de tanto tempo. Mostrava a ela o quanto estava excitado, prensando sua masculinidade no meio das pernas dela e fazendo movimentos circulares. Adorava ouvir os suspiros que Beth dava. Enquanto a beijava, tratou logo de se livrar de sua camisa. Jogou-a no chão e voltou a beijá-la.

A urgência por aquela mulher estava se tornando insuportável. Retirou o restante de suas roupas e as dela. Voltou a deitar-se por cima dela, penetrando-a de uma vez, o calor dos corpos, o calor dela... Beth era tão acolhedora! Sentia-se bem nos braços daquela mulher, se sentia completo dentro dela. Precisava de Elisabeth. Enquanto fazia os movimentos de vai e vem, perdia-se em beijar a pele dela, em passar as mãos por toda sua extensão. As unhas dela rasgavam suas costas e isso o fazia ficar mais excitado. Passou a aumentar os movimentos.

Ela puxou-o para mais um beijo. Aquela garota podia não gostar dele, mas agia como se gostasse. Ficaram daquela mesma forma durante um tempo. Eric tinha perdido a noção do tempo nos braços de Beth.

O telefone começou a tocar e Eric tentou não ouvi-lo. Tentara concentrar-se em Beth, que estava quase chegando ao ápice. Esteve se segurando tanto, para esperá-la... Não iria parar agora por causa de uma merda de telefone. Quem estivesse ligando que fosse para o inferno. O que importava era o que estava vivendo naquele momento e não podia interromper. Mas o toque estava cada vez mais alto. Abriu os olhos e olhou para Beth. Olhos semicerrados, rosto vermelho, suada, gemendo e acompanhando-o no ritmo acelerado das penetrações. O barulho do telefone aumentava cada vez mais e mais... E mais...

Eric acordou de súbito. O telefone tocava na mesa de cabeceira. Ficou alguns segundos tentando mexer algum músculo. Quando finalmente conseguiu, se ergueu na cama e sentou-se. Pegou o aparelho e atendeu.

— Alô?

— Hey Eric! É o Fred!

Eric olhou pela janela, que deixara aberta quando fora dormir. A lua ainda estava lá. O que aquele merda queria?

— O que você quer, Fred? Que inferno...

— Você tava dormindo?

— Não, eu tava me fingindo de morto pra ver se vocês me procuravam. – Eric olhou no relógio — São 4:20 a.m., idiota. Achou que eu estava fazendo o quê?

— Calma, cara. Tá de mau humor? Eu achei que você tava com alguém... Ou bebendo a noite toda como o Tom me contou. Liguei pra te encher o saco, não tenho o que fazer e estou sem sono...

— E você acha que eu sofro de insônia que nem você? Não é todo dia que eu bebo a noite inteira, Fred.

— Não... Eu sabia que você tava dormindo. – Ouviu uma risada do outro lado da linha e teve uma vontade imensa de que Fred estivesse em sua frente. Daria belos tapas na cara dele.

— Seu filho de uma puta... – Murmurou – Fred, se só ligou pra me encher o saco, eu estou a fim de dormir, ok? Tchau.

— Mas, Eric...

Eric bateu, com raiva, o telefone e deitou novamente, afundando o rosto no travesseiro. Tudo aquilo tinha sido um sonho! A desgraça de um sonho! Deu dois socos no colchão. Mas parecia ser tão real... Oh sim, pareceu ser tão real, pois seu membro pulsava dentro do short. Ainda conseguia senti-la...

Virou-se e encarou o teto. Estava louco mesmo. Até sonhar com ela, sonhava! Não conseguia se entender. O que se passava? Já sabia a resposta, mas não podia ser isso. Mas era claro que não. Não iria admitir aquilo. Nunca. Iria passar. Ia esquecê-la. De qualquer forma, iria esquecê-la. Cobriu-se e deitou de lado. A excitação estava incomodando-o. Estava inquieto. As imagens nítidas do sonho não saiam de sua mente.

Levantou-se, xingando. Tirou o short e entrou no banheiro. Um banho gelado resolveria aquilo. Praguejou ao sentir a água gelada bater em seu corpo.

Além de tudo, sentia certo alivio por ter sonhado que Beth iria se casar com o médico idiota.

Passou a mão nos cabelos loiros, molhados e entrelaçou os dedos na nuca, encostando a testa na parede do banheiro. Não tinha que ter alívio algum por ela não se casar com aquele cara. Beth não gostava nem um pouco dele e podia sim, se casar com qualquer um. Até mesmo com Dean. Eric não possuía aquela garota e muito menos qualquer sentimento dela. Por quê ela teria que possuir seu coração ou qualquer mísero sentimento? Isso era injusto. Estava tão feliz antes de encontrá-la...

Deu um soco na parede e desligou o chuveiro. Tudo estava melhor agora. Menos algo em seu interior que ainda doía um pouco. Secou-se, colocou o short novamente e se largou na cama. Perdido em pensamentos, nem se tocou quando adormeceu de novo.

***

Tom estava colocando a jaqueta para sair quando percebeu alguém se aproximar. Era Anne. Desde que acordara não dera uma palavra a ela, nem ao menos no café da manhã. Estava tentando manter sua boca fechada para não falar besteiras a ela, mas cada vez que a olhava, sentia vontade de dizer muitas coisas. Coisas que a deixariam magoada. Terminou de vestir-se e assim que deu o primeiro passo para a porta, foi impedido. Ela segurava sua jaqueta.

— Tom, por favor vamos conversar. – Ela pediu.

— Anne... – Puxou de leve sua jaqueta e deu um passo para frente, tocando já a maçaneta da porta de saída. – Agora não. Acho melhor conversarmos outra hora. Estou atrasado.

Sem esperar por resposta, Tom saiu e fechou a porta. Demorou alguns segundos para entrar em seu carro. Não tinha o que conversar com ela. Não no momento. Ainda estava muito recente e não queria arrumar uma briga maior. Amava-a, ou ao menos achava que nutria esse tipo de sentimento por ela. Já não tinha certeza se queria deixar aquilo crescer. Ela podia ser como as outras. Enganá-lo, traí-lo...

Ao ligar o veículo, ouviu alguém bater no vidro de sua janela. Pensou ser Anne, mas no momento em que observou a pessoa, sentiu seu corpo tremer por completo. Engoliu em seco e abaixou o vidro. Suas pernas estavam bambas. Por que estava tendo aquela reação? Não gostava mais de Emily... Ou era disso que tentava se convencer?

— Oi, Tom. – Ela disse, com as mãos dentro do casaco.

— Oi Emily... Como... Como você está?

— Não muito bem desde o dia em que terminamos... – Emily baixou a voz e desviou o olhar. – Foi uma sorte encontrar você de novo. E como você está?

— Bem, eu acho. É... Acho que estou bem. Como você soube onde eu estou morando?

— Encontrei com Jeff ontem, por acaso. Perguntei sobre você e pedi seu endereço... – Emily se debruçou na janela do carro e aproximou seu rosto de Tom. – Eu sinto tanto sua falta... Não queria que tivesse sido daquela forma...

Tom olhava para os lábios de Emily. Sentia vontade de beijá-los. Mas não podia. Estava com Anne mesmo que tudo estivesse dando errado entre eles, não a trairia, não podia fazer isso. Mesmo que sentisse saudades daquela garota em sua frente.

— Eu também não queria que fosse. Mas estava ficando difícil, Emily... Você fez sua escolha.

— Sei disso e me arrependo profundamente. Eu estava de cabeça quente, Tom. Não estava acostumada com o seu sucesso...E só de pensar em groupies... – Balançou a cabeça. – Eu sinto ciúme.

— O seu ciúme nos prejudicou.

— Eu sei. Mas o meu ciúme é prova do quanto eu te amo. Tom... Eu vivo por você! Passei esse tempo todo tão triste... Imaginando como você estaria... Querendo estar lá com você! Fui idiota ao escolher ir embora, eu sei disso. Mas aquela garota...

— É do Eric. Já falei. Se gostam, se amam praticamente. Avisei a você que ela era do Eric e não tinha nada a ver comigo, mas você não acreditou em mim. Não confiou.

Emily parou por alguns segundos e pensou. Recordava-se da garota. Vira-a antes de discutir com Keifer e ir embora do hotel, terminando tudo. Tinha impressão que já tinha visto-a em algum outro lugar. Vasculhou mais um pouco em sua memória e lembrou-se da onde tinha visto aquele rosto por mais de uma vez. No Double Dutch. Quando ela estava conversando com Mike, aquela garota viera e o chamou para ir embora. Mike era irmão da garota. Quase riu. Como não tinha notado isso antes! O mundo era pequeno... Muito pequeno...

— Me desculpe. Naquela hora eu não estava raciocinando muito bem. – Suspirou e se afastou do carro de Keifer. – Bom, já vou embora. Queria apenas te ver e... Ver se podíamos ao menos conversar. Eu continuo no mesmo lugar e... Tchau, Tom. – Sorriu de leve e se afastou, seguindo o mesmo caminho que pegara para chegar ali.

Tom acelerou o carro e parou ao lado dela. Não conseguia deixá-la ir embora sozinha. Por mais que Emily tivesse sido possessiva, ciumenta e armar diversos escândalos, ainda gostava um pouco dela. Ela fora a garota que mais gostara em sua vida... E se brincasse, ainda gostava.

— Emily. – Chamou-a. Ela parou. – Entra, eu te levo até sua casa.

Ela deu um pequeno sorriso e entrou no carro de Tom. Sem dizer nada um ao outro, Tom deu partida e seguiu para a casa de Emily, com um peso no coração.

Anne saiu de perto da janela e afastou os cabelos do rosto. Tom tinha colocado uma garota em seu carro. Uma onda de choro lhe veio e ela não conseguiu conter. Chorou como uma criança machucada. Ele iria traí-la. Tudo estava tão errado! Sentou-se no sofá e abraçou as pernas. Ele não podia estar fazendo aquilo... Não podia...

Depois de deixá-la, Tom seguiu para o estúdio. Seu coração estava balançado. Já não sabia o que fazer, a quem amar... Precisava conversar com alguém. E o único era Eric. Mesmo que ele estivesse com problemas também – O que sabia que estava, pois não era bobo e conhecia Eric, e a responsável por eles era Beth – Era com ele mesmo que iria conversar desabafar. O que faria? Ele podia ajudá-lo... Eric sempre conseguia.

Tom encontrou Eric fumando na porta do estúdio. Jeff estava com eles, mas um pouco afastado, conversando com uma garota. Sorriu de leve. Aquilo era raro. Aproximou-se do loiro e logo depois, Fred também chegou. Bocejando. O baterista foi direto onde Jeff estava com a garota e abraçou-o pelo pescoço.

— Desculpa atrapalhar vocês, mas o Jeff tem que trabalhar, querida. – Falou, puxando Jeff para dentro do estúdio. – E aí Eric, como passou a noite? Dormiu bem?

— Eu vou estourar a sua cara, Fred. – Eric disse baixo e ameaçador.

O baterista deu risada e todos entraram no estúdio. Já estavam no final das gravações. O lançamento seria no próximo mês. Tom mantinha seus pensamentos em Anne, com uma certa raiva e em Emily. Estava muito confuso. Eric mesmo não querendo, pensava em Beth e no sonho que tivera. Por mais que tentasse esquecê-la, queria falar com ela. Ao menos falar, encontrá-la, qualquer coisa! Não estava agüentando mais! Olhou para Fred, que estava debruçado numa mesa, conversando com Jeff. Ele teria o telefone de Beth? Talvez ele soubesse algo sobre ela. Resolveu ir falar com ele. Sua atitude estava sendo óbvia demais, mas não admitiria. Ainda não.

— Hey, Fred...

— Já veio me bater, Eric? Podia ser lá fora, cara...

— Não... Quero perguntar uma coisa pra você.

Notas finais
E aí? Querem arrancar minha pele? e.e Me destruir? eu sei auhauahuahuahu beijos! aguardo review!