Controle do Caos

8 Suposições e perdas.


Notas iniciais
To te ganhando Akuma *por enquanto, isso não vai durar muito u.u* Isso é o que veremos. Na verdade tenho que te agradecer *o.O* Se não fosse você eu não teria esse animo todo de continuar escrevendo minhas fics, talvez se não fosse por isso elas ficariam paradas ai até serem deletadas em algum momento. *você nunca deletaria uma fic sua* já deletei uma lembra? *ah! É mesmo* agora voltando a fic, o cap pode não ter ficado muito grande, mas acho que esta bom *cheio de explicações para variar* mas acho que o proximo vai ficar melhor.

Aproveitem!!

Controle do Caos

Já tinha tomado cinco taças de sangue e mesmo assim não parecia estar saciada. Não sabia como tanta energia havia sido liberado de seu corpo, só sabia que de alguma maneira, com todos os pedidos de continuar viva, alguma coisa em seu interior pareceu despertar e realizar esse desejo. Tinha algo em mente, mas não conseguia acreditar que isso poderia ter tanto poder ao ponto de soltar uma onda de energia daquele tamanho e fazer aquela criatura recuar.

— Se sente melhor Maria? – perguntou Sonia a examinando enquanto bebia mais uma taça de sangue. Bem estava, só precisava de mais alguma coisa para beber, não conseguia se saciar só com aquilo. Isso estava ficando ridículo, quanto mais teria que beber para acabar com essa sede de arder a garganta?

Assentiu levemente enquanto colocava a taça encima da mesa, não que estivesse saciada, mas não queria que todos percebessem o que sentia. Sua garganta parecia estar ardendo em chamas, seu estomago lhe exigia algum liquido e seus sentidos de caçadora haviam aumentado como se estivesse prestes a caçar algum animal. Podia sentir o cheiro de cada um ali, podia ouvir cada andar que davam, seja ele hesitante, firme, raivoso, qualquer coisa. Via até mesmo um pássaro pegando uma pequena minhoca em uma arvore a alguns metros do castelo. O que estava acontecendo?

- Deixa eu ver se entendi. Vocês encontraram aquela criatura que parecia um vampiro selvagem, que matara um lobisomem e logo fora atrás do filho dele, encontram uma esmeralda do caos e Maria praticamente liberou uma onda de energia mais do que ela podia suportar? – perguntou Manic coisa que todos assentiram.

— Tem mais. – falou Maria chamando a atenção de todos. – Os olhos daquele vampiro eram iguais ao de um Dark Chaos, e quando me encontrei com Blaze logo depois de desmaiar por causa da esmeralda ela me disse que aquele lobisomem tinha a mesma coisa. Penso que são seres da noite normais, mas com alguma coisa os controlando.

— Esta insinuando que os Dark Chaos podem controlá-los por dentro? – perguntou Sonia um pouco desconcertada. Nunca tinha ouvido falar disso. Quando essas coisas nasceram não houve nenhum caso de possessão ou algo parecido. Todos eram apenas mordidos e transformados.

— Talvez eu esteja enganada, mas tenho certeza que aquilo não é um Dark Chaos e muito menos um vampiro com seu estado mais normal. – falou Maria mirando atentamente aos outros. Era só uma teoria sua, não estava completamente segura, mas era o que mais combinava com a situação.

— Lembram que teve seqüestros antes dos assassinatos? – perguntou Rouge entrando no raciocínio de sua amiga. Seu pequeno filho estava deitado em seu colo descansando de tal maneira que nem prestava atenção no que os adultos conversavam na sala. – Pode ser que foi para isso. Só não sei como os Dark Chaos conseguiram não serem vistos.

— Talvez eles ainda não estivessem soltos na época. – falou Manic com um clique na mente, encaixando todos os fatos. – Os demônios apenas se afastaram recentemente o que quer dizer que só agora que eles passaram a voltar, talvez no momento que as mortes começaram.

— Então quem seqüestrou essas pessoas? – perguntou Amy ainda sem entender.

— Os caçadores. – respondeu Shadow entendendo o que seu irmão queria dizer. – Eles devem ter seqüestrado alguns poucos seres para usar de cobaias, como deu certo começaram a utilizá-las para matar os seres e assim começar uma guerra. Talvez aqueles criaturas sombrias ainda não possam estar em nosso mundo por muito tempo, por isso precisam de um hospedeiro.

— Mas por que os caçadores estariam ajudando essas criaturas? Os humanos também seriam afetados com isso, principalmente se ele voltasse. E outra coisa, como estão conseguindo trazer essas criaturas para cá? – perguntou Sonic, não conseguindo juntar as coisas. Todos pararam para pensar nesse ponto, Sonic tinha razão, não tinha motivos para os caçadores entrarem nessa confusão toda, apesar de se encaixar bem nisso.

— A esmeralda mestre. – disse Manic de repente. Chamando a atenção de todos que o miraram confusos. – Quando precisamos usar as esmeraldas caos temos que também utilizar uma esmeralda maior, uma que as controle. A esmeralda mestre fora criada para isso e deve ser isso que eles estão usando para abrir um portal e trazer os Dark Chaos.

— Mas como eles não tem todas as esmeraldas caos, nem os escolhidos certos para abrir o portal totalmente o que faz com que os Dark Chaos não saiam com energia suficiente para permanecer aqui sozinhos, os obrigando a possuir um novo corpo. – completou Sonia se levantando. – Com relação a sua primeira pergunta Sonic, os caçadores devem ter ficado sabendo que Gaia é totalmente contra a energias caos e vai querer eliminar as esmeraldas caos quando voltar.

— Com isso os seres da noite desapareceram, já que sem a energia das esmeraldas eles não conseguem viver. Os humanos finalmente ficariam livres de nós. – falou Sonic entendendo o que a irmã queria dizer.

— Mas eles precisariam das pessoas certas para controlar as esmeraldas, e vocês não são mais os que a controlam. – falou Maria. Em sua mente algo a mais começava a ser trabalhado, algo que talvez pudesse responder a pergunta do porque ela reagiu daquela maneira quando tocara na esmeralda caos. – Lembram da reação que eu, Blaze e Ramon tivemos quando ficamos pertos das esmeraldas? Eu e Amy podemos localizá-las, sentimos sua energia. Toda vez que um Dark Chaos esta perto nos sentimos calafrios ou passamos mal, não acham que isso tudo é por alguma motivo?

— Quer dizer que vocês são os novos donos das esmeraldas caos? – perguntou Silver sem entender o raciocínio da garota. Maria negou com a cabeça e levou uma mão ao ventre.

— Nossos filhos. Por isso eles estão aqui, por isso quebramos todas as regras e agora eles estão prestes a nascer. – continuou a garota. – Por isso que quando desmaiei vi todos eles ligados, é porque eles são os próximos controladores do caos e só eles poderão deter a chegada de Dark Gaia.

— Mas isso quer dizer que eles sabem que são eles e vão voltar para pegá-los. – falou Rouge apertando um pouco mais seu filho contra si, fazendo o mesmo acordar do transe que estava antes e mirá-la sem entender. – Afinal eles já tentaram pegar meu filho uma vez.

— Pode ser que não. Talvez ele só estivesse aqui para ver se alguém tinha uma energia que fizesse a esmeralda reagir, quando chegou perto percebeu que o Ramon a fazia brilhar. – falou Knuckles pensativo. – Tanto que veio para cá com a esmeralda pendurada no pescoço. Quando viu a Blaze e percebeu que a esmeralda reagiu da mesma maneira a levou no lugar de Ramon já que daria menos trabalho.

— Quer dizer que eles podem voltar ou não. – falou Manic pensativo olhando discretamente para a janela, vendo o lado de fora onde as grandes árvores da floresta que rodeavam seu castelo se alastravam até a cidade mais próxima. Cada vez ficava mais perigoso sair, e se não resolvessem isso logo as coisas seriam ainda piores.

De repente uma carta apareceu na mesa ao centro o que fez todos suspirarem. Mal tinham saído de uma confusão iam parar em outra, essas coisas não davam uma trégua se quer. Manic pegou a carta e a tirou do envelope, lendo rapidamente o que dizia, mas quando já ia informar o que os outros tinham que fazer uma outra carta apareceu na mesa. O rei ergueu uma sobrancelha e pegou a carta a abrindo e lendo seu conteúdo, ficando ainda mais confuso do que estava antes.

— Bom, vocês agora vão para Paris. Ao parecer teve mais um ataque lá e eles estão perseguindo o culpado, é melhor se apressarem antes que mais mortes aconteçam. – falou mirando cada um que estava lá. Todos assentiram a exceção de Rouge que queria ficar novamente com seu pequeno, já que depois da conversa que tiveram tinham ainda mais medo de perdê-lo. – Tomem cuidado, agora que sabemos o que eles querem é ainda mais perigoso vocês enfrentarem essas coisa.

— Não se preocupe mano. O que poderia dar errado? – perguntou Sonic enquanto ele e seus parceiros adentravam no portal que os levaria até Paris mais rápido do que ir correndo. Manic suspirou e voltou a olhar para a carta que havia recebido logo depois da que informava a morte.

— O que houve Manic? – perguntou Sonia se aproximando do irmão com curiosidade. Ele tinha ficado muito serio quando lera a segunda carta e isso era preocupante, Manic só fica assim quando a carta informava uma...

— Estão me invocando para uma reunião. – falou em um suspiro e jogando a carta encima da mesa enquanto mirava um ponto morto do lugar. Não queria rever os lideres das raças depois do que havia acontecido, ainda estava com raiva por terem acusado seu irmão de estar causando isso tudo, principalmente depois de tudo o que ele tinha feito para ajudar a todos naquela época, mesmo estando daquela maneira. – O que será que eles querem? Pensei já ter esclarecido tudo na ultima reunião.

- Calma Manic, talvez eles queiram ajudar. Talvez tenham visto que você não mentia. – falou Sonia tentando animá-lo um pouco. Mas o garoto apenas soltou uma gargalhada sem humor e ficou com um sorriso melancólico no rosto. Ele invocou mais um portal e se aproximou do mesmo.

— Até parece que eles iam nos ajudar. Estão mais concentrados em salvar a própria pele. – falou Manic entrando no portal e desaparecendo no mesmo. Sonia suspirou e saiu da sala, Manic estava cada vez deixando mais seu jeito animado que tanto o caracterizava antes.

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Eles haviam liberado mais uma daquelas criaturas, dessa vez era um monstro. Sorte que no processo uma das facas que os caçadores tinham e pode tampá-las com os pés a puxando para si pouco tempo depois. Agora que estava sozinha aproveitara para aproximar um pouco mais de sua mão e assim a preparando para uma oportunidade de cortar as cordas. Ia cortar as da mão nesse instante, mas Maike se aproximou dela com um sorriso no rosto.

— E então Blaze? O que esta achando da hospedagem que te demos? – perguntou divertido se ajoelhando perto da garota. Blaze o mirou com ódio enquanto espremia um pouco mais seu corpo contra pilastra. Quando mais longe daquele garoto ficasse melhor seria. Só o que ele lhe fez quando ainda era humana já era o suficiente para não querer nem mesmo olhar para a cara dele por centenas de anos. – Olha que você é uma hospede especial.

— Imagino como tratam os hospedes desagradáveis. – falou irônica o mirando com desprezo. Ele apenas sorriu e levou uma mão até o rosto da garota obrigando-a a mirar diretamente nos olhos. Blaze rapidamente cuspiu diretamente na cara do garoto fazendo o mesmo se afastar e limpar com a manga da jaqueta a parte suja de seu rosto.

— Não devia fazer isso Blaze. Eu sou o único que pode te manter viva depois que tudo isso acabar. – falou sorrindo levemente. A garota ergueu uma sobrancelha sem entender o que ele dizia, e o garoto sorriu. – Vocês sabia que as esmeraldas caos, essas que estão do seu lado, são as únicas coisas que dão energia para os vampiros, lobisomens, bruxas, etc? Pois desde que foram criadas pelos demônios elas vem mantendo todos os seres da noite vivos neste planeta. Agora imagine que essa força, essa fonte de energia vital, fosse eliminada do planeta. Todos os seres da noite desapareceriam em um estalar de dedos.

— E você viria junto idiota! Você é metade vampiro esquece? – falou Blaze já percebendo o que o garoto pretendia. Era simplesmente ilógico eliminar com a única fonte de energia do que ele mesmo necessitava. Isso só provava ainda mais sua teoria dele se louco. – Eu, você, meus amigos, todos morreriam depois que as esmeraldas sumissem!

- Ai que você se engana minha querida. – falou ele divertido balançando o dedo indicador de um lado para o outro negando o que a gata havia acabado de dizer. – Eu sou também metade humano, o que me sede energia suficiente para continuar vivendo. Vou ser um humano normal, mas mesmo assim estarei vivo. E você, eu poderei pegar um pequeno pedaço que sobrar das esmeraldas e usá-los para manter você viva. Tudo o que teria que fazer por mim é ficar do meu lado pelo resto dessa vida!

— Prefiro a morte mais sofrida desse planeta! – falou ela cuspindo cada uma das palavras. Não ficaria com aquele garoto nem mesmo que lhe dessem o mundo inteiro. O havia esquecido, agora tinha a Silver e não o trocaria por nada nesse mundo, nem mesmo por sua vida como ele oferecia.

— Não seja tão cabeça quente. – disse o garoto se aproximando dela e levanto uma mão até o rosto dela e o acariciando levemente. Logo essa mesma mão começou a descer indo até seu ventre e se pousando lá, fazendo a garota ficar tensa. Ele não poderia saber, era impossível ele saber dela. Apenas seus amigos sabiam, a informação não podia ter vazado até os ouvidos daquele garoto. – Vou te dar um tempo para pensar, então se for esperta, vai mudar esse seu jeito de pensar.

— Tire as mãos de mim. – ameaçou ela dando um forte chuto bem no estomago do garoto o empurrando para trás. Não deixaria que ele fizesse mão a sua filha. Talvez ele ainda não soubesse, mas não arriscaria que ele chegasse perto daquela região onde ela estava, não deixaria que ele a machucasse. – Eu não ficaria com alguém com você nem se o mundo estivesse acabando.

O garoto franziu o cenho e utilizando sua super velocidade se aproximou da garota, colocando as mãos do lado da cabeça dela e se mantendo um pouco abaixando para ficar da mesma altura que ela estava. Os olhos dourados da garota cintilavam de raiva enquanto em sua mão, de uma maneira que o garoto não conseguia ver, segurava a faca que tinha pego com força, se segurando para não matá-lo nesse mesmo instante. Se fizesse isso suas chances de ir embora iriam para o brejo e talvez acabasse sendo morta por aqueles caçadores, tendo como conseqüência a morte de sua pequena também.

— É o que veremos. – sussurrou o garoto com um pequeno sorriso no rosto e logo depois se afastando da garota. No mesmo instante Blaze cortou as cordas que tinha em seu pulso com apenas um só corte. Sua fúria era tanta que a força que utilizara para fazer isso fora a mesma que utilizara para praticamente quebrar o chão que tinha debaixo de si.

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Paris a tão cidade do amor. Capital e mais populosa cidade da França é banhada por um dos principais rios europeus, o Sena. Se tornou uma cidade bastante importante para a França ao longo do século X, sendo beneficiada com palácios reais, ricas abadias e uma catedral. Ao longo do século XII, Paris se tornou um dos principais focos europeus do ensino e da arte. Ao fixar-se o poder real na cidade, sua importância política e econômica não cessou de crescer. Assim, no inicio do século XIV, se tornou a mais importante cidade de todo o mundo ocidental. Até hoje vemos Paris como o símbolo de beleza e romance, suas tão grandes atrações ainda trazem varias pessoas de diversos países para apreciar essas tão belas construções. Palco de varias intrigas que ocorreram pela historia, mas com tão belas historias ao mesmo tempo que todos se encantam.

Mas no momento, na calada da noite, os céus sem lua nem estrelas, as ruas vazias por causa das altas horas da noite, tudo parecia sombrio. Andar naquelas ruas em um horário como esse não deveria agradar a ninguém, principalmente sabendo o que realmente andava sobre elas. Vultos rápidos e ágeis passavam de avenida em avenida, de rua em rua, de beco em beco procurando a tão temida criatura que ainda se encontrava a solta.

Uma bruxa havia sido morta naquelas belas ruas, e agora se procurava o culpado. O grupo havia se separado para cobrir uma área maior daquela cidade tão grande. Eles evitavam as luzes de postes e passavam tão velozmente pelas casas que talvez, se alguém olhasse pela janela naquele instante apenas veria um rápido vulto passando e talvez pensaria que fosse apenas fruto de sua imaginação. Não devia ser tão difícil encontrar um monstro enorme no meio de uma cidade vazia não? Mas a cidade era grande e seria a mesma coisa de procurar uma agulha em um palheiro. Eram muitos lugares a serem olhados e tão pouco tempo para isso.

Uma ouriça loira passava pelos lugares junto com um ouriço negro, mas suas forças estavam quase no fim, sua garganta ainda ardia e apesar de sentir o cheiro do monstro e saber exatamente para onde estava mais concentrada em arrumar alguma coisa para beber. Droga! Aquelas seis taças não haviam adiantado nada, estava com sede, estava cansada, precisava de sangue.

— Maria, algum problema? – perguntou o ouriço negro logo que percebeu que a garota tinha parado com a respiração agitada. Se aproximou dela e percebeu que na boca semi-aberta da garota seus caninos afiados já começando a se sobressaltar da boca. Levantou letamente o rosto da garota e percebeu que seus olhos tinham um brilho de sede nele, o problema é que ao fazer isso permitiu a garota sentir mais nitidamente seu cheiro e já não pode segurar mais.

Ela arranhou levemente o pescoço do garoto fazendo pequenas gotas de sangue saírem, aproximou sua boca do local e lambeu o mesmo levemente primeiro, sentindo o sabor do sangue de seu parceiro. O mesmo estava sem reação, não sabia o que acontecia, muito menos o que deveria fazer no momento. Os olhos azuis de sua parceira estavam opacos, como se estivessem em uma espécie de transe. Sentiu como ela começava a lentamente beber o sangue que agora saia um pouco mais rápido, aquele prazer que a saliva vampiresca dava já começara a passar por seu corpo, um prazer que nunca havia experimentado, apenas havia dado. Apertou o corpo de sua parceira mais contra o céu e esperou que ela estivesse completamente saciada.

Depois de alguns minutos a garota se separou, sentindo seu corpo forte, sua garganta já não mais ardia e seus sentidos haviam voltado ao normal. Abriu os olhos que havia fechado por causa do prazer que sentira e se encontrou com aqueles olhos vermelhos que haviam lhe encantado a anos atrás e até hoje lhe encantavam. Logo seus olhos se arregalaram ao perceber o que tinha feito, com um salto se afastou dele e se pressionou contra uma parede de uma casa ali perto, com as mãos na boca ainda podendo sentir o gosto do sangue dele. Não era costume de um vampiro já com alguns anos de existência tomasse sangue de outros vampiros. Era a mesma coisa de canibalismo e não conseguia entender por que havia feito. Virou seu corpo mirando o chão enquanto levava uma mão até a parede da casa que estava escorada. Não entendia porque tinha agido daquela maneira, apenas tinha feito.

— Maria. – sussurrou o garoto já perto de onde ela estava. A garota ainda não acordara de seu assombro e permanecia naquela posição mirando o chão sem realmente vê-lo. Estava com medo, seu corpo tremia ligeiramente fazendo com que suas pernas quase não se suportassem em pé.

— E-eu não s-sei p-porque fiz isso. – comentou ela em um fio de voz. O garoto colocou uma mão nas costas da garota e a puxou para si, em um abraço carinhoso onde ela fechou os olhos marejados com força e segurou sua camisa ainda mais forte. – O sangue que me deram no castelo não tinha ajudado, eu ainda estava com sede. Ai eu senti seu cheiro e não sei o que deu em mim... Não sei o que esta acontecendo comigo.

— Shhh. – murmurou levemente acariciando os cabelos da pequena que começara a parar de tremer. Não a culpava por ter feito isso, agora sabia que seu medo tinha virado realidade e a culpa era toda dele. Por ser o que era. – Eu sei o que aconteceu e a culpa não é sua. Não quero que se preocupe com isso ok?

— Promete me dizer o que é isso um dia? – perguntou a garota ainda um pouco abatida, mas ao mesmo tempo calma. Ela levantou o rosto e o mirou atentamente o invitando a falar o que ela queria ouvir e depois cumprir o que falara.

— Prometo. – sussurrou dando um ligeiro beijo na testa da garota e logo segurando delicadamente sua mão. – Agora vem. Temos um monstro para procurar.

A garota assentiu e se deixou levar por ele, voltando a se tornar um vulto rápido naquela noite.

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Parou na frente da enorme catedral de Paris, a tão famosa Notre-Dame. Uma enorme construção encantadora, mas que no momento apenas lhe podia transmitir calafrios. Com aquele monstro a solta, os caçadores, os Dark Chaos, o retorno do Dark Gaia... Tudo isso era muito assustador para ela. Como afinal poderia criar seu filho no meio de toda essa confusão? Como poderia ficar tranqüila sabendo que ele correria perigo quase sempre só por ser o escolhido das esmeraldas caos? Tinha medo de perdê-lo, de que algo ruim acontecesse com ele ou com o pai dele. Afinal, nesse mundo onde a guerra era quase era de se esperar quase tudo, não?

— Buh! – falou uma voz em seu ouvido fazendo seu corpo se sobressaltar e seu coração morto voltar a bater a mil por hora. Se virou rapidamente só para se encontrar com Sonic que tinha um sorriso brincalhão reluzindo na escuridão da noite. Franziu o cenho desconcertada enquanto ele a abraçava com força beijando levemente seu pescoço.

— Sabia que assim você pode acabar me matando do coração? – perguntou a garota retribuindo o abraço só que com mais força do que pretendia. Ainda tinha a idéia de antes na cabeça e provavelmente não conseguiria tirá-la por muito tempo.

— Meio improvável. – falou ele com um ligeiro sorriso no rosto, mas percebia que ela estava preocupada. Ela o abraçava com mais força e parecia que o corpo dela estava tenso e suas mãos tremiam ligeiramente. Se afastou um pouco dela e levou uma mão até seu rosto. – Por que esta tão preocupada Amy? O que houve?

— É que com tudo isso acontecendo tenho medo do que possa acontecer com você, com nossos amigos, com nosso filho... – disse ela em um sussurrou abaixando um pouco a cabeça. – Tenho medo de que depois de termos conseguido o que mais queríamos perdemos ele com toda essa confusão. Se uma guerra realmente acontecer como conseguiremos cuidar dele? Como conseguiremos protegê-lo?

— Não se preocupe Amy. – sussurrou Sonic acariciando o rosto da ouriça rosa com carinho. Ela estava muito preocupada com o que ia acontecer tinha que se importar com o que estava acontecendo agora. – Nada vai acontecer com ele, eu não vou deixar. Mas agora o que temos que nos importar é que vamos ter um filho! Apesar de tudo o que esta acontecendo todos estão bem. Blaze pode estar com problemas, mas tenho certeza que ela também esta bem.

Amy assentiu levemente abraçando o garoto com um pouco mais de força. O mesmo sorriu e deu um ligeiro beijo nos lábios da ouriça, levando uma mão até o ventre da mesma, acariciando-o com delicadeza enquanto a mesma sentia como o pequeno dentro de si se remexia delicadamente, reagindo ao toque do ouriço. Era uma sensação tão boa, como se voltasse a ficar viva. De repente um forte grito fez os dois saírem desse transe tão familiar e voltarem ao mundo real.

— Foi a Maria. – disse Amy preocupada enquanto os dois começavam a correr na direção que o grito tinha saído. Quando chegaram viram como Shadow lutava com um enorme monstro ao mesmo tempo que tentava recuperar Maria que estava desmaiada em uma das mãos daquela enorme coisa. Quando o ouriço negro os viu tratou de pedir ajuda.

— Ela desmaiou por causa da esmeralda caos que esse mostro pegou. Me ajudem a pegá-la de volta! – gritou enquanto se esquivava de mais um dos ataques daquela coisa. Silver e Knuckles chegavam algum tempo depois para ajudar também, mas aquele monstro era muito grande e forte e por mais que eles tentassem atacá-lo ou pegar a garota que ele segurava era quase impossível que isso acontecesse.

As esperanças de recuperar a garota apenas diminuía e as forças de cada vampiro ia junto. Se aquela luta demorasse talvez nenhum deles conseguiria suportar mais um golpe daquela coisa.

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Serio, nunca ficara tão entediado em uma reunião. Queria que aquelas discussões terminassem logo para poder voltar para casa e ver o progresso que sua equipe estava fazendo. Escorado ali em sua arquibancada via cada um dos representantes da raça dizer suas reclamações ao mesmo tempo, sem pausas ou qualquer coisa parecida, sem deixar que ele entendesse uma só palavra se quer. Bem que depois do primeiro minuto deixara de tentar entender ou se quer escutar. Sua mente agora passava todas as pistas que tinha no momento para ter garantido que as suposições que tinham tido antes dessa maldita reunião começar estavam certas.

— Manic! – saiu de seus pensamentos logo que ouviu a rainha das bruxas o gritar. A mirou um pouco entediado e só agora percebera que a discussão tinha acabado. Pelo menos isso já que não suportava mais aquela barulheira. – Podia pelo menos fingir que esta prestando atenção no que falamos? O que deu em você?!

— Simples Cassandra. – disse com um tom calmo e monótono. Não estava a fim de ficar ouvindo brigas ou tendo que se estressar mais do que já havia se estressado antes. – Tenho coisas mais importantes a tratar do que ouvir vocês reclamando que eu não falei nada. Pelo o que eu saiba tentei contar tudo o que sabia a vocês na ultima reunião, mas vocês me trataram como se fosse um mentiroso e isso eu não posso aceitar. Tenho uma vampira a resgatar, caçadores a pegar, mortes a impedir e ainda por cima tentar evitar a volta de Gaia.

— Ele não vai voltar! – gritou o rei dos lobisomens dando um forte murro na mesa que tinha a sua frente. Manic o mirou com um ligeiro sorriso no rosto. Era medo que estava vendo?

— Com medo Dairos? – perguntou. O lobisomem recuou um pouco e grunhiu ligeiramente. Manic apenas sorriu um pouco e voltou a falar. – Olha, minha obrigação de informá-los sobre esse assunto terminou a partir do momento que vocês se negaram a acreditar em mim. Mas se querem mesmo saber minha equipe já tem duas esmeraldas caos e temos toda uma teoria do que esta acontecendo, o que nos permite estar a frente do nosso adversário defendendo os nomes controladores do poder do caos e...

— Espere um momento! – disse a bruxa fazendo Manic parar de falar e a mirá-la com um pouco de interesse. – Você disse novos controladores do caos, não é mais você e seus irmãos?

— Ao que tudo indica as esmeraldas escolhem de tempos em tempos aqueles que vão possuir seu poder e já temos uma suposição de quem serão os novos escolhidos. – falou Manic respondendo calmamente a pergunta da garota. Não queria falar muita coisa sobre isso, afinal se falasse e a informação vazasse, coisa que seria o mais obvio seus sobrinhos estariam em perigo. – Os estamos protegendo para que não caia nas mãos dos culpados de tudo isso. Por isso...

— Quem são? – perguntou Dairos interrompendo Manic no meio de sua fala. O ultimo suspirou e o mirou com um olhar penetrante como se já dissesse só com aquilo que não ia falar quem eram, mas o lobisomem não parecia nada intimidado com o olhar e continuara insistindo. – Quem são?

— Não tenho a obrigação de te dar essa informação. – rebateu Manic continuando a lançar sua mirada penetrante enquanto Dairos não parecia nem um pouco afetado. O orgulho do lobo era muito grande para ser derrubado com apenas aquilo.

— E por que? Esta tentando escondê-los para apenas você usá-los durante a guerra? – insinuou Dairos fazendo o sangue de Manic ferver. Não queria confusão, repetia para si mesmo uma, duas, três, quatro, mais de dez vezes e ainda parecia não estar muito convencido disso.

— Já disse que eu sou o único que não quer que essa guerra aconteça, se mantenho as identidades deles escondida é para protegê-los. – falou Manic trincando os dentes de fúria. O lugar começou a ficar abafado e a Aguaros e Cassandra sabiam o que isso significava. Quando Manic começava a perder o controle de suas emoções, coisa que estava acontecendo freqüentemente agora, os poderes dele começavam a se manifestar, modificando o ambiente. – E se tem algo que eu não gosto é ficar repetindo as coisas milhares de vezes.

— Se quer tanto protegê-los poderia confiar em nós não? Poderia até mesmo pedir nossa ajuda para vigiá-los. Acaso não confia em nós? – insinuou novamente o lobisomem dessa vez com um leve sorriso no rosto, pensando que estava conseguindo ganhar esse jogo mental. Manic respirou fundo, seus poderes estavam voltando a ficar fora de controle, não podia permitir que isso acontecesse. – Afinal qual é o seu medo Manic? Você falou de mim, mas até mesmo você esta paranóico.

— Não vou colocar a vida deles em risco, não posso dar qualquer deslize agora que tenho mais de uma responsabilidade de rei na mão. – falou tentando se manter calmo. Não era preciso perder o controle, não precisava se estressar. Só tinha que pensar que logo voltaria para casa e poderia se sentir tranqüilo novamente.

— Qual é o problema de falar o nome deles?! Vocês vampiros arrumam um drama danado por nada!! Tentem confiar mais nos outros sem ser vocês! – gritou Dairos dando um murro na mesa e mirando intimidadoramente a Manic.

— Esta falando de nós?! Já percebeu o que uma do seu grupo fez?! Deixou uma vampira agoniando no chão quase sendo atacada por uma criatura completamente maníaca mesmo depois dessa vampira ter salvado o filho de dela!! – gritou Manic. Shadow havia lhe contado o que havia acontecido, claro que o ouriço negro tinha ficado furioso com aquilo. – Deviam pensar em ajudar os outros também!!

— Não mude de assunto!! Diga logo quem são os novos controladores do caos!! Não vou permitir que fique com tal poder enquanto uma guerra está prestes a começar!! – gritou cravando suas garras na mesa, fazendo a firme madeira se despregar rapidamente, cedendo a aquelas garras afiadas e perigosas.

— Então eu não entro na guerra!! Se algum vampiro idiota quiser fazer parte dela que ele entre sozinho!! Mas eu estou fora!! – gritou Manic de volta batendo as duas mãos na mesa enquanto a sua volta o ar se agitava. A bruxa e o monstro se afastaram um pouco sem saber o que fazer. Pela primeira vez viam uma disputa dentro do conselho que provavelmente poderia levar a algo a mais.

— Acha que é tão fácil?! Ora Mainc, pensei que você fosse mais esperto! – debochou o lobisomem fazendo o rei vampiro trincar os dentes de raiva. – Vamos Manic! Diga logo quem são e assim eu poderei arrancá-los de você, porque se não for antes vai ser no momento da guerra!!

— Darios! – exclamou Cassandra, mas quando ia continuar o protesto uma forte rajada de vento abafada, fazendo a todos terem que proteger o rosto para que nada os machucassem. Manic já tinha os caninos para fora e talvez só não saísse do lugar porque ainda tinha um pouco de alto controle.

— Não ouse colocar as mãos em meus sobrinhos!! – esbravejou enquanto seus caninos pareciam ficar ainda mais ameaçadores. Todos arregalaram os olhos com a informação e Manic se amaldiçoou mentalmente por ter sido tão descuidado. Respirou fundo algumas vezes tentando se acalmar e logo voltou a falar um pouco mais tranqüilo. – Não queria causar confusão, nem era para ter dito tudo o que disse aqui, mas não vou me envolver nessa guerra e me concentrarei apenas no que estou fazendo no momento. Se vocês quiserem acabar com o mundo, ótimo, não me envolverei nisso mais, mas fiquem bem longe de nós. E...

Novamente Manic fora interrompido, só que dessa vez fora por um circulo de magia que aparecera bem na sua frente, formando uma espécie de espelho onde mostrava a imagem de Sonia completamente assustada, olhando para ele de vez em quando, mas se concentrando mais em alguma coisa que estava acontecendo ao lado da garota, uma coisa que Manic não conseguia ver.

— Sonia estou no meio de uma reunião! – reclamou um pouco constrangido, mas ao ver o desespero da garota percebeu que as coisas eram mais serias do que deveriam ser. – O que aconteceu?

— Manic... Missão... Errado... Maria foi... Ela era a única que... Então Shadow ficou... Eu não sei o que... – falava ela em contextos completamente confusos não permitindo ao garoto entender nem uma palavra se quer. De repente um vulto azul passou voando pelas costas da garota que se encolheu ao sentir um forte vento passando por ela, logo depois esse mesmo vulto passou por trás da garota novamente só que dessa vez indo na direção que tinha sido lançado.

- Esse foi o Sonic? Sonia o que esta acontecendo? – agora estava completamente preocupado. Podia ouvir barulhos desagradáveis de coisas se quebrando e de vez em quando via objetos voando para todos os lados. Viu que Sonia ia começar novamente aquele falatório sem sentido a interrompeu antes mesmo que começasse. – Respire fundo e me diga com clareza.

— A missão saiu errado, o monstro tinha conseguido uma esmeralda caos e conseguiu levar Maria. – falou um pouco mais relaxada, mas de uma maneira rápida desviando de alguns objetos que voavam em sua direção. – Ao parecer ela era a única que conseguia controlar o outro lado de Shadow e agora ele está furioso e perdeu o controle. Sonic e Silver estão tentando controlá-lo, mas ele esta conseguindo escapar. Eu não sei mais o que fazer Manic!

— Não se preocupe, estou indo para ai agora. – falou encerrando a chamada mágica e começando a sair da sala.

— Não terminamos a reunião ainda. – disse Dairos mirando acusadoramente o vampiro que apenas virou ligeiramente o rosto para trás.

— Ela esta encerrada agora. – respondeu o vampiro em um tom autoritário e um olhar sem qualquer emoção.

— Não pode fazer isso. – falou o lobisomem querendo protestar ainda mais. Ainda suspeitava que o vampiro tramava algo e queria saber o que.

— Vou ajudar meu irmão, então posso fazer isso. – rebateu novamente caminhando na direção da porta. O lobisomem abriu a boca para reclamar mais uma vez quando a bruxa o interrompeu.

— Darios já chega! Manic eu vou com você. – falou Cassandra correndo até onde Manic estava. O garoto rapidamente fez aparecer um livro em sua mãe e o lançou na direção de Dairos que o segurou sem muitos problemas.

— Para você aprender um pouco de historia. – falou e logo desapareceu junto com a bruxa, passando pelo dito portal mágico.

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Shadow estava pior do que imaginava. Os olhos dele já estavam completamente mudados, sem nenhuma evidencia de que se mantinha consciente, seu corpo estava completamente negro com algumas pontas mais claras, seus dedos estavam pontiagudos parecendo garras e suas presas agora eram tão animalescas quanto a de um verdadeiro animal. O estado dele já estava avançado e se não fizessem alguma coisa ele logo cederia ao pouco de veneno que ainda tinha em seu corpo. Silver e Sonic tentavam de tudo para segurá-lo, mas ele conseguia escapar usando seus poderes e sua força extra. Sonia estava junto com Amy, Rouge, Ramon e Knuckles, um pouco mais afastados do perigo que estava Shadow agora.

Cassandra estalou os dedos fazendo partes da parede parecerem moles e elásticas, se aproximando de onde estava Shadow e o segurando pelos pulsos e pelas pernas. Mas com uma facilidade impressionante ele se libertou e foi até onde eles estavam, assustando-a ao ponto de não saber o que fazer. Manic se colocou na frente dela e fez em uma de suas mãos aparecer fogo, fazendo Shadow recuar lentamente. Sonic usou seus poderes para controlar o corpo de Shadow e Silver ajudou ainda mais utilizando seus poderes para prender o mesmo no lugar.

— Sonia, agora! – falou Manic vendo como Shadow estava prestes a se soltar novamente. Sonia se aproximou e sua mão começou a ter um brilho esverdeado a qual ela passou perto do rosto de Shadow e perto do peito do mesmo, fazendo uma espécie de liquido negro sair e o garoto voltar lentamente ao normal.

Ele caiu no chão com a cabeça baixa e os braços caídos para o lado. Seus joelhos eram a única coisa que o sustentava no solo e mantinham seu tronco ligeiramente erguido. Ele não tinha expressão, não dava para ver seus olhos e as sombras a seu redor se moviam de uma maneira melancólica.

— Shadow... – sussurrou Sonia tentando levar uma mão até o irmão, mas o mesmo deu um leve tampa nela e se levantou, se afastando ainda melancólico do lugar. Sonic e Silver foram atrás dele, com medo dele fazer alguma besteira. Sonia suspirou e se virou para Manic que também tinha a cabeça baixa. – Acha que ele vai ficar bem?

— Só saberemos quando recuperarmos Maria junto com Blaze. – falou Manic voltando seu olhar para o pequeno que Rouge segurava e abraçava delicadamente. Agora tinha medo de perguntar, dava para piorar?

Notas finais
gostei apenas do final... *e acho que você deu uma ideia de quem é a queridinha do Manic* uma hora eu tinha que revelar isso não? *pois pelo o que eu saiba era só na terceira parte* Lá eu falo exatamente quem é, aqui eu só dou uma ideia u.u. *até lá eles já bão saber* que seja. Olha, talvez eu demore um pouco mais com o proximo já que vou tentar continuar o cap de outras fics, como O fim de uma Era que ta parado a não sei quatos seculos ¬¬ *e aposto que não sai disso* já temos uma aposta e você vai perder. *veremos*

Bjsss e até a proxima!