Contos de Um Rato
4 Capítulo 4 : Loucura e Ciúme
Notas iniciais
Ola, Caros humanos, Eu estou aqui novamente, para contar às atrocidades que vocês fazem, Essa é uma estória simples até, é sobre um sentimento muito comum, humanos... Ciúmes, ou amor doentio? Ai... Ai... Isso me cansa...
Hoje, minha estória vai ser num curso de inglês, simples não? Havia quatro pessoas na sala de aula tirando a professora, mais os outros não importam só dois naquela sala importavam a professora e um dos seus alunos – vocês já devem ter imaginado o que esta por vim né? – A professora era um pouco baixa tinha uns1,68 no Maximo, possuía cabelos longos negros, olhos puxados castanhos, e um corpo esbelto, seu nome era Aika – nome bonito até significa canção de amor – ela possuía 23 anos.
O garoto era um pouco mais alto que ela, diria 1,72, era um pouco branco – chegava a ser um pouco pálido – tinha olhos castanhos também, porem um pouco mais claros – os cabelos eram castanhos escuros curtos, possuía 15 anos, seu nome era simples: Artur – Um nome digno, mas ele não era digno desse nome, Por quê? Você vera -.
Acho que essa estória será curta heim... Mas vamos.
Um dia, a professora estava alegre... Alegre demais, porem, havia certa irritabilidade entre Artur e ela, o que aconteceu ninguém sabia o porquê – excerto eu –, mas isso não fez ela ficar menos alegre,
O Artur, quando a aula acabou, todos já se reraram, geralmente ele ia acompanhado com outros dois garotos da sua sala, mas dessa vez pediu a eles irem à sua frente.
A professora teve que voltar, por que “esqueceu” seu celular na sua sala, quando ela entrou se deparou com Artur em cima de sua mesa com seu celular na Mao, ela se assustou óbvio o garoto estava com uma expressão nada amigável no rosto.
-Artur? – Perguntou a professora com certo receio, seu instinto lhe mandava sair de La, mas precisava do seu celular – Humanos... Nunca dão ouvidos aos seus instintos... tsc!
- Quem é? – Pergunta o estudante com uma voz extremamente fria e arrogante.
-Hã? – pergunta não entendendo a pergunta.
- Eu perguntei para quem você tem ligado tanto! – Diz ele aumentando o tom de voz, mantendo a voz fria, porem aumentando arrogância.
-ah... É o meu namorado... – diz ela um pouco corada e feliz. – Melhor dizendo... Meu noivo – O diz amostrando a aliança
Após ela ter dito isso, ele se levanta da mesa e anda até a professora prensando-a contra a parede.
- Não quero ver ou ouvir sobre você com outros caras viu? – diz ele com extrema arrogância e frieza na voz. – Claro... Excerto comigo.
Após ter dito isso ele força um beijo com sua professora, obviamente tentou de tudo para afastá-lo, desde mordendo a língua dele até o chutando.
Para sorte dela – ou azar dos dois – O namorado dela entrou e quando viu a tal cena, não pensou duas vezes, deu um belo soco no rosto dele, o jogando no chão.
O namorado dela se chama Edward, possuía olhos verdes, e cabelos negros, e um corpo bem trabalhado, possuía 27 anos, possuía uma pele levemente dourada.
Ela correu para os braços de seu namorado, querendo se proteger – que erro... – logo os dois acabam esquecendo-se do garoto que acaba trancando a porta quando eles estão distraídos, os dois olham pro garoto assustados, pois ele tinha um punhal.
Antes que uns dos dois pudessem fazer algo, ele corta a garganta de Edward o fazendo cair no chão estático.
- Vou Lhe mostrar o que acontece com aqueles que se metem com o que é meu – Diz ele enquanto corta ele diversas verses, sem se cansar.
A professora observar, o corpo do seu amado, no chão sendo atacado por seu aluno, a professora não conseguia gritar de tanto pavor, após ele ter se “cansado”de cortá-lo ele começa a se dirigir a professora, pegando-a pelo pescoço e a levantando, sufocando-a.
- Sabe... Eu não deixo viver quem me trai entendeu? – diz ele colocando o punhal contra o pescoço de sua professora – Durma bem, professora – Diz ele enquanto coloca o punhal do pescoço de sua professora, matando sua professora.
Após isso ele pega o corpo dela e o joga no meio de sua sala, para depois subir encima dela pegando sua mão e colando seu punhal nele e apontando para seu próprio pescoço.
- Acho que não vou ser melhor que você caso eu fique com outra, nos nós veremos professora — diz ele forçando o punhal na mão dela contra o próprio pescoço.
Agora, vamos à parte que a estória faz sentido, caros humanos, achei melhor começar pela melhor parte, bem vamos:
Tudo isso começou, quando aquele garoto entrou ao curso, um garoto comum ao ver de todos, andava de skate, tirava notas abaixo da media, comportava-se como todos os garotos de 15 anos, Excerto a mim logo após ele ter entrado na sala, o olhar incisivo e o sorriso torto, já denunciaram ele – pelo menos para mim-.
A professora na época – 1 mês antes – Era uma pessoa comum, saia para beber com os amigos, dava aula no curso, uma vida comum de uma pessoa de 23 anos.
Numa dessas saídas para beber, ela encontrou Edward, sim simples não? Ele era conhecido de um amigo dela, nada demais, duas semanas depois eles começaram a namorar, ele sempre a levava ao curso, sempre fazendo graça, encantava todos com sua simpatia, era uma pessoa muito boa – isso é raro viu? – o único que não simpatizou tanto com ele, foi o Artur, logo após o curso daquele dia ele, foi atrás dele — engraçado não? – ele estava indo ao trabalho dele, ele conseguiu chamá-lo a um canto reservado da cidade – ou seja, um beco -.
- Então... O que você quer? – Diz Edward com certa impaciência, claro ele estava atrasado -.
- Apenas vim avisar uma coisa – Diz ele com um tom de arrogância e um sorriso torto – Ela é minha, por isso se afaste, ou não serei tão amigável com você.
- Hã? – Diz Edward, com irritabilidade – Saiba que ela é minha garoto, e ela nunca iria se interessar num garoto de 15 anos — diz com a mesma arrogância – Humanos são tão estranhos... Quantas mascaras eles tem?-.
- Será? – Diz ele se afastando ele – Só vim avisar isso, saiba caso você esteja com ela ainda, eu lhe matarei – Diz sumindo de vista.
Como disse humanos são tão estranhos... Será que isso pode ser chamado de Psicopata?
Após um tempo, ele observou a professora, ele seguia ela desde após o curso até em casa – acho que isso seria um stalker – e ele viu que ele o namorado dela ainda não se separou dela, — Aposto que Ele não gostou nada disso... –.
3 semanas antes do assassinato deles, ele chegou perto dela encurralando-a – ela estava indo a padaria, era de manha então ninguém os viu-.
- A-Artur? – Ela estranhou a presença de seu aluno ali, e o que ele estava fazendo – O que você esta fazendo aqui – diz estranhando a proximidade de seu aluno.
- Fique quieta — Diz Artur se aproximando da professora a beijando-a força, porem recebendo um tapa forte no rosto.
-O-o-o o que foi isso? – Pergunta ela histérica e irritada.
Artur toca no rosto aonde levou um tapa, ignorando a faladeira da professora, ele morde os lábios e se vera indo embora, porem ele diz:
- Saiba professora... Isso terá volta, se você não pode ser minha não será de mais ninguém – Depois de dito isso vai embora, deixando uma professora confusa La no chão.
Agora vocês já sabem o que aconteceu não é?
Humanos... Acham que tudo é seu... Humanos me dão nojo!
Acho que seria melhor, se vocês, humanos, passarem a desconfiar de todos, Vocês acham isso ruim? Todos podem fazer mal um contra os outros, sem motivos.
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