Contos de Um Rato

5 Capítulo 5: Halloween


Notas iniciais
*com um escudo anti-pedras* Maus gente!!! Eu demorei a escrever essa pois estou totalmente errolado , tenho provas no curso, e a edição de halloween quase vira edição de natal !! Socorro @~@ acho que querem me matar T-T

Ah... Doce dia das Bruxas... Dia de todos os Santos... O dia em que o véu entre os mortos e vivos pode ser suspenso ou como a maioria conhece Halloween... Ai... Ai... Humanos... Como são... Crédulos?... Mais não posso culpá-los certo?.

Bem hoje venho aqui vos contar, mais uma das atrocidades cometidas por vocês, humanos, essa teve praticamente inicio no dia 27 de outubro, cinco dias antes do Halloween, um garoto bem baixo para sua idade ele possuía 1,51 em seus 15 anos, mais também era muito belo, possuía olhos verdes, cabelos castanhos escuros e era branco, mais não pálido como no ultimo caso, um branco normal, ele se chamava Acelo.

Cinco dias antes do Halloween ele estava com seus amigos – Eram muitos, ele era muito simpático, sempre ficava no meio das rodas dos amigos – Logo no fim do dia, uma de suas amigas o chamou em um canto mas afastado de todos, ela era Anícia, ela parecia um anjo sem asas – Irônico, não? -Possuía cabelos longos loiros, um corpo esbelto parecido esculpido por anjos, com olhos azuis, ela era um ano mais velha que ele.

- Acelo bem... Eu irei direto ao assunto... – Diz ela um tanto hesitante olhando para os lados – Não quero que você saia de casa no Halloween.

- Hã? Por quê? – Diz ele não entendendo o que estava acontecendo.

- Não há “porque” apenas não saia! — Diz ela gritando e abaixando a cabeça.

- Às vezes não entendo quando você fala assim – diz ele com duvida, ela sempre falava em enigmas.

- Não discuta apenas não saia ouviu?! – Diz ela se virando e saindo indo direto para a sua própria casa.

- “Ela deve esta louca” – Pensa ele rindo dela – “Quem em sã consciência não iria pegar doces?” – Pensa ele rindo um pouco.

Ai... Ai Humanos, são tão covardes, Não tem coragem de enfrentar seus superiores, Sabem essa garota “anja”? Essa vila aonde eles vivem sempre acontece um desaparecimento misterioso, um garoto com 15 sempre desaparece sem deixar rastros, normal? E os pais vocês perguntam? Nem ligam, agora vocês pensam, “eles não gostavam do filho” Não o ultimo a desaparecer era um filho muito amado, era uma boa pessoa, quando ela desapareceu... Seus pais passaram fingir que isso nunca aconteceu...

Essa cidade sempre foi muito religiosa... Humanos... Atrás de uma “salvação”... Que nunca ira chegar, mas... Continuando, sempre some uma criança a cada três anos, sempre no dia de halloween, e adivinhem humanos? Hoje é halloween!

Dia de halloween crianças saem fantasiadas como criaturas da noite, para pedir doces, o famoso “ Trick or Treat”, todos estavam se divertindo inclusive aquele garoto que não deveria esta La.

Sempre há uma casa muito assustadora nesses lugares, certo? Mas aqui não, aqui geralmente tem sempre uma casa que se oferece para dar os melhores doces, tipo barras de chocolate, caixas de bombons inteiras, etc...

Como sempre se juntam um aglomerado de crianças, inclusive a pessoa que não deveria estar La, vocês se lembram daquela garota “anja”? Sim quando ela o viu, dava para se ver o desespero pintado em seu rosto, ela tentou alcançar ele mais... Foi chamada por um adulto, tristeza... Do desespero o rosto dela foi pintado pela tristeza... E ela se foi.

Quando chegou a vez dele a mulher que estava dando doces pediu, para que ele o acompanhasse que daria um doce especial por causa da fantasia, quando os dois estavam dentro da casa à mulher ofereceu uma caneca de chocolate, enquanto ia pegar o doce mais para a cozinha, quando ele começou a beber se sentiu estranho mas continuou a beber ate acabar com todo o chocolate... Que erro do garoto... Logo ele se sentiu tonto e a vista começou a embaçar, logo ele desmaio.

Quando ele começa a recobrar os sentidos, se vê envolto por pessoas mascaradas e com um tipo de capa paraencobrir as roupas, desespero... Ele começa gritar desesperado, tenta se levanta e não consegue, as mãos e pés dele estavam amarrados, logo ele percebe que estava nu, a única coisa que o cobria era um véu negro, o que passou pela cabeça dele não foi nada mais simples... Estupro... Mais não era isso que eles tinham em mente.

- O que vocês querem de mim! Soltem-me agora! – Diz ele mergulhado em agonia.

Um dos homens chega até o garoto fazendo um corto superficial na bochecha dele e continuando por braços, tronco e pernas do garoto.

Mesmo não doendo muito ele gritou... Gritou... E gritou, logo um que parecia ser o líder deles começou a se pronunciar.

- Estamos aqui neste dia, em que o mundo dos vivos e o mundo dos mortos ficam ligados – Diz ele apontando para o corpo do garoto que estava numa mesa oval – Nós iremos passá-lo para o incrível paraíso e garantir a alma que o liberta a entrada do mesmo, mais antes disso iremos preparar o corpo dele para isso — Diz ele começando a dar uma volta pelo corpo do garoto.

Logo quadro homens – Bem fortes nota-se, eles não usavam “capas” Apenas mascaras – o seguraram ele pelos ombros e pelas coxas não deixando ele fazer qual quer movimento.

Então o homem que parecia chefiá-los, pegou um punhal prateado e começou a cortá-lo em sentido oval na altura da clavícula ate a cintura, o corte era profundo mais o homem tinha certeza que não o mataria antes da hora.

O garoto? Urrava de dor, ele se perguntava por que ninguém o parava ele queria fugir, logo passa na cabeça dele sobre o aviso de sua amiga... Ele começa a chorar... Chorar por pensar que ela esta envolvida nisso... Chorar por não ter ouvido-a... Ele havia desistido de reagir.

Após ele ter feito um circulo perfeito – Parecia que ele tinha muita experiência nisso... – Começou atracar uma estrela para forma um pentagrama, visto que ele havia parado de se remexer, os homens o soltaram, após ele ter terminado de traçar o pentagrama, ele andou ate o rosto do garoto e deu dois tapas leves e disse.

- Bom garoto... – Diz ele com um sorriso no rosto – Você não sabe o como isso é bom para você...

- Você é o pior de todos aqui – Respondeu o garoto chorando ainda.

O sorriso do homem desapareceu mais se conteve, ele começou a andar até o pulso direito dele, abaixando as cordas para mais baixo no pulso e fazendo uma cruz um pouco profunda no pulso dele, repetindo esse mesmo processo nas outras extremidades dele.

Acelo já sentia sua vida se esvair a cada segundo, lagrimas e mais lagrimas desciam de seu rosto – Dava pena de se olhar – logo todos os outros em volta da sala, sem ser o líder, se ajoelham e logo entra uma pessoa usava uma mascara também, porem, estava chorando, dava para ver as lagrimas descendo pela mascara, a pessoa era uma mulher, dava para se ver o volume do busto que fazia pela capa, e pelos longos cabelos loiros que ela possuía, Acelo a identificou... Anícia...

Ela tinha um punhal de prata e se dirigia lentamente ate o Acelo tentando evitar olhá-lo e logo depois subindo na mesa ficando por cima dele, ela abaixou até seu ouvido e disse...

- Desculpe... Eu fui fraca, mas pelo menos... Poderei acabar com seu tormento – disse ela se afastando.

Antes que Acelo Pudesse falar qual quer coisa... Sua vida acabou pelas mãos de sua melhor amiga... Como? Um punhal de prata perfurou o seu coração... A família? Apenas disse “entendo...” E fingiram que nunca “tiveram” um filho... Humanos são Repugnantes!

Notas finais
Acho que vou ter que mudar a idade da minh fic... Acho que detalhei demais a tortura (lol)Digao se ficou legal!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.