Contos da Tecnomaga
1 Capítulo 1 - Lembranças ao vento
Notas iniciais
Cerca de 600 anos atrás, em Calnat, ocorria uma guerra, denominada "1º Grande Guerra", em que, os habitantes desse reino lutavam contra os demônios vindos da dimensão Elyos, e ao lado de Calnat, existiam poucos aliados, entre eles os asmodianos Rey Von Crimson e Dio Burning Canyon, que lutavam contra sua própria raça junto com o clã dos imortais e outros asmodianos.
É quase impossível de se acreditar, que Calnat quase perdeu a guerra, devido as magias arcanas dos tecnomagos exigirem recursos, então graças a descoberta do maior tecnomago de Calnat, foi inventado um revólver que usavam munição mágica, quem manuseavam esses Revólveres eram os Duelistas, que lutavam contra os demônios, enquanto os tecnomagos selavam os portais que ligavam as duas dimensões, porém, poucos dias depois da vitória de Calnat sob Elyos, misteriosamente, Calnat desapareceu em uma enorme explosão.
Apenas um dos imortais e uma tecnomaga sobreviveram á essa explosão, os demônios que estavam ao lado de Calnat, foram embora após a vitória na guerra, mas não foram para Elyos, pois os portais que os ligavam á essa dimensão demoníaca foram selados, condenando até os aliados asmodianos a ficarem presos fora de sua dimensão natal, era um preço que precisava ser pago para que Calnat continuasse em paz.
A maior das tristezas, foi para um asmodiano e um imortal que tinham se apaixonado por uma tecnomaga, que acreditavam que morreu na explosão de Calnat, eram grandes amigos, até descobrirem que ambos estavam apaixonados pela mesma garota, tornando-se inimigos mortais.
Cerca de 600 anos após a catástrofe que atingiu Calnat, um grupo denominado Grand Chase, composto por jovens heróis em busca de um vilão chamado Astaroth passava pelo Altar da Destruição.
– Nossa, estou muito cansado! — disse Sieghart ofegante.
– Uau! O grande imortal, está cansado — falou Elesis, a fim de provocar o Imortal.
– Um imortal? — falou uma garota com características que eles nunca tinham visto antes, seus cabelos eram azulados, olhos heterocromáticos que não transparecia nenhuma emoção sequer, aquela aparência era familiar para um membro daquele grupo.
– Espere, quem é você? — perguntou Sieghart– eu já te vi antes?
– Acabei de sair de uma máquina, apenas disso eu me lembro — respondeu a garota misteriosa– Quem é você?
– Me chamo Sieghart, e somos a Grand Chase.
– Sieghart? — aquele nome ecoou pela mente abstrata da garota, sem dúvidas, ela conhecia aquele garoto antes, mas aquilo foi antes de perder a memória.
A garota se uniu aquele grupo, mesmo sem eles nem ela mesma saber o próprio nome, mas ela entrou apenas a fim de pesquisar mais sobre Sieghart.
Grand Chase estavam indo em direção de um reino dominado por Anões, pois surgiu ouviram falar de algum lugar que Astaroth estava rondando por aquela área.
Os anões daquela área, conseguiram recriar, um objeto usado pelos Duelistas, que chegou em mãos da jovem apática e inexpressiva que havia se juntado á Grand Chase. Misteriosamente, aquela garota conhecia todos os segredos daquela arma e conseguiu facilmente manuseá-la, até ela lembrar que os anões mencionarem que aquela arma foi utilizada por tecnomagos habitantes de Calnat.
Ao dormir, ela sonhou como se ela estivesse no meio de um campo de batalha, era uma guerra, naquela guerra haviam demônios e duelistas, ela viu como os duelistas utilizavam aquela arma e, assim como ela, aquelas pessoas haviam cabelo azulado e olhos heterocromáticos, então ela olhou para trás, e se surpreendeu, pois viu um garoto de cabelos pretos e bagunçados, que lutava usando uma espada quase do mesmo tamanho do portador, até perceber que aquele jovem era Sieghart, e lutava ao lado dos Duelistas, ela nunca ficou com tantas dúvidas como estava naquele momento, e aquele mesmo jovem, o Sieghart, olhou para ela e a chamou: "Mari!". E, naquele momento, ela já sabia o próprio nome.
No dia seguinte, Mari disse a todos o seu nome. Sieghart não se segurou e a deu um abraço, mesmo sem a própria Mari saber o motivo. Todos viram aquela cena, mas ao mesmo tempo que confuso, se perguntando a mesma coisa sempre: "Como ela está viva e jovem depois de tanto tempo? Como ela sobreviveu á explosão?" ele estava feliz, pois aquelas perguntas serviam como conforto á ele: "Ela ainda está viva e jovem! E sobreviveu á explosão".
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