Notas iniciais
Postei e sai correndo, temos capa nova, me dizem o que acharam kkkk

Elena abriu os olhos lentamente, mas os fechou por conta da claridade. Mexeu-se sentindo um peso em sua cintura, ao olhar para o lado de assustou ao ver Damon a abraçando com força.

– A meu Deus – sussurrou ao se lembrar da noite passada – meu Deus – se levantou da cama com todo o cuidado do mundo para não acordar seu marido.

Elena encarou Damon, e acabou se deixar levar por pensamentos.

“Meu esposo é tão lindo.”

– Não – correu assustada para a varanda, antes vestindo um robe – eu não pensei esposo, me recuso, e muito menos usei o termo meu. O que esta acontecendo comigo? – se perguntou incrédula.

– Esta tudo bem? – congelou ao escutar Damon a perguntar.

Não.

– Sim – respondeu com a voz baixa.

– Não, não esta Elena.

“Por que ele é tão persistente?” se perguntou.

– Sim Damon, esta – respondeu seca.

– Por que esta agindo assim? – perguntou pra ela, se colocando na frente da morena.

Elena respirou fundo.

– Noite passada foi um erro, assim como a noite em Paris – foi direto ao ponto.

O empresário franziu o cenho, mordendo o lábio inferior ate cair em si.

– Você ama falar que somos um erro, sim Elena eu e você ate podemos ser um erro. MAS PARA DE FALAR QUE NOSSO FILHO É UM ERRO – berrou Damon, assustando a jovem.

Elena se abraçou, fechando os olhos.

– Não foi isso que quis dizer – sua voz saiu baixa, ela odeia se sentir encurralada.

– Foi o que pareceu – arqueou uma sobrancelha — vejo que isso vai ser um inferno – disse ao virar as costas.

Elena não gostou disso, da forma como ele disse “que isso vai ser um inferno’’ ele quis entrar nisso, agora o mundo todo sabe que eles estao juntos, casados e aparentemente feliz. Elena Gilbert não tinha culpa de Damon Salvatore ter tido essa idéia lunática de casamento.

– Okay – Elena suspirou, correndo para frente de Damon – vai ser sim um inferno, se quiser acabar com isso a gente acaba, uma ligação para minha advogada e para o seu que isso estará resolvido – ela o olhou sugestiva.

– O contrato – o Salvatore ergueu o dedo, mostrando a aliança de ouro.

– Anulamos – Elena disse olhando dentro dos olhos azuis do moreno, se mostrando a mulher imponente que é.

– Não – Damon respondeu simplesmente – começamos com isso, iremos ate o fim.

Elena fingiu sorrir.

– Certo, ate o fim. Já que quer ir ate o fim, quero ir embora pra casa. Pra mim essa lua de mel fajuta da deu — Elena quem virou as costas para Damon, entrando no quarto.

Damon bufou.

– Tudo bem, se quer ir embora, nos vamos – passou pela morena, entrando no banheiro, batendo a porta com tudo – não era fajuta quando voce estava gemendo meu nome.

Elena bufou jogando um travesseiro na porta do banheiro, se jogando na cama. O seu inferno pessoal havia começado.

...

– Eles estarão de volta antes do anoitecer – anunciou Cecília ao entrar no apartamento de Marry – vovó – chamou.

Começou a andar pelo apartamento, a procura da avó.

– O meu Deus – gritou assustada, deixando a bolsa de couro ir ao chão ao se deparar com um homem nu na cozinha da vó – deus meu – ela disse ao ver a bunda do homem, parecia ser mais dura que a sua. Deu uma olhada para trás, vendo a sua.

Ela tapou os olhos, correndo pra sala.

– Marry – berrou subindo as escadas, encontrando a avó no quarto – tem um homem nu na sua cozinha.

– Vejo que já conheceu Kaleb – marry sorriu abertamente.

Ceci a olhou obvia, ambas caíram na gargalhada.

– Eles vão estar de volta, não deu certo – Ceci suspirou frustrada, se jogando na poltrona.

– De tempo a eles Salvatore, ninguém descobre estar perdidamente apaixonado da noite pro dia.

– Eu sei, mas, argh eles são tão cabeça dura que me vontade de trancar os dois em uma sala e... – ela sorriu maliciosa – eles chegam hoje, que tal uma festinha na casa de klaus e Caroline este fim de semana? – perguntou Ceci.

– Você é demais – Marry disse rindo.

– Eu sei – ela fez uma careta engraçada.

–E você e kol?

Cecília parou de olhar as unhas recém feitas.

– Não quero falar disso, estamos ótimos vovó – tentou sorrir.

Marry suspirou, sabia que os netos eram cabeças duras, mas Cecília parecia se superar. Cecília era Marry quando adolescente e a mais velha sabia que tentar conversar com ela não iria adiantar nada.

Damon e Elena desceram do taxi, agradecendo ao motorista. Ambos suspiraram ao ficarem parados em frente à enorme mansão. A morena estalou a língua, andando em direção a porta de entrada. Elena adentrou a casa, olhando tudo ao redor, realmente tudo havia ficado magnífico.

Uma semana havia se passado, todo mundo se assustou com a volta repentina de Damon e Elena, mas eles disseram que foi por causa da gravidez, Elena disse não se sentir bem. Ambos já voltaram a trabalhar. Era uma manhã de sexta feira, Damon desceu as escadas vendo que estava atrasado para o trabalho, se assustou ao chegar na sala de jantar e ver que Elena ainda não tinha descido, ela era sempre tão pontual. Ele e Elena não se falavam, somente na frente dos outros para não ficar nada suspeito,

– Cade a senhora Salvatore? – perguntou dando um beijo no rosto de Clara, a senhora que trabalhava na casa de seus pais.

– Ainda não desceu – avisou a mulher.

Damon franziu o cenho, se sentando para tomar o café da manhã. Ao terminar de comer, olhou as horas, já era para Elena estar dentro do carro indo para a empresa, algo não estava certo para a morena estar tão atrasada.

– Já a chamei senhor, mas ela não responde – disse Clara tirando um pedaço de bolo e colocando no prato de Damon.

– Vou La ver como ela esta – disse ele colocando o guardanapo em cima da mesa.

Damon subiu as escadas correndo, querendo acreditar que corria por estar atrasado e não estar preocupado com a nariz empinado, como ele voltou a chamar. Bateu na porta do quarto, vendo que estava trancada, Elena nunca tranca a porta. Suspirou frustrado ao chamar ela e nada.

– Elena – bateu na porta, colocando o ouvido colado a porta – Elena Salvatore – gritou ao bater mais uma cinco vezes e nada da morena reagir – já estou preocupado – sussurrou revirando os olhos.

Ele escutou um gemido de dor, da morena.

– Elena – bateu na porta.

Revirou os olhos, correndo para seu quarto, ao lado do quarto da morena. Damon respirou fundo olhando a sacada de Elena, uns tres metros de distancia da dele, bufou por pensar em fazer isso.

– Qual idiota faria isso? – ele escutou o choro de Elena, fechando os olhos – eu.

Damon grudou na grande de parede, a grade de suporte para as plantas que sobem pelas paredes, andando com cuidado na pequena mureta ate a sacada do quarto de Elena, se jogou no chão da sacada. Se tivesse acontecido algo com ele, ele mataria a morena, depois de ver que ela estivesse bem. Claro.

– Quem esta ai?- escutou a voz abafada da mulher.

– Eu – “o idiota” completou mentalmente entrando no quarto.

Elena estava no chão, perto do banheiro.

– O que você tem? – correu ate ela, preocupado.

Ela levantou a cabeça o olhando, deitando a mesma no chao depois.

– Enjôo, tontura e por incrível que pareça : fome – choramingou – me ajude a me levantar, devo tomar banho para ir trabalhar.

Damon riu.

– Para de rir – ela ficou de quatro, engatinhando ate o banheiro.

– Eu to rindo de você querer ir trabalhar – andou atrás dela, vendo ela se apoiar no vaso sanitário.

Damon se abaixou ao lado dela, segurando os cabelos de Elena.

– Eu vou sim, eu to ótima, eu to... – dito isso ela faz anciã de vomito, colocando tudo para fora logo depois.

Damon a ajudou ficar em pé, a sentando na pia.

– Eu to péssima – murmurou ela depois de um tempo, se olhando no espelho.

O Salvatore concordou.

– Era para voce discordar – ela jogou a pasta de dente em Damon, que estava abaixado perto da banheira, enchendo a mesma para Elena banhar.

– Voce esta ótima – disse ele depois de um tempo – vou avisar pro meu pai que você não vai hoje e eu vou chegar atrasado por isso.

Ele saiu do banheiro, deixando Elena ali. A morena se escorou na parede, pronta para pedir o remédio para enjôo, porem Damon entra no banheiro.

– Toma seu remédio, prometo que vai passar – ele sorriu, entregando a cartela de remédio a ela.

Elena sorriu, mesmo brigados Damon cuida dela.

– Mas pai – Damon disse olhando para Elena, ele estava sentado na cama da morena – pai – respirou fundo – ela vai ficar bem sem mim aqui... pai, ta bom pai eu passo o dia com minha esposa.

Elena quase se engasgou com o comprimido, desde que voltaram de viagem não ficaram mais sozinhos. Damon se levantou da cama com um sorriso cínico, ajudando Elena a descer da pia.

– Vamos tomar banho – sorriu malicioso.