Consequencias De Uma Noite - Delena
30 Capitulo 29 Rotina Do Casal
Notas iniciais
Elena abriu os olhos lentamente, mas os fechou por conta da claridade. Mexeu-se sentindo um peso em sua cintura, ao olhar para o lado de assustou ao ver Damon a abraçando com força.
– A meu Deus – sussurrou ao se lembrar da noite passada – meu Deus – se levantou da cama com todo o cuidado do mundo para não acordar seu marido.
Elena encarou Damon, e acabou se deixar levar por pensamentos.
“Meu esposo é tão lindo.”
– Não – correu assustada para a varanda, antes vestindo um robe – eu não pensei esposo, me recuso, e muito menos usei o termo meu. O que esta acontecendo comigo? – se perguntou incrédula.
– Esta tudo bem? – congelou ao escutar Damon a perguntar.
Não.
– Sim – respondeu com a voz baixa.
– Não, não esta Elena.
“Por que ele é tão persistente?” se perguntou.
– Sim Damon, esta – respondeu seca.
– Por que esta agindo assim? – perguntou pra ela, se colocando na frente da morena.
Elena respirou fundo.
– Noite passada foi um erro, assim como a noite em Paris – foi direto ao ponto.
O empresário franziu o cenho, mordendo o lábio inferior ate cair em si.
– Você ama falar que somos um erro, sim Elena eu e você ate podemos ser um erro. MAS PARA DE FALAR QUE NOSSO FILHO É UM ERRO – berrou Damon, assustando a jovem.
Elena se abraçou, fechando os olhos.
– Não foi isso que quis dizer – sua voz saiu baixa, ela odeia se sentir encurralada.
– Foi o que pareceu – arqueou uma sobrancelha — vejo que isso vai ser um inferno – disse ao virar as costas.
Elena não gostou disso, da forma como ele disse “que isso vai ser um inferno’’ ele quis entrar nisso, agora o mundo todo sabe que eles estao juntos, casados e aparentemente feliz. Elena Gilbert não tinha culpa de Damon Salvatore ter tido essa idéia lunática de casamento.
– Okay – Elena suspirou, correndo para frente de Damon – vai ser sim um inferno, se quiser acabar com isso a gente acaba, uma ligação para minha advogada e para o seu que isso estará resolvido – ela o olhou sugestiva.
– O contrato – o Salvatore ergueu o dedo, mostrando a aliança de ouro.
– Anulamos – Elena disse olhando dentro dos olhos azuis do moreno, se mostrando a mulher imponente que é.
– Não – Damon respondeu simplesmente – começamos com isso, iremos ate o fim.
Elena fingiu sorrir.
– Certo, ate o fim. Já que quer ir ate o fim, quero ir embora pra casa. Pra mim essa lua de mel fajuta da deu — Elena quem virou as costas para Damon, entrando no quarto.
Damon bufou.
– Tudo bem, se quer ir embora, nos vamos – passou pela morena, entrando no banheiro, batendo a porta com tudo – não era fajuta quando voce estava gemendo meu nome.
Elena bufou jogando um travesseiro na porta do banheiro, se jogando na cama. O seu inferno pessoal havia começado.
...
– Eles estarão de volta antes do anoitecer – anunciou Cecília ao entrar no apartamento de Marry – vovó – chamou.
Começou a andar pelo apartamento, a procura da avó.
– O meu Deus – gritou assustada, deixando a bolsa de couro ir ao chão ao se deparar com um homem nu na cozinha da vó – deus meu – ela disse ao ver a bunda do homem, parecia ser mais dura que a sua. Deu uma olhada para trás, vendo a sua.
Ela tapou os olhos, correndo pra sala.
– Marry – berrou subindo as escadas, encontrando a avó no quarto – tem um homem nu na sua cozinha.
– Vejo que já conheceu Kaleb – marry sorriu abertamente.
Ceci a olhou obvia, ambas caíram na gargalhada.
– Eles vão estar de volta, não deu certo – Ceci suspirou frustrada, se jogando na poltrona.
– De tempo a eles Salvatore, ninguém descobre estar perdidamente apaixonado da noite pro dia.
– Eu sei, mas, argh eles são tão cabeça dura que me vontade de trancar os dois em uma sala e... – ela sorriu maliciosa – eles chegam hoje, que tal uma festinha na casa de klaus e Caroline este fim de semana? – perguntou Ceci.
– Você é demais – Marry disse rindo.
– Eu sei – ela fez uma careta engraçada.
–E você e kol?
Cecília parou de olhar as unhas recém feitas.
– Não quero falar disso, estamos ótimos vovó – tentou sorrir.
Marry suspirou, sabia que os netos eram cabeças duras, mas Cecília parecia se superar. Cecília era Marry quando adolescente e a mais velha sabia que tentar conversar com ela não iria adiantar nada.
Damon e Elena desceram do taxi, agradecendo ao motorista. Ambos suspiraram ao ficarem parados em frente à enorme mansão. A morena estalou a língua, andando em direção a porta de entrada. Elena adentrou a casa, olhando tudo ao redor, realmente tudo havia ficado magnífico.
Uma semana havia se passado, todo mundo se assustou com a volta repentina de Damon e Elena, mas eles disseram que foi por causa da gravidez, Elena disse não se sentir bem. Ambos já voltaram a trabalhar. Era uma manhã de sexta feira, Damon desceu as escadas vendo que estava atrasado para o trabalho, se assustou ao chegar na sala de jantar e ver que Elena ainda não tinha descido, ela era sempre tão pontual. Ele e Elena não se falavam, somente na frente dos outros para não ficar nada suspeito,
– Cade a senhora Salvatore? – perguntou dando um beijo no rosto de Clara, a senhora que trabalhava na casa de seus pais.
– Ainda não desceu – avisou a mulher.
Damon franziu o cenho, se sentando para tomar o café da manhã. Ao terminar de comer, olhou as horas, já era para Elena estar dentro do carro indo para a empresa, algo não estava certo para a morena estar tão atrasada.
– Já a chamei senhor, mas ela não responde – disse Clara tirando um pedaço de bolo e colocando no prato de Damon.
– Vou La ver como ela esta – disse ele colocando o guardanapo em cima da mesa.
Damon subiu as escadas correndo, querendo acreditar que corria por estar atrasado e não estar preocupado com a nariz empinado, como ele voltou a chamar. Bateu na porta do quarto, vendo que estava trancada, Elena nunca tranca a porta. Suspirou frustrado ao chamar ela e nada.
– Elena – bateu na porta, colocando o ouvido colado a porta – Elena Salvatore – gritou ao bater mais uma cinco vezes e nada da morena reagir – já estou preocupado – sussurrou revirando os olhos.
Ele escutou um gemido de dor, da morena.
– Elena – bateu na porta.
Revirou os olhos, correndo para seu quarto, ao lado do quarto da morena. Damon respirou fundo olhando a sacada de Elena, uns tres metros de distancia da dele, bufou por pensar em fazer isso.
– Qual idiota faria isso? – ele escutou o choro de Elena, fechando os olhos – eu.
Damon grudou na grande de parede, a grade de suporte para as plantas que sobem pelas paredes, andando com cuidado na pequena mureta ate a sacada do quarto de Elena, se jogou no chão da sacada. Se tivesse acontecido algo com ele, ele mataria a morena, depois de ver que ela estivesse bem. Claro.
– Quem esta ai?- escutou a voz abafada da mulher.
– Eu – “o idiota” completou mentalmente entrando no quarto.
Elena estava no chão, perto do banheiro.
– O que você tem? – correu ate ela, preocupado.
Ela levantou a cabeça o olhando, deitando a mesma no chao depois.
– Enjôo, tontura e por incrível que pareça : fome – choramingou – me ajude a me levantar, devo tomar banho para ir trabalhar.
Damon riu.
– Para de rir – ela ficou de quatro, engatinhando ate o banheiro.
– Eu to rindo de você querer ir trabalhar – andou atrás dela, vendo ela se apoiar no vaso sanitário.
Damon se abaixou ao lado dela, segurando os cabelos de Elena.
– Eu vou sim, eu to ótima, eu to... – dito isso ela faz anciã de vomito, colocando tudo para fora logo depois.
Damon a ajudou ficar em pé, a sentando na pia.
– Eu to péssima – murmurou ela depois de um tempo, se olhando no espelho.
O Salvatore concordou.
– Era para voce discordar – ela jogou a pasta de dente em Damon, que estava abaixado perto da banheira, enchendo a mesma para Elena banhar.
– Voce esta ótima – disse ele depois de um tempo – vou avisar pro meu pai que você não vai hoje e eu vou chegar atrasado por isso.
Ele saiu do banheiro, deixando Elena ali. A morena se escorou na parede, pronta para pedir o remédio para enjôo, porem Damon entra no banheiro.
– Toma seu remédio, prometo que vai passar – ele sorriu, entregando a cartela de remédio a ela.
Elena sorriu, mesmo brigados Damon cuida dela.
– Mas pai – Damon disse olhando para Elena, ele estava sentado na cama da morena – pai – respirou fundo – ela vai ficar bem sem mim aqui... pai, ta bom pai eu passo o dia com minha esposa.
Elena quase se engasgou com o comprimido, desde que voltaram de viagem não ficaram mais sozinhos. Damon se levantou da cama com um sorriso cínico, ajudando Elena a descer da pia.
– Vamos tomar banho – sorriu malicioso.
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