Notas iniciais
Ola pessoas? Como estão? Eu estou bem, graças a vcs e a Deus... nesses dois meses em que fiquei parada com a fic, eu li e reli cada comentario e chorava como uma doida por saber que eu sou especial para vcs, que a minha estoria é especial... obrigada, por tudo, vcs são demais... amo vcs, minhas doces leitoras. Eu comecei a escrever meu livro, sim, meu livro, meu bebe que se Deus quiser sera sucesso... Eu tenho uma coisa a prometer, a partir de hoje eu irei responder todas vcs... então nao tenham medo de comentar e eu dar vacuo pois eu sei o quanto vcs sao especias para mim. Uma ótima leitura, pois eu estou de volta e dessa vez... para ficar.

Play

POV Autora

Cecília abriu os olhos, sentindo vontade de voltar no tempo para não fazer isso.

–Agrh – ela reclamou, saindo da cama correndo para o banheiro.

Seu corpo doía como nunca, sua cabeça parecia que iria explodir. A morena tomou um banho, depois foi procurar a aspirina para tomar. Ao encontrar tomou, vestindo uma roupa leve, para ir tentar comer algo. Ao sair do quarto, ela foi direto para o quarto de Kol.

–Amor – ela sussurrou entrando – céus, Ric? Jenna? – perguntou vendo eles deitados na cama – desculpas – ela saiu correndo do mesmo – quarto errado – bufou, abrindo a porta certa – meu dorminhoco, vamos acordar? – pulou em cima de kol, que sorriu abrindo os olhos.

–É pedir demais para ser acordado assim, para sempre? – ela sorriu.

Kol a virou na cama, a beijando.

POV Elena

Abri os olhos, sentindo que estávamos pousando em algum lugar.

–Acordou – Damon sussurrou.

Sorri para ele, esfregando os olhos.

–Estamos chegando – ele disse animado.

–Nunca mais na minha vida durmo com um vestido de noiva – bufei, me sentindo desconfortável com a roupa.

–Não mesmo, você não vai se casar mais – ele riu sínico.

–Quem sabe – sorri sínica de volta.

Damon revirou os olhos, apertamos o cinto para o jatinho pousar.

***

– Meu Deus – levei a mão a boca — isso é o paraíso –disse olhando o resort onde vamos ficar, no Havaí.

– Eu sei, eu estava olhando os lugares e pensei “ A Elena ira amar isso” – ri do jeito que ele disse.

– E amei – me virei para ele.

Damon sorriu de lado, pegamos a chave de nosso quarto, a suíte presidencial e fomos direito para o quarto. Quando entrei fiquei boba com o que vi, o quarto é amplo e tem uma enorme cama branca com detalhes em azuis, o quarto é todo em branco e azul que da um ar de paz ao ambiente... a enorme varanda dava para o mar azul.

– Vou me trocar pois quero curtir esse paraíso – disse.

– Não, você vai dormir... so isso, depois do almoço vamos curtir o paraíso – Damon disse simplesmente.

Me toquei que ainda são cinco horas da manhã, eu ri da minha burrice.

– Então eu vou me trocar, para dormir – ele riu vitorioso.

Revirei os olhos.

– Tem como me ajudar aqui? – pedi tentando desabotoar o vestido de noiva.

Damon parou o que estava fazendo, andando lentamente ate mim. Ele colocou o meu cabelo de lado, fechei os olhos quando senti seus dedos pegou no primeiro botão do vestido, então ele começou a tirar cada botão lentamente de sua casa, encostando sua mão forte em minhas costas, suspirei no mesmo momento que me arrepiei.

– Pelo menos nisso estamos fazendo a tradição certinho – ele sussurrou, me fazendo abrir os olhos.

Engoli em seco para responder.

– Sim – cocei a garganta meio desconcertada.

– Terminei – o olhei pelo espelho, sentindo sua respiração em minha nuca nua.

– Obrigada – disse quando ele passou as mãos por minhas costas, indo de encontro as mangas de meus braços e as tirando delicadamente, coloquei as mãos por cima dos seios segurando o vestido.

– Vou me trocar no banheiro – peguei uma roupa que havia separado e estava em cima da cama e corri para o banheiro.

Eu não entendo por que tudo mudou, era pra mim simplesmente o odiar, ele é Damon Salvatore o galinha sem noção, mas eu simplesmente não consigo. Eu não sei explicar o que sinto, talvez seja os benditos hormônios fazendo efeito. Bufei enquanto tomava banho. Acho que tudo isso é por causa do nosso filho, eu criei um afeto com Damon por causa da criança.

Sai do banho já vestida com a minha camisola, pois não encontrei nenhum pijama comprido, Cecília, claro, ela quem fez as malas ela iria dar um jeito de trocar minhas roupas. Ri sozinha dela enquanto mandava uma mensagem para a mesma, a xingando por ter feito isso.

– O que foi? – Damon perguntou me tirando dos devaneios, o encarei, vendo que o moreno usava somente uma calça moletom preto.

– Sua Irma caçula aprontando novamente – ele franziu o cenho deitando na cama, fiz o mesmo.

– O que a Salvatore fez? – perguntou curioso.

– Trocou as minhas roupas por roupas mais provocantes – encarei o teto.

– Me lembre de agradecê-la por isso – ele disse com uma voz sexy, mas com certeza estava brincando.

O olhei boquiaberta, Damon riu alto.

– Bobo – o cutuquei.

Nos calamos, eu sabia que ele estava acordado pois sua respiração estava acelerada.

–Elena – me chamou.

– Sim – repliquei sem abrir os olhos.

– Boa noite Senhora Salvatore – sorri de lado com isso.

– Boa noite – me virei para o lado, Damon nos cobriu.

E essa foi a ultima coisa que lembro antes de apagar.

***

Abri os olhos lentamente, senti um peso na minha cintura e olhei devagar para o lado. Damon dormia calmamente, e virei para sua frente o que fez ele me puxar para mais perto dele. Revirei os olhos, passando a mão pelo rosto dele. Dormindo parece um anjo, sua respiração serena.

– É feio olhar as pessoas dormindo Sr Salvatore – pulei de susto, o empurrando para longe o que o fez cair da cama.

Comecei a rir alto.

– Meu Deus Damon – não conseguia me controlar, rolei para beirada da cama ficando perto de onde ele caiu – esta bem? – perguntei o vendo de olhos fechados.

– Sim, só não sou acostumado a ser despertado com tamanha brutalidade – ele abriu os olhos, sorrindo.

– Se acostume – dei de língua.

– Podia ter avisado antes – ele se levantou, Damon me olhou maléfico — você esta merecendo uma revanche – andou lentamente para meu lado.

– Não – disse me levantando da cama – não – ri pulando da mesma, foi o prazo de eu colocar os pés no chão Damon agarra minha cintura me jogando na cama novamente.

– Ataque de cosquinhas – ele disse prendendo minhas mãos para cima com uma sua.

Ele começou, eu ria escandalosamente. Damon parou quando eu ameacei me vingar da pior forma possível, ele me soltou me dando um beijo na testa. Nos trocamos e descemos para dar uma volta pela ilha e achar um restaurante legal para comermos.

– Eu to uma gorda– reclamei quando Damon pegou minha mão, assim que saímos do hotel.

Tudo aqui é lindo, parei olhando a praia a minha frente... isso aqui é o paraíso, muito perfeito. Tudo combina, parece que foi planejado aos mínimos detalhes, e na verdade foi, Deus caprichou aqui.

– Para com isso, você esta ótima – ele disse olhando uma ruiva que estava jogando vôlei na praia.

– Sim – sai andando na frente.

Eu e Damon escolhemos um restaurante qualquer, nos sentamos no lado de fora do restaurante um lugar arejado com vista para o mar.

– Estou morta de vontade de comer camarão – disse colocando a mão na barriga.

– Aloha – o garçom chegou com o cardápio.

– Aloha – eu e Damon o cumprimentamos.

Olhei o cardápio.

– Eu vou querer Camarão havaiano ao curry – disse com água na boca – e de sobremesa... Mousse Havaiano e, você Damon?

– Eu vou querer lagosta havaina, a mesma sobremesa e para bebermos um suco de morango com abacaxi.

– Okay – o garçom sorriu para nos – Aloha Malihini – ele disse ate mais visitantes.

Ele chegou com os nossos pedidos 10 minutos depois, eu comi aquilo com uma vontade o que fazia Damon rir. Quando acabamos pagamos a conta e seguimos para a praia. Colocamos nossas cadeiras de pegar sol, Damon colocou o guarda sol.

– Eu vou tomar um banho de mar, você não vem? – me perguntou, fiz que não com a cabeça.

Damon tirou a bermuda que estava ficando com uma sunga azul, ele correu em direção ao mar e vi varias menininhas de olho nele.

– Que gato – uma se abanou, revirei os olhos.

– Sera que é casado? – uma que estava ao meu lado direito perguntou para sua amiga ruiva, pera, ruiva? É a ruiva que ele estava olhando.

Empinei meu nariz enquanto olhava as mensagens de Caroline e respondia.

– Acho que não, se for é um desperdício – me mexi inquieta com essa conversa das duas.

Atendi a ligação de Katherine.

– Que é? – perguntei rude.

– Nossa, se acalma... é a sua lua de mel – disse Caroline rindo.

– Engraçadinha – bufei.

– O que foi? – perguntou Bekah.

– Umas vadias aqui falando do Damon – fechei os olhos quando vi que soltei o que queria berrar ao mundo.

So escutei gargalhadas.

– Ai que graça, to morrendo de rir aqui.

– Okay, onde vocês estao? – perguntou Kath.

– Ele esta tomando banho de mar e eu estou aqui conversando com vocês – me levantei da cadeira, vendo que as quengas foram para perto de onde Damon esta – agora as vadias foram para perto do Damon – encarei a cena boquiaberta.

– Vixi, um conselho, se não quer ser corna... ops, na mídia – Rebekah ria falando.

– O que? – perguntei.

– Vai atras dele e mostre que ele tem dona, oras – Carol terminou.

– Agora – Kath berrou.

– Tudo bem – disse simplesmente.

– É assim que eu gosto –cecilia disse rindo – va cuidar do seu homem se não outra toma – assim elas desligaram o celular.

Primeiro, ele não é meu homem, so o pai do meu filho e esse casamento não é de verdade alguém coloca isso na cabeça delas. Segundo, eu devo fingir que é. Terceiro aquilo ali são as vacas conversando com meu homem? Dei-me um tapa na testa. Meu homem não, Damon.

Tirei a canga, ficando apenas com o biquíni, soltei meu cabelo do coque frouxo e andei ate onde eles estavam, perto do mar . Por onde passava escutava os homens mexerem comigo, sorri por dentro, acho que não estou tão gorda assim.

– Amor — pulei em Damon, o mesmo me segurou com força me levantando do chão.

– Amor – beijou minha testa.

Ele me colocou no chão delicadamente, me virei para as meninas que nos olhavam com decepção. Sorri vitoriosa.

– Essas são Liz e Margo – a ruiva é a Margo e a loira é a Liz.

Estendi minha mão a elas.

– Prazer, Elena Salvatore – enchi a boca para falar Salvatore perto delas.

A ruiva não se abateu, pegando minha mao.

– Margo Stiles – ela se apresentou.

– Então vocês é o casal que não saem da boca do povo desde que anunciaram o casamento? – a loira perguntou.

Olhei sorrindo para Damon, que abraçou minha cintura me olhando também.

– Acho que sim – disse sem graça.

– Nossa, parabéns, vocês parecem muito apaixonados – corei ouvindo isso de Liz, a ruiva cutucou a amiga com uma cara de raiva.

– Já vamos indo, temos horário no SPA – Margo disse olhando Damon – Ate mais, fofo – ela beijou o rosto dele, saindo rebolando.

Liz deu um tchau sem graça e saiu atras da amiga. Me virei para Damon, tirando sua mão da minha cintura.

– O que foi isso? – perguntou.

– Isso o que? – entendi sua pergunta – devemos demonstrar afeto – sai na frente.

– Volta aqui – Damon me puxou pela cintura, me abraçando por trás – já que é assim, o que acha de um banho no mar? – perguntou no meu ouvido.

– Não, passo – disse me soltando de seu abraço.

Damon bufou, me segurando novamente, ele me segurou nos braços e correu em direção ao mar.

– Não – eu gritava rindo.

Damon pulou comigo na água gelada, me fazendo o agarrar pelo pescoço. Ele me colocou no lugar onde da pé, fiquei em pé mas ele ainda me segurava pela cintura.

– Vou te matar – minha voz saiu dois tons acima de um sussurro.

– Vai nada – ele disse convencido.

– Bobo – joguei água nele com a mão.

Ele fez cara de ofendido, jogando em mim, e assim começamos uma guerra de jogar água no outro. Abaixei-me dentro da água, começando a nadar. Damon fez o mesmo. Sinto meu corpo bater em algo e grito mesmo dentro da água pensando ser um tubarão, pois estou de olhos fechados. Sinto uma mão me puxar para cima junta com um corpo másculo, quando estamos perto da superfície Damon me da um selinho de baixo d’água. Sacudi a cabeça quando estava na superfície, Damon sorriu para mim colocando a mão no meu rosto delicadamente, com a outra tirou o cabelo do meu olho o colocando para trás, desceu a mão para minha cintura me puxando ainda mais para si, sorri de lado com isso. Seus olhos estavam nublados, não consegui decifrar o que se passava em sua cabeça. Levei as mãos ate sua nuca.

– Temos que demonstrar afeto – ele sussurrou próximo.

– Sim, temos — mordi o lábio inferior antes de seus lábios macios se chocarem contra os meus.

Notas finais
Espero que tenham gostado, serio, por que eu ri pakas escrevendo esse capitulo. Amo vcs, e vamos la eu quero uma recomendação pois a fic ja vai fazer um ano. Ate o proximo, beijos.