Notas iniciais
OIE, EU TO FELIZ PRA PORRA... POR QUE? POR QUE EU CONHECI O ZE FELIPE, CARALHO EU FIQUEI NO MESMO HOTEL QUE ELE E FOI MUITO LINDO O QUE ACONTECEU... E ACONTECEU MUITA COISA E EU ESTOU FELIZ KKK... parei, mas eu estou feliz gente, estou tão feliz que nao cabe em mim... AMO VCS. Bjs.

POV ELENA

Suspirei No fim do beijo, quando Damon beijou meu rosto todo. Abri os olhos, encarando suas orbitas azuis, neles eu vi confusão, assim como nos meus.

– Eu, eu vou voltar para o hotel... Se quiser ficar aqui, fique- disse saindo correndo.

Eu e minha mania de fugir, eu sempre fujo quando não sei o que fazer, quando eu estou assustada. Quando criança fugia para os braços de meu pai, mas agora para onde eu vou? Estou assustada comigo mesmo, com o que eu estou sentindo e isso é estranho, não sei... mas esse sentimento, eu sei... Pode parecer estranho, mas eu sinto que eu e Damon temos alem da ligação que é o nosso filho. Não sei explicar, mas sinto que algo esta nascendo e isso me deixa assustada... Eu o odiava e de um dia pro outro, na verdade tres semanas viramos amigos, e ficamos nos beijando. Só sei que esta nascendo algo, e isso me assusta muito.

Peguei minha bolsa, colocando meu celular dentro e amarrando minha canga na cintura. Sai dali indo direto para o hotel, quando cheguei ao quarto me joguei na cama, me arrependendo por isso no mesmo momento.

– A não bebê – disse para meu filho, enquanto corria para o banheiro e jogava todo o meu almoço para fora.

Respirei fundo, me levantando do chão. Segurei-me na parede, vendo que iria cair no chão pela tontura. Sacudi a cabeça, indo direto para o Box do banheiro, decidida a tomar um banho para ir me deitar... E assim o fiz.

POV DAMON

Revirei os olhos vendo Elena correr de mim, ela é tão tímida, menina mulher... Supostamente minha mulher, sorri com isso. Elena, nem todas as palavras do dicionário e muito menos os adjetivos de extraordinário poderiam resumir o que Elena é. Não sei dizer como chegamos nisso, eu sei que Elena poderia muito bem cuidar do meu filho sozinha e que ninguém ia sair a julgando... Mas no fundo do meu coração eu senti que devia fazer essa proposta a ela, sentia que isso poderia mudar a minha vida. Tosco não? Eu, Damon Salvatore pedindo uma mulher em casamento ao por do sol, e pior ainda, se casando com ela e... Dizendo coisas que vieram do meu coração... Eu tenho vontade de rir de mim mesmo, que gay isso tudo. Na verdade mais gay de tudo isso é o fato que a idéia de pedi-la em casamento veio de um sonho, cara, aquilo foi assustador no dia em que sonhei... Mas agora, ainda parece assustador, porem engraçado.

Sai de dentro do mar.

ON

Adentrei o cemitério que conhecia muito bem, faço esse percurso varias vezes no mês durante os últimos anos. Parece que ira chover a qualquer momento, porem agora eu não ligo para a chuva.

– Ei Robert – me ajoelhei perante o tumulo do meu filho.

Coloquei as flores na lapide.

– Quanto tempo, em garotão? – perguntei – o papai tem uma novidade para você, você vai ganhar um irmãozinho – sorri entre o choro – mas a mamãe dele é tão complicada, eu so precisava de uma luz, não quero perder outro filho... Você já foi demais. Ai de cima meu anjo, me ajude a conversar com Deus para ele me iluminar para eu saber o que fazer. E, a gravidez dela é de risco, estou com medo, cuide dela e do seu irmãozinho ai de cima pro papai... te amo meu pequeno Robert. – limpei as lagrimas, vendo que a chuva se iniciava – te amo.

Levantei-me, saindo dali correndo para não me molhar com a água da chuva.

Off

Ficar aqui sem a Elena não tem graça, então resolvi voltar para o hotel ver o que ela esta aprontando. Cheguei pé por pé no quarto, encontrando uma Elena deitada de qualquer jeito na cama. Ela estava sorrindo, sorri junto com ela, dormindo parece um anjo... me aproximei, ajeitando ela na cama enquanto a cobria. Passei a Mao por seu rosto, colocando o cabelo molhado da mesma para trás da orelha, enquanto me aproximava e dava um leve beijo em sua testa. Decidi por ir tomar um banho, enquanto ela não acordava, pois depois queria ir jantar com ela.

Autora narrando

Elena dormia serenamente, estava tendo um sonho ao qual julgava perfeito.

Sonho da Elena

Ela e Damon estavam decorando um quarto, o quarto de sua mansão... Mas esse quarto era decorado com amor. Elena ajudava o marido a pintar as paredes de rosa, para depois colocarem os papeis de parede na mesma.

– Esta ficando lindo – Elena parou de pintar, colocando a mao no ventre.

A mesma já estava grávida de quatro meses e esperava uma menina, todos ficaram felizes com a noticia. Damon esta todo babão para cima da filha e de sua esposa.

– Eu sei, alias sou quem esta pintando – a morena revirou os olhos, vendo Damon andar em sua direção com um pincel pequeno, passando na ponta do nariz da esposa – já disse que te amo hoje? – perguntou Damon, a puxando para ele pela cintura.

– Deixe-me lembrar – ela tirou uma das mãos do ombro de Damon, colocando no queixo fingindo pensar – não – ela disse, voltando a mao para o mesmo lugar de antes.

– Eu te amo, te amo, te amo – Damon sussurrava, beijando o rosto de Elena – amo vocês mais que tudo na minha vida, as minhas garotas – ele colocou a mao no ventre de Elena, sentindo a bebê chutar – acho que alguém acordou.

O moreno levantou os olhos da barriga de Elena sorrindo, enquanto encarava a morena sorrindo igualmente boba.

– Acordou – ela revirou os olhos.

Damon riu, sabendo que a filha não ficava quieta na barriga da mãe.

– Obrigada por isso, obrigada por ter ma dado uma filha, um presente – ele a beijou, enquanto Elena queria chorar.

O beijo foi calmo, nele tinha tanto amor. A morena sorriu entre o beijo, escutando a campainha tocar. Ela se separou dele.

– Vou abrir – ela disse em um sussurro.

Quem os perturbaria as nove da noite de um domingo?! Eis a pergunta. Elena descia as escadas com calma, quando chegou na porta a abriu, levantando os olhos e os arregalando logo em seguida.

– Pamela? – perguntou assustada, ia fechar a porta porem a loira foi mais rápida.

– A mesma – ela sorria maléfica, foi tudo tão rápido ela empurrou Elena para trás fazendo a mesma cair.

– O que esta fazendo aqui? – perguntou Elena sentindo uma dor no ventre.

A loira revirou os olhos, parando em frente a Elena.

– Vim pegar o que é meu – ela sorriu prepotente.

Elena tentou se levantar, mas a dor foi mais forte.

– Aiii, DAMON – Ela berrou – ta doendo.

– Para de drama, e, eu só vim terminar o que era para ter terminado a alguns meses atrás – ela disse, tirando do sobretudo uma pistola 38.

– Ceus, não – Elena disse engatinhando para trás.

– Pamela, não – Damon berrou das escadas.

– Oi Damon – ela sorriu para ele, apontando a arma para Elena – Diga suas ultimas palavras.

– Vá se fuder – Elena berrou entre as lagrimas.

– Pamela não faz isso, Elena esta grávida você não a quer machucar- Damon disse se aproximando da loira.

– Estas errado — ela encarou Damon, Damon entrou na frente da arma e se fez presente o barulho de tiro pela mansão.

– Naooo – Elena berrou engatinhando ate Damon – viu o que voce fez sua vadia — ela se ajoelhou ao lado de Damon, colocando a cabeça do moreno em seu colo.

– Não – Pamela disse chorando, a loira olhou o corpo do moreno e saiu correndo desnorteada para fora da mansão – eu não fiz isso – ela colocou a arma na cabeça, atirando em si mesma.

– Não me deixa, por favor – Elena sussurrou para Damon.

O moreno sorriu entre lagrimas para a amada.

– Não irei – disse com dificuldades – estarei sempre com vocês – colocou a mao no rosto de Elena, que chorava em desespero.

Ela estava com dor na barrigada, estava sangrando, e Damon morrendo em seus braços.

– Não pode, por que eu te amo – ela beijou Damon, enquanto ela dava o último suspiro.

– Eu também te amo – e assim ele fechou os olhos.

OFF

Elena berrou, sacudia seu corpo na cama, mas não acordava. Damon se assustou com os berros desesperados de Elena, saindo co banheiro correndo enquanto arrumava a toalha em seu corpo, ele a encontrou deitada chorando enquanto dormia.

– Lena – ele se sentou na cama, a pega nos braços a fazendo ficar em seu colo.

– Não – ela chorava ainda de olhos fechados enquanto esmurrava o peitoral másculo de Damon.

–Elena – ele a sacudiu, mas nada dela – Elena, céus, meu Deus vocês estao bem? – ele perguntou, mas ela não o respondia.

Então em uma to de desespero ele a beija, um beijo casto, porem a faz acordar e se agarrar nele.

– Calma – ele sussurra a segurando com força – esta tudo bem – ele acariciava os cabelos ainda molhados da morena.

– Esta mesmo? – ela pergunta, o olhando sob cílio.

– Sim – ele a abraça – vocês estao bem, foi so um pesadelo.

– Mas eu estou com medo – ela suspira entre o choro, a voz dela sai esganiçada por conta do choro.

– Eu sei, mas eu estou aqui.

– Promete que sempre estará comigo? Conosco? – ela perguntou.

– Eu prometo – Damon prometeu, olhando dentro dos olhos castanhos da morena.

– Precisamos de voce – ela admitiu.

– Eu quem precisa de vocês – Damon a abraçou, beijando o topo da cabeça dela – sempre estarei com vocês Lena, mesmo quando não me quiser por perto, sempre estarei.

Elena esta assustada com tudo isso, ela não sabe o porquê desse sonho assustador, ela não sabe por que tem tanto medo de perder Damon, ela não sabe... so sente que precisa dele, que necessita dele como se necessita do ar e isso, é apenas o começo.

Notas finais
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