Notas iniciais
Gente eu queria pedir desculpas pode demorar, foi uma semana difícil para mim e minha família, meu avô materno faleceu domingo. Gente eu estou arrasada, a ultima vez que eu vi ele foi sabado retrasado, ele pediu para ver os netos quando foi para o hospital mas os medicos não deixaram... Eu me despedi dele sabado retrasado dizendo que qualquer pessoa capaz de amar pode ser salva... Porra, eu nao posso falar disso que choro. Eu passei mal no funeral dele então a minha criatividade sumiu, ate ontem. Meu avô amava cachorros, vcs irão intender o por que de eu falar disso, dedico este capitulo a ele que amava seu cachorro Max. Então é isso, minhas divas comentem okay, eu preciso deles para continuar a fic. Agradeço vcs que estão comentando, gente eu não estou tendo tempo para responder... Assim que tiver eu respondo todos, todos mesmo. Nesse capitulo não tem Klaroline, sera no proximo. E sera tudo de bom, meus amores eu estou com uma fic nova, seu nome é Hope... Ela é Klaroline e acho que vcs irão gostar. Eu espero que vcs comentem, eu não estou tendo tempo para nada. Então eles me ajudam a arrumar algum tempo, pois eu fico feliz. Espero que gostem... Uma maravilhosa leitura.

POV ELENA

A minha semana passou rápido, e já é sexta a noite. Irei viajar com Damon para a fazenda de meu pai hoje, daqui a pouco. Iremos passar o fim de semana lá somente eu, ele e alguns empregados da família que cuida da casa e da fazenda. Estou terminando de arrumar a minha mala, peguei uma menor para colocar maquiagem e meus cremes. Terminei de me arrumar e fui rumo ao espelho enorme no meu closet, me olhei e sorri pro meu reflexo. Fiquei de perfil e levei a mão ao ventre.

–Hey meu amor – disse sorrindo – Domingo você completa um mês de vida, mamãe esta tão feliz por ter você. Deus me deu você de presente, o melhor presente do mundo. Alias a mamãe esta doida para ver você crescer, sentir você chutar, saber que você vai ser a menininha da mamãe ou o menininho:

–Prefiro um menino – disse uma voz atrás de mim.

Me virei lentamente e vi Damon encostado no batente da porta do closet, ele esta com uma calça de lavagem escura, uma camisa preta e com o seu coturno, cabelo levemente bagunçado. Sorri de leve:

–Acho que eu não tenho mais privacidade – disse e ele me olhou – E vindo o que vim eu irei amar – disse.

–Também... – ele disse entrando no closet.

–Acho que não tenho mais privacidade – disse indignada – Como entrou aqui? E esta ouvindo minha conversa com o meu filho desde que hora? – pergunto, e voltei a posição normal.

–Bom, Caroline me deixou entrar... e estou escutando desde do hey meu amor – ele disse e eu revirei os olhos – E Caroline mandou eu te falar que ela foi para casa do Klaus... E o resto das meninas saíram para um boate com os namorados – ele disse e eu sorri.

–Tenho saudade de ir para boates – disse e suspirei.

–E vai continuar a ter... Não ira sair sozinha para um noitada enquanto meu filho não nascer – ele disse e eu o olhei boquiaberta.

–Vou no dia que eu quiser – disse e peguei meu celular em cima da minha penteadeira. Me posicionei de perfil e ergui um pouco a blusa coloquei a mão na barriga.

–O que esta fazendo? – perguntou Damon me olhando.

–Tirando uma foto – disse, para logo depois bater a foto – ficou perfeita – disse sorrindo ao olhar a foto — Vamos, não quero chegar muito tarde – disse e Damon me olhou.

–É, vamos – disse ele saindo do closet.

Vamos no carro de Damon, as malas já estão todas aqui dentro.

–Elena?! – Damon me chamou enquanto eu estava olhando os prédios de New York, esta ventando muito, ira chover ainda hoje.

–Oi?! – disse me virando para ver ele dirigindo.

–Já sabe quando ira contar sobre a gravidez para sua família? Ou como? – perguntou ele e eu escorei a cabeça no vidro.

–Se eu te falar que não?! Eu tenho medo da reação deles, Damon. Logo eu, a doce Elena, a filha que eles pensam ser a certinha... Mãe solteira – suspirei – Não sei como será, mas eu tenho que contar antes de completar dois meses... Ou seja, eu tenho quatro semanas.

–Se precisar eu estarei com você quando for contar – ele disse e eu sorri.

–O que eu rei dizer a eles...A pai o Damon esta aqui comigo por que ele me engravidou, é nois não tomamos cuidado, então eu estou grávida do filho do meu chefe, cunhado da minha irmã... É pai ele queria me comer a cinco anos e quando consegue, eu engravido – falo e Damon ri.

–Com certeza você não pode falar assim. Eu sairia correndo... Seu pai bota medo — ele disse e eu ri alto – Stefan ficou com medo dele quando foi pedir a Kath em casamento.

–Eu sei, Stefan estava tremendo – disse e ele riu, bocejei.

–Já é tarde... dorme um pouco. Não vamos chegar cedo como imaginamos – ele disse e eu me encolhi no banco, e acabei adormecendo.

***

Escutei de longe alguém abrir a porta do lado onde estou deitada, para logo depois sentir mãos fortes rodearem a minha cintura e me tirarem do banco do carro. Resmunguei, e passei as mãos pelo pescoço da pessoa. Abri os olhos e vi que era Damon:

–Hey... te acordei – ele sussurrou adentrando a casa comigo nos braços.

–Sim – sussurrei de volta – Por que estamos sussurrando? – perguntei e ele riu.

–Não sei – senti ele subir as escadas comigo.

–Sou pesada, pode me descer – disse e ele me olhou.

–Você não é pesada... vou te colocar no quarto que a governanta falou ser o seu – ele disse e abriu a porta do quarto. E me deitou na cama.

–Sabe... eu to com fome – disse e ele riu.

–Também... – ele disse sentando.

–E meu sono acabou – falei e fiz biquinho.

–Também, você dormiu a viajem toda – ele disse e eu ri.

–Bobo — joguei a almofada nele – Vamos na cozinha ver o que tem para comer, mas antes irei trocar de roupa – disse e me levantando. – troque a sua e coloquei uma mais confortável – disse e olhei as horas no relógio — Uma hora da manhã – disse e Damon saiu.

Fui ate minhas malas a procura de um pijama, e encontrei somente camisola. Serio, eu tinha colocado pijama. Peguei a camisola vermelha rendada e a vesti. Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo e sai para fora do quarto, encontrei Damon no corredor. Ele esta usando uma calça moletom e uma regata branca. Sorri para ele.

***

–Isso esta bom – disse comendo o empadão que eu e Damon esquentamos.

–Para você tudo esta bom – ele disse e eu ri.

–Eu estou grávida – sussurrei para nenhum dos empregados ouvirem – ia estranhar se isso não acontecer – disse e ele riu.

–É verdade, Pamela quando estava grávida comia tanto, mas tanto – ele disse e eu o olhei com a testa franzida.

–Acho que você ainda a ama, sabe?! Você sempre foi o pegador desde que te conheço... Isso a cinco anos, mas quando conheceu Pamela quietou... você ainda ama ela.

–Não Elena, eu não a amo — ele disse e eu o olhei.

–Então pare de falar dela, eu não quero saber nada sobre ela. Nunca fui com a cara dela e agora menos ainda, Damon. Perdi a fome – disse empurrando o prato pro lado.

–Hey... me desculpe.Prometo não falar sobre ela, não mais — o olhei.

–Assim espero – disse me levantando.

Começou a chover, escutei trovões e vi os clarões dos raios pela janela:

–A tempestade prevista para hoje a noite – disse e Damon olhou pela janela.

–Bom, o que acha de ligarmos a lareira – ele disse se levantando da mesa.

–Acho uma boa idéia – disse levando os pratos para a pia.

Quando cheguei na cozinha Damon já estava acendendo a lareira:

–Sabe o que seria bom? – disse me jogando no grande sofá, peguei o controle e liguei a TV em um canal aleatório.

–O que? – ele perguntou e fez o mesmo.

–Chocolate quente – disse e o olhei com um sorriso de canto.

Ele ri.

–Seria perfeito... – ele disse e me olhou – Vamos fazer assim, sobe lá em cima e pega travesseiros e uma coberta e eu vou lá e preparo um chocolate quente especial para você – o olhei.

–Okay – disse e sai correndo para as escadas.

Só tem nois dois na casa, os funcionários estão no caseiro, e nos estamos na estância. Então não tem perigo de acordamos ninguém... Ao chegar no meu quarto eu abro um armário onde encontro tudo que preciso, pego quatro travesseiros, e uma coberta que é enorme... E saiu meio sem jeito do quarto e vou para as escadas, desço com cuidado e quando chego na sala de TV Damon não esta, então começo a arrumar os travesseiros no enorme sofá e depois arrumo a o grande edredom branco no sofá de couro preto e me deitei nele, me embrulhando logo em seguida. Coloquei um filme na TV que por acaso é um romance, Um evento feliz dei pausa no filme e esperei Damon votar:

–Aqui – ele disse e me entregou o copo enorme com meu chocolate quente, te ate saindo fumaça.

–Delicia – disse me encolhendo.

A chuva aumentou e conseqüentemente os trovoes e raios.

PS, indico este filme. Tipo tem um pouco a ver com a fic... Sinopse para vcs minha divas.

No Filme Online Um Evento Feliz, A doutora Barbara (Louise Bourgoin) conhece o atraente Nicolas (Pio Marmaï) na locadora de vídeos onde ele trabalha. Os dois sentem uma forte atração um pelo outro e iniciam um relacionamento. Arrebatados pela paixão, o casal recém formado decide ter um filho. Porém, antes mesmo do bebê vir ao mundo, o romance se desfaz. Barbara fica sozinha e vai ter de se preparar para ser mãe solteira.

–Odeio isso – disse e Damon me olhou e sorriu.

–O que? – perguntou ele já sabendo a resposta.

Dei play no filme e o olhei.

–Você sabe, raios e trovões, eles me lembram o dia do acidente que eu e meus pais e meus irmãos sofremos... Não vamos falar disso agora, assista o filme – disse olhando para tela.

Assistimos o filme calados, as vezes trocamos alguns olhares... Damon acabou se deitando no meu colo, acaricio seus cabelos negros.

–Viu o que ela passa ao ser mãe solteira, ele abandona ela – disse Damon virando de costas e me encarando.

Revirei os olhos.

–Que não queira que eu não seja mãe solteira, case comigo – disse sarcástica.

–Ótima idéia... – ele disse e voltou a ver o filme.

–Não falei seria, não mesmo. E meu amor eu dou conta muito bem de cuidar de um filho sozinha.

Damon nada me respondeu, se calou. Continuamos ver o filme ate o final:

–Finalmente – disse Damon se espreguiçando.

–Finalmente – disse sorrindo.

Um raio caiu e um som ensurdecedor se fez presente, e a luz acaba. Deixando somente a luz da lareira que iluminou parte da sala.

–Odeio escuro – murmurei e me encolhi ainda mais no sofá.

–O que? – perguntou Damon.

–Nada – disse me levantando.

–Hey aonde vai? – perguntou Damon se ponde em pé ao meu lado e segurou meu pulso.

–Bom querido, eu vou atrás de velas. Eu não gosto do escuro... – quando disse isso caiu outra raio e um trovão se fez presente no céu, lumiando toda a casa pela suas paredes de vidro. Me segurei no Damon e ele apertou minha cintura – Porra – sussurrei para mim mesma – Não gosto disso.

–Eu estou aqui – ele disse e eu sorri em meio ao escuro.

–Me dê seu celular – pedi e ele me entregou o mesmo.

Coloquei na lanterna e fui rumo a cozinha com Damon atrás de mim, ao chegar lá fui direto para as gavetas que sei onde as lanternas ficam. Peguei uma pra mim e outro pro Damon. Entrei a dele e ele a ligou, liguei a minha. Um barulho La fora se fez presente, depois um choro, parecendo choro de cachorrinho:

–Escutou isso? – perguntou indo em direção a porta de vidro da cozinha que dá acesso a ária de lazer, piscina e tal.

–Isso, o que? – perguntou ele parando ao meu lado.

–Um choro – disse e encostei a cabeça no vidro e vi direito, esta chovendo muito forte.

Escutei de novo, levei a mão a maçaneta e Damon me para:

–Você não vai La fora – ele disse e eu o olhei.

–Claro que vou – disse abrindo a porta e sai correndo para fora, estremeci ao sentir os pingos gelados em mim.

–Elena – escutei Damon voltar e continuei correndo em direção aos pingos, ele esta logo atrás de mim.

Minha lanterna por conta da água acabou falhando, a joguei longe. Então eu estou no escuro, parei de correr e fiquei no meio do jardim, perto da piscina, a procura deste choro. Dei um paço para frente e olhei para os lados, mas eu so via esboços. Tirei minha franja do rosto a jogando para trás e senti as mãos de Damon na minha cintura, me assustei no começo.Mas vi que era ele:

–Vamos para dentro – disse Damon me puxando.

–Não, quero saber de onde vem este choro – disse e escutei de novo.

Dei dois passos para frente e quase cai dentro da piscina, Damon me puxa para ele e eu bato as duas mãos no seu peito. Olhei nos seus olhos e senti o calor de seu corpo contra o meu, minha camisola vermelha colada ao meu corpo, Damon me puxa mais para e se aproxima de mim lentamente me separo de Damon e corro em direção ao local, tropeço e caiu, sujando toda a minha roupa. Me levanto pois foi um tombo leve e não me machucou em nada, a grama amorteceu... Vejo um filhote de cachorro correr em minha direção, ele me olha como se eu fosse a coisa mais importante para ele naquele momento. Eu me abaixo e o pego no colo:

– O, meu Deus... O que você tem? – pergunto indo em direção a casa.

Damon que me seguiu a todo momento esta ao meu lado, ao entrarmos na casa, com a ajuda da luz da lua a energia volta... Ligando todas as luzes da casa. Olho direito para o cachorrinho em meu colo e constato que ele é um filhote de rottweiler, ele é a coisa mais linda do mundo. Subo as escadas com ele, o que resultou que molhamos a casa toda, por onde passamos... entro no meu quarto e pego um toalha e me enrolo ele. Coloco ele em cima da cama e pego um roupão para mim e me enrolo, jogo um para Damon e pego uma toalha e a coloco no cabelo, vou para o cachorrinho e começo a secar ele:

–Ele é uma graça – disse Damon olhando o cãozinho.

–Muito – sussurrei – será o que aconteceu come ele?

–Não sei... talvez ele fugiu da fazenda vizinha.

–Esse é o problema Damon, não tem fazenda vizinha – me lembrei de algo e fechei os olhos no mesmo instante, minha cachorra Pandora estava esperando filhotes – ele é filho da Pandora – disse e Damon me olhou.

–Quando cheguei aqui a governanta disse que Pandora morreu enquanto estava tendo os filhos, ela disse que so um sobreviveu. Ela pediu para eu te contar – ele disse e meus olhos se encheram de lagrimas.

–Não – sussurrei com lagrimas caindo de meus olhos– Tenho Pandora desde adolescência.

–Hey – ele sussurrou – podemos ficar come ele – Damon disse e apontou para o cachorrinho em meus braços.

–Claro – disse chorando.

–Moke ira amar um novo amigo para brincar – Moke é o gato de Damon.

–Sim ira – disse mais feliz.

–É um macho – disse Damon.

–Então como vamos chama-lo? – perguntei.

–Que tal Marlei? – ele disse e eu o olhe. Fiz careta.

–Não gostei... que tal Fubá? – perguntei e ele fez careta.

–Se estamos tendo problemas para escolher o nome de um cachorro....Imagina o nome do nosso filho – ri de sua piada.

–Causaríamos a terceira guerra mundial – disse e olhei pro meu cãozinho – Você tem cara de Max – disse e ele Damon sorriu.

–Sim, Max! Gostei – ele disse e eu sorri.

–Seu nome é Max, e você ira conosco para New York – disse e abracei o pequeno filhote.

Estou feliz por estar, estar aqui com Damon. Isso esta me fazendo bem, Damon comigo é muito bom, pela segunda vez não esta eu e o Damon da empresa, esta eu e o Damon amigos, que terão um filho juntos. E eu estou feliz com isso, estou feliz por ele me tratar assim depois que contei sobre a gravidez, estou feliz por ter ele ao meu lado... Tenho medo do que estou sentindo por ele, eu me sinto feliz e quando me sinto assim é apenas um pulo para eu me apaixonar... e tenho medo de sair ferida. Não quero me magoar novamente, isso dói, machuca, acaba com o seu coração.

Notas finais
O que acharam? se vca não estão gostando da fic, podem falar eu aguento. Bom, por hj é so. Então esse é o Max, o novo membro da família : http://wallpaper.ultradownloads.com.br/274574_Papel-de-Parede-Filhote-de-Rottweiler--274574_1600x1200.jpg. Mansão: http://www.webluxo.com.br/menu/imoveis/12/mansao-fazenda-bruce-willis-02.jpg Areia da piscina: http://www.webluxo.com.br/menu/imoveis/12/mansao-fazenda-bruce-willis-01.jpg Acharam que ia ter beijo neh?! Enganei vcs kkk. Do fundo do meu coração eu peço para vcs comentarem. Isso me faz bem, ainda mais agora que eu estou em um momento difícil. Bjs amo vcs minha lindas.