Consequencias De Uma Noite - Delena
16 Capitulo 15 Campo Part Dois
Notas iniciais
POV CAROLINE
–Odeio tempestade – murmurei olhando a tempestade da cozinha do apartamento do Klaus.
Ele riu e eu me virei para ele que esta preparando nosso jantar.
–Não achei engraçado – disse emburrada.
–Ain ela ta bravinha – disse Klaus e eu revirei os olhos, cruzei os braços e me virei para janela de novo — Não fiquei assim – disse Klaus e me abraçou por trás.
Ignorei ele e continuei olhando a chuva, um raio cortou o céu e som ensurdecedor de um trovão me fez me agarrar em Klaus, que em abraçou pela cintura. Ele riu alto:
–Idiota – murmurei o soltando.
–Não fique assim Lovah, são os hormônios – ele disse e eu o olhei.
–Não sei como eu te amo.
–Por causa do meu sotaque, por que eu sou lindo, por que eu sou cavalheiro – ele se aproximou de mim – E também eu te deixo louca na cama – ele disse.
–Ah, Klaus – disse e me aproximei dele – A comida esta queimando – disse e dei uma piscadela para ele me soltei de Klaus.
Klaus correu para o forno e eu comecei a rir descontroladamente:
–Engraçadinha — ele disse e tirou a lasanha do formo.
O que é? Eu não sei cozinhar, não:
–Me ame menos amor – disse e me sentei na mesa.
–Impossível Caroline – ele disse e colocou a lasanha na mesa.
–Esta com uma ótima cara – disse e ele riu.
–Ai sweet, tudo para você esta ótimo ultimamente – ele disse se sentando.
Klaus pegou meu prato e me serviu, para logo em seguida se servir:
–Bom, vamos ver o que meu Joseph ou minha Candice ira achar — disse e Klaus me olhou – O que?
–O nome do bebê – ele disse e eu sorri.
–Gostou?
–Bom se for menino eu queria Henrik – ele disse.
–Então se nosso filho for um menino será Henrik – disse e vi um enorme sorriso no seu rosto.
Sorri também.
–Te amo tanto – disse Klaus e eu sorri ainda mais.
–Eu ainda mais – disse – Ain Klaus, a festa da Salvatore é depois de amanhã, amanhã temos que ir ver nossa casa...
–Passou rápido.
–Muito, para você ver... logo estaremos com o nosso filho aqui – disse sorrindo.
–Tomara, estou curioso para ver quem ele ira puxar – Klaus disse sorrindo igual bobo – Quero que ele tenha os seus olhos – ele disse.
–Bem que podia vir com o seu sotaque... Já pensou? Imagine se ele ou ela namorar o filho ou a filha da Lena – disse animada.
–Damon não concordaria se nosso filho fosse homem e do deles uma menina e eu não concordaria se fosse o meu caso – disse Klaus bravo.
–Bom, minha filha terá uma vida sexual...
–Depois dos trinta, ótimo – ele disse.
–Já que é assim você so terá sexo depois dos trinta e falta quatro anos para isso – disse rindo.
–Comigo não vale... – ele disse eu ri ainda mais.
–Claro que vale amor.
***
Aqui estou eu deitada com Klaus acariciando minha barriga levemente depois do sexo, isso é a melhor coisa no mundo. Me sinto tão segura nos braços do meu amor, que eu não tenho vontade de sair, nunca, nunca mesmo:
–Quando é sua próxima consulta? – sussurrou Klaus.
–Antes do nosso casamento – disse – Ou seja, daqui a duas semanas.
Eu e Klaus queremos acelerar o processo do casamento, pois não queremos que a minha barriga cresça primeiro... Klaus morre de medo da minha mãe que é uma agente do FBI,isso é muito engraçado:
–To doido para ir com vocês – ele falou e eu sorri sobre o seu peito.
–É mágico – murmurei sonolenta.
–Imagino... – ele disse – Agora durma, você precisa descansar, eu te amo muito... amo vocês – ele disse e me apertou contra ele.
E nesse momento tinha somente eu e ele aqui, não estou me importando com a tempestade lá fora, so sei que aqui tem somente nos dois, ou melhor nos três a nossa família:
–Amamos você também – sussurrei e entrelacei as minhas penas nas dele.
Acabei dormindo logo depois disso.
POV DAMON
Acordei mais cedo que o normal , fui para o banheiro e fiz minha higiene matinal... Tomei um banho e sai do banheiro rumo a minha mala, pego minha cueca Box preta e a visto, pego uma bermuda Jens e visto... Saiu assim pela casa, parei em frente ao quarto de Elena e bati na porta, nada:
–Elena – chamei – Elena – disse e escutei uma movimentação no seu quarto.
–Am?! – ela disse ao abrir a porta do quarto descalça, com o cabelo tudo bagunçado, ela levou a mão a cabeça tentando de alguma maneira se despertar.
Ri e ela me olhou brava.
–Vá se catar – ela disse e fechou a porta, abri a porta logo em seguida e fui atrás dela.
Ela pulou na cama e se cobriu:
–Eu quero dormir – ela disse e cobriu rosto.
Pulei na cama ao lado dela:
–Vamos Lena, levante. Temos muita COIASAS para fazer – disse e ela suspirou.
–Eu quero dormir – ela disse fazendo voz de manhosa.
–Eu sei... mas vamos, temos muita coisa para fazer – disse e ela me olhou vencida.
–Ta... – disse ela se levantando.
Depois de muito esperar Elena saiu do banheiro com uma toalha enrolada no cabelo e outra seu corpo...Olhei para ela quase babando e ela riu:
–Vai... sai do meu quarto agora – ela disse e eu a olhei.
–Não a nada que eu não tenha visto ai Elena – disse e ela semi serrou os olhos para mim.
–okay – ela disse tirando a toalha na minha frente.
Fiquei boquiaberto com o corpo daquela mulher... Meu deus, por mais que eu a veja nua umas mil vezes nunca irei me acostumar:
–Pare de babar idiota – Elena disse e eu a olhei.
–Não estava – disse quando ela vestiu a lingerie vermelha.
Cada curva daquele corpo me deixava louco, louco por ela. Minha vontade era de jogar ela naquela cama e transar com ela ate ela pedir para parar... Elena parou na minha frente, me levantei e Elena andou ate mim e me empurrou na cama acabei caindo sentado, ela sentou no meu colo com uma perna de cada lado e pegou um lenço umedecido e limpou o canto da minha boca:
–Sim, você estava babando – disse ela com a sua voz mais sensual possível.
Nesse momento eu não agüentei a peguei no colo e a joguei na cama, Elena me olhou espantada , me coloquei por cima dela delicadamente estou perdendo o juízo, mas ainda sei que ela esta grávida e o pai sou eu:
–Não me provoque Gilbert – sussurrei rouco e beijei seu pescoço um beijo molhado e demorado que a fez gemer rouco.
–Para – ela disse quando eu desci os beijos por seu colo.
–É isso que você quer, que eu pare? – perguntei em um sussurro.
Elena fechou os olhos de uma vez e eu sorri com o efeito que causo nela, pior é o efeito que ela causa em mim:
–Quem cala consente – disse e beijei sua bochecha e me levantei.
–Preciso de um banho gelado – ela disse e saiu correndo para o banheiro.
–Eu também – disse e sai do quarto.
Claro, estou duro por ela. Mas não irei forçá-la a nada.
POV ELENA
–Preciso de um banho gelado – disse e sai correndo para o banheiro.
Ao fechar a porta me escorei nela, minha respiração esta ofegante e eu estou mais do que excitada, Damon me deixa assim. Porra.
–Eu também – escutei ele dizer e sair do quarto.
–Onde eu estava com a cabeça ao provar o Damon? – perguntei para mim mesma.
Ain eu sei onde eu estava, estava querendo transar com ele. Droga de hormônios... Ao terminar meu banho gelado, eu tava precisando viu?! O calor não passou, merda. Me vesti e desci as escadas, ao chegar na cozinha encontro Damon sentado no balcão... sem camisa:
–Ele não tem roupa, não? – pergunto em um sussurro para mim mesma.
Porem Damon me olha:
–Am?!
–Nada, esquece – falo e vou em direção a ele.
–Bom, como você gosta de tudo que cozinho.... eu irei fazer panquecas e dispensei a governanta – sorriu para ele.
–Mãos a obra então – falo e vou para o fogão.
Ajudo Damon a passando todos os ingredientes para ele, agora estou distraída olhando pela janela... Max esta aqui conosco. Me viro e vejo Damon colocar os pratos com as panquecas em cima da mesa posta que eu arrumei. Olho para panqueca e depois para o Damon, nossos olhares se encontram e Damon me estende a mão mostrando a panqueca com presas de vampiro... Não agüento e caiu no gargalhada enquanto pego o suco de laranja na geladeira.

***
E ca estou eu e Damon, andando rumo ao estábulo:
–Não sei para que essa super produção, sendo que você não ira correr...
–Você não viu Caroline – disse e ele riu.
–Ela devia estar toda de rosa? – ele perguntou.
–Acertou – disse e abrimos a porta do estábulo...
Entramos e eu vi meu cavalo.
–Marchimelo – disse andando em direção ao meu cavalo – Mamãe estava com saudades de você – disse acariciando meu lindo cavalo.
–Ele não tem nada a ver com esse nome – disse Damon.
–Calado, eu amo Marchimelo – disse e Damon riu.
–Tanta quanto fubá?! – ele perguntou e eu ri- voce ama colocar nome de comida nas coisas — ele disse e eu ri.
–É... –
–Espero que nao coloque nome de comida no nosso filho — Damon disse e u olhei pro seu rosto e quase morri de tanto rir
–Nao, isso não -disse e vi Claudio.
–Senhorita Gibert, quanto tempo! – ele disse.
Claudio cuida dos animais na fazenda:
–Muito – disse sorrindo.
Depois disso ele selou dois cavalos, um para mim e para o Damon. Ao montarmos nos nossos devidos cavalos, seguimos uma trilha que eu conhecia como a palma de minha mão. Não, eu não corri, pois sei que devo tomar cuidados por causa da gravidez de risco.
–Esse lugar é muito lindo – disse Damon descendo do cavalo e olhando a colina.
Damon me deu sua mãe e me ajudou a descer do meu cavalo, esta um tempinho bom por cauda da tempestade de ontem. Tirei o chapéu e Fechei os olhos e senti o vento balançar meus cabelos, e me sentei em um banco que tem ali:
–Aqui é o meu refugio – disse e olhei para Damon que sentou ao meu lado – Aqui eu me sinto livre, Salvatore – sussurrei.
–livre de que? – perguntou Damon também em um sussurro.
–Livre, eu não preciso ser aquela Elena. A Elena se se finge de durona, de difícil, de uma pessoa certinha para as pessoas não falaram nada, não vi em com mi mi mi — disse e me deitei em seu ombro.
Damon passou as mãos por minha cintura e eu sorri fraco:
–Com você também eu não sou a Elena da empresa, Damon – disse e ele sorriu.
–Isso é bom Lena – ele disse com a sua voz calma e serena.
–Também acho isso bom, Dan – disse serena.
–E como é que esta o meninão do papai? – perguntou Damon ao nosso filho, ele pousou a mão no meu ventre.
Revirei os olhos.
–Pode ser uma menina – disse.
–É pode... mas será um menino para eu ensinar ele a cantar as garotas – Damon disse e riu.
–Bobo – o cutuquei – Meu filho não ira pegar qualquer vadia... Eu não irei deixar.
–Viu filho? – ele perguntou – Sua mãe é ciumenta – Damon disse em meio a gargalhada.
–Idiota – murmurei me soltando dele – So não quero que meu filho pegue qualquer uma – disse bufando.
Odeio pensar que meu filho pode pegar qualquer uma.
Tiramos muitas fotos juntos, que foram pro insta e face. Todos estão comentando... Ri com o da Bekah.
“Awnt que casal mais fofo... Delena samba de salto quinze mesmo, amo vocês.”
Damon riu olhando tudo... O de Mary e Ceci eram insinuando coisas entre nos.
Ao chegarmos em casa era quase hora do almoço, subi e tomei o meu terceiro banho do dia e desci para almoçar, estava com saudades da comida de Cora. Ao terminarmos de almoçar foi a vez da sobremesa, uma deliciosa torta de maça, comi dois pedaços enquanto Damon ria da minha apetite. Idiota, pensava enquanto degustava e sentiu a ode da torta em minha boca:
–Vamos passear em volta do lago, e aproveitamos e pascíamos de barco.
–Vamos – disse sorrindo – Vou me arrumar!
–De novo! – disse Damon se jogando no sofá.
–É, de novo – disse e subi as escadas.
Ao chegar no meu quarto Max veio na minha direção:
–O que você quer? – perguntei com voz que fazemos para conversar com bebê – você quer passear com a mamãe? – perguntei e ele latiu.
Me troquei e desci as escadas com Max atrás de mim:
–Max vai com a gente – disse.
Damon pediu uma coleira para a Cora e ela nos entregou uma azul, colocamos em Max e saímos para o nosso passeio:
–Tenho que vir aqui mais vezes – disse Damon.
–Eu disse, esse lugar é perfeito – disse e Damon soltou a coleira de Max e ele saiu correndo.
–Ele gosta disso... não poderíamos tirar ele daqui – Damon disse enquanto o cachorro corria.
–Vou levar ele toda semana so Central Park e Maria pode levar ele todo dia. Já que quase não estamos ficando em casa – disse sorrindo.
–Verdade... Quero apresentar ele a Moke – Damon disse.
–Espero que ele se dêem bem – disse e franzi o cenho – Tomara – disse e Damon riu.
Ri junto com ele.
–Max, volte aqui – disse quando vi ele correndo para dentro da floresta.
–MAX – gritou Damon.
Nos entre olhamos e corremos atrás do nosso cachorro:
–Max, vem aqui bebê da mamãe – chamava com calma.
Porem por dentro estava quase tendo um ataque, so vinha na minha cabeça em meu cachorrinho perdido aqui. Paramos de correr e olhamos em redor para ver se víamos ele, mas nenhum latido:
–Vamos achar ele – disse Damon e me abraçou pela cintura.
–Vamos mesmo — sussurrei triste.
Começamos a correr de novo a procura de nosso cãozinho, Damon para de uma vez e eu bato em suas costas e caiu em cima dele, começamos a rir e Max sai de trás de uma moita e vem ao nosso encontro, caiu ao lado de Damon deitando na grama e olhando o céu azul. Sorri e olhei para Damon que estava sorrindo também. Max estava em cima dele:
–Bom garotos, vamos?! – disse e me sentei.
–Vamos – disse Damon se levantando.
Damon estendeu a mão para mim e eu a peguei de bom grado. Max andava agora na nossa frente, fomos para o porto onde tem uma canoa:
–Eu tenho medo de entrar ai – disse e Damon me olhou.
–Não tenha – disse Damon – eu estou aqui, e que eu saiba você sabe nadar muito bem.
–Ta bom – disse pegando sua mão estendida para mim, entrei na canoa e me sentei de frente pro Damon – Vem Max – chamei e ele pulou dentro da canoa.
Sorri pro Damon, já esta no por do sol. Damon começou a remar para o meio do lago:
–Isto esta me deixando enjoada – murmurei e Damon me olhou preocupado.
–Não fiquei, ok?! Não agora – ele disse.
Max colocou as duas patinhas e ficou olhando a água do lago, encostou o pequeno focinho na água e se assustou e caiu para trás. Eu e Damon rimos dele:
–Seu bobo – disse pegando ele no meu colo.
Damon remou para o meio do lago, onde tínhamos a perfeita visão do sol se por por trás das montanhas:
–Isso é incrível – disse sorrindo.
Max pulou do meu colo:
–Muito – disse Damon admirado.
Damon se virou para mim:
–Elena eu sei que isso é precipitado, mas não é por nos. É pelo nosso filho, eu pensei nisso a noite toda e sei que você quer um pai presente pro seu filho, e sei que eu quero ficar perto dessa criança mais que tudo no mundo... Então tenho uma proposta para você – ele disse nervoso.
–Diga — disse mais nervosa ainda.
–Você aceita se casar comigo? – ele perguntou.
Arregalei os olhos e abri a boca em um enorme “O’’. Damon não disse isso? Disse! Não sei o que falar, acho que me esqueci ate como se respira. Casar? Casar com Damon? Esperei ele rir pois pensei ser uma piada sem graça, mas ele não o fez, então mostra que ele esta falando serio. O que eu respondo?
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