Notas iniciais
Atendi o pedidos de algumas leitoras que pediram klaroline. E sempre que eu puder ira ter cenas klaroline. Sempre mesmo, pois essa fic tmb é klaroline. Eu amei todos os comentarios de vcs e espero ver mais nesse cap. Uma ótima leitura minhas vidas amo vcs.

POV CECILIA

–Cecilia acorda – disse minha mãe me cutucando.

–Me deixe dormir – disse cobrindo o rosto com o edredom rosa.

–Cecilia Samantha Salvatore –reviro os olhos por baixo do edredom, ela me chamou de nome completo. Ai vem merda – levante agora, você tem que ir trabalhar... se esqueceu que semana que vem você volta para universidade.

–Mamãe estou de folga hoje – disse descobrindo o rosto.

–Sua vó esta a sua espera.

–Ela não gosta de ser chamada assim, é Marry – disse e minha mãe ri. Me sentei na cama.

–Você a chamava de vovó quando pequena e a chama de vovó quando esta feliz – mamãe disse e eu sorri.

–Isso é verdade, fale para ele que estou descendo.

–Okay Salvatore – disse minha mãe depositando um beijo na minha testa – Não demore, Ceci.

Ela saiu do quarto e eu fiquei pensando no que vestir. Me levantei da cama e fui pro meu querido banheiro, tomei um banho de banheira. Sai do banho com o meu hobby e enrolei uma toalha na cabeça para tirar a umidade do meu cabelo, e fui direto pro meu closet, passei meus cremes e fui escolher qual roupa irei usar.

–Pense Cecília, você sabe que pode ser fotografada a qualquer momento – falei pra mim mesma.

–Você demora muito, Ceci – disse minha avó entrando no quarto. Ela esta usando um vestido de oncinha e um sobre tudo vermelho, junto com uma bota.

–Bom, quero arrasar no look igual você – disse e ela riu – esta fazendo frio? – perguntei e passei pra ala de sobre tudo, e agasalhos.

–Um pouco — ela disse e se sentou na minha penteadeira.

–Achei – disse e bati palminhas e peguei a roupa que queria — Marry me de licença para eu secar meu cabelo e fazer a Make – disse e ela se levantou –obrigada – disse e me sentei.

–Por nada — ela disse e se sentou no puff.

–Irei conversar com Damon – disse secando o cabelo com o secador.

–Sobre aquele assunto? – ela perguntou e eu a olhei pelo espelho.

–Estava passando da hora dele saber a verdade – disse seria, seria o bastante pra mim.

–Bom Ceci, você quem sabe. E se ele não acreditar?

–Eu não irei bater na mesma tecla com ele, Marry. Damon sabe muito bem que ela nunca prestou...

–Mas...

–Eu vou falar a verdade, tudo que eu escutei naquele dia. As palavras dela nunca saiu da minha cabeça – disse e prendi meu cabelo levemente para fazer a make.

–Ceci, espero que se saia bem.

–Minha conversa com Damon será a mais fácil do meu dia, vovó – disse e passando o delineador – a mais difícil será com... – fechei os olhos e suspirei, os abri – não quero falar disso pela manhã.

–Hey – ela disse e veio ate mim – ficara tudo bem – ela depositou um beijo no meu rosto.

–Eu sei – sorri forçada.

–Estarei aqui meu amor.

–Sempre vou saber disso.... vovó – disse e me virei para ela, ela sorriu maternal. Me levantei – Estou quase pronta.

–Pra que?

–Para minhas conversas e para sair de casa – disse e peguei a roupa.

–Estou indo – disse Marry – Qualquer coisa me ligue. Chegarei em casa somente de madrugada, mas por você eu abro uma exceção – ela disse e saiu do quarto.

Terminei de me arrumar e sai do meu quarto, desci as escadas e fui para sala de jantar.

–Bom dia – disse pro meu pai.

–Bom dia querida – ele disse e beijou meu rosto – já estou de saída, tenho que ir. Estou atrasado – ele disse e eu sorri pra ele.

–Tchau – disse assim que ele saiu. Me sentei na mesa e peguei uma fatia de bolo de chocolate – isso esta ótimo – murmurei pra mim mesma. E mais uma vez acabo tomando café da manhã sozinha.

Terminei meu café e fui pra fora da mansão:

–Ola Peter – disse ao meu motorista – Hoje irei no meu carro – disse e sorri pra ele.

–Tem certeza, Ceci? – ele perguntou.

–Claro...

–Seu pai não gosta que a senhorita dirija sozinha.

–Meu pai é coruja – disse e destravei a minha Ferrari rosa. Sim, meu carro é rosa. – tchau – disse e joguei um beijinho no ar para Peter. Coloquei meu óculos escuro e liguei o carro.

Coloquei Demi Lovato no som.

***

Adentrei a Salvatore sem olhar pro lado.

–Vixi, ela esta aqui – disse uma das atendentes do primeiro andar, sorri de lado.

–Ela é gata – disse um garoto.

–Mas é metida – parei de andar e me virei. A menina que disse isso congelou, tirei o óculos.

–EU não sou metida, so não sou obrigada a conversar com todas as pessoas do mundo – disse e me virei, coloquei o óculos e voltei a andar.

Adentrei o elevador e por sorte, sozinha. Chego no ultimo andar, saiu dele e vou direto pra sala de meu irmão. A secretaria dele se levantou quando me viu.

–Olha, não vem me falar que eu tenho que marcar hora, sou Irma dele – disse e já com a mao na maçaneta. – Hey, Damon – disse a ele que estava olhando alguma coisa no PC.

–Cecilia – ele disse e se levantou, me abraçou e eu o abracei.

–O que devo a honra da visita da it Girl Cecilia?

–Vim aqui conversar com você – disse me sentando, ele fez o mesmo.

–Diga...

–Damon, como você sabe eu sempre sou direta no assunto e vou ser... eu sei que a Elena esta grávida – disse e ele me olhou espantado.

–Como?

–Isso mesmo, Marry escutou vocês conversando e me chamou e eu ouvi também – disse e sorri angelical. – Calma... não contamos pra ninguém – ele suspirou aliviado.

–Graças a Deus – sorri pro meu irmão o acalmando.

–Eu sei que você quer assumir essa criança, e bom... pelo que eu conheço da Elena, ela não quer deixar.

–Como você...

–De Gilbert eu entendo. E sei que você terá que conquistar a Elena.

–Desde quando você entende de vida amorosa? – perguntou ele rindo. Semi serrei os olhos pra ele.

–Desde que comecei a ter uma – ele parou de rir na hora.

–Okay... como faço isso?

–Com o seu jeito, Dam. Seu jeito de ser. Seja você mesmo... e não a magoe, ela não merece.

–Cecilia, eu não a magoaria. Ela esta carregando um filho meu... – ele sussurrou e me olhou.

–Outra coisa que quero te falar... este filho seu com a Elena, não substituirá Robert. Essa criança é um filho seu e da Elena. Não seu e da Pamela.

–Por que você fala isso? – ele perguntou.

–Não magoe a Elena, Damon. Eu e peço isso... eu sei que você sente algo por ele. Ainda não chega ao seu amor por Pamela, mas você tem sentimentos por ela. E se você quer essa criança, lute por ela.

–Cecilia...

–Pamela esta de volta Damon....– suspirei.

–Como? Ela voltou? – ele perguntou sorrindo.

–Nem pense em ir atrás daquela vadia de quinta.

–Você não a conhece... como eu – ele disse se alterando. Sorri de lado.

–Você quem não conhece sua ex noiva... ela é uma víbora. Esta mais na hora de você saber que Pamela se jogou da escada. Ela não caiu, seu idiota ela se jogou – disse e ele se levantou.

–Voce não sabe oque esta dizendo.

–Claro que sei Damon – disse me levantado – Pamela nunca quis aquele filho, nem no velório da criança ela quis ir. Damon me escute – disse e me aproximei de meu irmão, coloquei as duas mãos no seu rosto o segurando — eu escutei uma conversa dela com uma amiga... você sempre soube que ela não agüentaria aquela vida. Ela esteve ao seu lado por um ano e queria somente fama, mais fama.

–Ela não faria isso – disse ele com lagrimas nos olhos.

–Claro que faria, eu lembro perfeitamente da conversa dela com a amiga. Ela dizia que queria ter colocado um fim naquilo antes... mas precisava de você por mais tempo. Ela matou o filho de vocês... ela se jogou, Damon.

–A culpa foi minha... eu, eu não dei atenção e ela – ele disse e fechou os olhos e as lagrimas caíram.

–A culpa não foi sua, Damon – disse e limpei suas lagrimas. Me sentei com ele no sofá. – não foi sua, ela quem é má.

–Por que você nunca me contou? – ele perguntou e deitou no meu colo.

–Por que eu fiquei com tanto medo de você não acreditar em mim, uma vez Pámela disse pra mim que não gostava de mim e se eu falasse mal dela para você... ela iria te tirar de mim. E eu não queria isso – disse chorando.

–Eu nunca te abandonaria Ceci... Pamela merece ser presa por isso.

–Não temos provas, Damon – sussurrei e passei a mão nos seus cabelos –porem, vamos seguir em frente. Você com a Elena – sussurrou a jovem – você e seu filho– ela disse e olhou no relógio de parede – tenho que ir – disse tirando a cabeça do meu irmão de meu colo. Me levantou.

–Cecilia... – ele disse com os olhos marejados quando eu já estava na porta. Me virei.

–Sim...

–Eu te amo – ele disse eu fui ate ele, dei um beijo em sua testa.

–Também te amo – disse e sai da sala.

Quando estava na porta a Elena entra, a olho e ela sorri.

–Ceci... – ela fala sorrindo.

–Lena – dou um abraço nela — Damon precisa de você – disse e ela me olhou com os olhos arregalados.

–O que foi? – perguntou ela preocupada.

–Ele precisa – disse e ela deixou os papais cair no chão e correu ate a sala de Damon. Logo entrando.

Sai dali e meu celular toca:

–Hey Melissa – disse assim que atendi o mesmo.

– Como vai?

–Não muito bem, não é todo dia que termino um namoro – disse e suspirei.

–Pense bem Ceci, você o ama.

–Claro que o ama,Mel. Mas não da mais – disse andando distraída pelos corredores.

–Claro que dá... – ela disse e eu senti um impacto no meu corpo. Ia ao chão mas a pessoa que bateu de frente comigo me segura. Meu celular vai ao chão.

O olho e não acredito.

–Alexander – sussurro.

–Cecilia...- ele fala sorrindo sedutor.

–Como?

–Sou estagiário aqui – ele mostra o cartão. Sorriu para ele.

–Isso é bom, muito bom – falo sorrindo de lado.

POV CAROLINE

Acordei com beijos molhados em meu rosto, abro os olhos e encontro Klaus me olhando.

–Bom dia, Lovah – ele sussurra.

–Bom dia, agora me deixe dormir mais – disse me virando pro lado.

–Anão, hoje eu tenho folga. Vamos passar o dia juntos – disse ele me abraçando.

–Já estamos juntos – sussurrei com a cara enfiado no travesseiro – e hoje também é minha folga. Estou com sono, muito sono. Coisa de grávida – disse tentando me cobrir pois Klaus estava puxando o edredom. Senti ele pular na cama novamente e suspirei aliviada. Ele vai voltar a dormir. Sorri.

–Ta vendo o que você faz com a sua mamãe filho? – ele perguntou pro nosso filho. Sorri ainda mais. Me virei pra ele, Klaus pousou a mão no meu ventre – você o sente mexer? – perguntou. Ri alto – não tem graça – disse ele fazendo bico.

–Amor – disse e coloquei a mao no seu rosto – ele é muito novinho, lá pro quarto mês de gestação vou sentir ele mexer e você também.

–Será que ele vai gostar de mim? – perguntou ele me duvida – por que eu te fiz sofrer?

–Klaus...- sussurrei – claro que ira, ele te ama. Ele sente que você o ama também... e é disso que uma criança precisa: amor – disse e ele me olhou.

–Então ele me ama? – perguntou sorrindo igual bobo.

–Claro que ama – disse me levantando – você me despertou.

Estou apenas de lingerie preta. Klaus se levantou e se abaixou na altura da minha barriga.

–Também te amo muito meu filho – ele disse e depositou um beijo demorado no local. Segurei seus cabelos e meus olhos se encheram de lagrimas – o que foi? – ele perguntou ficando em pé, e colocou a mão na minha cintura.

–Isso, nós, parece um sonho – disse e deixei uma lagrima escapulir, ele a limpou

–Não é um sonho... e real. Eu estou aqui – ele disse e me abraçou, o abracei – agora vamos tomar café da manhã – ele disse me soltando – vocês precisam comer – ele disse vestindo sua bermuda.

Peguei a camisa dele e a vesti.Para mim fica como um vestido. Fui rumo ao banheiro de Klaus e fiz minha higiene matinal. Desci as escadas prendendo meu cabelo em um coque frouxo. Encontro Klaus na cozinha, fazendo algo para comermos.

–Hum, meu futuro marido cozinhando para mim – disse e o abracei por traz. Passei as duas mãos no seu peitoral e fui descendo pro seu abdômen.

–Sweet, pare – ele disse tirando as minhas mãos do local.

–Okay, seja o que você quiser – disse e me sentei no balcão – o que temos para o café da manhã?

–Panquecas, croissants, bolo de chocolate – conforme ele ia dizendo minha boca se enchia d’agua – torradas... e outras coisas – ele disse e eu sorri.

–Uma delicia – disse olhando para ele que estava sem camisa.

–O que? – ele perguntou.

–Você – disse e depois vi o que disse e sacudi a cabeça – vem cá – pedi com o dedo. Ele veio ate mim, abri as pernas para ele poder se encaixar no meio delas. Colocou as mãos na minha cintura.

–O que você quer? – sussurrou ele com esse sotaque de molhar calcinhas, principalmente as minhas.

–Você – sussurrei e mordi seu lóbulo, desci beijos por seu maxilar ate chegar em seu pescoço onde deixei um chupão. Ele soltou um gemido rouco e eu sorri satisfeita. Parei e o encarei – te amo – disse antes e beijar ele, pedi passagem com urgência precisava dele. Ele cedeu. Minhas mãos foram para sua nuca e as dele passeavam por meu corpo. Suspirei em meio ao beijo. Minhas mãos foram para o cós de sua bermuda. E ele parou o beijo.

–Vamos comer primeiro – ele disse e sorriu sínico.

–Filho da puta – disse me fingindo de brava – me deixa toda trabalhada... na... a você sabe – disse e ele riu da cena – me ajude a descer daqui – disse e ele veio ate mim e me ajudou.

Ele colocou a mesa e tinha uma rosa vermelha no centro.

–Ainda estou com raiva – disse emburrada.

–Estanco com raiva ou não, coma – ele disse segurando o riso.

Comecei a comer. Olhava pare ele de vez em outra. Como estou sentada do lado dele vejo que a boca dele esta suja de chocolate. Sorriu, pego o guardanapo e limpo o cantinho o que faz ele me olhar.

–Quer saber? Foda-se – ele fala e me puxa pro seu colo – mas primeiro? Terminou de comer? – ele pergunta e eu faço que sim – Ótimo – ele sussurra olhando dentro dos meus olhos antes de me beijar.

Sorriu em meio ao nosso beijo, minhas mãos começam a explorar esse corpo que conheço muito bem. Klaus se levanta comigo no colo, não quebramos o nosso beijo. Ele sobe as escadas comigo.

–Vamos cair – digo entre o beijo.

–Não, não vamos – ele fala. E volta a me beijar sinto a parede nas minhas costas e ele começa a distribuir beijos por meu pescoço.

–Klaus – solto um gemido meio abafado.

Ele me tira da parede e me coloca sentada na mesinha do espelho do corredor. Klaus tira a camisa de meu corpo e a joga longe, no chão. Tiro a bermuda de Klaus e ele vai descendo os beijos pro meu colo. Suspiro.

Klaus aperta meu seio direito e tira o sutiã, e joga no chão.

–Você é muito gostosa – ele fala e volta a me beijar.

–E você é muito gostoso – falo entre o beijo. Klaus me tira dali e entra comigo no quarto dele, ele fecha a porta com os pés e me deita na cama delicadamente. Delicadamente ele se Poe sobre mim.

Klaus começa a sugar meu seio direito enquanto massageava o outro, ele brincou com os dedos no meu mamilo.

–Klaus... eu te quero... e é agora – disse me meio aos gemidos.

Segurei o lençol ate as pontas dos meus dedos ficarem brancas.

–Voce esta preparada? – ele perguntou e tirou a minha calcinha, senti ele me penetrar um dedo.

–Meu deus – gemi em alto e bom som, enquanto ele me estocava com o dedo – claro que estou, se isso não é estar preparada te juro que não sei o que é – disse nervosa.

–É, você esta – ele disse e me olhou em duvida – isso não faz mal a ele, faz? – ele perguntou e eu sorri.

–Claro que não meu amor – disse e tirei sua cueca boxer. O beijei e ele se posicionou no meio das minhas pernas. Ele colocou seu membro na minha entrada. – pare de me torturar.

–Você sempre acaba com a graça amor – ele disse e eu senti ele me penetrar lentamente. Fechei os olhos de puro prazer. Esse homem é meu, somente meu.

POV ELENA

Quando Cecília disse que Damon precisava de mim, corri o mais rápido para sua sala. Abri a porta e encontrei Damon sentado no sofá chorando, com a cabeça baixa.

–Damon – disse e me abaixei no chão ficando na sua altura, por que ele estava sentado. – Damon – disse mas ele não estava me olhando, aquilo estava me deixando em desespero. Velo tão vulnerável assim. Sem suas brincadeiras. Isso esta me assustando – Damon pelo amor de Deus, fale comigo – disse mas nada- Damon você esta me assustando e sabe que eu não posso ficar estressada – disse e ai sim ele me olhou.

–Desculpe – ele disse chorando. Segurei para não chorar quando seus olhos encontram os meus. Suspirei e sentei ao teu lado.

–Não chore... eu estou aqui. Nois estamos aqui – disse e o abracei. Ele me abraçou de volta – o que houve?

–Pamela – ele sussurrou – Pamela se jogou da escada para perder o bebê – ele disse e eu fechei os olhos.

Como ela pode? Era apenas um bebê. Tão pequeno, tão inocente.

–Ela, ela é um mostro – sussurrei em meio as lagrimas.

–E a culpa é minha Elena – ele disse e eu o abracei ainda mais.

–Damon, não fale isso. A culpa não foi sua.

–Claro que foi – disse ele se levantando. – CLARO QUE FOI – ele gritou andando de um lado pro outro – EU NÃO DEI ATENÇÃO A ELA NO DIA.

–PELU AMOR DE DEUS, PARE COM ISSO A CULPA NÃO É SUA. ELA FEZ ISSO, NÃO VOCE – disse me levantando , apontei para ele – NÃO FOI VOCE O CULPADO. NÃO FOI VOCE QUEM A EMPURROU DA ESCADA... ELA SE JOGOU – gritei. O segurei pelos ombros pois não o agentei ver ele andando de um lado pro outro. Isso esta me deixando tonta. – DAMON EU NÃO FARIA ISSO COM O MEU BEBÊ, NÃO ME JOGARIA DA ESCADA PARA PERDO-LO... POIS EU O AMA INFINITIVAMENTE. SE ELA FEZ ISSO ELA NÃO O AMAVA... ISSO ME DOI DIZER POR QUE EU SOU MÃE AGORA. ELA NÃO MERECIA SER MÃE E AINDA NÃO MERECE – disse chorando e ele me olhou.

–Eu sei...

–A culpa não foi sua – sussurrei e o abracei — não foi. Vamos esquecer disso, okay? Que tel jantar na sua casa hoje? – perguntei sorrindo. – você cozinha.

–Okay – ele disse e me abraçou – obrigada Elena, obrigada por estar aqui comigo agora. Obrigada...

–Não iremos abandonar você.

–Nosso filho é o meu tudo agora – ele disse e levou a mão ao meu ventre, ele se abaixou – papai te ama muito – fechei os olhos para não chorar mais ainda. Ele ergueu a minha blusa e depositou um beijo no local. Ele se levantou e eu sorri – não me prive disso Elena. Não me prive de ver meu filho nascer!! – ele pediu com os olhos marejados.

–Não iremos conversar sobre isso agora Damon. So saiba que estaremos com você, sempre que você precisar – sussurrei e ele passou a mão no meu rosto.

–So esteja comigo – ele disse e me abraçou de novo.Sorri e o abracei de novo.

–Claro... – disse.