Notas iniciais
Obrigada por lerem e eu estou de volta.

O tempo parecia não passar, Elena estava sentada no sofá segundo o rosto com as mãos, os braços estavam apoiados no joelho. Evitava olhar para Damon, o moreno estava jogado no meio das almofadas olhando o céu.
Elena se levantou do sofá tentando ligar para qualquer um deles, mas o celular dos mesmos só davam desligados. Bufando se jogou no sofá. Ela e Damon não falaram um com o outro desde que estão no terraço, o único som ali é da voz de Ed Sheeran ao fundo. Deitou no pequeno sofá se encolhendo quando uma brisa leve bateu contra seu corpo. Damon não se moveu, sabendo que se olhasse para Elena com certeza ela já teria mudado a posição umas mil vezes, sabia também que se ligasse para qualquer um deles; ninguém os atenderia, então não iria nem tentar. Com certeza Cecília iria desistir dessa ideia maluca e abrir a porta.

Lá em baixo alguns já dormiam esparramados pela sala de Elena. Cecília estava deitada com a cabeça no peitoral de kol que dormia sereno. A Salvatore ergueu os olhos observando o namorado, céus, como se arrepende do que fez com ele. Ama Kol, o ama incondicionalmente, mas não tem certeza se é com ele que irá passar o resto da vida. Suspirou prendendo o choro na garganta ao lembrar que beijou outra boca que não foi a dele.

– Me perdoa — sussurrou beijando castamente seus lábios — Me perdoa — as lágrimas já escorriam por seu rosto sem pudor — eu te amo tanto.

Se assustou quando seu celular tocou, saiu correndo para atender pois não queria acordar ninguém, resolveu atender quando viu que não era Damon ou Elena, e sim: Alex.
Respirou fundo antes de atender o “amigo”.

– Cecília Marrie Salvatore, não fala nada, só me escuta, eu te amo e juro que irei fazer de tudo para você ser minha — e logo desligou deixando uma Cecília descalça no meio da enorme cozinha do irmão sem saber o que fazer, falar, como agir.

A moça travou seu celular o colocando na bancada da cozinha, onde sentou logo em seguida chorando desesperada. Marry sentiu falta da neta na sala, foi até a cozinha encontrado seu tesouro ali, aos prantos.

– Princesa da vovó — murmurou a senhora se aproximando da menina, acariciando seus cabelos pretos.

– Só me abraça vovó — pediu entre os soluços que escapavam de sua garganta — Só me abraça e diz que vai ficar tudo bem e meu torto conto de fadas com Kol irá ter seu final feliz — implorou erguendo os olhos azuis, seu rosto estava sujo pois sua maquiagem antes impecável estava borrada.

Marry sorriu para a neta, abraçando — a com força.

– Minha pequena Salvatore, quando há amor tudo fica bem — sussurrou contra os cabelos da neta.

Elena se levantou só sofá de uma vez quando seu estômago roncou, chamando a atenção de Damon. O homem sorriu de leve olhando sua esposa com a mão no ventre, a mulher usava um vestido branco tomara que caia de ceda, todo leve e esvoaçante o ventre dela já estava crescendo a percebia que ela já não anda mais sozinha.

– Elena — disse ele ficando de pé — vá comer.

Ela o olhou assustada, pois pensou que ele não falaria nada.

– E eu vou mesmo! — foi grossa.

Damon se levantou quando Elena se sentou à mesa, se sentando em frente a mesma.

– Acho que merecia isso — murmurou o Salvatore rindo quando sua esposa sem querer cuspiu o suco que estava bebericando, Elena começou a rir vendo o mesmo sujo de suco de uva — por ter sido um idiota.

– Me conte uma novidade — bebeu do suco novamente, ao constatar que não era vinho.

Damon se calou, começando a comer, alias estava faminto. Elena estava perdida em pensamentos, enquanto comia daquele comida maravilhosa, pelo menos ali tinha comida para ela, pois se a deixassem sem comer por mais meia hora a mesma arrombaria aquela porta. Depois de jantarem Damon e Elena foram novamente cada um para um lado, a morena encarou seu esposo quando começou a tocar Kiss — Me, foi inevitável não lembrar da primeira festa que Elena foi da Salvatore, onde Damon a tirou para dançar e eles acabaram brigando, e na mesma noite já saíram boatos em todos os sites de fofoca sobre os dois.
Todos passaram a achar que os dois eram um casal, até a Miranda, mãe de Elena desmentir os boatos. Ambos desataram a rir quando lembrar que naquela noite, Elena fez o maior escândalo por causa de Damon dentro do banheiro, aquele dia foi cômico.

– Aceita uma dança? — perguntou o homem parando ao lado de Elena, estendeu a mão a mulher que estava deitada no sofá.

Se sentou, pegando a mão de seu esposo e assim se colocando de pé, ali eles não precisavam de palavras e sim de atos, o “sim” foi dito naquele momento quando a morena pegou a mão estendida de seu esposo.
O moreno puxou a mulher para si segurando a mesma pela cintura fortemente como se ela fosse fugir, com delicadeza Elena deitou a cabeça no peitoral de Damon que beijou o topo de sua cabeça enquanto eles dançavam lentamente. Cecília que estava do lado de fora, colocou a chave na fechadura destrancando a porta, se eles quisessem sair dali saíram, iriam ver a porta destrancada, mas no momento estavam concentrados demais um no outro para lembrarem disso.

– Vamos embora — Cecília disse descendo as escadas, todos já estavam acordados e esparramados pela casa — nosso trabalho aqui já foi comprido — pegoou sua bolsa Prada em cima do sofá.

Kol passou os braços pelo ombro da namorada, perguntando se ela iria dormir em sua casa hoje, a mesma disse que sim e assim todos foram embora deixando somente Damon e Elena na casa.

A senhora Salvatore ergueu o rosto, encontrando os olhos de Damon a olhando com ternura, o homem sorriu fazendo — a sorrir de volta e esquecer que eles são um casal torto, todo errado e imperfeito.

– Eles não tem jeito — Damon parou a dança acariciando o rosto de Elena com uma mão enquanto a outra ainda estava na cintura da garota.

Ela fechou os olhos sentindo o toque de seu esposo, foi inevitável não suspirar, sentia os arrepios passar por sua espinha e se espalhar por seu corpo. Damon com delicadeza ergueu a face dela pelo queixo, sem parar de acariciar sua bochecha.

– Abraço os olhos — soprou em um sussurro.

Respirando fundo ela os abriu, como o queria, céus. Umedeceu os lábios mordendo o lábio inferior logo em seguida, o homem não tirava os olhos do rosto da mesma. O desejo que ambos sentiam um pelo outro outro era algo inevitável, impossível de se esconder.

– Não faz isso — murmurou beijando a testa da garota — não irei me controlar — pressionou o corpo contra o de Elena, fazendo ela sentir algo duro contra sua barriga.

Damon gemeu baixo, e isso foi a gota d’água para Elena, ela o empurrou para o sofá caindo sentada no colo dele, como estava de vestido sua intimidade estava encaixada no seu membro já ereto. Com ferocidade beijou a boca do homem enquanto unhava sua nuca de leve, suas línguas brigaram uma com a outra. Elena começou a rebolar em cima do membro de Damon, ele desceu as mãos pelas costas de Elena a segurando pelo quadril com força para ela parar de rebolar.

– Para anjo, se não eu não irei aguentar — disse contra os lábios de Elena.

Ela riu voltando o beijar, Damon a segurou pela cintura ficando em pé com a mesma em seus braços, Elena entrelaçou as pernas na cintura do homem, andou a cegas até as almofadas a deitando ali com delicadeza se colocando por cima dela. Elena tirou a camisa de Damon e rapidamente tirou a calça do moreno que já havia tirado os sapatos, Damon beijava o pescoço dela que gemia baixinho debaixo dele.

– Gostosa — sussurrou ele no ouvido dela.

– Me faça sua — murmurou ela de olhos fechados enquanto tirava a calcinha, mas deixando o vestido, Damon levou as mãos até as coxas de Elena subindo seu vestido — não — disse ela rápida abrindo os olhos.

– Por que não? — se afastou dela sentando ao seu lado.

Elena se sentou rapidamente, ele havia entendido errado.

– Não quero ficar nua na sua frente — abaixou o rosto — Meu corpo mudou Damon de quatro meses para cá, eu engordei e…

– Shiii — Damon a puxou para si beijando — te acho linda do jeito que está, foda — se se engordou ou não, o motivo é ótimo. O motivo está dentro de você, nosso filho. Te quero assim — pegou a mão de Elena a levando até seu mentor duro, fazendo a mesma pegar — tá sentindo — fechou os olhos quando ela apertou de leve — é por você — terminou tirando a mão dela dali rapidamente.

Damon com delicadeza tirou o vestido de Elena, passando primeiro pelos braços da mulher para depois passar pela cabeça da morena, o que fez seus cabelos antes presos caírem como cascata até sua cintura.

– Linda — disse ele sorrindo a puxando para si, e novamente a deitando.

Damon passava as mãos pelo corpo pequeno de Elena, fazendo ela se arrepiar. Abocanhou o seio esquerdo da mulher, enquanto massageava o outro fortemente, Elena gemia debaixo dele, e o mesmo se delicia com aquele seio na boca, chupava mordia de leve. Introduziu um dedo na intimidade de Elena e bombeada devagar, colocou outro fazendo ela gritar de prazer.

– Damon pelo amor, me fode logo — implorou.

– Eu estou — sussurrou na orelha dela, beijando o local — com meus dedos.

– Eu quero você dentro de mim — falou chorosa.

O homem riu parando o que fazia, se colocou no meio das pernas de Elena colocando seu membro na entrada da intimidade da mulher, porém parou.

– Por que parou? — perguntou ela abrindo os olhos, encontrando dúvida nos dele.

– Não vamos machucar ele?

A morena sorriu ao perceber que ele falava do bebê.

– Não, nos não vamos — murmurou ela, e assim ele a penetra lentamente.