Notas iniciais
EIIIIII MINHAS GOSTOSAS, QUEM ESTA DE VOLTA? QUEM ESTA DE PC NOVO? EUUUUU, GLORIA, GLORIA ALELUIA IRMÃS. Amo vocês e agradeço pela paciencia.

Já era dia quando Elena acordou, se sentou no meio daquele monte de almofadas procurando algo para vestir, o que encontrou ali foi uma camisa de Damon, a vestiu saindo para fora do terraço vendo que seu esposo não estava mais ali. Franziu o cenho se lembrando que tinha que ir trabalhar, aliás já era segunda feira, olhou no relógio de parede da enorme sala e viu que ainda eram 06:30 da manhã. Correu para seu quarto para tomar um bom banho. Elena colocou um vestido rosa rodado, pegou seu blaizer preto colocando por cima, usava um scarpin preto com detalhes em dourado. Soltou os cabelos que caíram lisos, ela odiava quando os lava e deixava secar naturalmente, sempre ficavam lisos demais. Pegou sua bolsa e saiu do quarto, descendo as escadas. Hoje ela e Damon iam apresentar a nova campanha da LG a alguns investidores.

Parou na sala rindo ao ver as caixas de pizza e latas de refrigerante espalhadas pela mesinha de centro.

— Vocês não têm jeito — disse rindo.

Saiu da sua sala mandando uma mensagem a Cecilia, não poderia ficar com raiva de nenhum deles, aliás se ela ficou ali foi por que quis, se a noite passada aconteceu foi por que ela quis e dessa vez não iria fingir que não aconteceu, apenas iria conversar com Damon sobre tudo, depois de apresentarem a campanha, claro. Quarenta minutos depois estava estacionando seu carro em frente ao prédio, entregou o mesmo ao manobrista agradecendo e assim entrou na Império Salvatore. Seus saltos altos batiam no piso de mármore, onde passava cumprimentava a todos com sorrisos e bom dia.

4 meses depois, dia 12 de janeiro.

Elena Narrando

Dizer que meu casamento com o Damon iria bem seria mentir, a gente nem se fala direito, e a mídia percebeu. Depois da nossa noite tudo complicou, eu não sei o que deu nele, simplesmente não nos falamos mais e quer saber? Eu, Elena Gilbert que não vou correr atrás dele.

— Elena?

— Oi? – perguntei voltando ao nosso mundo.

Dean tinha um sorriso nos lábios, me olhava com curiosidade. A gente se aproximou bastante nos últimos meses, não poderia reclamar, ele como amigo é ótimo. Escuta as minhas reclamações diárias.

— Em que mundo a senhorita estava?

Ri da pergunta, mordi os lábios para o responder.

— Em um mundo onde as coisas são mais fáceis.

— Não fique assim – segurou minha mão por cima da mesa.

— Eu tento – olhei no relógio de pulso que usava – está na minha hora – me levantei da cadeira.

Eu estava no horário de almoço, e resolvi chamar Dean para podermos almoçar juntos.

— Eu te deixo na Salvatore – disse já de pé.

— Não é necessário.

— Eu insisto!

— Okay – sorri pegando sua mão estendida.

15 minutos depois adentrava a Salvatore, usava um vestido rodado soltinho que realçava minha barriga de sete meses, sorri colocando a mão no ventre sentindo ela mexer.

— Ah nem mamãe, eu quero sair daqui logo – fiz voz de neném para conversar com minha pequena.

Todos que passavam por mim sorriam, estava prestes a entrar em minha sala e me lembrei que deveria pegar as fotos dos modelos do novo logo de uma grande empresa na sala de Damon, bufando cansada voltei para traz, pois, minha secretaria ainda estava no horário de almoço. Meus pés estão me matando, tirei os sapatos de salto sentindo o porcelanato gélido sob meus pés. Entrei na sala de Damon, ele estava sentando na sua mesa e sua secretaria almoçava com ele. Suzan, a ex secretaria de Damon foi promovida e no lugar colocaram Melanie. Eles nem notaram a minha presença.

— Damon? – Chamei baixo.

— Senhora Salvatore – disse a mulher ser levantando.

— Fique! – Damon pediu.

Ainda estava parada na porta vendo a cena, entendo e até acho que eles têm um caso e sinceramente? Eu não ligo, não ligo em ser a corna, só quero sair desse casamento, do meu inferno pessoal que eu mesma cacei ou melhor, assinei e disse sim perante a todos os nossos amigos. Passei a mão livre pela aliança de ouro, a sentindo ali, ela é pesada, não por ser de ouro, mas ela pesa, o peso do arrependimento. O homem não ergueu os olhos para mim, me aproximei da mesa.

— Eu preciso das fotos – disse calma.

— Te mandei por e-mail, as físicas estão com meu pai.

— Tudo bem — virei os calcanhares para sair da sala.

Fechei a porta atrás de mim, respirando fundo ao sentir minha pequena se mexer. Estava no meio do corredor entre a minha sala e a sala de Damon quando levei um escorregão. A sorte foi que cai de costas, pois se fosse de barriga teria machucado a bebê.

— Aí — gritei.

Acho que meu grito ecoo por todo o prédio, mas não apareceu ninguém pois ainda é horário de almoço. Tentei me sentar, porem minhas costas doem.

— Merda – reclamei baixinho, ainda deitada no chão — você está bem pequena?

— Elena? – Escutei a voz de Damon – céus eu escutei o seu grito.

Ele já estava abaixado ao meu lado, me segurando.

— Não se preocupe, a minha filha esta bem – murmurei assim que ele me colocou de pé – pode voltar para a sua secretaria. A neném esta bem.

Damon me olhava, como se me analisasse para ter certeza, quando teve virou as costas saindo. Fechei os olhos assim que ele entrou em sua sala batendo a porta, senti os mesmos queimarem, eu não iria chorar de raiva, não por ele estar sendo tão seco comigo e com a bebé.

— Nós vamos ficar bem, não vamos? — perguntei assim que pisei na minha sala para minha filha que me respondeu com um chute – é, nós vamos.

Três meses antes

Estava parada em frente a porta do consultório médico de Meredith, marquei a consulta para saber o sexo do bebê e estava com medo de entrar sozinha, havia ligado para Damon para avisar, deixei três mensagens e nada, deduzi que ele não iria querer vir, aliás só iriamos saber o sexo do nosso filho. NOSSO FILHO. Criei coragem abrindo a porta do consultório.

— Desculpe, eu estava no banheiro quando me chamaram – avisei a minha amiga que levantou da cadeira com um sorriso nos lábios.

— Como estão?

— Ótimos – respondi sorrindo abertamente – só estou me sentindo uma baleia, mas tudo bem.

— Normal Salvatore, falando em Salvatore, cadê o papai da criança?

— Damon tinha um compromisso...

— Desculpem a demora – Damon disse entrando no consultório – fui ver a mensagem estava chegando em casa.

Arquei uma sobrancelha a ele que sorriu de lado. Depois de uns vinte minutos estava eu deitada enquanto a medica dizia que meu bebê estava bem, Damon tinha os olhos pregados na tela do ultrassom sorrindo a cada vez que nosso bebê mexia e prestava bastante atenção ao som do coração do neném que batia freneticamente.

— Já tem ideia para nomes? – perguntou.

— Sim, vários – respondi – Meredith, não diz o sexo do bebê, eu quero fazer um chá revelação.

Lembrei do que Caroline fez, quando descobriu que esperava um lindo menino.

— Tudo bem – ela tinha um enorme sorriso nos lábios.

Três dias mais tarde estavam todos reunidos no jardim da minha casa com Damon, era uma mini festinha toda decorada na cor de rosa e azul. Tinha um bolo lindo de chocolate com morangos decorado com interrogações rosa e azul. Estava tudo lindo. Já era hora de cortar o bolo. Passei os olhos por todos os convidados, nossos amigos e família, estava do jeito que sempre sonhei.

— Vai logo Elena, o meu bebê quer saber se vai ter uma priminha ou priminho – disse Caroline com klaus a abraçando por traz.

Revirei os olhos posicionando minha mão direito na espátula, enquanto olhava para Damon ao lado que estava com uma caixa, dentro da mesma tinha balões ou no rosa ou no azul e ele iria soltar assim que eu tirasse a fatia do bolo.

— Pronto? – perguntei sorrindo a ele que sorriu de volta.

— Nasci pronto baby!

— Okay – disse antes de partir o bolo, e novamente passei os olhos nos convidados que tinham os olhos vidrados no bolo.

Ergui a fatia quase desmaiando de felicidade ao o glace rosa, Damon soltou os balões cor de rosa que voaram pelos ares.

— É menina Damon – gritei soltando a espátula – é menina.

Damon segurou minha cintura me rodando no ar, ele chorava de felicidade assim como eu. Céus, iriamos ter a nossa menininha, a nossa pequena.

— A nossa menininha – segurou meu rosto no meio de suas mãos depositando um beijo casto levando todos aos gritos.

— A nossa menininha – o puxei para um beijo, enquanto o homem me rodava no ar.

Sorri olhando a foto em cima da minha mesa, era a foto do nosso beijo ao descobrir que iriamos ter uma princesa. Segurei com força os sapatinhos que Damon me deu a meses atrás quando descobriu da gravidez, eu o tinha como um amuleto e todos sabiam disso. E ainda segurando os sapatinhos eu tomei uma decisão, ela mudaria o rumo da minha vida e da minha filha, mas seria o melhor a ela, eu tomei uma decisão precipitada a meses atrás pensando nela e é agora que eu tomo outra, mas essa eu sinto que é a certa. A certa para mim e minha filha

Notas finais
É UMA MENINA.... Muitas coisas mudaram e vocês vão ver isso mais para frente, pois estamos entrando na reta final da fic. Amo voces demaaaaaais.