Notas iniciais
Boa Noite, mais um capítulo, um capítulo maravilhoso e cheio de revelações. Fiquem atentas, no título e na imagem inicial, eles estão diretamente ligados a um aposta. Boa Leitura!!!

Sakura’ s POV

O qual era possível ser visto pelo vidro quebrado.

Então, criei coragem e fui me aproximando do carro, até que cheguei em frente do mesmo, e com muito cuidado abri a porta.

E tudo ficou pior.

...

Sakura’ s POV

O que você faria se sua noite já tivesse sido uma bosta, uma verdadeira merda, mas como num passe de mágica, sua pessoa encontra um problema no trânsito, fosse dá uma de super-heroína dos pobres e oprimidos e no fim, encontrasse o seu pior inimigo,- Sasuke Uchiha – desacordado, inconsciente, coberto por cacos de vidros, aparentemente, vítima de uma brincadeira nada ortodoxa com gás?

Eu queria correr, lagar tudo e comprar uma garrafa de vinho, bebê-la completamente do gargalo, depois quebra-la e usar o estilhaços para cortas os meus pulsos.

Seria um fim poético.

Porém, o que eu verdadeiramente fiz, foi sair correndo, não para fugir, mas para pegar o carro.

Consegui pegar o mesmo, depois de muito esforço, para cortar caminho entre o trânsito, assim estacionado meu humilde carro, ao lado da BMW.

Naquela hora, achei que tudo estivesse no controle, até a idiota da Karin baixa o vidro do carro e notar que o desacordado era Sasuke Uchiha.

Ou seja, quando percebeu, já embriagada pela segunda cerveja, ela começou a chama-lo dos piores nome possíveis.

Só não contávamos, que o tal Itachi, ia se manifestar ao escutar o nome: Sasuke Uchiha, afirmando que esse era o nome do seu irmão mais novo, assim, ele se inclinou pra frente e teve a visão perfeita do mesmo debruçado sobre o volante, através da janela do carro.

Aí a ficha caiu, que na verdade, aquele Itachi, não era um simples Itachi, mas sim, Itachi Uchiha.

O tatuador mais famoso de New York.

Aquele maldito permaneceu de capacete o tempo inteiro, simplesmente, para não ser reconhecido.

Vendo que eu tinha conseguido, atropelar o irmão do meu pior inimigo, além de ter encontrado o idiota desacordado pelas ruas de Manhattan, resolvi, que tinha que convocar alguém mais adequado, para resolver essa merda.

Nada mais, nada menos, que Naruto, Naruto Uzumaki.

Todo mundo sabia que ele era o melhor amigo do Uchiha, a pessoa ideal.

O único problema era como falar com ele, mas tudo foi resolvido, com a existência do celular do Itachi.

Assim, graças as forças divinas, conseguimos falar com ele, que estranhamente tinha a voz embebida de sono, e não de álcool.

Meio a contra gosto, Naruto veio acudir seus amigos.

Entretanto, com um atraso de 20 minutos, pra quem dizia que só levaria 10 minutos no trajeto.

E como não bastasse, resolveu fazer sua entrada, com uma lamborghini laranja, estupidamente chamativae não veio sozinho, trouxe Suigetsu de cortesia.

Pra que melhor, não é mesmo, meus amigos.

Depois de Naruto perguntar a Itcahi, o que tinha acontecido, já que Karin estava muito entretida em trocar farpas com o garoto dos cabelos platinados, no qual eu tinha uma queda secreta, além disso, o loiro tem uma espécie de receio em falar comigo.

Digamos que eu já tenha planejado muito pra cima dele, não só dele, como de todos os outros.

Contudo, assim que o Uzumaki entendeu a situação, ajudou o Itcahi a sair do nosso carro e se acomodar no banco do passageiro, de seu suntuoso automóvel, ele acabou ordenando que Suigetsu tirasse Sasuke do banco do motorista e assumisse o volante.

Antes de tudo, ouvimos Itachi resmungar um: “Se ele souber, que um louco como o Suigetsu, dirigiu o caro dele, teremos morte”.

E pra completar, o Uchiha mais velho, ainda me chamou para me entregar seu número, e dizer que tínhamos assunto inacabados.

Depois de um: “Desculpe, por essa merda toda.”, muito a contra gosto, do Naruto, eles partiram e finalmente, podemos retornar ao apartamento se Sai.

...

O que nós leva, a onde estamos agora.

Digamos que esse flashback intenso, tenha tomado todos meus sentidos e principalmente minha atenção.


Quer dizer, relembrar os motivos de preferir, deixar tudo que aconteceu entre eu e a Karin, é muito mais relevante, do que escutar ela dizendo que temos que contar isso, para Deus e o mundo.

Porém, no fim concordei que essa garota poderia contar o que quisesse.

Contanto, que eu pudesse saber, logo, qual seria os dois últimos desafios, o meu e o da Ino, e finalmente, poder me embebedar, até não me lembrar como me chamo, já vai ser ótimo.

Assim, com esse pensamento em mente, após permitir que ela falasse o que bem queria- até porque, mesmo se eu não deixasse, essa bêbada ia falar mesmo- dessa forma, nem me ocupei em pedir ajuda com as compras.

Ou melhor, o arsenal de bebidas e as bombas de gordura, os malditos sanduíches do Mac Donald ‘s.

Olhar pra essa comida, me lembra as atendentes safadas, olhar para o exorbitante número de garrafas, que apresentam mais de 30% de álcool, me recorda meu ex, que a essas horas, o efeito dos vinhos, já deve ter chegado, ele e sua amiga, na sobremesa.

E acredite, não é nada doce, e sim quente.

Ou seja, o sexo começou pra eles.

Só de pensar nisso, meu estomago já embrulha.

O que não ajuda muito no processo de levar as compras, mas, pelo menos a Karin acabou de apertar o interfone.

Afinal, seria impossível entramos, se não estávamos com a chave e muito menos, com os celulares.

As meninas devem estar loucas.

Demoramos mais do que planejado.

Talvez eu tenha uma pequena aparcela de culpa.

Ok, eu tenho grande parte da culpa.

Tento aceitar isso, enquanto esperávamos, ansiosamente, que alguém naquele bendito apartamento respondesse.

Até que...

— Onde você estavam desgraças? Ino, já estava me enlouquecendo... Sabem como ela é exagerada, olha a última coisa que ela disse, antes que o interfone tocasse: “A Testuda e a Pimenta devem ter sido sequestradas, agora estão em um carro preto, com os olhos vendados, prontas pra chegarem na boate, onde começaram a trabalhar de prostitutas, até que um homem misterioso, as compre e as leve para um Paraíso do sadismo, assim elas serão bonecas sexuais vivas, pra sempre.” Então, por favor, subam logo, ou serei eu, a cometer uma insanidade, com certa loira. Rápido. –Respondeu Sai, claramente preocupado, irritado e apressado, já que nem esperou resposta.

Grosso.

E por incrível que pareça, nada do que foi dito é exagero.

Vamos concordar, a Ino consegue ser um porre, quando quer, claro.

...

Quantas vezes?

Quantas vezes, terei que bater nessa maldita porta, até que alguém venha atender?

Já se passaram 3 minutos, todas as compras estão no chão.

Um corredor pouco iluminado, lotado de bebidas e comida, com uma ruiva sentada ao lado da porta, com sua terceira cerveja na mão e uma estranha de cabelos rosas, que bate freneticamente na porta e que não aguenta mais esses saltos.

Como dizem, a beleza doí.

Tão lindos e tão mortais.

...

Foi necessário, mais dois minutos, alguns chutes, socos na porta e claro, alguns “Filho da puta”, para que o idiota, cretino e sínico do Sai abrisse, com um sorriso amarelo no rosto e a pior desculpa do mundo: “Pensei, que fosse outra pessoa”

Pensou errado, babaca.

Depois que, finalmente, consegui entrar no apartamento, retirei os saltos, joguei o casaco pelo carpete e pedi que TenTen e Temari, me ajudassem a trazer as compras pra dentro, já que Karin estava mais alta que antes, assim, pedi ajuda da Hina, para trazer ela pra dentro.

Enquanto todas se empenhavam para nós ajudar, Sai tentava acalmar Ino. Que agora, não estava mais preocupada conosco, mas sim com ela, afinal, os últimos desafios, o meu e o dela, serão decididos, daqui a pouco.

Porém, antes da decisão de nossos futuros,Karin, que entrou quase arrastada por Hinata, começou a gritar que tinha uma bomba pra jogar sobre a cabeça delas.

Ou seja, tudo que acabará de acontecer, a incrível noite de sábado.

Assim, ela deixou aquelas malditas, incrivelmente curiosas. Então,Karin começou a contar, só que, pouco depois de começar, ela acabou dormindo por causa da bebida.

Desse jeito, quem acabou contanto tudo, foi eu.

Durante a história, vi todo tido de expressão em seus rostos, mas eu diria, que a mais indecifrável, seria a que estão fazendo exatamente agora.

Estamos todas reunidas na sala, de novo.

Nas poltronas, no sofá, com os sanduíches, as bebidas, muito álcool pra escolher, mas no momento, saboreamos os frappucinos.

Afinal, ainda temos que combinar os últimos detalhes das apostas, e ninguém pode estar bêbado, pelo menos, nem eu, nem Ino.

Tudo tem que ser feito com lucidez. Apesar, de achar, que minha pessoa, já perdeu isso muito tempo.

— Então nessa saída, aconteceu, tudo isso? Atendentes safadas, seu ex gostoso, atropelou o Uchiha maior, e encontrou o Uchiha menor desacordado no meio da rua. O que explica, esse monte de bebidas, realmente, você deve ter ficado abalada. – Sai foi o primeiro a se pronunciar, depois do que eu disse. Simplesmente ele falou tudo.

Cada fudida palavra, estava certa.

E antes que alguém pudesse falar mais alguma coisa, principalmente Temari e sua língua venenosa, disse:

— Por favor, vamos esquecer isso, e decidir os dois últimos desafios.

De súbito, logo após eu falar isso, Ino transformou sua bela face, em uma careta horrenda, afinal, a próxima será ela.

E não vou nem mentir, entrou com compaixão dela.

Hinata acaba de se levantar, e ir de encontro a Sai, que está sentado na poltrona. Com os punhos serrados e o sorriso malicioso, ela vai toda pimposa até ele, e diz:

— Ino, sabe que eu sempre fui uma pessoa misericordiosa, não é mesmo? Então, era fingimento. Adoro guardar rancor, e esse vai ser despejado, em cima de você. Acredite, não vamos muito pesado, você só vai se fuder.

Depois dessa frase, nada sugestiva, ficamos caladas.

A loira, se via no impasse de roer as unhas ou não, em obvia ansiedade, enquanto eu assistia apreensiva, afinal, se for uma coisa absurda, o que vai ser, essa menina vai descontar tudo em mim.

E o melhor, nem é isso. Mas a cara da Tenten e da Temari, elas parecem estar se divertindo com o nosso sofrimento.

Aí deuses.

...

5,

10,

15,

20,

25,

30 minutos,

Já se passaram.

Nada mais, nada menos, que meia hora, e nenhuma decisão.


Eu já estava preste a abrir um buraco, na poltrona.

Me sentia inquieta.

Muito ansiosa, até que...

Eles param de cochichar, trocam olhares duvidosos e começam a revelar...

— Sabe Ino, primeiramente, você conhece os Shukaku? – Perguntou Hinata, com um tom claro de deboche.

Demorou alguns segundos, para que ela dirigisse a pergunta. A loira parecia tentar se lembrar, de algo relacionado ao nome Shukaku, assim como eu e o resto das meninas, menos Temari, que pareceu estupidamente assustada e Karin, que continuava a dormir, alheia tudo.

Mais alguns segundos e ela diz:

— SIM!!! Já escutei esse nome em algum lugar... Acho que foi, quando eu e Temari, fomos a um racha...- Respondeu a loira.

— Onde vocês querem chegar com isso? Eu vou logo avisando, qualquer coisa que envolva eles, vai da merda. – Temari comentou, com um tom cauteloso.

E sabe o que é pior, acabei de lembrar, quem são os Shukaku.

E acredite, essa garota está ferrada.

— Muito bem colocado, Temari. Vai da merda, e é isso que queremos. Sabe como dizem, “o melhor, sempre fica pro final”, e dessa forma, vamos dizer qual o seu desafio. Mas antes, o nosso maravilhoso, Sai, vai relatar para você e o restante, um pouco mais sobre os Shukaku. Não é mesmo Sai? – Hinata continuou o discurso.

— Correto, Hina. Tudo que você vai precisar saber sobre os Shukaku, eu vou lhe falar agora. Eles são uma espécie de “gangue”. Pense em um grupo de adolescentes e até alguns universitários, cheios de energia, adrenalina e forças pra gastar. Digamos, que a especialidade deles, sejam os rachas. Isso mesmo, corridas ilegais, em troca de dinheiro. Muito dinheiro. Além claro, de alguns delitos pequenos, como furtos menores, pichações e destruição do patrimônio público. Eles são conhecidos, e identificados por uma tatuagem, no mínimo, peculiar. – Sai, fez uma curta introdução, pois ainda vem muita coisa por ai.

— Que tipo de tatuagem? – Perguntou Ino, realmente preocupada.

— É um bonito kanji japonês, que significa, amor. Irônico, não? Para um grupo que despeja tanto ódio. E outra, você não já viu alguém com esse tipo de tatuagem? – Respondeu Hinata.

Alguns segundos se passaram, até ela chegar em uma cruel conclusão, essa, que eu já tinha sacado.

— Não pode ser....O Gaara, ele tem esse símbolo na testa, o que esse garoto tem a ver com isso? No que influencia em meu desafio? – Perguntou a loira, agora, completamente atordoada.

— Muito bem, Ino. Chegou finalmente, onde eu queria. Mas antes, as informações dos Shukaku, não para por aqui. Afinal, acredita, que de acordo com ao rumores, o líder da gangue, é nada mais, nada menos, que Gaara no Sabaku. E não é só isso, mesmo com, apenas 17 anos, ele é conhecido por ser altamente agressivo, com um temperamento, estupidamente difícil e forte. Sem contar, o vício em sexo. Sim, você escutou certo, dizem por aí, que a maior parte do dinheiro que ele ganha, é gasto com prostitutas, essa que fazem parte da boate: Suna. A qual, falam que o ruivinho se tornou sócio, tudo, através dos ganhos das corridas.

Estávamos todas estáticas, principalmente Ino, quer dizer, dessa parte, nem eu sabia.

E vendo, que ninguém falaria nada, todas estávamos chocadas demais. pra se pronunciar, Hinata, disse:

— Bom, agora que você já sabe se quase tudo, só falta eu mencionar um detalhe. Mesmo essa gangue sendo altamente conhecida, a polícia ainda não conseguiu saber quem são seus membros, onde ficam os pontos de encontro dos mesmos, nem quanto ganham ilegalmente, a posse total de carros que apresentam, e muito menos algum deles já foi preso. Assim, o seu desafio, vai ser muito interessante. Digamos que você vai servir de espiã, queremos que consiga fazer parte desse grupo. Que conheça os membros, as sedes deles, o dinheiro que rola lá, e quantos carros possuem. Queremos que se torne íntima de Gaara, saiba todos seus passos, com quanta frequência, por semana, ela vai a boate, quantas putas ele come por noite. Você vai ter que fazer a mesma coisa que ele faz com elas, fazer o Gaara se apaixonar por você, e depois o descartar como uma putinha dele. Vai ter que destruir tudo que ele tem, tudo. E o melhor, queremos fotos, muitas fotos, se possível vídeos, escutas. Depois, vai reunir cada prova em uma caixa e deixar na frente da delegacia mais próxima. Faltou alguma coisa, Sai? – Meu Deus, até onde uma pessoa vai por vingança.

Isso vai muito além do que eu esperava, quer dizer, é tão cruel, tão absurdo, tão perigoso, tão...

Perfeito.

Nunca pensei que a Hinata pudesse pensar em algo assim, mas claro, tem dedo do Sai nisso, não é pra menos.

Sabe, se você parar pra pensar, as piores pessoas, são aquelas que se fazem de santa, sonsa, chame do que quiser.

Mas, pense bem, olhando pra Hinata, você consegue ver uma pessoa calma, serena, controlada e limitada. Só não imagina, o quanto ela é traiçoeira.

Na verdade, Hina é um devassa sexual, que curte um dominação, sim, BDMS, além de ter um espírito negativo, rancoroso e cretino.

— Sim, Hinata. Faltou só uma coisa, uma coisinha pequena. – Sai respondeu sínico.

— Como assim, estão loucos. Isso não foi suficiente, pelo amor Deus, estamos jogando com a liberdade de pessoas. Mas eu aceito, sinto muito Temari, mais eu já escutei algumas histórias, e seu bem que o que esse grupo anda fazendo por aí, só beneficia a eles. Vamos, diga o eu falta, antes que eu me arrependa de aceitar. – Falou Ino, com a voz embebida de preocupação e determinação.

— Assim, desse jeito que se fala loira. Você só tem que correr também. – Sai respondeu, como se não fosse nada. A questão é que, a Ino é uma das piores motoristas que eu conheço, espero que ela saia viva.

— Como? Todo mundo sabe, todo mundo, eu sei fazer de tudo, menos dirigir. Seus filhos da puta, eu vou começar as aulas de direção, na próxima semana. Não vou ter o nome daquele desgraçado na minha pele. Jamais. Agora, já sabemos que eu realmente me fodi, também exite um lado positivo. Sabem qual a melhor parte disso tudo? É que chegou sua vez, Sakurinha. – Ino falou, lançando um olhar assustador. Realmente, estou sentindo que vem problema por ai, muito problema.

Assim, as atenções se voltaram pra mim, afinal, o alvo da vez, seria eu.

E pra piorar, o meus sorteado, foi o Uchiha. O maldito Uchiha.

— Muito bem dito, Loira. Agora, imagina Sakura, na minha opinião, você ficou com o pior deles, com certeza o mais complicado e complexo da mesa do sucesso. Se sua pessoa, conseguir, pelos menos, conversar com ele, sem criar confusão, já é demais. Por isso, antes de tudo, boa sorte, mas do que todas, vai precisar muito. Agora, decidiremos , o seu futuro, venha aqui Ino. – Sai concordou com ela. Ou seja, agora, saberei qual vai ser meu carma, até o natal.

Será que vou conseguir?

O que vão planejar?

Continua

Notas finais
O que vocês acharam? Comentem se quiserem? Qual vai ser a aposta da Sakura? Abraço!!!