Consequences of a Dangerous Game

12 Motoqueiro Inconveniente...


Notas iniciais
Bom, faz um tempinho que não posto um capítulo novo, mas, como sou uma pessoa maravilhosa e que te um amiga muito esperta, consegui escrever um capítulo verdadeiramente enorme. Por isso, teremos uma MARATONA de capítulos, com grandes revelações, alguns acontecimentos, encontros e desencontros, o final das apostas, mistérios... Por isso, fique atento e não perca as atualizações de Consequences of a Dangerous Game. 2bjs

Sakura’ s POV

— SAKURA, SAKURA, SAKURA, SAKURA....

— CUIDADO, CUIDADO, CUIDADO...

— AH, AH....

...

Naquela hora, eu só conseguia pensa na merda que eu tinha feito.

Puta que pariu, puta que pariu, puta que pariu.

Simplesmente, minha pessoa não tinha conseguido frear a tempo e acabei me chocando com um motoqueiro no cruzamento.

E de quebra, Karin não tinha me respondido a grande pergunta.

Mas, não era o momento de se preocupar com isso, o maior problema era o motoqueiro que ainda permanecia no chão.

Sua moto ficou de um lado e seu corpo de bruços, do outro.

Acredite, se quando eu me aproximei, não tivesse escutados alguns gemidos de dor, pensaria que ele estava morto.

Pelo menos, respirar eu já conseguia, depois que constatei que o ser humano no chão estava vivo.

Sinceramente, não tinha como essa noite piorar, não tinha.

Mas, como a vida gosta de sambar na cara dos meros mortais, piorou.

Vendo que ele estava vivo, pelo menos, resolvi que tinha que me aproximar, perguntar se ele estava bem, se tinha quebrado alguma coisa e quanto isso ia me custar.

Afinal, a moto que ele estava pilotando, era um Harley.

No mesmo instante, notei que aquele estrago visível e horrível, na lateral da moto, que com certeza, ia custar mais do que minha mesada mensal cobre.

Porém, os gastos ficavam pra depois, a importância era saber quem era o motoqueiro.

Me aproximei, e notei que a viseira do capacete já estava para cima, então, resolvi perguntar o que eu queria.

— Olá, hum... Você está bem? Quer dizer, acabei de te atropelar, eu não queria, foi... Foi um acidente, sente alguma dor? Aí meu Senhor, fala comigo. Qual o seu nome, me responde? – Disse completamente desesperada e de certa forma, ridícula.

Afinal, com isso eu só consegui atrair mais pessoas para onde estávamos-no meio da rua-, ótimo, tudo que eu queria era mais atenção.

E ela estava eu, olhando pra face daquele cara desconhecido, mas que tinha um característica estranhamente familiar, ele tinha olhos negros.

Muito negros. Apresentava pele pálida, rosto fino, marcado por duas linhas de expressão, que saiam da base de seus olhos e tinham fim em suas bochechas.

No entanto, mesmo com tantos atributos, esse cara tinha uma coisa que me prendeu, me prendeu por tempo demais, ele carregava um sorriso gentil.

Fato completamente absurdo, já que eu havia o atropelado, amassado a lataria de sua moto e quem sabe, até quebrado um osso seu.

— Você é louco, está rindo do que? Meu Deus, você deve ter batido a cabeça muito forte, agora está delirando. O que eu fiz? – Fiz um nova pergunta, mais atordoada que a primeira.

— Hahahaha…Hahahahah.... Você com certeza é a coisa mais engraçada que já vi nessa semana. E sim, eu estou bem, mas acho que quebrei a perna. Isso é ruim, não acha? Porém, está tudo bem, tudo bem. Afinal, não é todo dia que um ser baixo, de cabelos ridiculamente róseos e totalmente atrapalhado me atropela, tirando isso está tudo bem. A propósito, meu nome é Itachi, mas você só quer o meu nome, eu posso te dar muito mais. Qual o seu nome, cor-de-rosa? – A única coisa que pensei, após receber a resposta mais inesperada, foi: Esse cara é maluco, um homem irônico, que achou graça do meu jeito destrambelhado em situações inimagináveis, criticou o meu cabelo, falou da minha estatura, fez um proposta explicitamente sexual e ainda me deus um apelido ridículo.

Tudo que eu queria.

— Olha aqui, seu Itachi, quem você pensa que é, em? Quer saber, vamos parar essa palhaçada, vou pedir socorro, pagarei os custos do hospital e os danos da sua moto. Tudo bem? – Perguntei, já cansada dessa situação.

— Tudo bem, cor-de-rosa.— Meus deus, parecia que ele ia mesmo continuar a me chamar por esse apelido ridículo.

Deu um aceno de cabeça positivo, comecei a me afastar, tateando os bolsos de minha calça em busca do meu celular, até que notei que havia deixado o mesmo no apartamento do Sai.

Merda.

Que deslize.

Dessa forma, fui até Karin, que observava a situação com tédio e disse para ela ir lá e ajudá-lo a se sentar, e claro, pedi seu celular emprestado, mas a puta, assim como eu, tinha esquecido.

Oh merda.

Naquele momento, eu tinha que procurar algum meio de me comunicar com o socorro.

E isso, pode até ser visto como um azar, mas para mim, era tudo que eu precisava, uma oportunidade.

...

Voltei depois de fazer o que tinha que fazer.

O único problema, é que não tinha nenhuma ambulância disponível, ou seja, eu tinha que levar ele no meu carro.

O que significa, mais tempo com esse estranho, estupidamente bonito.

...

Depois de explicar a situação ao cara e a Karin, que já se encontrava alta, depois daquela cerveja, fomos todos para o carro.

Claro que precisamos de ajuda para carregar ele.

Com o corpo musculoso, forte e totalmente atrativo, não foi uma tarefa fácil leva-lo até o banco traseiro do carro.

E de quebra, foi fazer a ruiva entrar também.

Assim, finalmente conseguimos seguir viagem, sem não antes, ele ligar para um amigo emo, que tinha cabelos loiros, olhos azuis e uma franja cobrindo um dos olhos, o que fazia sua aparência ser estranhamente semelhante a de Ino, para buscar sua moto. dessa forma, podemos seguir até o hospital mais próximo.

Porém, como o mundo estava fazendo jogo mortais comigo, quando estávamos passando por uma das avenidas centrais, nosso fluxo foi interrompido por alguma confusão no trânsito.

Ok, começamos a esperar.

5 minutos.

10 minutos.

Antes eu já estava puta, mas naquele momento, possessa me definia.

E como só nessa noite, já fui trouxa o suficiente, não ia me prestar a mais essa merda.

Principalmente, porque a doida da Karin, tinha dado uma cerveja por tal do Itachi, ou seja, eles nunca tinham se visto na vida, mas já eram íntimos suficiente para beber umas.

Menino, o único pensamento que passava por mim era: Cadê a arma, porque hoje eu vou cometer um assassinato.

“Tô pro crime”.

Dessa forma, resolvi tomar a porra de uma atitude.

Abri a porta do carro, fui abrindo caminho entre as pessoas e consegui chegar na rodinha de gente, em volta de uma BMW Preta.

Percebi que todo mundo só tirava fotos, mas não faziam nada.

Seja quem fosse, o povo estava mais interessado no carro, do que no que aconteceu com o motorista.

O qual era possível ser visto pelo vidro quebrado.

Então, criei coragem e fui me aproximando do carro, até que cheguei em frente do mesmo, e com muito cuidado abri a porta.

E tudo ficou pior.

...

Continua

Notas finais
MEU DEUS, O QUE VOCÊS ACHARAM/? DEIXEM SUA OPINIÕES, SE QUISEREM!!!! ENTÃO, QUEM VOCÊS ACHAM QUE É O MOTORISTA DO CARRO??? ABRAÇO!!!