Company

2 Capítulo II


Notas iniciais
Oi amiguinhos do meu coraçãozinho, tudo bom? Aqui está mais um capítulo de Company. E sim, é pequeno. Todos os capítulos terão no máximo 700 palavras, quem sabe 1.000? Boa leitura.

Hermione fez algumas anotações e colocou tudo dentro de uma pasta; passava-se da meia-noite e estava demasiadamente cansada, nunca achou que um trabalho sobre Poções demoraria tanto. Observou que se encontrava sozinha na sala comunal, nem mesmo vestígios de Harry ou Rony, o que normalmente era raro, já que os dois costumavam ficarem horas no lugar conversando sobre quadribol e futebol.

Levantando-se calmamente, Hermione se dirigiu até a escada do dormitório feminino, mas ao olhar pela janela, uma imagem lhe fez parar de imediato. Era Remus Lupin, e por sinal, parecia bastante machucado. Sem pensar, a jovem se retirou da sala comunal e correu por dentre os corredores vazios e frios de Hogwarts. Sua respiração ofegante, seu coração acelerado, em nenhum segundo sequer ela pensou em parar.

Remus estava desaparecido há quase cinco meses; não deu noticias a Tonks (qual estava muito preocupada), nem a Harry, nem a ninguém. As piores teorias passavam na mente de todos, dentre elas que Voldemort havia lhe capturado e estaria lhe torturando, ou pior, havia o matado. Ao chegar ao local do qual vira Lupin, a moça se assustou, não havia ninguém por lá e nem vestígios de que alguém poderia ter passado por lá.

— Acordada esta hora, sangue ruim. — O sangue de Hermione ferveu dentro de si, ela queria socar a cara de Draco Malfoy até não sobrar mais nada. — Isso pode lhe trazer problemas.

— E desde quando isso te importa? — Indagou a garota nervosa e virando-se para o menino. Ele usava pijamas verdes e a capa preta com um semblante da Sonserina por cima.

— Como poderia me dar aulas extras sendo que estaria cumprindo castigo?

— É isso que quer, não? — Hermione se aproximou tanto de Draco que se era possível sentir a respiração do garoto. — Quer que a reputação de Hogwarts acabe! Eu sei que você não tem problemas durante as aulas, Malfoy, afinal, mesmo sendo de uma família de Comensais da Morte, ainda tem um cérebro.

— Veja lá como fala da minha família! — Pela primeira vez o rosto pálido de Draco ganhara alguma cor, mesmo que fosse vermelho de vergonha. — Seu sangue ruim.

Hermione estava cansada de ser chamada de sangue ruim apenas por ter nascido trouxa; ela, no entanto, achava que sangue ruim deveria ser chamado aqueles que eram Comensais da Morte, aqueles que preferiam juntar-se ao Lord das Trevas.

— Você não deveria estar aqui, garota. — Sorriu Draco, suas palavras eram ásperas. — Volte para os trouxas de seus pais.

O coração de Hermione começou a acelerar, e em sua mente mil pensamentos passavam, queria acabar com a vida de Draco agora. Só lhe jogaria um feitiço, como Avada Kedrava, mas também queria que ele sofresse, então pensou em Crucio; Granger apertou tanto sua varinha, que os nós de seus dedos ficaram brancos e um pouco doloridos. E sem pensar, Hermione lhe direcionou um soco no nariz, que o derrubou de imediato.

A garota subiu em cima dele e começou a lhe distribuir tapas e socos; o garoto tentava controla-la, mas era quase impossível.

— Nunca mais fale dos meus pais. — Disse a garota ao se levantar e seguir até o castelo.

Notas finais
Não deixem de acompanhar também As Estrelas Sobre Nós, qual se encontra no meu perfil. Gostaram? Eu espero que sim. Como em qualquer clichêzinho barato, eles irão se odiar no comecinho mas aos poucos perceberam que no fundo sempre gostaram um do outro. Terá alguns flashback's, bônus do diário de Hermione, talvez alguns P.O.V de ambos, não sei tanto sobre o último. Comentários fazer uma autora feliz. Até mais meus amorzinhos.