Como cuidar de uma estrela.

5 O Klaus sempre será o Klaus


P.O.V. Hayley.

Senti o sangue fugir das minhas bochechas. Senti aquele frio que vinha de dentro.

—Vai deixar o nosso bebê crescer sem mãe?! Meus pais me largaram! Os seus viraram as costas pra você! Olhe pra nós agora!

—É incrível a resiliência das crianças. Eu já disse que não tenho a menor intenção de me tornar o meu pai. Mas, a Caroline não gosta de você e eu tenho uma escolha a minha frente. Você ou a Caroline. Assim que você parir, não será mais um problema.

—E você acha que a patricinha vai criar o meu filho de boa?

—Tenho plena certeza disso.

—Vocês estão nisso juntos?

—Caroline não sabe dos meus planos. E...

Ele olhou bem nos meus olhos e disse:

—Você não vai contar. Não vai contar para ninguém, por mais que queira. Não vai falar uma única palavra.

—Não faça isso. Eu nunca conheci meus pais biológicos.

—Eu também nunca conheci o meu pai biológico. E acredite, Caroline vai ser uma mãe melhor do que você. Você ia matar o bebê. Iria fazer um aborto.

—E você nem queria esse filho pra começar! Me largou lá, para ser morta pelas bruxas!

—Foi o choque.

—Acha que eu também não tava chocada?

—Não se faça de inocente comigo. Os únicos motivos pra você ter desistido foi porque a Rebekah foi te resgatar e o Elijah. Eu tenho mil anos meu amor. Esse é o truque mais velho do livro.

—O que?

—Gravidez não prende homem. E ainda mais se o filho for do irmão dele e ele estiver ciente disso.

—Você é maluco!

Ele estava certo em parte. Mas, eu estava com o mata-lobos na mão e eu não tive coragem de fazer o aborto.