P.O.V. Elijah.

Minha sobrinha Hope nasceu primeiro, ela nasceu na Igreja Saint Anne's e quase foi sacrificada pelas bruxas do Quartel Francês, Hayley morreu.

As bruxas a assassinaram. E então, era a minha vez.

Ilumina entrou em trabalho de parto. E não podíamos simplesmente levá-la para o hospital.

O problema maior foi que Ilumina nunca havia sentido dor e a primeira dor que ela experimentou foi aquela que segundo dizem é a pior.

Ela gritava e implorava para que eu a ajudasse, para que aquilo parasse. Mas, eu não pude fazer muito.

Quando ela finalmente pariu houve aquela luz branca ofuscante e então, ouvi um choro de bebê. E lá estava aquela criaturinha de olhos azuis.

Foi um desafio ser pai para aquele bebê. Ilumina a quis chamar de Diana por causa da Princesa Diana. Acreditava que colocando na nossa filha o nome da Princesa que era muito bonita isso lhe concederia beleza.

—Você é uma fofa.

Infelizmente, logo descobrimos que nossa mãe havia barganhado com a vida de todos os primogênitos.

E tivemos que proteger Hope. Mandar ela e Caroline para uma casa segura.

P.O.V. Caroline.

Meu pai eterno! Essa família é uma confusão. Eu estava com a Hope na casa segura, protegida por um feitiço quando começaram a brotar Dálias nas paredes. Como trepadeiras.

—Elas são da Dália. Ela sabe que estamos aqui.

Eu tinha híbridos, membros da matilha da Hayley comigo me protegendo, protegendo a Hope. Não gostava da Hayley, mas não queria que ela morresse.

Tentei usar o celular, mas não dava linha. Tentei o telefone, mas não dava linha.

—Você. Vá buscar ajuda. Vá.

Então, comecei a ouvir um assovio, o assovio fazia uma melodia. Era uma coisa como naqueles filmes de terror onde o assassino usava isso para avisar a vítima. Estou indo te pegar.

Peguei a Hope no colo.

—Está tudo bem. Está tudo bem, garotinha.

Eu mesma estava apavorada. Ouvia os passos da bruxa ecoando, o salto dela batendo no piso de madeira.

Então, ela apareceu. Com uma bota de bico fino, salto alto e cano pretos, um sobretudo da mesma cor. Ela tinha o cabelo preto e o nariz pontudo.

—Oh! Que beleza. Olá minha criança eu...

Ela ia entrar, mas parou.

—Eu estava esperando uma conversa mais íntima, mas sinto que entrando você me teria em uma desvantagem considerável.

—Porque é que você não entra? Eu vou adorar te mostrar um pouco de hospitalidade vampírica!

—Eu apenas queria ver a pequena que me foi prometida. Não vai demorar agora. Você com certeza percebeu que o feitiço que a está protegendo está enfraquecendo.

—Se você encostar um dedo nela, eu juro que vou te fazer sofrer de maneiras que nem a sua mente perversa pode imaginar.

—É Hayley, não é?

—Caroline. Hayley morreu.

—Caroline, eu não tenho rixa com você. A Esther fez esta barganha a muito tempo é uma infelicidade que você tenha sido arrastada para ela.

—Você é louca. Fala como se não tivesse escolha, mas isso é coisa sua.

—Quando eu dou a minha palavra, eu cumpro e espero que os outros façam o mesmo. Veja bem, Esther e eu fizemos esta barganha á muito tempo, portanto como bem sabe, esta criança é minha por direito. A única pergunta que tem que se fazer é, vai mesmo me negar o que é meu... sabendo que isso significará a sua morte?

—Você não vai levá-la.

—Você está assustada, pela sua criança, mas eu lhe asseguro que tudo o que Freya possa ter dito a você... bem, ela sempre teve uma veia dramática.

—Parece que é de família.

—Mas, é claro que grande parte dos meus problemas com Freya foram devido ao fato de eu ter vindo por ela tão tarde. Ela tinha uma memória tão forte da família da qual eu a tirei, mas Hope ainda é jovem. Ela não se apegará a sua memória, chorará por você á noite. Pode ter conforto no fato de que para ela... será como se você jamais tivesse existido.

Eu não acredito que eu to ouvindo isso. A mulher é muito perturbada, ela é com certeza uma Mikaelson.

—Chegue mais perto. Vamos ver como uma bruxa sem magia se sai contra mim!

Hope começou a chorar.

—Vê? Você, aborreceu... a criança. Que pena, não deveria desperdiçar suas últimas horas com ela desta maneira. Deveria passar o tempo dizendo adeus. Amanhã, á noite. Chegará muito cedo. Adeus, por agora. Pequenina.

E agora meu pai? O que será da minha filha?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.