Como a número um
29 Capítulo 29
Notas iniciais
Respiro e expiro. A pessoa no reflexo não sou eu, não pode ser eu. Estou muito gata! O vestido vermelho cai de lado até metade da minha coxa, e tem um tipo de capa. É... Lindo. Suspiro.
–Ollie, você morreu aí dentro?!
Chris grita do quarto, e quero mata-lo. Calma, eu vou mata-lo. De desejo. Sorrio e pego o sobretudo. Saio do banheiro e sorrio para a linda visão que é Christopher de smoking. Ele fica tão sexy.
–Tira uma foto. –Ele sorri.
–Não quando eu posso te ter aqui.
Envolvo meus braços em seu pescoço e o beijo. É um beijo delicado, não quero borrar meu batom. Mas quase esqueço isso quando sinto a fragrância de Chris. Gemo sua mão desde pela minha coxa.
–Quando vou ver seu vestido.
–Mais tarde.
–Mais tarde quero vê-la sem ele.
Rio e dou um selinho em sua palma.
–Sonha.
Saio correndo rindo, mas ele me pega e me roda. Ele beija meu pescoço. Suspiro sentindo seus beijos descerem mais e...
–Atrapalho?
–Sim. –Dizemos juntos para Luca.
–Vocês ainda tem a noite toda, vamos logo. FESTA DO HANS! –E ele sai correndo.
–Ed não vai mesmo?
–Não, ele foi visitar sua mãe.
–Uhum. Vamos?
–Vamos.
Quando estamos saindo ele me puxa de novo, mas tira o sobretudo.
–Cacete, acho que eu não vou deixar você sair e tirar sua roupa agora mesmo.
–Gostou?
–Amei.
Seus olhos estão brilhando, e eu estou quase voando aqui.
–Vamos Christopher, quantos mais rápido formos, mais rápido você pode me ver sem ele.
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Imagina uma hiper festa, agora imagina a mesma festa multiplicada por mil. O resultado é a festa do Hans.
Simplificado? Bem, a festa é em tema indiano. Sim. Todo o lugar está cheio de panos coloridos, velas e por incrível que pareça, elefantes. Tudo em lugar enorme ao ar livre. Dançarinas fantasiadas por todo lado, e quero tampar os olhos de Christopher. Estão semi nuas!
–Christopher, se eu pegar você olhando muitas para essas seres, você vai ficar sem a cabeça de baixo. –Digo sem olhar para ele.
–Ai tá ciumenta e bravinha. –Ele me abraça por trás e da um beijo no meu pescoço. Sorrio. –E se você corta-la, como vai usa-la depois?
–Querido, não é só você que ter isso. E AH! Tem muito que iriam querer esse corpinho aqui. –Digo fazendo um beicinho.
–É? É mesmo? –Ele me vira e me prende contra o seu peito.
–Hum... Não, eu só quero você. –Dou um selinho nele.
–Ai que nojo.
Mostro a língua para Thalles. Vamos para a mesa. Sabe o quê eu mais gosto dessas festas? A comida, claro. Experimento todos os tipo de salgado na mesa. O rosa, que não sei o que é, é o melhor. Suspiro.
–Estou super feliz de vê-los aqui.
Levanto-me correndo. Hans. Devo parecer uma maluca. Ele cumprimenta todos e então se vira para mim.
–E você deve ser Olivia. A adorável Olivia.
–E-eu sou super fã do senhor. –Dou um sorriso. Ele pega a minha mão e da um beijo. Eu devo parecer um pimentão.
–Obrigada. Você é mais linda ao vivo que nas fotos. Como se fosse possível.
Agora eu posso morrer. Hans me acha bonita. Ele é gostoso até para um cara de quase 40. Da para imaginar. Eu devo gaguejar mais coisas até que Hans sai para cumprimentar mais gente.
–Quer dançar?
–Pensei que nunca ia perguntar.
Dançamos muitas músicas agitadas, até que uma lenta começa. Encosto a cabeça em seu pescoço. Estamos tão perto que posso ouvir seu coração. Não consigo mais ficar de boca fechada.
–Chris...
–Sim?
–Você não pode ficar com raiva de Stephen por causa do que seu irmão fez.
Sinto Chris endurecer.
–Ele te contou.
–Somos amigos Christopher.
–Ah claro, e desde quando um amigo deseja o corpo do outro?
–Christopher!
–Ele não é seu amigo.
–É sim, ele me ajudou esse vestido. Para você ficar feliz.
–Olivia, você é cega? Ele está pagando de bonzinho, para você ficar com ele.
–Por que você está tão exaltado?
–Eu... Não sei... Vou pegar uma bebida, ok?
–Ok.
Calma, Olivia. Ele só está com ciúmes é isso. Passo a mão no cabelo e o vejo se afastar para a mesa de bebidas. Sinto uma respiração no meu pescoço.
–Oi, gata.
Viro-me para Stephen e sorrio. Stephen está diferente, maior. Talvez seja a luz. Seu rosto também, sua expressão. Mais... galinha. Eu já vi essa cara antes. Mas seu cabelo...
–Stephen! –Sorrio. –Você mudou o cabelo!
Ele dá um sorriso diferente, como se eu tivesse dito uma piada.
–É... mudei...
–Valeu pelo vestido.
Seu sorriso aumenta.
–Vamos?
Ele me dá á mão.
–Para onde?
–Você sabe.
Não, não sei. Mas pego sua mão.
Pov Christopher.
Viro-me para trás ao tempo de ver Olivia conversando com Stephen. Mas... Esse não parece ele. Tem um olhar pior e mais nogen... Não! Não pode ser.
Desta vez eu mato ele. Corro em direção deles, gritando o nome de Ollie, mas ele não se vira. Grito, e quando chego no lugar, eles já se foram. E eu perdi ela.
Pov Olivia.
Stephen me puxa para fora da tenda. A noite escura com estrelas brilha em cima de nós. O quê ele está fazendo? Chegamos á uma parte meio afastada e então...
Ele me empurra para o tronco de uma árvore e tenta me beijar.
–O quê você está fazendo?
–O quê nós dois queremos, gata. –Ele começa a beijar meu pescoço e o empurro-o.
–Stephen, para!
–Stephen não vai ligar se dividimos a nova criadinha dele.
–Quem é você? –Pergunto. Eu já sabia a resposta antes dele falar.
–Prazer, Stan.
Solto um grito. Outro dos estoques. Ando gritando muito esses dias. Ele tampa minha boca e começa a segurar minha cintura. Faço a primeira coisa que vem em minha cabeça. Chuto em seu ponto fraco.
Mas não corro nem um metro antes dele segurar minha panturrilha. Caio de boca na grama. Solto outro grito. E ouso gente me chamando.
–Aqui!
–Cala a boca, Vadia!
Então, Christopher está ali. E eu só posso agradecer aos céus. E O VERDADEIRO STEPHEN TAMBÉM! Christopher dá um chute na cara de Stan e me puxa para ele. Abraço-o assustada, mas não choro. Um papel está caindo do seu bolso e pego-o. Vejo Stephen levantar Stan e dar um soco em seu rosto, e depois em sua barriga.
Vou falar a verdade, eu gostei disso.
–Eu cuido desde aqui. –Diz Stephen com raiva.
–Vamos Ollie.
–Stephen, não! Não precisa mais, ele já parou! –Digo. Não quero vê-lo preso.
–Não, linda. Esse merda merece isso a muito tempo. –E ele dá outro soco em Stan. E antes de Christopher me levar, vejo seu olhar em mim. E ele diz: Sinto muito.
Antes de entrar no carro, eu abro o papel.
“Você foi muito bom na segunda. J”.
Minha mente me leva para a suposta prima Juno. Seguro o ar... Não, não é possível. Ponho o pensamento de lado quando Christopher abre a porta e eu entro.
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Estou parada no quarto e Christopher está me abraçando. Então desmorono.
–Christopher, por quê? Por que tudo de errado acontece comigo? Eu...
–Tudo bem, Ollie. Tudo bem...
–Eu te magoei, me desculpa.
–Não Ollie, estou assim por que... –Ele olha para o outro lado e depois para mim. –Por que eu fiquei com medo de perder.
Encaro seus olhos verdes. Tão lindos que podem parecer azuis, mas eu sei que é verde. Lindas jades. Suspiro e fico nas pontas do pé. Meu coração parece que vai explodir.
–Faça-me esquecer. –Digo perto dos seus lábios.
Então ele me beija.
Começa lento e logo fica arrasador. Suas mãos me seguram tão forte, que eu quero morrer. E eu vou. Nossas línguas dançam juntas. TUDO QUEIMA. Eles já está sem smoking quando sinto a parede nas minhas costas. Chris se separa de mim, e olhando nos meus olhos diz:
–Você é minha estrela por toda eternidade.
E estamos nos beijando de novo. Suas mãos descem a alça do vestido, e logo depois, vejo o mesmo jogado aos meus pés. Estou quase rasgando sua camiseta quando consigo tira-la. Nossos beijos são famintos, e acabo gemendo. Meu penteado já foi destruído. Christopher desce seus lábios para o meu pescoço. Estou morrendo...
Começo a abrir o botão de sua calça. A calça cai aos seus pés junto com sua cueca. Gemo ao sentir seu membro contra minha coxa. Enrolo minhas pernas em volta de cintura quando seus beijos descem pelo meu peito. Ele me carrega até a cama.
Ele solta meu sutiã e encara meus seios com um ar sonhador, como se tivesse gravando o momento. Mas isso é por um segundo, logo depois ele já está beijando um mamilo enquanto massageia o outro. Ele abocanha o mesmo e eu arquejo. Eu vou morrer de excitação. Ele faz o mesmo com o outro mamilo.
Enquanto isso, desço minha mão pelo seu corpo até seu amigo. Ele está tão duro e não paro de imaginar... Aperto-o e ouso Chris gemer. Ele desce seus lábios pela minha barriga. Estou delirando.
Christopher enfia um dedo dentro da minha calcinha. Ouso-o sussurrando que estou toda molhada. Devo estar mesmo. Ele tira minha calcinha com a boca. Ele posiciona sua ereção na minha entrada e beija meus lábios.
–Olívia.
–Nada de palavras, vamos logos com isso.
–Espera. Eu te...
–Chris, eu to morrendo aqui – solto um gemido –enfia logo.
–Cala a boca, Ollie, estou tentando dizer que te amo.
–Você me ama?
–Sim.
–Diga.
–Eu te amo.
–Também te amo, agora vai.
–Você está dizendo isso por que quer sexo.
–Não, eu te amo tanto que dói. De verdade. –Digo beijando-o.
Então ele me penetra. Creio ter rasgado o lençol por tanto ter puxado. Solto um grito de felicidade. Sinto-me... Cheia. E feliz. Começamos movimentar juntos. Sei que estou gritando por seu nome quando ele grita pelo o meu. Uma energia corre por meu corpo. E quando chegamos ao êxtase, sinto-me no paraíso.
Ele cai para o lado e me puxa para ele. Estamos ambos ofegantes. Sem ar e suados. Ele beija a minha testa e fala coisas sem nexo.
–Essa foi... a melhor... transa... da minha vida. –Ele grita.
–A minha também.
–Melhor que a do Stephen?
Acotovelo-o e sorrio.
–Muito. Você é simplesmente o cara.
–Eu sei.
Ficamos em silêncio acalmando nossas respirações. Suspiro e subo em cima dele, cada perna de um lado. Suas mãos vão para minha cintura.
–Que tal transformar a melhor transa em melhores?
–Não está satisfeita ainda?
–Nunca.
–Então vamos...
Antes de terminar já estou beijando seu peito em direção ao sul. Mas eu sei que, não importa em que lado: sul, norte, leste ou oeste; sempre vou ama-lo.
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