Notou que, desde que chegara ali, havia agido guiado por nada mais que pura toleima. Respirando fundo, acostumando-se ao alpha, notou as suas peculiaridades. Notou que não o temia. Notou que a essência dele era algo familiar, sua pele alva era algo que ele já conhecia, a voz… Todas as vidas fora destinado a passar com aquele alpha, e, vendo-o calmo sentado próximo à margem do riacho, não era castigo nenhum.

“Eu… dormi com um beta.”

“Eu sei, Kiba. Sei de cada dia da sua vida. Por isso marquei-o. Era a forma de saber se agora conseguiria fazê-lo de verdade.”