Após semanas, o que era um destino sestro, tornou-se rutilante.

Shino era bom, na verdade, era um dos melhores shifters que Kiba havia conhecido. Respeitava-o, mantinha-se distante na medida do possível e, ao contrário do imaginado por Kiba, não teria de viver num buraco na caverna, havia um lar pouco depois daquela passagem inóspita.

Jardim de inverno, engawa, olhares trocados, hora do chá como um casal.

Não fosse a saudade, Kiba poderia viver para sempre assim, ao lado daquele que outrora lhe representava um risco, agora trazia conforto e segurança.

Quando Shino lhe permitiu voltar ao seu lar, beijou-o, despedindo-se.