Collection Of Erotic Tales
2 Capítulo 2 - Minha Primeira Vez
Notas iniciais
Dedico esse Conto a minha amiga Denise que me aguenta sempre falando de minhas fic's ou de como irei escrever um conto o que nele terá. Sua paciência para minha pouca sanidade é primordial amiga. =D
Uma ótima Leitura a todos(as).
Melissa Thomas, uma garota jovem e muito recatada para muitos. Ninguém sábia muito da vida de Lissa como os íntimos a chamavam. Melissa tinha poucas amigas e a grade maioria era de infância ou algumas da época de colégio que ainda permanecia forte.
Muito pé no chão e bastante racional Melissa era a mãe amiga de todas as amigas próximas. Fiel e amiga ela sempre esteve ali para todas para o que dê e vier. Seu passa tempo eram, música, filme, séries e ler, ler bastante. Só havia tido dois namoros em todos os seus 22 anos o primeiro de alguns meses e o segundo de 02 anos. Depois disso nunca mais namoro. Alguns ficas que não passavam de beijos.
Seus namoros o máximo que teve foi o famoso “esfrega, esfrega de colégio” que não passava disso “esfrega”. Tudo bem que ela conhecia anatomia masculina por tato e nada mais do que isso. Sim surpreendam em saber que Melissa Thomas era virgem em pleno século XXI. Surpresas ainda acontecem.
Suas amigas a grande maioria eram casadas, jovens como ela, porém casadas ou casadas e com filhos. E isso lhe rendia papos quentes para uma garota inexperientes. Veja bem inexperiente não uma santa. Isso lhe aguçou uma vontade de conhecer seu corpo melhor. Ela passou a procurar se tocar, conhecer como poderia ser sentir prazer. Aprendeu isso sentindo em seus dedos, entre suas pernas. Começou a pesquisar uns vídeos pela internet, gostou do que viu e não parava em se masturbar com seus dedos vendo os tais vídeos.
Com um tempo a tímida garota reuniu as forças que era preciso e foi até um sex shop, encontrou por sorte uma vendedora muito simpática que lhe auxiliou muito bem. Ela saiu de lá com varias coisas que sábia muito bem para o que era, porém não tinha certeza se saberia usar. Uma tarde tranqüila em casa ela resolveu usar umas das coisas que havia comprado. Colocou um som para tocar no seu computador, baixou o volume do vídeo e ficou muito bem avontade de frente para o monitor. Tocava-se delicadamente, sentia algo estranho em vê aquela mulher se tocar de forma forte com um brinquedo parecido com seu. Seu vibrador em formato de pênis realístico em tamanho menor coisa para iniciante. Ela deixava-o vibrando em seu clitóris, coisa que muito lhe satisfazia de vez enquando ela colocava só a pontinha para dentro bem devagar, ela sentia uma sensação sem igual. Depois de muito ela colocar um pouco do brinquedo dentro de si e o deixar vibrando em seu clitóris ela conseguiu uma leve onda de orgasmo.
Não se sentindo satisfeita ela fez o que a vendedora havia lhe instruído, ela já havia passado o lubrificante nele e decidirá que seria com seu brinquedo que ela perderia sua virgindade. Isso em seus pensamentos. Ela começou colocando de pouquinho em pouquinho, empurrava e sentia-o ele saindo de si. Não era to bom quanto imaginou que seria, porém continuou. De pouco em pouco empurrando e retirando-o lentamente ela foi se acostumando e no fim ela agüentou a dor um pouco incomoda e respirou forte e o deixou dentro de si. Justo como uma amiga sua havia ensinado.
Começou a se foder com seu brinquedo, achando pouca a sensação de sua brincadeira, ligou o vibra dele e então enlouqueceu de vez com o prazer que sentiu. Ela não conseguia raciocinar direito, ela não entendia nada, ela só era prazeres. E assim descobrindo como era essa brincadeira, ela continuou praticando sempre que estava sozinha. Aprendeu como era bom esse seu solitário jogo, aprendeu o prazer do anal sozinha também. Melissa estava ficando doida de tesão para praticar isso de verdade.
Muito tempo passou e ela continuou com esse segredo guardado para si. Um dia sua melhor amiga de infância Nadja lhe fez um convite.
-Amiga sei que entre nós não tem essa coisa de meias conversas. Aqui entre nós a coisa é direta.
-Sim, sempre foi.
-Vou te perguntar uma coisa me responda com sinceridade?
-Tudo bem, pergunte.
-Você é virgem?
-Essa pergunta é boa. – ela disse rindo imaginando o que sua amiga iria falar quando soubesse da conversa.
-Por que?
-O quanto virgem você considera uma pessoa que brinca com seus brinquedos íntimos?
Um momento de silêncio. Nadja olha incrédula para sua amiga.
-Sério? – perguntou.
-Sim.
-O quanto você brincou com isso.
-De todas as formas que eu posso sozinha. Porém tudo é de iniciante.
-Safadenha.
Elas riram e Nadja volta a lhe perguntar.
-Você toparia um sexo três?
-Como?
-Eu você e Marcus.
Lissa olhava para sua amiga, meio em dúvida sua chance estava ali na sua frente. De forma completamente diferente mais estava ali. Não era bem assim que ela esperava que sua primeira vez fosse, mas se isso estava o que de ruim poderia acontecer?
-Não se preocupe. Marcus e eu sempre fazemos isso. Leve o tempo que precisar, não precisa ficar assustada. Não será nada louco, só será a sua primeira vez... – antes que Nadja terminasse seu discurso Lissa a interrompeu.
-Eu aceito.
-De verdade.
-Sim, não me pergunta muito que eu desisto da ideia.
-Ok!
-Quando será isso.
-Bem podemos marcar para quando você quiser.
-Eu já vou dormir aqui hoje a noite. Não poderia ser hoje?
-Pode se você se sentir bem.
-Por mim tudo bem.
O dia passou e elas o levaram como se nada tivesse sido combinado, a noite antes de Marcus chegar do trabalho coisa que seria mais cedo nesse dia. Ela deu um trato em si e Nadja lhe deu uma lingerie nova junta com uma camisola de presente. Enquanto Lissa se aprontava no quarto tomando um pouco do vinho que a amiga havia lhe dado Marcus chegou foi tomar um banho, Nadja lhe disse que tinha uma surpresa e que era bom ele esta a altura para quando ela o desse. Marcus entendeu o recado e foi se aprontar.
Um pouco mais tarde, nada mais que alguns minutos Lissa se junta a eles que lhe esperavam na sala, trajando a camisola de seda branca perolada e a minúscula calcinha de tecido transparente branca e nada mais. Já mais desinibida pelo o álcool ela sentou-se muito a vontade no sofá entre eles.
-Só quero dizer uma coisa, não faço a mínima ideia de onde começar.
-Não se preocupe, deixa essa parte com nós dois o resto você só vai sentir prazer. – Marcus disse lhe dando um selinho que foi bem retribuído.
-Sente algo por ele amiga?
-Nadja você sabe que seu marido é muito bonito.
-Não tenho ciúmes dele com você.
-Nem eu de vocês duas juntas.
Marcus começou a comandar a história. Fazendo-as se beijarem levemente se tocarem levemente. Ele estava fazendo seus corpos sentirem a química entre si. Enquanto elas se tocavam, ele beijava a parte de trás do pescoço de Lissa. Os seus leves toques, seus leves beijos, estavam deixando-a sem saber controlar-se.
Lissa encontrava-se com suas costas ditadas no sofá e suas pernas em volta dos ombros de Nadja que encontravas-se beijando a parte interior de suas coxas. Marcus lhe mostrava a maravilha de ter uma boca molhada e quente em seus seios, dentes mordendo-os para lhe deixar maluca, uma lingua pecaminosa que tinha um efeito de prazer sem igual. Enquanto ele toma sua boca em um beijo quente e fogoso com direto a bons cupões de línguas, sua amiga chupava sua boceta molhada. E os dedos de marcos lhe estocavam, com força e a precisão certa.
Lissa era só gemidos não agüentando muito aquele prazer ela deve sua onda de orgasmo. Enquanto se recuperava dele, viu o tesão que seus amigos estavam sentindo enquanto ele fodiam em uma rapidinha. Ela muito rapidamente se sentiu voltar a si e com um formigamento entre as pernas. Ela sabia o que era. Para diminuir isso começou a se masturbar.
-Abre as pernas Lissa. – Marcus ordenou simplesmente.
-Você querida, chupe-a enquanto eu lhe fodo por trás.
E assim foi feito Lissa era chupada pela língua habilidosa de sua amiga, enquanto o marido lhe fodia de quatro. Antes que Lissa alcançasse mais um orgasmo. Marcus foi dar atenção para ela. Começando a lhe chupar fortemente e depois a lhe foder com a língua fortemente. Era maravilhosa a experiência. Logo ela ameaçou novamente que iria gozar e ele parou, como estava fazendo a muito tempo.Esperou ela se acalmar até que por fim resolveu tomar ela para si.
-Prometo que serei cuidadoso. – disse enquanto enterrava lentamente seu pênis duro e rijo em sua buceta apertada.
-Quente, molhada e apertada. A beleza da virgindade.
-Não demora com isso. – ela choramingou mexendo-se debaixo dele para sentir alguma coisa.
-Calma. Relaxe e aproveite.
Ele começou a foder ela docemente, sua esposa aproveitava o sabor dos seios e da boca de Lyssa. Ela por sua vez acariciava a amiga para lhe retribuir o prazer, as coisas foram esquentando e tudo foi mudando. Outra hora era Lissa que provava a amiga enquanto era fodida de quatro em um sexo anal de enlouquecer. Ambos gozaram satisfeitos, relaxaram e se refizeram um pouco a base de frutas e vinho.
Lyssa provou o sabor de Marcus em sua boca junto com a amiga, ela fez como ele dizia. Relaxava a boca e a garganta para ele caber na boca dela e ela se acostumar com aquilo. Depois ela chupava-o com santa maestria como também o masturbava. Elas resolveram por sua vez dar uma boa atenção para ele. Marcus encontrava-se deitado no chão da sala no tape, enquanto uma estava com as pernas abertas com sua intimidade na sua boca para ele provar enquanto a outra estava chupando-o tranquilamente, elas trocaram as posições antes de dele gozar. Depois uma estava cavalgando em seu pênis muito bem dotado por sinal, de frente uma para outra se tocando se beijando, enquanto ele chupava uma delas. Mais uma vez trocaram as posições e se satisfizeram, não antes dele colocar ambas para se esfregarem para ele, enquanto ele se masturbava.
Elas faziam questão de esfregarem suas bocetas molhadas uma na outra para ele com o maior prazer. Por fim ele as colocou de quatro e fodeu como nunca pensou que poderia as duas quase que em sincronia, ele fodia uma por uns instantes depois estava na outra. Ele dava palmadas fortes nelas e ambas gemiam de prazer. Elas se masturbavam para saciar o orgasmo que estava na borda até que por fim ele gozou na bunda de cada uma. Ambos deitaram-se sem força para mais nada ali pelo tapete e apagaram. Caíram nos braços do sono do prazer.
Fale com o autor