Collection Of Erotic Tales

3 Capítulo 3 - Eu e o Professor Gato da Faculdade


Notas iniciais
Mais um conto eu sei que demorei mais aqui esta. Espero que vocês gostem. Avisos lá em baixo.
Boa leitura.

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Mais um dia de aula na faculdade para a Lee House. O bom que dessa vez era seu último dia de aula na faculdade. Andando pelos corredores da Universidade olhava e imaginava o quanto tudo isso seria uma ótima lembrança. Pois foi aqui que ela havia aprendido o bom da vida o outro lado que ninguém fala.

Ela apreendeu a beber de verdade. Aprendeu como é um verdadeiro beijo na boca. Um foda com um cara estranho em uma balada. Como pode ser interessante e complicado dormir com um amigo. Beijar uma garota na festa não te faz ser lésbica e nem Bi. Aprendeu as decepções amorosas. Quem são os bons e maus amigos. Aqui na sua Universidade ela se descobriu.

E descobriu que mais do que tudo que era louca pelo o professor que ensinava História. Na realidade seu professor. A morena descobriu isso na pele e sempre ficou com um gostinho de quero mais na memória. Mais como nem tudo é festa e orgulhosa como sempre nunca deu a chance para uma segunda vez. Seu professor também não dava uma dentro.

Lee havia o conhecido em suas férias na Inglaterra em clube noturno. Um homem de aparência jovem, porém bem maduro. Eric Caffrey 35 anos 1,82m, olhos azuis, cabelos escuros, corpo perfeitamente esculpido a dedo sem nenhum exagero de um sorriso jovial de covas era simplesmente irresistível. Contra todas as suas regras a morena de olhos claros azuis, cabelos escuros caindo até o meio das costas em uma ondulação perfeita, branca, com seus 1,68m em um corpo que qualquer mortal queria. Não resistiu e dormiu com ele na primeira vez que se encontraram.

Depois de uma semana de volta as aulas eles se reencontram na sala de aula. Orgulhosa como sempre foi, não deu o braço a torcer quando ele quis conversar. Ela deixou bem claro que tinha sido um mal entendido e que nada eles teriam. Não queria que uma má situação viesse atrapalhar a vida e a carreira de ambos. Como diz o ditado “no coração ninguém manda”.

E foi travada a batalha de um semestre completo de olhares e encontros por acaso em lugares improváveis. E quando se encontravam sempre estavam carregados de luxaria. Sim o desejo era mutuo entre eles. Mais a morena se mantinha firme em não querer se relacionar com ele.

Ela andava em direção a sala de seu professor, para entregar o seu último trabalho. Ao redor de onde ela se dirigia já estava vazio, todos estavam no estacionamento ou já estavam em algum barzinho ou coisa do tipo. Quando ela passou em frente à anti-sala do Caffrey, ela escutou um barulho, pega pela curiosidade, não resistiu e quando deu por si estava encarando ele transando uma professora substituta.

Ele simplesmente a fodia sem nenhum tipo de vontade aparente se existia ele não deixava transparecer. Aparentemente ele só queria tirar algo que lhe incomodava de cima dele. Ela encontrava-se debruçada na mesa dele, enquanto ele lhe tinha por trás. A morena estava abismada com aquilo. Ele em nada lembrava o cara quente, gosto e carinhoso que havia saído em suas férias. Ela não o conhecia. Aterrorizada com aquilo tudo saiu apresada da sala, tomada por ciúmes que não sabia que existia nela, saiu batendo a porta para assustá-los. Seguiu caminho para sala de outro professor onde era seu destino desde o inicio.

Já no carro no estacionamento vago – pela a sua demora no banheiro – com raiva do que viu e de sua atitude, ficou reclamando, praguejando aos quatro cantos que era uma imbecil. Rapidamente foi tragada pela memória da noite onde eles se encontraram. Os beijos, distribuídos por seu corpo, os toques quentes e precisos dele, seus corpos colados, sua língua lambendo a parte interna de suas coxas. A cada pensamento, a cada lembrança seu coração, perdia uma batida, seu corpo ardia, e seu sexo pulsava com a lembrança dos dedos dele, sua língua e seu pênis dentro de si.

Não agüentando a tortura da lembrança quente que tinha, começou a se masturba ali mesmo. Junta com suas lembranças a visão dele e a professora substituta em sua sala. Mesmo bruto ela sabia que era gostoso está com ele. Eric poderia ser muita coisa que não presta, mas na cama mulher nenhuma reclamaria. Seu corpo entrou no frenesi já conhecido e teve sua onda de libertação – nada comparado ao que ele poderia fazer mais era melhor do que ficar presa.

-Foi tão bom assim vê-la sendo fodida, que não agüentou? – perguntou quem ela menos queria vê.

Levantando a cabeça que estava apoiada no volante em cima de seu braço esquerdo lhe olhou com a cara para poucos amigos. Se ele quis assustá-la não conseguiu.

-Você deveria parar de me oportuna e seguir sua vida.

-Admite que você toca-se pensando em mim? – perguntou com o seu sorriso galanteador.

Com muita raiva a morena saiu de seu carro sem vê como estava sua roupa e foi todo dedos e acusações para cima de Caffrey, mas foi surpreendida por uma atitude de Eric ao vê-lo colocando seus dedos que até a pouco havia lhe aliviado, ainda molhados em sua boca.

-Não mudou nada. O mais bom gosto. Na realidade minha memória não faz juiz à realidade.

-Eric me deixa está certo! Eu não olhei você por que quis foi sem querer. – Lee sempre tentava ficar o mais distante dele.

-Saiba que eu fodi nossa querida professora pensando em você, nesse seu vestido indecente que veio usando hoje. – disse colando o corpo ao dela no carro, não a deixando escapar.

-E seu showzinho me deixou com muita vontade de te ter aqui e agora. – disse beijando-lhe o pescoço e roçando seu volume em seu ventre.

-Eric. — ela falou em um lamurio fraco.

-Eu te quero. Você me quer. – disse beijando levemente os lábios da morena.

-Eu não sou suas garotinhas de clube. Eu não sou a aluna que trepa com os professores. E eu não fodo com um cara que tava com outra. – disse empurrando para longe dela.

-Lee. – disse segurando-a.

-Me esquece Eric, meus amigos me esperam. – disse se soltando dele não sabendo como.

Entrou no carro deu partida e saiu o quanto antes daquele local. De cabeça cheia com seus pensamentos, andou em modo automático por assim dizer, sem nem pensar no que fazia. Quando deu por si, estava passando na rua da casa de Eric o caminho mais próximo de sua casa. Quando foi fechada por ele que estava de moto.

Quão conveniente isso seria?

-Enlouqueceu? Quer morrer? – perguntou com raiva com cabeça na janela do carro.

-Desce desse carro.

-Você não manda em mim.

-Desce agora, sem showzinho. – disse indo em direção ao lado do motorista.

-Preocupado com os vizinhos. – perguntou debochada e atrevida como sempre foi.

Ele sem paciência abriu a porta do carro lhe retirou do mesmo levou-a até a entrada da sua casa e a fez abrir o portão, sendo que o mesmo guardou o carro e a moto em sua garagem. Depois saiu arrastando-a casa adentro.

-Você é muito atrevida.

-Você é um imbecil e petulante que esta me mantendo trancada aqui. – disse ela com raiva.

Os dois se encontravam na cozinha encarando-se como dois inimigos. O clima quente do dia e a excitação deles se misturavam deixando o ambiente mais pesado.

-Garanto que não é a força.

-Eric deixe-me ir. – Lee pediu suplicante.

-Entenda que eu nunca consegui esquecer o que tivemos.

-Eric você esta me atrasando e isso é história antiga. – Lee falava qualquer coisa na tentativa de ter forças suficientes para não ceder ao desejo que tinha por aquele homem.

-Olha nos meus olhos e diz para mim que o que tivemos não foi especial.

Disse ele encarando-a. Ele havia novamente a encurralado, dessa vez entre ele e o balcão da cozinha. A morena não podia mentir sobre isso. Eles eram especiais, os momentos que tiveram nas férias foram mágicos. O problema é que ele era seu professor e ela estava apaixonada por ele. Um homem mais velho, bonito e complicado.

Quão complicado seria esse relacionamento?

Dessa vez ela não conseguiu resistir a ele, suas barreiras ruíram e ela cedeu, mesmo sabendo que se arrependeria disso. Deu espaço ao seu desejo, puxando-o para um beijo profundo e luxuriante. Ambos estavam excitados demais, que doía só em beijar.

-Eu quero você. Como na primeira vez. – Eric sussurrou em seu ouvido.

-Droga Eric. – Lee praguejou baixo e entrecortado.

Ele a colocou em cima do balcão muito rapidamente colocou sua calcinha para o lado e tão rápido estava enterrando-se no corpo da morena. Em uma estocada profunda e agonizante.

- Ahh!

-Continua apertada como sempre. – disse estocando lentamente.

-Rápido Eric, mais rápido. – Lee pediu com a voz entrecortada.

-Será do meu jeito. – falava enquanto a preenchia com estocadas lentas e profundas.

E mais uma vez se enterrou no corpo da morena. Que se encontrava deitada no balcão, com as pernas torneadas em volta do corpo másculo do moreno de olhos azuis profundos. Eric encontrava-se em um ritimo frenético, ambos gemiam e praguejavam tudo a sua volta, ambos estavam na borda perto, muito perto de se libertarem. E assim acontecido eles ficaram na mesma posição recuperando-se.

-Não gostei de vê você com ela. – Lee não agüentou e descarregou o que lhe incomodava depois de longos segundos que pareciam minutos ou até mesmo horas.

-Eu estava pensando em você. Se isso ajudar a me desculpar. – Eric falava beijando sua barriga.

-Não ajuda em nada, mas é bom saber disso. – disse Lee sincera.

-Me matou aos pouco te vê sendo cobiçada por muitos e qualquer um poderia ser melhor do que eu, a ponto de fazer você me esquecer. – disse ele olhando para ela com a cabeça repousada em sua barriga.

Lee o puxou para si e disse olhando em seus olhos.

-Não consigo superar as lembranças das férias de Londres. Você foi e é especial demais Eric. Acima de todas as coisas o que tivemos foi real demais para fingirmos que não importa.

O moreno abriu um sorriso satisfeito em ouvir as palavras de Lee. Ele a beijou novamente e colocou-a logo em seguida em sua cintura.

-Tenho um bom jeito de superarmos isso. – disse sorrindo safado para ela.

-Safado. – Lee disse dando um tapa no seu ombro.

-Sempre ao seu dispor.

Ele a levou para seu quarto que ficava no andar térreo da casa já que ela era de um único andar.

-Seu quarto? Quantas já passaram por sua cama? – perguntou Lee enquanto tirava sua camisa lentamente.

-Não trago ninguém para cá. Há motéis justamente para essas ocasiões. – Eric respondeu lhe dando um beijo.

-Você sabe que eu não sou de acreditar nisso. – ela disse revirando os olhos.

-Te provarei por A, mais, B que nessa cama você é única a estar nela.

Dito isto ele a deixou de costas para si e lentamente ele abria o pequeno zíper discreto do seu vestido, depois se satisfazendo nos seios da morena.

-Te quero de todas as formas. –disse lambendo a lateral do pescoço da morena.

Ele a levou para sua cama. Na altura do campeonato Lee estava só de calcinha. Ele a deitou e ordenou que ficasse com as mãos longe de seu corpo. Como ordenado ela obedeceu. Enquanto ele arrancava gemidos de prazer, ela se agarrava aos lençóis ou travesseiros. Ele saboreava o prazer de tê-la outra vez. Seus dedos hábeis a penetrava devagar de forma que era agonizante. Seus dedos longos e grossos decidiram dar um novo rumo a doce loucura.

Tomando um ritimo mais rápido sentia as paredes vaginais da morena se apertar em seus dedos, logo ele acrescentou mais um e sua língua em seu clitóris.

-Ahhh! – Lee gemeu alto se contorcendo na cama.

-Tudo será do meu jeito. – ele disse ainda entre suas pernas.

-Acaba com essa agonia e me fode, como nunca fizemos.

-Já disse será do meu jeito. Mais prometo que será diferente.

Ele voltou a sugar fortemente sua intimidade, seus grandes e pequenos lábios estavam inchados e a morena estava na beira de seu precipício. Fodeu como ela pediu, só que sendo sua língua. Sentido que ela logo chegaria ao seu ápice. Ele parou se retirou entre suas pernas a todo protestos dela que não aceitava aquilo e a colocou de costas para si, porém apoiada na cabeceira da cama, de forma que ela ficou de joelhos.

Ele retirou a pequena calcinha rosa claro de renda. Distribuiu caricias em sua bunda, beijos em toda extensão de suas coxas mais não tocava intimamente, fazendo com que ela o desejasse mais e mais por ele.

-Empina a bunda vai. – Lee estremeceu com a voz de Eric sussurrada ao seu ouvido como também pelo pedido.

-Prometo não vai doer nada.

Timidamente a morena fez como foi pedido, ele sempre hábil foi lhe deixando relaxada como também lhe excitando mais. Afastou-se dela e depois voltou, passou um liquido frio comparado ao calor de seu corpo e pele em sua intimidade. Foi lhe excitando aos poucos, penetrando-lhe um dedo, depois outro, lhe deixando mais relaxada. Estocava lentamente com os dedos de forma calma.

-Ahhh! – gemeu ao sentir o pênis lhe penetrando.

-Relaxa. – disse lambendo o lóbulo de sua orelha. Recebeu em troca uma respiração forte e profunda.

Ele a tinha em suas mãos sabia como torná-la uma massa de modelar ao seu bel prazer. Devagar e tranquilamente ele se afundava em seu corpo e aos poucos sentindo que ela estava acostumada com ele dentro de si aumentou seu ritimo ao ponto como ele queria tê-la.

Gemidos, nomes sussurrados, corpos chocando-se era tudo que se escutava do quarto. Os barulhos que antes eram tímidos agora estavam mais selvagens. Eric mantinha uma mão firme em meio aos cabelos e outra no quadril da morena. Fundo e rapidamente ele a estocava.

-Era assim que eu queria lhe ter.

Da mesma forma que ela havia o encontrado ele estava lhe tendo. Com uma única diferença. Havia prazer e desejo, como não tinha com a tal professora.

-Mais rápido, Eric, mais rápido. Eu te quero de todas as formas em todos os lugares.

Ele riu docemente de Lee.

-Posso dar uma mãozinha nisso. – disse lhe afundando os dedos em sua fenda molhada.

Sentindo que cada vez mais o prazer. O ápice do prazer chegaria para eles.

Entre gemidos, estocadas, suores e lamuria. Houve o prazer de se sentir livre e realizado ao lado da pessoa amada. Ambos de forma única se completam. Diferentes e parecidos. Complicado um relacionamento bastante complicado, porém de sua maneira tem tudo para da certo.

Vestido de Lee: http://photos.posh24.com/p/1554189/z/herve_leger/lucy_hale_vestido_color_turque.jpg

Notas finais
Bem espero que tenham gostado, e se gostaram comentem, por favor.
Eis que me surgiu uma ideia. Estou aqui completamente aberta a opiniões e sugestões de novos contos. Como também vocês podem pedir um conto com algum Team seu do momento ok!
Só teremos duas simples regras.
Regra: 1 - Digam o nome do Team. (Obvio).
2 - Qual estilo do conto.
(Lembrando que não importa se será, Hétero, homossexual ou lésbico). Ok
Aqui é zero a preconceito.
Espero que vocês participem. Então não deixem de comentar.
E leitores fantasmas se façam presentes viu!