Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
29 Fagulha
Meu tempo está chegando
Não sou um relógio para saberPreciso apenas entenderO que está se passandoSão muitas mentiras ditadas no dia a diaEsquecendo que os homens são o egoísmoOnde eles deixam tudo de lado pelo a própria alegriaEvitando seu existencialismoMuitos estão mortos e não sabem aindaQue sua vidas perfeitasEstão morrendo aos poucos com a fadigaNesta caminhada longa e de causa insatisfeitasAinda estamos aqui para que?Para amar ou para gerar o caos?E entender que tudo passa de uma ilusão, para que?Somos libertos de uma luz que é o essencial Devi-se mesmo olhar a si mesmo antes dos outrosDeve-se? Ou somos apenas uma fagulhar que insisti em queimarEstamos aos poucos ficando loucosE essa chama vai aos poucos se apagar
Fale com o autor