O suor que escorre em minhas mãos

Contém os mesmos fluxos contínuos

De um amor sem coração

Jurei te amar e te ter comigo

Agora me resta chorar aos meus amigos

Juntos aos meus inimigos

Tento counter a frustração de não saber olhar

Tudo aquilo que me nunca me fez feliz

E como ela disse: "Erra-me, viva como uma matriz"

Tentei olhar as fotos e não recordar

Mas o que me restou foi queimar

Cada lembrança, cada esperança

Que um dia viveu em mim

Lágrimas frias e calculadas escorrem face abaixo

De uma força sem amor e sem devoção

Pura ilusão que vivi em tempos

Mas essa amargura me reveste por dentro

Tentei, tentei, mas tentar não adiantou

Tive de criar esses forças

Que Suprimem meu ego

Que por ele estou cego

Apaixonado por amor

A quem deteve minha dor