O silêncio calmo da noite

Esconde a beleza do luar

Através das sombras das nuvens

Estamos a desejar

Que fiquemos onde estar

Luzes, mancham o céu

Esconde os brilhos das estrelas

Que parecem estar presas ao véu

Esse véu que revela

A angustia que sinto sem você

Meus tempos estarão se perdendo

Ao tentar observar a nitidez

Dos pontos escondidos

Pelas nuvens e pelas luzes dos homens

Forçando-me a desistir

Esconder-te, ô Lua Sangrenta

Mostre-me tua beleza

Revele-se apenas mais uma sedenta

Com suas centenas de milhões seguidoras

Ou tuas irmãs maiores e mais distantes

Venha, deleite-se comigo

Venha, por favor, sejamos mais que amigos

Venha, Grandiosa Lua

Ilumine minha rua

Mas a culpa não é sua

É da inveja do homem

Ele tem inveja de seu brilho

Da sua luz e da sua beleza

Inveja a ti, assim como as estrelas

Lua, Lua, Sei como se sente

Ofuscada pela claridade artificial

Em um mundo superficial

Onde ser natural

É usar o não "Natural"