O céu sempre me sorrir ou me tenta me ferir

Diante dos olhos e o sorriso das estrelas

Vou aos poucos sucumbir

Nos caminhos que estão a espreita

Fomos capazes de apagar o brilho noturno

De um amor cheio de cores e luzes

De uns dias que serão como o distante futuro

Diante da constelação das cruzes

São eles que brilham mais depois da lua

A guerras implantadas por ela

Ou mesmo por culpa mutua

De um dia ver a vida em uma aquarela

Uma mescla de amor no céu escuro da noite

Apenas os brilhos a me recordar

As lembranças são como uma foice

Que me fazem querer chorar

São elas que me mostram o caminho

Durante a luz do luar

Sinto falta do carinho

De um amor estelar