Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
20 Estrela minha
O céu sempre me sorrir ou me tenta me ferirDiante dos olhos e o sorriso das estrelasVou aos poucos sucumbirNos caminhos que estão a espreitaFomos capazes de apagar o brilho noturnoDe um amor cheio de cores e luzesDe uns dias que serão como o distante futuroDiante da constelação das cruzesSão eles que brilham mais depois da luaA guerras implantadas por elaOu mesmo por culpa mutuaDe um dia ver a vida em uma aquarelaUma mescla de amor no céu escuro da noiteApenas os brilhos a me recordarAs lembranças são como uma foiceQue me fazem querer chorarSão elas que me mostram o caminhoDurante a luz do luar
Sinto falta do carinhoDe um amor estelar
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