Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
17 Dança das Cadeiras
Meu peito clama seu amorMinha alma sã devoraMeu coração cheio de saborCom isso meu peito choraMora na vivencia do funeralSou minha própria feridaDe minha ferida infernalQue foi causada pela minha queridaSou eu meu maior inimigoMenti sobre meus sentimentosMorrerei no meio do infinitoImortalidade seria uma sofrimentoFoi feito meu amor de um brincadeiraFoi justa e impura, eu morrereiE nas danças das cadeirasAos poucos desistireiMeus amores mortos um a umForam sepultados pela minha sensibilidadeVivo sem sentimento algumMovo-me no jogo da sanidadeCreio que estou ficando loucoPor meios de um jogo vulgar
Que me jogou aos poucosE novamente eu vou lamentarE nessa dança continua e fúnebreLástimas em ver esse reflexoAgora, julgue-mePor não ter nexoE na cadeira manchada de vérticesTriunfarei sobre minha dorViverei sem uma vidaViverei uma vida sem amorViverei uma mentira?
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