Luzes apagadas no meio ao desespero

Onde somente as estrelas brilham

Nesse abismo profundo cheio de medo

Raças de um ser que foi morto pelo ego

De inocentes que gritam

Pela dor de ficar um pouco cego

Os ventos trazendo a desgraça alheia

Onde tudo que se ver é um breu

Mas sente o sangue pulsar na veia

E nos corpos cheios de malicias

Tudo se apaga e sinto que sou eu

O motivo de todas as malditas

Palavras que soam nas sombras arcanas

E vejo meu não eu se manifestar nas trevas

Iluminar o caminho com o meu Mana

E nas chamas acesas aos fogo

Ainda restam as cinzas das ervas

E no silêncio que restou, vamos virar o jogo