Coletânea de minhas Poesias 3: Coexistência
11 Cotidiano
Notas iniciais
Gente, sinto muito por não postar com frequência, mas estou estudado muito, então aqui vai uma das minhas poesias mais recentes:
De um povo que vive como comunidadeCidades de papeis riscadas pela falta de vozUma voz silenciada a muito tempoComo o vento do horizonte trás à nósComo a chuva trouxe a felicidade de amorE o arco-íris eleva-se ao porSomos manipulados pelo mundoA cada segundo vivemos em choqueE no tempo renegado, seremos descartadosAssim que não formos mais necessários Para o capitalismo
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