Notas iniciais
Gente, sinto muito por não postar com frequência, mas estou estudado muito, então aqui vai uma das minhas poesias mais recentes:

Olhos famintos e cheios de malicias

Consumindo nossas vidas

Como um demônio sedento por vingança

Se alimentando da esperança

Daqueles que não tem saída

Suas palavras correspondem ao fim

De um ato sem vontade de errar ou viver

Correr para tentar sobreviver ao inicio

Destruído em nossas mentiras

Vivemos apenas o indicio

Somos vermes sem imaginação

Corrompidos pelo sistema e pela religião

Vivemos uma farsa em nosso cotidiano

Mentimos para si mesmo no fim do ano

Apenas indicio de um fim

Somos maltratados pela ganância viva do homem

Que mata nossas realidades paralelas

Em cruzadas cotidianas em linhas amarelas

E na favela se oculta a verdade

De um povo que vive como comunidade

Cidades de papeis riscadas pela falta de voz

Uma voz silenciada a muito tempo

Como o vento do horizonte trás à nós

Como a chuva trouxe a felicidade de amor

E o arco-íris eleva-se ao por

Somos manipulados pelo mundo

A cada segundo vivemos em choque

E no tempo renegado, seremos descartados

Assim que não formos mais necessários

Para o capitalismo