Notas iniciais
Olá Amores! Decidi voltar aqui antes :D Vamos lá pessoas bonitas, comentem mais para que eu saiba se vocês estão gostando ou odiando. Bom, esse capítulo é fofo e tranquilo, mas é porque o próximo e o depois dele e o depois serão cheio de fortes emoções. Vamos lá, leiam e comentem.

POV ALLY

Já estávamos em casa, à viagem de volta foi bem mais tranqüila já que viemos no jato do FBI. Como era domingo e ainda estávamos no meio da tarde, decidimos dormir um pouco, bem agarrados. Até o momento em que o telefone do Spencer tocou, ele pareceu estranho e eu sabia que não era um caso. Como ele não me deu um presente ontem e estava incomodado por isso, provavelmente sua inquietação após a ligação deve estar relacionada a isso. E é melhor que seja, porque se não só resta uma alternativa, e se for esta, eu vou arrancar as bolas dele.
Fico bem mais tranquila quando ele volta para casa depois de meia hora, se ele estivesse pensando em me trair, precisaria de mais do que 30 minutos. Ele está nervoso e com uma grande caixa na mão, o que atiça minha curiosidade.


S.R – Fui buscar seu presente. Tive a idéia depois de uma conversa que você teve com a Penélope ontem. E ela me ajudou a escolher, eu sei que não é tão romântico quando outra pessoa ajuda a escolher, mas eu não entendo muito sobre eles. Mesmo que eu goste deles e...
ALLY – Tudo bem Spencer, já entendi, você gosta deles, mas o que são eles? Você me deixou atordoada com toda essa falação.
S.R – Desculpe. – ele disse parecendo preocupado, quando de repente um barulho vem da caixa e eu sorrio. –
ALLY – Oh! É o que eu acho que é?

S.R – Não sei o que você acha que é, mas espero que seja o eu você acha que é, pois não quero que perca esse sorriso no seu rosto, caso não seja o que você acha que é.

Corri para a caixa e vi uma bola de pêlos amarelos, era a coisa mais fofa do mundo. Spencer estava me dando um cachorro... Opa! Na verdade uma cachorrinha linda que cheirava a banho com duas fitas rosa no topo da cabeça, como se fosse um bebê ela tinha chuquinhas feitas com seus pelinhos. Não acredito que Spencer me deu uma Lhasa Apso, ela ainda vinha com uma coleira muito chamativa rosa choque cheia de pérolas e strass com um pingente de coroa, esperando para que seja acrescentado um nome.

ALLY – Você está me dando uma cachorrinha linda?
S.R – Sim, pelo que percebi você gosta de animais. E como eu fico muito tempo fora, você pode ter uma companhia.
ALLY – Você é o melhor namorado que eu poderia ter, o mais atencioso e o mais gostoso também. – eu disse fazendo com que ele corasse. – Acho que eu vou te dar uma recompensa mais tarde. – vi seus olhos escurecendo de pura luxúria. –
S.R – Que nome você vai dar para ela? – ele disse com a voz rouca, com certeza pensando no que eu daria para ele mais tarde. – Eu não quis escolher.
ALLY – Eu gosto de como você fica quando eu falo sobre fazermos amor. Você mudou muito desde que eu te conheci antes você mal falava sobre o assunto, claro que eu era assim também. Mas agora você mal pode esconder a ansiedade toda vez que falo sobre isso. Você não sabe como isso me faz bem. Sinto-me a mulher mais amada do universo.
S.R – Você com certeza é a mais amada. Ou pelo menos uma das mais amadas. Você ainda não me disse qual vai ser o nome dessa cachorrinha linda. – ele disse enquanto fazia carinho no pequeno corpo daquela bola de pelos no meu colo. –
ALLY – Acho que ela tem cara de... – olhei para a cachorrinha que ronronava enquanto Spencer fazia carinho nela. – Ela tem cara de Nina.
S.R – Eu gostei. Nina. – ele disse enquanto pegava ela do meu colo. – Vem com o Papai Nina... O que? – ele perguntou quando viu minha cara. –
ALLY – Papai?
S.R – Ham... Ela não vai ser sua filha? Como somos namorados, pensei que assumiria o papel de Pai.
ALLY – Eu Amo você demais.

No Dia Seguinte

Eu desmarquei todos os meus pacientes de hoje, porque não sabia se conseguiria voltar a tempo de Nova York. Sinto minha cama vazia e alguns barulhos. Spencer já está de pé, e andando de um lado para o outro, sinto uma bola de pelos nos meus pés, o que significa que a Nina dormiu na nossa cama. Eu estou nua, porque não me vesti depois de fazermos amor ontem, na verdade como todas às vezes. Então eu me viro para ver o que Spencer está fazendo, e vejo-o colocando sua calça social e pulando numa perna só.

ALLY – O que está fazendo meu Amor? Aonde você vai? Não me diga que você tem um novo caso.
S.R – Não, mas eu preciso entregar o relatório do caso. Eu deveria ter feito isso ontem.
ALLY – Mas eu ouvi o Hotch dizer que poderiam entregar até quarta-feira.
S.R – Sim, e podemos mesmo. Mas eu não gosto de entregar os relatórios muito tarde, então vou para a BAU. – eu não queria ficar sozinha, então resolvi apelar. –
ALLY – E vai mesmo me deixar sozinha? Logo hoje que limpei minha agenda. – disse sensual e tirei o lençol de cima de mim. – Vai me deixar assim, nua e louca para fazer amor com você? – perguntei enquanto ele deitava em cima de mim com os olhos escuros. –
S.R – Você é meu ponto fraco, não deveria apelar para isso. É jogo sujo.
ALLY – Se der certo. E bem, se eu estou suja, talvez você devesse me dar um banho. Eu me sinto suada mesmo. – eu digo enquanto ele começa a me beijar. –
S.R – Eu vou te dar um banho só depois de te deixar mais suja, para valer a pena. – ele diz e eu sorrio ciente da minha vitória, e correspondo seu beijo urgente. –

Eu acho que nenhum de nós poderia encontrar alguém que ambos pudéssemos amar mais do que um ao outro. Spencer me mudou completamente, não porque ele não gostava de como eu fosse. Ele mudou o que era necessário ser mudado em mim. Ele me deu confiança, me deu vontade de amar novamente e me devolveu meu corpo. Eu agora sinto que tenho um corpo que de fato é meu, o corpo que entreguei para ele, este qual ele demonstra amar da mesma forma que ama meu coração, a minha alma.
Eu apenas gostaria de tê-lo conhecido antes, tê-lo apresentado aos meus pais. Gostaria que meu pai olhasse para ele com a aquela cara de mau e dissesse que era melhor ele cuidar de mim direitinho. Eu sinto falta deles, mas Spencer veio para preencher esse vazio que estava em meu peito com o seu amor incondicional.
Mais tarde nós saímos para comprar paparicos para nossa filha, ao chegarmos próximos do nosso destino, deixamos o carro estacionado perto de um parque e fomos caminhando, ela andava cheirando tudo para lá e para cá, enquanto com uma mão eu a segurava pela coleira a outra estava na de Spencer, andávamos rindo juntos de coisas bobas que ele me falava, eu convenci ele a colocar uma calça Jeans e uma camisa sem gravata. Eu pensei que morreria sem viver esse dia. Nós vamos para um Pet Shop e eu fico encantada, compro uma caminha linda rosa por dentro e de onça por fora, muitas roupinhas, ossinhos e outros bichinhos.
Quando voltamos para o carro Spencer e eu, decidimos andar pelas barraquinhas do parque, eu peguei a Nina no colo e continuamos caminhando de mãos dadas.
Eu estava amando tudo isso, esse era o nosso primeiro passeio bem casal. Ele estava do tipo, comprando algodão doce e tudo. Mas eu não estava preparada para o que viria a seguir, ele me puxou para uma barraquinha de tiro ao alvo.

ALLY – O que você vai fazer Spencer? – eu na verdade já imaginava, mas queria que ele me contasse. – Eu não sei atirar.
S.R – Bobinha. Mas eu sim. – ele sorriu. – eu quero te dar algo que eu nunca dei, mas que é tradicional até onde eu sei. – ele disse com a testa franzida – Bom, pelo menos eu acho que seja.
ALLY – E o que é? – eu perguntei só para provocá-lo. –
S.R – Um Bichinho de Pelúcia. – não pude evitar sorrir. Isso é o máximo, já que eu nunca ganhei um bichinho de pelúcia de um namorado. –

Spencer pagou por dez tiros, e acertou todos. Eu poderia escolher dois ursos, mas eu decidi trocar por apenas um bem grande. Ele é amarelo, quase marrom, e me lembra o Spencer, pois tem u laço no pescoço que parece uma gravata borboleta, e está torto. Ele é tão grande que foi difícil até mesmo para Spencer carregá-lo. Isso foi realmente divertido, nós nos divertimos como o casal apaixonado que somos.

POV REID

Ontem foi um dia atípico, mas recentemente, ao lado da Ally todos os dias tem sido atípicos. Ela acabou de entrar no banho, eu já havia tomado o meu, e agora estava colocando ração e água para Nina enquanto o bacon e os ovos fritavam. Depois de pronto deixei tudo pronto e fui terminar de me arrumar, eu vou até Quântico hoje para fazer meu relatório, tenho certeza que todos devem estar se perguntando por que eu não fui ontem.
Quando entro no quarto, vejo a Ally terminando de secar parcialmente seu cabelo, ela está com uma maravilhosa lingerie preta, e com meias de seda 7/8 com ligas. Era uma visão a se admirar, mas ela logo cobriu minha visão do paraíso com a saia lápis grafite de cintura alta com a bainha até os joelhos que ela escolheu para hoje logo depois de colocar a camisa preta que ficaria por baixo. Ela olhou ao redor em busca de seus sapatos e logo depois pegou sua bolsa e veio de encontro a porta e quando me viu, sorriu.

ALLY – O que foi? – ela perguntou meio tímida. – Há Quanto tempo está parado aí?
S.R – Tempo suficiente para te amar mais. – disse e fui pegar minha camisa. –
ALLY – Você é tão bobo. – ela disse e veio até mim, enquanto eu me preparava para colocar a gravata. – Me deixa fazer o nó?
S.R – Você sabe dar nó em gravata? – olhei para ela com cara de deboche e ela me olhou com cara de “Quer pagar para ver?” –
ALLY – Qual você quer? Nó do Príncipe Albert, Nó Americano, Nó Cruzado, Nó Duplo, Nó Duplo Cruzado, Nó Windsor, Nó meio Windsor, Nó Plain, Nó Simples, Nó Tendência, eu sei fazer todos eles. – ela disse rindo e eu a olhei com os olhos arregalados. –
S.R – Eu nem sabia que existia todos esses. – disse envergonhado e ela riu de mim. – Não ria por eu não saber.
ALLY – Não estou rindo por você não saber e sim por causa da sua inocência. Você sabe tanto sobre tantas coisas, mas coisas essenciais e básicas, você precisa que te ensine, isso é adorável. Vou fazer o nó Cruzado, é simples e ao mesmo tempo charmoso, indicado para ir trabalhar.

Senti-me tão querido enquanto ela fazia o nó na minha gravata, parecia até cena de filme de romance. Mas realmente gostei do que senti enquanto ela fazia isso. E pela primeira vez na vida não estava com a gravata torta, e nem com o nó apertado.
Tomamos café juntos e ela ria das minhas piadas idiotas. Nós voltamos para o banheiro para escovarmos os dentes e como meu carro estava com algum problema, fomos com o dela, como eu não tinha caso eu iria com o dela e depois pegaria ela no seu consultório.
Todo o caminho, nós escutávamos alguma coisa qualquer em uma rádio qualquer. Ela estava no banco do passageiro enquanto eu dirigia, coloquei minha mão em sua perna ela me olhou e sorriu brilhantemente e depois entrelaçou nossas mãos.
Quando chegamos ao seu consultório, apenas demos um beijo cheio de promessas e dissemos até logo.
Ela desceu do carro com toda sua gloriosidade e segurança de si, e andou até a entrada do prédio sumindo através das portas automáticas, logo depois de sorrir para o porteiro que a comeu com os olhos.

S.R – Ah! Isso nunca vai mudar. Mortais. – suspirei enquanto aceitava que teria que conviver com isso para o resto da vida. –

Segui para Quântico para que eu pudesse fazer meu relatório e prestar consultoria para casos menores. Ally tem um carro chamativo e atraí os olhares assim que entro no estacionamento, um SUV vermelho ano 2015. O que me faz pensar sobre algo que nunca perguntei, mas é obvio e eu não preciso de fato saber. Ally com certeza é alguém que nasceu em berço de ouro, já que me lembro que o Apartamento e o carro ela os pagou a vista. E só o apartamento já custou quase duzentos mil dólares.
Desde que comecei a trabalhar no FBI eu guardo meu dinheiro, eu ganho bem e nunca gastei além do apartamento que comprei e o custeio da internação da minha mãe. O que me lembra que preciso levar a Ally para conhecê-la.
Assim que desço do carro, é claro, encontro Morgan. Qual é?! O Universo está de sacanagem comigo.

D.M – Hey Pretty Boy! Trocou de carro, já estava mais do que na hora. – ele disse rindo. – Por que você não apareceu ontem?
S.R – Oi Morgan, o carro é da Ally, ela veio me trazer aquele dia, não lembra? E não vim por que ela me convenceu a ficar em casa, já que limpou a agenda.
D.M – Você tem uma namorada muito boa, ela limpou a agenda só para ficar com você? – ele disse com o sorriso “atire em mim sou um idiota”. — E o que vocês fizeram ontem o dia todo? – revirei os olhos enquanto caminhávamos para os elevadores. –
S.R – Não, na verdade ela limpou a agenda, pois não sabia como iam ser as investigações, e achei justo ficar com ela. E nós saímos para comprar algumas coisas para a cachorrinha que eu dei para ela de Aniversário e depois fomos a um parque de diversões caminharmos juntos.
D.M – Você está assim porque ainda é começo de namoro, ou é brega assim mesmo? – ele debochou mais uma vez. –
S.R – Olha, as mulheres gostam. Faça esse programa com a Savannah para ver se ela não vai curtir muito. Comer algodão doce e ganhar um bichinho de pelúcia para sua namorada não é brega é romântico, tradicional talvez, mas brega não.
D.M – Sério? – ele perguntou desacreditado. –
S.R – É sério, quem diria que um dia eu te ensinaria algo sobre relacionamentos.
P.G – O que você não sabe sobre relacionamentos Mouse de Chocolate? – Garcia perguntou sempre curiosa, quando nos viu entrando na UAC. –
S.R – Ele não acredita que mulheres gostam de irem a parque de diversões, comer algodão doce e ver o namorado ganhando um bichinho de pelúcia para elas.
P.G – Você tem tanto para aprender Derek. Mulheres gostam disso, mas Reid faltou Maçã do Amor.
D.M – Vocês dois parem. Já me convenceram que mulheres gostam disso.
D.R – Do que mulheres gostam? Aprendendo com a Criança Morgan?
P.G – Mulheres gostam de parque de diversões, algodão doce, maçã do amor e bichinhos de pelúcia das barraquinhas.
D.R – Claro que gostam. Reid, porque você não veio ontem? Você é sempre o primeiro a entregar os relatórios e nunca deixa de vir.
S.R – A Ally limpou sua agenda para segunda-feira porque não sabia como ia ser o caso de Nova York, então achei justo ficar com ela.
A.H – Fez bem Reid. Afinal de contas o relatório pode ser entregue até amanhã, e eu sei que você faz ele em menos de dez minutos. Você tem alguns casos de consultoria para entregar ainda essa semana.
S.R – Tudo bem, farei isso logo depois que eu concluir o relatório.

Agosto

POV ALLY

O Verão está indo embora, de certa forma eu agradeço muito isso. É chato ficar dias sem o Spencer e quando ele chega em casa nós queremos distância, porque se não vamos suar e dormir grudados ao invés de abraçados. Nina teve seu primeiro cio, e como toda boa garota, ficou dengosa, então decidimos levá-la para castrar.

Setembro

POV REID

Setembro chegou e junto com ele, o outono. Tanto Ally quanto eu tiramos o curto feriado para ficarmos juntos debaixo dos cobertores assistindo a filmes antigos e namorando. Nada era mais importante que isso, e nada além disse era necessário.

J.J já havia voltado de suas férias e a nova adição a equipe Kete Callahan estava indo muito bem. Ela facilmente foi aceita, por todos, sem desconfianças ou pés atrás. Rossi descobriu que tem uma filha de 30 anos. Tantas coisas estão acontecendo, ainda bem que mais coisas boas do que ruins.

Outubro

POV ALLY

O tempo está maravilhoso, do jeito que eu gosto. Não está quente, mas também não está muito frio. Outono é minha estação preferida. E eu descobri que tudo fica melhor nessa estação, então passei a amá-la ainda mais. Fazer amor é muito melhor no outono, porque te aquece naturalmente e você não fica muito suado, o que me faz pensar que é ainda melhor no inverno. Dormir abraçados também é bom, pois como não suamos com facilidade não grudamos o que novamente me faz ansiar pelo inverno, com muita neve de preferência.

POV REID

Outubro o mês do Halloween, meu feriado favorito chegou e eu mal posso esperar por isso. Provavelmente vamos trabalhar, sempre tem um maluco que gosta de matar nessa data e estraga a comemoração de quem realmente gosta. Estou em casa agora esperando que me chamem para um novo caso, Ally daqui a pouco sai do seu consultório, Nina está deitada em meu peito enquanto eu assisto um episódio antigo de “Doctor Who?” ela aprendeu a assistir comigo e realmente gostou, pois toda vez que eu estou em casa assistindo ela sobe no sofá e logo depois se aconchega no meu peito ou na minha barriga e se concentra na tela da TV e assiste, esporadicamente ela esboça alguma reação, como virar a cabeça para a esquerda e depois direita ou ainda levantar as orelhas como que para escutar direito. Era realmente muito engraçado.

Novembro

POV ALLY

Estou cansada, e o mês já está pela metade. Logo eu preciso começar a preparar as coisas para o Natal, Reid e eu estamos planejando visitar a mãe dele, estou realmente muito ansiosa para conhecê-la. Mas estou preocupada, será que ela vai gostar de mim? É a primeira vez que vou conhecer os pais de um namorado. Será que é uma boa idéia?

POV REID

Daqui um mês eu vou levar a Ally para conhecer minha mãe, eu ainda não tive coragem de contar para ela que eu estou indo para apresentar minha namorada, até porque ela ainda não sabe que eu tenho uma namorada. Estou nervoso, será que minha mãe vai gostar de Allyson? Que bobeira, todo mundo ama ela. É Inevitável.

Notas finais
E aí o que vocês acharam? Espero que tenham gostado deste capítulo amores. Comentem para que eu possa saber o que estão achando. Beijinhos de Luz e até o Próximo.