Code of destiny
2 Fator Felicity Smoak
Pv de Oliver Queen
Ela apertou minha mão. A pele era quente, firme, segura. Nada do que eu esperaria de alguém que tropeçou nas palavras nos primeiros trinta segundos de conversa.
— Bom... até segunda, então? — ela disse, ajeitando a alça do notebook no ombro.
— Amanhã. O projeto não espera.
Ela arregalou os olhos.
— Ah. Claro. Amanhã. Tipo… cedo?
— Tipo agora, se quiser começar — respondi, meio de brincadeira. Mas sério.
Ela riu, balançando a cabeça, e saiu da sala como um furacão com salto baixo. Deixando um leve perfume doce no ar e uma confusão ainda maior na minha cabeça.
— Você está ferrado — Tommy disse assim que a porta se fechou.
— Não começa.
— Não é todo dia que eu vejo o grande Oliver Queen calado por mais de dez segundos. Você ficou hipnotizado. Parecia um adolescente.
— Eu estava avaliando a competência técnica dela.Ela me pareceu uma boa profissional,tudo que o nosso projeto precisa para finalmente sair do papel.
— Claro. “Competência técnica”. É assim que estamos chamando os sorrisos agora?
Ignorei.
Mas o problema era: ele não estava totalmente errado.
Tinha algo naquela mulher — que eu não sei explicar .Ela era barulhenta,com aquela mania de falar rápido elétrica, mas inteligente de um jeito quase ofensivo. Ela não teve medo de me contradizer. E isso... era novo. Sem dúvidas Felicity Smoak e uma mulher notável,é eu um homem completamente ferrado.Mas definitivamente Tommy não precisa saber disso.
No dia seguinte, 7h30 da manhã, o elevador se abriu no 32º andar. Ela entrou com uma caneca de café na mão (com a frase “Keep Calm and Code On”), o cabelo levemente mais bagunçado do que eu me lembrava e um crachá ainda provisório pendurado no pescoço.
— Bom dia! — disse com empolgação absurda para aquela hora. — Dormiu bem, Sr. Queen?
— Felicity... são 7h30 da manhã.
— Exato! O que significa que temos um dia inteirinho para causar impacto. Estou Pronta para mexer no sistema de segurança da empresa. Só não me peça pra ir no RH. Aquele pessoal assusta mais que filme de terror.
Disse ela tudo de uma vez é de uma maneira rápida ,mal conseguir acompanhar
— Você fala muito é depressa.
— Costumo ouvir muito isso.tambem tenho mania de me enrolar nas palavras e acabo dizendo coisas de duplo sentido me fazendo passa vergonha como agora Mas,eu vou para em 3,2,1
Assenti, tentando esconder o sorriso que ameaçava escapar.
— Sala 3B, final do corredor. Seu laboratório. Peça tudo o que precisar ao Curtis
Ela começou a andar, depois parou e se virou.
— Sabe... Você não deveria ser tão sério assim,um sorriso de vez em quando não faria mal algum.
E saiu.
Deixando-me, pela primeira vez em muito tempo, completamente sem palavras.
No fim do dia, Diggle entrou no meu escritório. Ele não precisava falar,ele nunca precisa se tem alguém que me conhece melhor que eu mesmo esse alguém e Jhon Diggle .Ele Só me olhou, depois olhou para o laboratório, onde se encontrava a mas nova funcionária da Queen.
— O que foi isso? — perguntei, ainda encarando a porta.
— Isso, Oliver, foi um furacão loiro entrando na sua vida. E pela primeira vez... talvez isso não seja algo ruim. Já tá na hora de você deixar o passado pra trás precisa esquecer as coisas ruins que acontecerão,e começar a viver a sua vida ser feliz ,Deixar de ser esse homem frio , carrancudo e ranzinza.
__Diggle eu nunca vou esquecer que a minha própria mãe tem participação na morte do meu pai,E quanto a Felicity ela e só uma funcionária nada além disso.
Como sempre ele não me questionou,mas o seu olhar para mim deixou claro que ele não concorda e muito menos acreditou em se quer uma palavra que saiu da minha boca em relação a Felicity ,como eu disse ele me conhece bem.
__Tudo bem Oliver eu só quero que você entenda que pra você ser feliz não precisa esquecer seu pai, é o quer aconteceu com ele, não foi sua culpa.Vocē só precisa aprender a conviver com tudo isso , é só você pode fazer isso,só você pode dar o primeiro passo,eu vou te esperar lá em baixo.
Eu sei que não foi minha culpa, mas ainda assim eu mim sentia responsável ,eu devia ter sindo mas presente,devia ter percebido que tinha algo errado e mas importante eu devia ter impedido, mas eu estava ocupado pensando so em mim ,mas Diglle tinha razão eu tinha que deixar o passado ir e pela primeira vez, em anos,
algo dentro de mim onde reinava a escuridão parecia…ansioso para ver a luz isso me deixava curioso. Intrigado. E talvez, só talvez… esperançoso.
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