Code of destiny
1 A entrevista
PV Oliver Queen
Oliver Queen odiava segundas-feiras. Mais do que isso, odiava ser surpreendido. E naquela manhã chuvosa em Starling City, ele estava prestes a experimentar as duas coisas ao mesmo tempo.
A sala de reuniões do 32º andar da Queen Consolidated estava silenciosa. A última candidata havia acabado de sair, e Oliver já estava pronto para encerrar o processo. Nenhuma delas tinha impressionado. Nenhuma estava à altura para chefiar o novo Departamento de Ciências Aplicadas — seu projeto mais ambicioso desde que assumira como CEO.
Ele massageou as têmporas com os dedos. O humor ácido e a expressão sisuda eram sua marca registrada. Desde que descobrira o envolvimento da sua mãe, Moira Queen, na morte de seu pai.
— Sr. Queen? — a voz da secretária interrompeu seus pensamentos. — Temos mais uma candidata. Ela acabou de chegar, um pouco atrasada por causa do trânsito. Disse que valera a pena a espera.
Oliver revirou os olhos, mas antes que pudesse recusar, a porta se abriu.
É uma loira entrou
Ela usava óculos de armação azul, o cabelo preso em um rabo de cavalo despretensioso, e um terninho que gritava: “não sou fã de entrevistas, mas estou tentando parecer profissional”. Carregava uma pasta recheada de documentos e um notebook preso ao braço.
— Olá! Sou Felicity megan smoek Desculpe o atraso. Juro que não é falta de comprometimento, é só que... bom, trânsito, chuva, café derramado na blusa...longa história,Mas agora que falei em voz alta não parece tão longa assim mas estou aqui. — Ela sorriu, nervosa.
Oliver piscou. Uma vez. Depois outra. Algo naquela mulher o deixou desconsertado.
— Sente-se — ele disse secamente.
Mas Felicity não parecia intimidada. Nem mesmo com o olhar glacial que ele costumava usar para afastar os fracos.
— Então... Sr. Queen. Eu li sobre a criação do departamento novo. Posso dizer que a arquitetura da ideia é ousada, mas as falhas de integração com o sistema atual da empresa... bom, são gritantes.
Meu amigo Tommy Melim que estava no sofá no canto da sala tentou segurar uma risada,mas não obteve exido, recebendo de mim um olhar de repreensão e da loirinha a minha frente um sorriso.Ele adorava quando alguém me enfrentava fazia a alegria dele. John Diggle,meu amigo motorista , confidente de longa data, assistia tudo da porta, com aquele seu olhar sábio e atento.Voltamdo minha atenção pra loirinha.
— Está me dizendo que nosso projeto é falho? — Oliver arqueou uma sobrancelha.
— Não. Estou dizendo que ele precisa de mim.
Silêncio.
cruzei os braços, encostando me na cadeira.
— Continue.
Após 20 minutos de conversa, gráficos e análises ao vivo que deixaram os acionista da empresa boquiabertos, eu apenas levantei da cadeira, estendeu a mão e disse:
— Você está contratada.
Felicity piscou.
— Isso... isso é sério?
— Você acha que eu perco meu tempo com brincadeiras?
— Hmmm, de fato, com essa cara fechada não me parece o tipo que faz brincadeiras, ela respondeu, sorrindo de canto me estendendo a sua mão.
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