Closed Minds

6 Capítulo 6 –– Alvos


Notas iniciais
Boa noite, pessoal :-)

Para quem andou se perguntando o porquê de Puck estar no governo... aí vai algumas respostas. No próximo capítulo, vocês vão ver a reação da Quinn (no ponto de vista da Brittany) ao descobrir que a Rachel trabalha no governo. A partir daí, só piora KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Ah, e um pouco de fofura Brittana, também, enquanto faberry não chega ♥

E aos que devem estar se perguntando... Se tudo sair como eu planejo, então faberry não vai demorar muito mais para ter seu tão esperando reencontro. Só mais alguns caps.

Enfim, espero que gostem! Boa leitura :D

Noah

Foi como se um balde de água fria tivesse sido jogado sobre minha cabeça. Senti toda a cor ir se esvaindo de meu rosto enquanto minhas mãos começaram a tremer, e meus olhos se recusavam a acreditar no que estava ali, bem diante deles, informando-me que precisaria tomar a decisão mais difícil de toda a minha vida. Não que seja uma surpresa tão grande, na verdade. Nos últimos sete anos, escolhas complicadas não me faltaram.

–– Brody, você poderia nos deixar a sós por alguns instantes, por favor? –– perguntou Rachel, tirando as mãos do rosto e lançando um olhar em direção ao garoto que deixava bem claro que ela não aceitaria outra resposta senão um "sim".

Weston sabiamente não contestou. Apenas acenou com a cabeça uma vez, virou-se e saiu, fechando suavemente a porta atrás de si. Caminhei até minha mesa, no outro lado da sala, peguei minha cadeira, e a carreguei até a frente da mesa de Rachel, sentando-me de frente a ela. Pela sua aparência, Berry não parecia estar tomando aquela notícia de uma forma melhor que eu. "Deve ser pior para ela", pensei. Depois de todo aquele lance de ter perdido a memória, muitas coisas mudaram quando Rachel voltou para o McKinley. Uma delas foi a nossa relação. Achei que não seria justo ser mais um babaca com ela, já que havia ficado bem claro que ela não tinha nenhum interesse em Finn. Honestamente, até me envergonho um pouco de como agi. Cara, foi como uma garota ciumenta! Totalmente patético, e não valeu nem um pouco a pena. Hudson me decepcionou muito –– minha princesa judia, por sua vez, mostrou-se ser uma das melhores coisas que já me aconteceu. Eu estaria perdido se não fosse por ela. Muito perdido.

Nunca soube exatamente o que pensar sobre o tal do "acidente" que fez Rachel perder a memória. A notícia que se espalhou pelo McKinley foi que a ex-namorada da baixinha tinha perdido a cabeça completamente e tentando matá-la, exatamente como aquelas namoradas piradas em novelas de mulherzinha, do tipo, "se eu não posso ficar com ele, mais ninguém pode". Exceto que, nesse caso, ele era ela. De qualquer forma, eu não estava convencido de que aquilo era verdade –– e nem Rachel. Entretanto, as pessoas envolvidas (com exceção de Quinn, que não deu mais as caras depois disso) afirmaram que essa era a verdade, e Rae não tinha prova alguma de que Brittany e sua mãe estavam mentido. Então, certa vez, quando estávamos no meio de uma maratona de Resident Evil, ela me confessou que não acreditava em nenhuma palavra. E eu disse que também não acreditava. Foi quando decidimos investigar.

Acontece que não havia muito com o que trabalhar. Brittany era firme em sua história, e Santana estava sempre por perto, então não poderíamos interrogá-la sem ter nossos traseiros chutados. Sam, que parecia saber de alguma coisa, agia de forma estranha, ainda mais depois de todo o lance "Samchel". Ele me disse, uma vez, que se sentia culpado, como se estivesse traindo a Quinn, o que fez sentido, embora Rachel sequer lembrasse da existência da loira.

De qualquer forma, desde que começamos a agir como "Harriet, a espiã", seguindo os outros quando achávamos que estavam indo a lugares suspeitos, espreitando para ouvir conversas, e coisas do gênero, nós meio que nos tornamos irmãos. Inseparáveis. E quando chegou a hora de escolher uma Universidade, foi uma surpresa agradável perceber que queríamos a mesma coisa: NYU.

Não sei exatamente como Rachel realmente se envolveu com o Governo. Ela nunca me contou. Mas, um dia, ela chegou no meu dormitório, expulsando meu colega de quarto, e se jogando em meus braços, chorando de maneira desesperada. Ela murmurava algumas coisas sem sentido, como "perigo", "proteger", "preciso", e coisas assim. Quando perguntei o que havia acontecido, ela ergueu a cabeça, e me fez jurar que não contaria nada a ninguém. Eu jurei. E ela me contou.

Ela me contou que havia pessoas "especiais", diferente das outras, que eram capazes de ler mentes. O governo americano tinha consciência disso, e acreditava que essas pessoas eram algum tipo de ameaça à segurança nacional. Por isso, estavam criando uma organização –– a DILM, como foi nomeada posteriormente –– para tentar manter um controle sobre os "leitores", como eram chamados. Sendo sincero? Pensei que Rachel estivesse perdendo a cabeça. Até ela me contar que Shelby fizera parte disso no passado. Então, nós começamos a acreditar que o que quer que tinha acontecido naquele armazém definitivamente não era obra de uma ex-namorada maluca. Havia algo de errado ali. E precisávamos descobrir o que.

Naturalmente, eu não deixaria minha princesa judia sozinha nisso. Ela conseguiu convencer a algum chefão a me dar uma chance, e assim, nós dois começamos a trilhar nosso caminho na DILM. É claro que, com o tempo, a organização se mostrou nem tão amigável quanto parecia à primeira vista. Acontece que já estávamos envolvidos demais, sabíamos demais, e sair não era uma opção. Então nós continuamos. Quando prendíamos alguém sem razão alguma, íamos até um bar, bebíamos a noite toda, e nos convencíamos de que estávamos fazendo a coisa certa, de que aquelas pessoas eram mesmo quem o governo dizia que elas eram –– um perigo à sociedade; um perigo a si mesmas. Era assim que conseguíamos dormir a noite. Depois, isso meio que se tornou algo normal. Nós nos acostumamos com as crueldades. Não perdíamos mais o sono por causa disso. Mas, em nossos corações, sempre soubemos que o que fazemos é errado.

"Melhor estar do lado vencedor, então", disse a Rachel quando ela comentou, certa vez, que temia que um dia surgiria uma guerra aberta entre leitores e o governo. Ambos sabíamos que seria muito fácil para a DILM manipular uma população assustada. Fazê-la se voltar contra aqueles que eram "anormais", "aberrações", ou qualquer outra palavra que decidissem usar. As pessoas que estão no poder são boas em jogos de manipulação. Afinal, é geralmente assim que elas conseguiram chegar ao topo.

–– Eu não sei o que fazer –– sussurrou Rachel. –– Não sei, Noah. É como se estivéssemos encurralados em um beco sem saída. Não podemos avançar, porque não há para onde ir. Não podemos voltar, porque a saída está bloqueada. E não podemos ficar parados, senão nós seremos alvos fáceis.

Passei a mão pela cabeça. Sentia falta do meu moicano; mas, quando entrei para a DILM, eles me obrigaram a cortá-lo. E eu não gostava de cabelo grande, então, raspava-o sempre que crescia. Além do que, dava-me uma aparência mais séria. E Deus sabe o quanto eu preciso. O que? Uma vez Pucksauro, sempre Pucksauro!

–– Ou –– murmurei, inclinando-me para frente. Rachel fez o mesmo. –– Ou talvez a gente possa fingir que está do lado de quem bloqueia a saída, e quando ele baixar a guarda, nós fazemos nosso movimento.

–– Noah –– disse Rachel em tom de alerta. –– Isso é traição.

–– Rachel, qualquer escolha que tomarmos agora será uma traição. A única diferença é em relação a quem vamos trair.

–– Você tem razão –– respondeu sarcasticamente. –– O governo dos Estados Unidos ou nosso amigos da época do colegial. É uma escolha bem óbvia.

–– Deveria ser –– repreendi-a. –– Brittany era sua amiga, ou não?

–– Era –– concordou Rachel, entredentes. –– Mas, caso você não se lembre, ela e Santana mentiram para mim. Recordo-me agora. Elas sabiam de tudo isso, Noah. Elas sabiam, e ainda assim não me contaram nada quando implorei-lhes pela verdade. Isso me faz imaginar se elas eram minhas amigas, afinal de contas. Se elas não estavam envolvidas no que aconteceu comigo, e ficaram aliviadas quando eu não lembrava de nada. Assim como Shelby. Ela também mentiu para mim, e olha onde isso nos trouxe.

–– O que você quer dizer com isso? –– perguntei, franzindo o cenho. –– O que Shelby tem a ver com o que está acontecendo conosco agora?

–– Nada –– responde Rachel depressa. –– Esquece. Eu só não gosto de ter sido enganada.

Estreitei os olhos, desconfiado. Será que havia alguma coisa que ela não estava me contando? Será que Rachel, minha princesa judia, estaria escondendo alguma coisa de mim por todo esse tempo? Mas, ao observar o olhar cansado em seu rosto, suspirei. "Esse não é o momento para dúvidas, Puckermann", disse a mim mesmo. "Não é o momento de desconfiar da única pessoa que esteve ao seu lado durante todos esses anos. E, além disso, há coisas que você também não contou a ela. Amigos não precisam dividir tudo um com o outro. Todos podem possuir seus próprios segredos".

–– Talvez elas estivessem tentando te proteger –– sugeri. –– Talvez apenas não quisessem ver você envolvida em tudo isso.

–– Meio hipócrita, não acha? –– indagou Rachel. –– Eu já estou no meio de tudo isso. E, pelo jeito, sempre estive. Então não acredito que seja uma forma de proteção. Ignorância nem sempre é uma benção, Noah. Às vezes, não saber pode ser tão prejudicial quanto saber demais. Seja o que for que elas, ou Shelby, tenham combinado – e agora estou convencida de que elas realmente combinaram alguma coisa –, então foram ingênuas de achar que não voltaríamos ao mesmo ponto. Veja onde estamos agora. Tendo que arriscar nossas vidas por causa daquelas mentiras. Se tivessem sido honestas comigo desde o começo, talvez não estivéssemos aqui.

–– Ou, talvez, estivéssemos em uma situação ainda pior –– disse. –– Mas não adianta ficar conjecturando sobre o que poderia ter acontecido. O que foi feito, foi feito. A questão é: o que faremos a partir de agora?

–– Suponho que você esteja certo, afinal –– disse ela, suspirando. –– Não temos mesmo uma escolha.

–– Até temos –– discordei. –– Só não uma fácil de ser tomada.

E, desde que iniciamos nossa conversa, Rachel sorriu. Um sorriso pequeno, triste, e que não chegava aos seus olhos.

–– E quando elas alguma vez foram fáceis?

À essa pergunta, eu não soube responder.

x

–– Hum, senhor Puckermann? –– ergui a cabeça e percebi que Brody estava parado na porta da sala, lançando um olhar duvidoso em minha direção.

–– Fala aí, B-boy. E é Puck, por favor. Não sou velho o suficiente para ser chamado de senhor –– brinquei, indicando com a cabeça que ele poderia entrar na sala. Olhei para o relógio na parede. Passava das nove da noite. Rachel foi embora assim que terminamos nossa conversa; ela disse que tinha alguns assuntos para resolver, e me perguntou se eu dava conta de tudo sozinho. É claro que sim. Eu sou Noah Puckermann, afinal de contas. O fodão dos fodões. Abri um pequeno sorriso e recostei-me em minha cadeira.

–– Uh... Ok... Hã... Puck –– disse ele, corando. –– A senhorita Berry foi embora cedo. Ela estava se sentindo bem?

–– Estava –– concordei. –– Por que o interesse, B-boy?

–– Nada em particular. Ela só me parecia um pouco mal quando saiu da sala. Fiquei preocupado. Senhorita Rachel parece ser uma boa pessoa.

–– Parece, é? –– perguntei, arqueando a sobrancelha. –– Bem, ela não vai parecer tão legal assim se escutar você a chamando de senhorita. Brody, você sabe que ela não joga nesse time, não é? Tenho certeza que deve ter ouvido os boatos. As pessoas aqui só não falam mais do que donas de casa desempregadas, mas, garanto, às vezes, chega bem próximo a isso.

–– E-eu n-não quis... Não p-penso n-nela assim, é só que... E-eu s-só imaginei q-que... Eu não d-dou at-tenção a boatos, e-eu...

Não consegui conter uma gargalhada. Ri tanto que lágrimas surgiram em meus olhos, e as limpei na manga da minha blusa. Balancei a cabeça, e ri ainda mais quando Weston ficou vermelho feito um tomate. Sério, aquele garoto só sabia corar?

–– Não se preocupe, Weston, estou apenas brincando com você. Rachel joga para os dois lados. Só quis saber suas intenções em relação a minha baixinha –– e, parando de rir, lancei-lhe um olhar sério. –– E vou te dizer uma coisa, B-boy, se você estiver interessado na minha princesa judia, tudo bem. Sorte sua se ela te der uma chance. Agora, se você a magoar...

–– Não! –– exclamou Brody. –– Não, senhor Puckerm... Puck... Eu não me interesso por ela dessa maneira. Não mesmo. É sério. Nada com o que se preocupar. E-eu... eu também jogo para o outro time.

–– É mesmo? –– perguntei, arqueando as sobrancelhas sugestivamente. –– Neste caso, deixe-me lhe dizer que estou completamente disponível.

–– Este não é lugar para isso, Puckermann.

Levantei a cabeça e revirei os olhos, contendo um palavrão. Ryder estava parado na porta da sala, logo atrás de Brody, e me lançava um olhar de desprezo.

–– O que você quer, Lynn? –– perguntei. –– Para você, não estou disponível.

Brody abriu um pequeno sorriso de canto. Pensando bem, até que tê-lo como parte da equipe não seria tão ruim assim. Pelo menos não era um Ryder da vida, que vivia para prejudicar os outros. Babaca.

–– Onde está a Berry?

–– Na sua casa, comendo sua mãe –– retruquei. Brody riu, e fingiu tossir ao olhar venenoso que Ryder lançou em sua direção. –– Não é da sua conta onde a Rachel está, ou deixar de estar. Até onde sei, você não é patrão, namorado, amigo, ou qualquer outra coisa dela. Então por que você não se manda?

–– Eu não quero saber da sua amiguinha –– disse ele, fazendo uma careta de nojo. –– Ela me interessa tanto quanto um chiclete grudado na sola do meu sapato. Acontece que o chefe pediu para vê-la.

–– Pediu, foi? –– perguntei desconfiado. –– Sozinha? Porque eu sou o parceiro dela, e ele nunca a chama para uma reunião sem me chamar, também.

–– É verdade –– disse Brody, pronunciando-se pela primeira vez. –– Foi por esse motivo que vim aqui. Mas não acredito que seja nada relacionado ao trabalho. Não me pareceu que fosse.

–– Mesmo? –– indagou Lynn sarcasticamente. –– E você sabe de alguma coisa, novato? Acabou de ser promovido, não é? O que pode saber, se ficava o dia todo sentado com a bunda na cadeira arquivando documentos?

–– Sei o bastante para ter ganhado uma promoção –– respondeu Brody, com acidez. –– E mais rápido do que você, por sinal.

–– Wow, B-boy! –– exclamei, rindo. –– Não é que você tem isso em você? Quem diria! E, Lynn, recado dado. Agora você pode se retirar. Não quero que minha sala fique com cheiro de bosta, você sabe, nada pessoal.

Ryder me lançou um último olhar irritado e saiu batendo o pé, como uma criancinha teimosa. Bufei e revirei os olhos. Weston riu.

–– Ele é um idiota –– comentou.

–– B-boy –– disse, levantando-me da cadeira e pegando meu celular e carteira. –– Você não poderia estar mais certo sobre isso.

–– Ela está mesmo bem, não é? –– perguntou Weston, franzindo o cenho, parecendo preocupado. –– Rachel; não há nada de errado com ela, há?

Analisei Brody por alguns instantes, estranhando sua atitude. Mas, então, balancei a cabeça e me convenci de que estava ficando paranóico. Além do que, se ele diz que não está interessado na minha princesa judia, eu não tenho motivos para desconfiar. Ainda não. Peguei as chaves do carro e acenei com a cabeça em direção ao Weston, caminhando até a porta.

–– Não se preocupe, garoto –– disse. –– Rachel está tão bem quanto poderia estar.

O que, pensando bem, não era uma coisa tão boa assim. Weston concordou.

–– E o que digo ao chefe sobre isso?

–– Diga que amanhã ela estará aqui.

x

O estacionamento estava praticamente deserto. A maioria dos agentes não ficava após o turno –– e nem eu, para falar a verdade, mas achei que, naquele caso, poderia abrir uma exceção. Se quiséssemos ajudar Brittany de alguma forma, Rae e eu preciaríamos saber todos os detalhes de seu caso. Por isso, fiquei até mais tarde para estudar.

Caminhando em direção ao meu carro, observei, pela enésima vez, a tela do celular, porém, ela continuava tão livre de notificações desde a última vez que eu checara. Há cinco minutos. Rachel ainda não me ligara, e comecei a ficar um pouco preocupado. Estava tão atento em meu telefone, digitando uma mensagem muito malcriada a uma certa princesa judia, que acabei por esbarrar em alguém. Meu celular caiu no chão, antes que eu tivesse enviado a.mensagem. Soltei um palavrão em voz alta, e ergui a cabeça, pronto para dar uma de Santana e sair chutando alguns traseiros. Entretanto, quando vi quem estava diante de mim, a voz se perdeu em minha garganta. Pelo visto, o sentimento não era recíproco, porque a pessoa disse:

–– Precisamos conversar.

E aquela era uma conversa que eu não estava ansioso para ter.

Notas finais
Sejam participativos, é importante pra mim T.T review não machuca, sério, e eu sou legal... Talvez um pouco maluca, mas legal ;p KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.

E um trecho do próximo capítulo, só pra deixar vocês na vontade opsakdposakpoksopdkoasp

"[...] Talvez devêssemos ter contado a verdade a ela quando acordou do coma. Talvez eu nunca devesse ter envolvido você nisso...

Britt, não diga isso, por favor. Eu não poderia ficar sem você. Eu não poderia viver sem você. Talvez você esteja certa sobre a Berry... Mas isso não muda o fato de que agora ela é nossa inimiga. Esqueça o passado, querida. Não fique se remoendo pelas decisões que você tomou ela caminhou em minha direção e segurou minha mão com força e, com a livre, limpou as lágrimas que eu nem sabia estar derramando. Eu te amo. Eu estou aqui, com você, para o que der e vier. Não me arrependo de um segundo sequer dos últimos sete anos.

Não? perguntei insegura. Nenhum?

Santana riu, e afagou meu rosto.

Como poderia me arrepender de qualquer coisa quando tenho você ao meu lado?"