Notas iniciais
Olááá (^▽^) Como vão vcs, amorzinhos da tia Mary? ◕ ◡ ◕ HUASHUASHUAHS Então, o capítulo dessa semana veio mais cedo *fireworks* Me amem porque eu só ia postar domingo, mas consegui terminar hoje então... q UHASHUAHSUAS Acho que esse capítulo tá meio chatin mas não se preocupem porque no próximo é que a treta realmente começa... Será que alguém aí lembra do "caderno de desenhos"? :v UHASHUAHUSHUASHUASUA Ah, eu revisei o capítulo daquele jeito maravilhoso que vocês conhecem então me avisem se tiver alguma coisa errada, ok? T^T AHUSHUSAUSA Espero que gostem, beijos e boa leitura =w=

Então a envolveu em um abraço e disse:

— Eu também gosto muito de você, Erza.

Ela ficou sem reação. Tremia e suava, tentando processar o que havia acabado de ouvir. Aquilo era um sonho, só podia ser. Não estava acreditando que Mystogan, o garoto de quem ela tanto gostava correspondia a seus sentimentos. Definitivamente, aquele era seu dia de sorte. Bom, o que ela poderia fazer a seguir? Tentou falar, mas a voz simplesmente não saía.

— Agora… — disse Jellal, agora usando seu tom de voz debochado como de costume. — Que tal me deixar tirar seu BV?

— Hã? — disse Erza, confusa.

Ele começou a ter um acesso de riso.

— Erza, você é tão fácil de enganar! Não achei que fosse cair nessa!

— Q-Que? — a ruiva arregalou os olhos.

— Sim, a presidente foi enganada! — Jellal ria ainda mais. — Idiota!

— M-Mas… C-Como… — Erza estava perplexa.

— Eu sei, sou um ótimo ator.

Ela olhou para o chão, ainda em choque. Aquilo estava sendo demais para sua cabeça: primeiro, achava que o garoto que ela gostava – Mystogan, até então – estava gostando dela também e agora, foi enganada por Jellal? Sim. Enganada. Por Jellal. Jellal.

— O que foi? Vai chorar? — disse ele, debochando.

— DESGRAÇADO! — ela o surpreendeu com um tapa na cara, rosnando de raiva.

— Ué, mas você não queria perder o BV?

A zoeira não tem limites.

— CALA A BOCA! — outro tapa. — MALDITO, EU TE ODEIO, ODEIO, ODEIO! POR QUE VOCÊ NÃO VAI PRA CASA DO...

— Ei, eu tomaria mais cuidado se fosse você.

— O QUE QUER DIZER COM ISSO?

— Porque agora... — disse Jellal, segurando o queixo dela. — Você está em minhas mãos.

— DO QUE DIABOS VOCÊ... N-Não...

— Sim. — ele sorriu diabolicamente.

— V-Você não faria isso... — mas uma voz no interior de sua mente ecoou "ele faria sim!"

— Heh.

— Jellal, não faça isso! P-Por favor, ele não pode saber disso...

— Ah, agora você é educada comigo? Tarde demais.

— EU FAÇO QUALQUER COISA! — implorou, de joelhos.

— Qualquer coisa?

— S-Sim, qualquer c...

"O que você acabou de dizer, idiota?" disse a voz interior novamente.

— E-ESPERA! NÃO FOI O QUE EU QUIS...

— Você disse... qualquer coisa.

Erza gelou.

— Vejamos... eu poderia te pedir muitas coisas. Se é que você me entende.

— O QUEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE? — gritou a ruiva, completamente vermelha. Quase morria só de pensar em coisas meio... pervertidas?

— Eu estou brincando, sua idiota. — o azulado fingia estar pensativo. — Hum, já sei. Você vai ser minha maid pessoal!

— M-Maid... — repetiu ela. O espírito saiu de seu corpo por alguns instantes. — Maid...

— E pra começar, me chame de mestre.

— Você só pode estar de...

— Eu estou mandando. Isso, ou…

— Não! Não faz isso! H-Hã... M-Mestre.

— O que você disse?

— Mestre.

— Eu não ouvi direito.

— MESTRE!

— Hehehe, certo. Está dispensada por hoje. Até. — disse, já virando as costas.

— Não... — murmurou Erza. — Isso não está acontecendo...

(...)

A ruiva chegou batendo a porta. Lucy sorria.

— E aí, Erza? Como... E-Erza, que cara é ess...

— "Porque agora... você está em minhas mãos."

— Hã?

— "Você vai ser minha maid pessoal."

— Do que você está f...

— Jellal... Jellal... — Erza estava completamente fora de si. Começou a arrancar os lençóis da cama, urrando de ódio. — FILHO DA PUTA! MALDITO! INFELIZ!

— ERZA, CALMA! — a loira a segurou, como sempre fazia para acalmá-la.

— NÃO ME DIGA PARA FICAR CALMA! E ME SOLTA! EU O ODEIO, ODEIO COM TODO O MEU ODIO!

— ERZA! — Lucy a apertou mais forte.

Depois disso, as duas silenciaram por um tempo. A ruiva bufava, tentando respirar fundo.

— Calma... por favor... — Lucy usava um tom de voz tranquilizador. — Tudo bem... agora que você está mais calma, pode me dizer o que aconteceu?

— Jellal... Ele me enganou.

— O quê?

— Ele estava usando a munhequeira azul... e usava um tom de voz gentil e... eu caí como uma idiota. — ela agora tinha pequenas lágrimas se formando ao redor de seus olhos. — E eu serei obrigada a chamá-lo de mestre...

— POR QUE?

— Era isso ou ele contava pro Myst...

— Então se confesse pro Mystogan de uma vez, criatura! Aí ele não vai ter mais nenhum poder sobre você.

— N-Não tenho coragem...

— Coragem? — a loira explodiu. — CORAGEM? VOCÊ É ERZA SCARLET, A PRESIDENTE DO GRÊMIO ESTUDANTIL! REALMENTE VAI DEIXAR QUE UM IMBECIL DE CABELO AZUL TE DOMINE DESSE JEITO? RECOMPONHA-SE!

— L-Lucy...

— VOCÊ TEM CAPACIDADE PRA FAZER ISSO, ENTENDEU?

— L-Lucy... — agora ela enxugava as lágrimas e parecia determinada. — Eu vou reunir coragem! Eu vou dizer pro Mystogan tudo o que sinto! Não posso ser manipulada por um idiota como o Jellal! A presidente do grêmio estudantil não pode se conformar com isso!

A amiga sorriu.

— É assim que se fala. Eu já vou dormir. Boa noite. — disse a loira, apagando a luz do abajur.

Enquanto Lucy dormia tranquilamente como um anjinho tendo os sonhos mais românticos possíveis com Natsu, Erza estava tendo o que muitas garotas histéricas da classe chamariam de sonho, mas para ela, era um dos piores pesadelos. Ela estava vestida de maid.

Jellal a deitou na cama, sorrindo maliciosamente.

— N-Não, Jellal, por favor...

— Mestre. — corrigiu ele.

— Para... por favor...

— Você fica tão bonitinha quando está nervosa, sabia? — o azulado começou a beijar seu pescoço.

— Não! M-Me deixe ir... — implorou, dando um gemido baixo.

Ele a pressionou ainda mais contra seu corpo, que ficou incapaz de se mover.

— Eu sei que você não quer ir agora, Erza...

— Mestre...

Erza acordou berrando. Seu coração disparava, uma gota de suor escorria pela testa.

— Erza, o que foi? — perguntou Lucy, assustada.

— E-Eu tive só um pesadelo... um dos piores.

— Com o Jellal.

— Exato. — ela riu de si mesma. — Nossa, como eu sou boba.

Seu celular tocou.

Idiota está te ligando. Aceitar / Recusar.

— Inferno... — murmurou a ruiva. — Alô?

— E aí, Erzinha? — Jellal adorava debochar.

— Não me chame assim, imbec...

— Como é que é?

— H-Hã, mestre.

— Assim está melhor. Bom, quero que você venha aqui. No quarto. Não demore.

Erza parecia prestes a desmaiar.

— Lucy... ele quer que eu vá até o quarto... — disse arregalando os olhos. — E SE ELE ME OBRIGAR A TRANSAR COM ELE? E AGORA, O QUE EU VOU FAZER? N-Não... ele não faria isso... tá certo que ele é sacana mas... não, não, eu já estou imaginando coisas! ARGH!

— Ai, Erza. — Lucy se segurou para não rir.

(...)

Vinte minutos depois, Erza estava no quarto de Jellal.

— Demorou. — disse ele, sorrindo ironicamente.

— Não fala assim comigo, seu... Ahn... Tá... o que você quer... — a ruiva começou a falar mais baixo. — ... mestre?

O azulado deu uma risadinha e jogou uma sacola vermelha a ela.

— H-Hã... o que é isso?

— Vá se trocar.

Ela sentiu o sangue gelar.

— U-UMA ROUPA DE M-MAID? — a ruiva estava completamente corada.

— Sim, ué. Você é minha maid pessoal, esqueceu? Então deve se vestir como tal. — ele deu ênfase na palavra "minha".

— ARGHHHHHHHHHH! — Erza urrou de raiva e se dirigiu ao banheiro, trocando de roupa rapidamente. Olhou-se no espelho antes de sair e sentiu vontade de fugir dali.

— Uou. — disse Jellal, rindo. — Que sexy, presidente. Vamos, não precisa ficar vermelha assim.

— E-Eu não estou vermelha!

— Claro. — o azulado tirou a camisa. — Hoje está muito quente.

Só faltava Erza ter um colapso nervoso. Ela não estava assim por vê-lo sem camisa – longe disso, pois afinal de contas, aquilo não era novidade – mas agora era diferente. Eles estavam em um quarto. Com uma cama. Ela vestida de maid e ele sem camisa. O que mais poderia se pensar?

— E-Err...

— Eu quero um suco.

— O quê?

— Você ouviu. Vá buscar.

— Se você quer tanto assim levanta e vai você mesmo pegar, seu...

— Hum?

— A-Ah... s-sim... mestre.

Foi o dia inteiro assim. Servindo almoço, "lanchinho", suco, água, etc. Sempre preocupada com a possibilidade de Mystogan entrar no quarto.O que ela diria se fosse vista por ele... vestida daquele jeito?

— Heh. — murmurou Jellal para si mesmo. — Isso está ficando muito divertido.

Notas finais
Deixem seus reviews e façam a tia Mary feliz! (ノ◕ω◕)ノ *Podem dar sugestões pra capítulos especiais também, seria maneiro q HUASHUASHUAHSUAS