City Of Evil
24 Madness
Notas iniciais
Alguém de fundo: DEVEMOS QUEIMÁ-LA.
Eu: AAAH,TENHO DÓ.
Líder da Caçada: Dó? Você ainda quer que tenhamos dó? Você não teve dó quando nos abandonou!
Eu: Eu não abandonei, agora me deixe explicar...
E aí galera Õ/ Não... Pera... Ai cacete... Hey, por favor se quer jogar algo que sejam tomates podres e não melancias!! Aconteceu o seguinte... Eu tive uma super ideia e ela vai mudar todo o caminho da fic. Basicamente tudo o que já estava pronto teve que ser modificado então eu acabei tirando alguns dias para escrever essa nova parte.
POR FAVOR, eu sei que deveria ter contado, mas estava com medo da Staff excluir minha história porque não é permitido postar capítulos avisos então NÃO ME DEIXEM Ç.Ç POR FAVOR Ç.Ç POR FAVOOOR Ç.Ç
Agora falando do capítulo... HEE HEE... então... esse capítulo é bem, digamos HEE HEE. Só isso que vou revelar u.ú ~ tirei algumas partes do livro Cinquenta Tons de Cinza, o crédito não é todo meu ~ Se possível, e tentem fazer com que seja possível, escutem a música Madness do Muse, pra facilitar a vida de vocês segue embaixo o link :D
Beeijos, desculpa mais uma vez, e obrigada por tudo :**
http://www.youtube.com/watch?v=Ek0SgwWmF9w
#Ariel#
Quando fixo meus olhos no espelho confesso que fico feliz com o reflexo.
Sapato branco estilo de boneca, vestido da mesa cor de alça com bolinhas pretas que vai até um pouco acima do joelho, maquiagem apenas marcando bem os olhos com delineador preto na parte superior completando com boca vermelha e o cabelo... Bom, não tinham muitas opções. O dividi ao meio para cobrir o undercut e usei uma faixa rosa para que não ficasse simples demais.
Espero que esteja bom.
Escuto a porta se abrir e vejo minha mãe na porta com um grande sorriso no rosto. Ela entra e atravessa o quarto para ficar atrás de mim em frente ao espelho.
- Então... O que acha? – Pergunto passando as mãos pelos quadris tentando ajeitar o vestido.
- Você está linda querida.
- Sério? Porque meu rosto está roxo e eu não consigo respirar.
Ela ri.
- Já disse que o espartilho é extremamente necessário. – Coloca as mãos em minha cintura. – Sem contar que você diminuiu dois números com ele.
- Eu não preciso diminuir dois números mãe. Eu preciso respirar.
Vou tirando a alça do vestido pra tentar afrouxar um pouco o espartilho mas Taylor estapeia minhas mãos.
- Estraga que eu te mato.
Bufo. Legal, não controlo nem minha roupa.
– MÃÃÃE, por favor...
- NÃO ARIEL. – Coloca as mãos em meus ombros e os puxa. – Endireita essa coluna garota, você não quer ficar corcunda perto dele.
- Por falar “nele”... – Começa Taylor. – Com quem você vai sair Red?
- Um carinha do trabalho. – Minto.
- E eu conheço?
- Hmm... Provavelmente, não sei. – Escuto uma buzina alta e viro novamente para o espelho. – Ok, a hora é essa.
Respira Red, é só um primeiro encontro, respira.
Mamãe passa as mãos pelo meu cabelo e beija minha bochecha.
- Divirta-se querida.
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Depois de ter ouvido todo um discurso da minha mãe sobre “aquele” tipo de segurança, desço as escadas e atravesso a sala correndo em direção á porta. Coloco a mão na maçaneta e respiro fundo antes de abrir.
Brian está encostado no carro com um jeans claro velho e rasgado, botas, camiseta branca, jaqueta de couro preta com tachas no ombro, o cabelo penteado todo para trás e aquele sorriso malicioso que eu tanto adoro.
Ele dá uma longa tragada em seu cigarro, o joga fora desencostando do carro e caminha em minha direção. Quando ficamos perto o suficiente passo minhas mãos em volta de seu pescoço, ele me levanta e gira rápido, em seguida para e fixo meus olhos nos seus descendo lentamente. Confesso que isso foi muito Dirty Dance, mas eu adorei.
Quando vou beijá-lo acabo olhando de relance para o carro e me esquivo instantaneamente antes que nossos lábios se toquem. Deixo meu braços, queixo, e tudo mais que se seja possível, cair como reação a aquela maravilha á minha frente.
- Is-Is-so é o que eu estou vendo? – Ando como uma zumbi até o carro e encosto meu dedos no polimento perfeito. – Tão... tão... lindo.
O meu objeto de desejo é um Chevelle 454 preto com duas listras douradas no capô, um carro perfeito para uma noite como essa.
- Você gostou? – Sinto Brian me abraçar por trás e beijar meu pescoço – É seu.
Continuo olhando para o carro se reação alguma e Brian me balança e ri.
- Acorda garota, disse que o carro é seu.
- O carro é o que??
- Seu.
- Meu o que?
Brian ri alto, anda até a minha frente e estrala os dedos na altura de meus olhos.
- O Chevelle Red... – Coloca as mãos no bolso e tira uma chave brilhante dele – É seu. Já que eu adquiri o hábito de quebrar ou explodir qualquer veículo que você possua... Comprei esse como forma de desculpa.
Dou uma risadinha nervosa e o empurro.
- Não tem a menor graça. Vamos James Dean, temos um encontro.
Ele ri jogando a chave para cima e dá a volta no carro ficando ao lado do passageiro.
- Faça um teste pelo menos. – Joga a chave para mim e pego no ar. – E tenta não bater esse, pra variar.
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#Brian#
Nunca. Gritei. Tanto. Em. Toda. Minha. Vida.
#Ariel#
Nunca. Ri. Tanto. Em. Toda. Minha. Vida.
Com certeza a parte mais engraçada da noite não foi o filme — a propósito assistimos A Hora do Pesadelo e sim, eu ri – mas Brian gritando feito uma garotinha a caminho do Drive-in. Confesso que a maioria dos movimentos que fiz foi proposital, queria fazer ele me achar uma completa insana, e acho que consegui perfeitamente.
Atrevi-me a furar sinais vermelhos em alta velocidade e até fiz um pequeno “racha” com uns idiotas em uma Ranger. Quando os homens vão aprender que não se trata apenas de velocidade, e sim de técnica? Ok, essa foi um pouco ambígua.
Assim que saímos do Drive-in, Brian disse que tinha algo para me mostrar então estamos a caminho desse lugar misterioso. Atravessamos toda a cidade em direção ao centro e paramos em frente a um grande prédio residencial. Damos um leve aceno para o porteiro e entramos no elevador que tem um grande espelho. Sabe... Não somos um casal tão estranho quanto eu imaginava.
Brian aperta um código estranho no painel e assume uma postura ereta. O olho de soslaio e percebo um vestígio de sorriso em seus lábios. Deve estar rindo de alguma piadinha pessoal. A tensão desse lugar se torna visível e sem querer acabo encostando minhas mãos na ponta de seus dedos, fazendo um choque atravessar todo meu corpo e se alojar lá embaixo.
Preciso me esforçar para conter o riso, então fixo meus olhos no chão, sentindo minhas bochechas ficarem rosadas. Que pensamento mais inoportuno, Ariel.
- Pare de morder o lábio, por favor. Você fez isso a noite toda. – Murmura ele em um tom sinistro.
Não tinha percebido que faço isso com tanta frequência.
- Ariel, não estou brincando, se não parar de fazer isso vou foder você aqui mesmo nesse elevador.
Suas palavras parecem um dispositivo incendiário. Meu sangue arde e meu coração... Bom, esse já saiu pela garganta há tempos. Brian nunca falou comigo assim e na bem verdade, me sinto até excitada com a possibilidade. Uma pequena sirena dispara avisando que chegamos ao nosso andar e as portas se abrem quase instantaneamente fazendo com que o calor acumulado se dissipe e a tensão alivie. Droga.
Assim que entramos no apartamento Brian me vira ligeiramente empurrando-me contra a parede mais próxima. Quando me dou conta, uma de suas mãos está apertando com força as minhas acima de minha cabeça e a outra agarra meu cabelo e o puxo para baixo, deixando-me com o rosto virado para cima e seus lábios nos meus.
Minha respiração se altera conforme meu coração dispara e solto um gemido em sua boca, proporcionando uma abertura para sua língua. Ele aproveita inteiramente o espaço, explorando habilmente cada parte da minha boca.
Ele levanta a mão para segurar meu queixo e me mantém no lugar. Estou indefesa, as mãos presas, cabeça imobilizada e os quadris dele me comprimindo, posso até sentir sua ereção pressionando minha barriga.
- Eu. Disse. Para. Você. Parar – Murmura alternando com uma respiração funda, a testa colada com a minha.
Ele se afasta subitamente e sinto minhas pernas tremerem como vara verde. Tateio a parede atrás de mim tentando encontrar algo em que possa me apoiar e recuperar o fôlego. Minha visão está embaçada, me sinto completamente tonta. O que acabou de acontecer aqui?
Quando finalmente recupero a visão tenho uma grande surpresa. O apartamento é incrivelmente lindo em tom amarelo claro e sofá bege posicionado a frente de uma televisão de plasma embutida no meio de uma estante marrom abarrotada de livros que vão do chão ao teto.
A minha frente tem uma grande janela redonda com vista que pega quase toda HB mas ainda é possível ver uma pontinha do mar no fundo. Sou instantaneamente guiada a aquela impressionante vista e toco a janela com a ponta dos meus dedos.
- Red, venha. – Diz ele com a voz normal, como se nada tivesse acontecido.
Balanço a cabeça tentando me concentrar e o sigo. Quando entro no cômodo em que ele está tenho mais uma surpresa. O quarto além de uma cama visivelmente maior do que ele tem na casa que divide com os caras, guarda-roupa, televisão, cômodas e sofá habitual, está repleto de velas aromáticas coloridas de diversas cores e pétalas de flores vermelhas que combinam perfeitamente com a parede toda de vidro do chão ao teto, proporcionando mais uma vista incrível para as luzes da cidade.
Será que ele fez tudo enquanto eu tentava colocar minha cabeça em ordem?
- Bom... Hm... Eu não sou muito bom com coisas românticas, e você me disse aquilo bem em cima da hora mas... Eu resolvi fazer algo especial... Não sei se você gostou mas...– Dá uma risada nervosa passa as mãos pelo cabelo. – Você tem que me dar um desconto, nunca precisei fazer algo assim, e como não podia perguntar para ninguém... Red, você está bem? Se quiser ir embora eu entendo.
- Não... A menos que você queira que eu vá. – Respondo ainda atordoada. Não acredito que ela tenha se empenhado tanto por mim. Eu realmente não quero ir embora.
- Claro que não. – Diz com um sorriso nos lábios e vem na minha direção seguro com um fervor incomum nos olhos.
Brian se abaixa e beija minha boca delicadamente, depois chupa meu lábio inferior.
- Quero morder esse lábio. – Sussurra junto da minha boca e o puxa leve com os dentes.
Dou um gemido baixo e ele sorri.
- Por favor, seja minha, como se fosse nossa primeira vez. Me deixe fazer amor com você.
Engasgo e pisco várias vezes. Como esse homem é capaz de me surpreender tantas vezes em uma só noite? Tento dizer algo mas tenho dificuldade em formular uma resposta então timidamente levo as mãos ao seu rosto e afago seu cabelo agora bagunçado. Puxo delicadamente e ele sorri fechando os olhos e pendendo a cabeça para o lado.
Ele se inclina e me beija, firme e lento. Me envolve nos braços e me arrasta para junto de si, apertando. Mantém uma das mãos no meu cabelo enquanto a outra sobe até o zíper do meu vestido abaixando lentamente enquanto vai dando beijinhos leves pela minha mandíbula e queixo. Devagar tira meu vestido e o deixa cair no chão. Se afasta e me olha incrédulo.
- Red, isso é...
Agradeço mentalmente a ideia pervertida de Taylor que me fez usar isso. O espartilho é preto com detalhes rosa nas bordas que deixam meus seios enormes e bom... Tenho que concordar, diminuí dois números com ele. Sinto os olhos dele ferverem sobre a minha pele e fico envergonhada. Coloco uma mecha rebelde que caiu sobre meu rosto no lugar, tentando esconder meu nervosismo e ele levanta meu queixo fazendo com que o olhe nos olhos.
- Você tem ideia de quanto é linda, Ariel?
Ele volta a me beijar mais lento passeando com sua língua em volta da minha boca. Suas mãos pelas minhas costas puxam os laços sem pressa alguma. Finalmente sinto o espartilho afrouxar e suspiro em sua boca. Ele desce para minhas nádegas e aperta forte me fazendo sentir sua ereção por cima da calça, gemo entre seus lábios de novo.
Mal consigo conter os sentimentos, hormônios, ou sei lá o que me faça sentir todo esse desejo. Ele vai me conduzindo devagar para a cama, até eu senti-la atrás dos joelhos. Acho que vai me forçar a deitar, mas não força. Ele me solta, se ajoelha agarrando meus quadris com as duas mãos e passa a língua na extremidade da minha calcinha perto do espartilho, abaixa ela parcialmente e mordisca de um lado até o outro.
Ver Brian ajoelhado a minha frente, sua boca sobre minha pele, é como um sonho se tornando realidade. De novo. Claro, eu tinha a certeza que faríamos algo assim hoje mas... Realmente acontecer, ainda mais dessa forma, é algo inesperado.
Respiro fundo enquanto ele se levanta e o faço trocar de lugar comigo o olhando de uma forma provocativa. Gentilmente o empurro até cair no colchão, e quando isso acontece as pétalas de tulipas que estão jogadas na cama sobem e dançam no ar.
Ele arqueia as costas e tira a camiseta expondo sua tatuagem escrita “Blue Blood” no peito. Tenho uma súbita vontade de beija-la e assim faço. Ajoelho ao lado de suas pernas e a beijo enquanto lentamente desabotoo o botão de sua calça e abaixo o zíper. Subo meus lábios para seu pescoço, o que o faz jogar a cabeça para trás e gemer cravando seus dedos na parte de trás das minhas coxas. Desço lentamente fazendo o caminho até seu umbigo, lambendo, beijando, mordiscando e o melhor, torturando. Ele levanta o quadril, abaixa sua calça e o deixo tirá-la os pés.
Então é isso. Nós dois, em um quarto extremamente abafado com uma mistura de cheiros, camomila, lavanda e suor, deitados em uma cama de pétalas, olhando profundamente nos olhos de cada um, sentindo a mesma coisa, o desejo ardendo na pele e queimando cada parte intimamente.
Brian senta na cama e me beija devagar, explorando mais ainda minha boca com sua língua enquanto afrouxa mais meu espartilho. Desce o nariz pelo meu pescoço até chegar em meus seios e respira profundamente.
- Você é muito cheirosa. – Murmura e fecha os olhos com uma expressão de puro prazer e sinto os músculos da minha barriga se contorcerem.
Sento em seu colo e o abraço com as minhas pernas encaixando perfeitamente nossos corpos. Ele permanece beijando e mordendo meus seios e arranho suas costas em resposta. Agradeço novamente a perversidade de Taylor que me fez colocar unhas postiças.
Levanto meus braços e ele me liberta do espartilho relevando meus seios e mamilos rígidos. Aperta minhas coxas e em um rápido movimento me levanta e deita sobre mim. Gemo quando suas mãos delicadamente envolvem meus seios e os apertam com força. Uma forte sensação me percorre e sou obrigada a descarrega-la cravando minhas unhas em sua bunda.
Ele envolve com a mão em concha lá embaixo e seu dedo escorrega pela renda preta fina me rodeando devagarinho.
- Se o que você queria era me torturar, conseguiu. – Digo com a voz falhando.
Sinto seu sorriso em minha pele e de repente ele enfia o dedo dentro de mim. Solto um gemido alto quando faz isso de novo, e de novo, manipulando meu clitóris. Retira rápido e passa a ponta dos dedos na língua e sorri. Não acredito que ele realmente fez isso.
- Você tem um gosto muito bom, garota. — Murmura.
Ele senta na cama, arranca minha calcinha e joga no chão. Tira a cueca e a ereção se revela, livre. Minhas bochechas ardem. Até agora tinha me limitado a não olhar diretamente mas... Puta merda, como?
Debruça-se, apoiando as mãos em ambos os lados da minha cabeça me olhando nos olhos, os dentes cerrados, os olhos ardendo e deita entre minhas pernas, as afastando bem e me penetra. Nós dois gememos quando isso acontece. Se movimenta para trás extremamente devagar, sua boca está entreaberta, a respiração áspera, e torna a me penetrar. Grito alto, e ele para.
- Está tudo bem?
Faço que sim com a cabeça, mordo com força meu lábio inferior, segurando os antebraços dele. Ah, como eu desejei que isso acontecesse de novo.
Brian se mexe, mas dessa vez não para enquanto eu grito cada vez mais alto. Apoia-se nos cotovelos e posso sentir o seu peso em cima de mim, me apertando. No início os movimentos são lentos, mas a medida que vou me acostumando novamente com essa sensação, mexo os quadris ao encontro com os dele. Ele segura minha cabeça com as duas mãos e me beija profundamente , me controlando. Tudo se acende dentro de mim, meus dedos estão em seus cabelos dizendo, implorando que o quero cada vez mais, da única maneira que conheço.
Uma ideia lasciva me ocorre então em um rápido movimento fico por cima, montada nele. Gemo e o olho provocante, extasiada com aquela posição nova. Brian flexiona os quadris como resposta, agarra minha cintura e jogo a cabeça para trás. Fico subindo e descendo lentamente, abrindo os olhos para vê-lo.
Ele me observa com a boca aberta, a respiração ofegante e parece muito, muito excitado. Estamos molhados e escorregadios, indo e vindo colados um ao outro. Ele começa a me levantar cada vez mais depressa, aumentando o ritmo, me segurando pelos quadris. Me movimento mais rápido tentando sincronizar, começo a reconhecer essa tensão, esses espasmos...
Amo a paixão dele, amo o efeito que provoco nele, e o efeito que ele provoca em mim. Amo não saber se o que sinto, confundir amor e maldade. Amo o fato dele gostar de mim, alguém que o odiou a partir do primeiro olhar. Acho que o único momento em que podemos concordar são esses, corpos colados e gritos de prazer. Ele é meu, e eu sou dele.
De repente Brian se senta e me abraça apertado ao chegar ao auge. Ele grita meu nome como uma invocação selvagem, eu finalmente caio no prazer explodindo em mil pedacinhos. Ele se deixa cair no colchão me levando consigo. Encosto minha testa em seu peito que arfa em um ritmo frenético, ainda sentindo os prazeres do orgasmo. Sorrio feito boba, não consigo evitar. Viro a cabeça de modo que meu ouvido fique colado e respiro fundo.
- O que... O que foi isso? – Ele ri enquanto afaga meus cabelos e segue para as costas – O que você está fazendo?
- Xiiii, estou sentindo seu coração. – Fecho os olhos enquanto sou invadida pelas batidas. – Se eu ficar quieta posso ouvir. – Sussurro.
Brian ri pela garganta e respira fundo.
- O que você está fazendo comigo, Ariel? – Murmura e levanto a cabeça para olhá-lo nos olhos. – Eu não consigo ficar longe de você, não consigo ficar sem te tocar, não consigo... Não consigo me concentrar quando você morde esse lábio garota!! – Ri alto e eu com ele.
- Você já pensou que esse possa ser o motivo de eu fazer tanto isso? – OK, eu juro que não faço para provocar, mas precisava de uma boa resposta e essa me pareceu uma boa.
Dou um beijo casto em sua boca e saio de cima.
- Aonde você pensa que vai? – Pergunta cerrando os olhos com um sorriso malicioso nos lábios
- Aaah... eu... bom...
- Deita. – Ordena. – Eu ainda não acabei com você.
Ih, caramba.
Notas finais
beeijos :**
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