City Of Evil

18 Giving In


Notas iniciais
- COOOÉ GALERA, DE BOAS?
ok, vamos pular toda essa parte educada KKKKKKKKKK'
Gente, MUUUUITO obrigada por todos os reviews, as recomendações, isso é mto lindo, sério mesmo. Vocês me dão mta força pra continuar escrevendo e é maravilhoso saber que gostam ♥
Bom, vocês sabem que eu não sou fofa, a Red - meu alter ego - também não é e muito menos o Brian então... me desculpem se vou desapontar vocês nesse cap.
MAAAAS, tem uma coisa boa nisso... e vocês saberão daqui a uns dias KKKKK'
Lembrando que é a primeira vez que escrevo algo assim gente, então se ficou uma merda, eu aceito.
Enfim... tirem as crianças da sala... CENAS RÓÓÓTIS A SEGUIR.
Beijos e boa leitura :D

A porra da camisa fica presa no pino da janela, impossibilitando minha fuga.

Escuto uma forte pancada na porta e me viro vendo Brian fazendo uma careta furiosa atravessar o cômodo.

– Eu disse que daqui hoje você não sai. — Sinto ele segurar minha cintura com suas grandes mão geladas e me puxar para dentro do quarto.

– ME LARGA HANER OU EU JURO QUE MATO VOCÊ! – Debato-me tentando fugir mas ele não me solta.

Brian me joga em sua cama e senta sobre mim com um joelho a cada lado do corpo. Eu o estapeio, grito todos os xingamentos e pragas que sei, mas ele continua me prendendo entre ele e a cama.

– RED... R... ARIEL PAR... ARI... – Não o deixo completar nenhuma frase, o bato com toda força que tenho. — ISSO DÓI PORRA. – Consegue segurar meus pulsos e os prensa no colchão acima de minha cabeça prendendo-a com as duas mãos.

Respiro fechando forte os olhos e cerrando os dentes tentando reestabelecer o controle sobre meu corpo, mas tudo o que consigo pensar é em como ele consegue despertar tudo o que há de pior em mim. Qual é o problema comigo? Por que eu nunca consigo me afastar dele? Por que toda vez que ele chega perto minha cabeça e meu corpo agem de forma totalmente contraditória?

– HAAAAANER, SAIA DE CIMA DE MIM AGORA. – Chacoalho minhas pernas, me debato como posso mas não consigo me livrar.

– Hey garota, para com essa porra agora. Eu NÃO estou gritando com você e muito menos te machucando. Agora tem como se acalmar e dizer que merda há de errado com você?

Ele não grita, mas suas palavras saem de uma maneira tão feroz e autoritária que minha única reação é ficar quieta e encolher. Ele bufa e abaixa a cabeça com certeza rendido ao cansaço, mas continua me prendendo.

– Anda, me fala qual é o seu problema? Primeiro você me beija, aí me odeia, aí me beija de novo, aí me odeia de novo, eu te salvo de um possível estupro, você gosta de mim, te prendo na minha casa por segurança, você me odeia MAIS UMA VEZ e agora estamos aqui. Não dá pra entender. E quer saber de uma coisa? Cansei de você.

– Simples, não fomos feitos um para o outro.

– Eu não acredito nessas coisas.

– Nunca daríamos certo juntos.

– ISSO NÃO SIGNIFICA QUE NÃO PODEMOS TENTAR. – Recupera o fôlego e sorri daquele jeito que tanto, secretamente, amo. – Não custa tentar.

Por que isso? Por que agora? Por que... comigo?

– Eu era acostumado a querer só o que nunca poderia ter entende? – Diz parecendo responder minha pergunta. Qual é Synyster, além de fucking olhos você tem um fucking cérebro? – Eu adorava desafios, e você... bom você nunca gostou de mim, era perfeito.

Só pode estar de brincadeira...

– Pera aí... Deixa eu ver se entendi... tudo o que você disse e fez não passou de métodos pra tentar me conquistar? Eu não nada mais que uma obsessão doentia??

– NÃÃO. – Joga a cabeça pra trás e bufa.

– Brian, você NÃO. ESTÁ. SE. AJUDANDO.

– Sabe aquela música, Slow Night So Long do Kings Of Leon “Eu odeio o rosto dela, mas gosto da companhia”? É isso que acontece.

Nossa, lógico, isso foi bem melhor, meus parabéns. Bela maneira de dizer que gosta de mim.

– Não Haner, sem chances. – Começa a resmungar mas o interrompo. – Tá vendo? Nós somos iguais. Chatos, estourados e beberrões, farinha do mesmo saco.

– É por isso que daria certo. E pra falar bem a verdade eu não acredito nesse negócio de encontrar o oposto e se completar, é tudo besteira e... blá blá bá.

Enquanto ele faz seu discurso dramático percebo que havia me soltado então o empurro para meus pés e ajoelho ao lado de seu corpo e prendendo seus braços exatamente como fez comigo.

– Ok... – Sorri malicioso com o canto da boca. — Se você já quer partir para o sexo eu...

– Pra quantas pessoas você contou sobre aquele maldito beijo no porão?

Me olha assustado e depois muda para uma expressão de culpa

– kjashsdjh – Siliba algo que não consigo entender.

– O que? ABRE A BOCA PRA FALAR CARALHO.

– TODO MUNDO PORRA.

– HÃ? – Solto seu braço e coloco as mãos na cintura. – PUTA. QUE. PARIU. HEIN HANER, TU É PIOR QUE UMA GAROTINHA.

– Aaah, me desculpa se eu não sou tão macho quanto você

– Cala a boca. – Tento recuperar o fôlego e sobretudo, coragem. – Se formos fazer isso, será sobre as minhas regras. — Posso jurar que vi um brilho diferente em seus olhos.

Ele coloca as mãos em minhas coxas e as aperta rindo.

– Adoro mulher mandona.

– É sério porra. – Bato nele fingindo estar brava e me solta ainda rindo. – Nada de coisinhas melosas, grudentas, apelidinhos idiotas, mensagens no meio da noite, buquê de rosas, presentes caros, nada dessas merdas e o mais importante... Ninguém pode saber.

– Por que?

Ah não sei... talvez porque eu seja uma traficante e sua vida pode correr perigo.

– Não quero que as pessoas saibam que tenho sentimentos, fiquem falando como somos fofos, paparazzi, colunas de fofoca com a nossa cara estampada, ameaças de fãs com frustrações sexuais... Essas coisas.

Riu.

– Tá vendo? É por isso que vamos ser perfeitos juntos. Você é como um cara, só que com uma vagina.

Ri alto.

– Você é um idiota Brian.

– Mas consegui fazer a garota mais sem coração do mundo gostar de mim. – Sorri e levanta o tronco pousando os lábios contra os meus.

– Isso é só um teste, não se esqueça. – Ri junto enquanto ele me dá uma série de selinhos.

– Mas as mulheres não resistem ao meu charme e poder de sedução.

Ri de novo. Como esse otário consegue arrancar um sorriso meu com tanta facilidade?

– É isso que vamos ver. – Dou mais um beijo de leve e mordo seu lábio inferior.

Brian me empurra para trás lentamente, deitando sobre a cama enquanto levanto o joelho passando as pernas entre as dele, subindo e descendo meus pés sobre sua panturrilha. Apoiado em um cotovelo dividindo o peso de seu corpo leva sua mão a minha coxa acariciando-a e move até a parte de trás dela subindo a minha bunda e levantando meu quadril encaixando com o dele, o que faz arrepiar e levar minhas mãos a sua nuca puxando seu cabelo.

Ele arfa e desce seus lábios até a parte exposta do meu pescoço, o beijando e chupando forte. Isso com certeza vai deixar marcas muito difíceis de esconder com maquiagem mas... Não me importo contanto que faça isso a noite toda. Brian sobe as mãos até meus seios os apertando por cima da blusa e me controlo pra não arfar de novo.

Normalmente jamais deixaria um cara chegar tão longe em apenas uma noite, e esse é o sinal de que as coisas estão indo rápido demais, mas não hoje, não vou fugir dessa vez, preciso senti-lo de todas as maneiras possíveis. Desço minhas mãos até seu quadril e coloco-as por dentro de sua bermuda. Aperto sua bunda e sei que gostou porque solta um gemido fino e começo a rir com aquilo. Ele para de me beijar e me olha levantando a sobrancelha.

– Então você está achando isso engraçado?

Tampo a boca tentando abafar meus sons o que fica meio impossível devido ao estado desgrenhando e ok... muito sexy, de seus cabelos.

–Vamos ver se você continua rindo garota.

Levanta tirando a camisa expondo sua barriga, peito e tatuagens perfeitas. Quando percebo que começa a tirar a bermuda devagar fazendo uma espécie de dancinha sexy ficando apenas com a boxer azul marinho, coro e desvio o olhar ficando muito envergonhada.

– Olha pra mim Ariel. – Nego e então ele volta a posição anterior mas dessa vez me fazendo cócegas.

– NÃÃO, BRIAN... HAHAHA, PARA POR FA... HAHAHA SEU OTÁ.... HAHAHAHAHA

Em um movimento rápido empurro ele para fora da cama e corro até o banheiro fechando a porta rindo descontroladamente.


– Ok, — Ele força a porta. — eu posso brincar de gato e rato mas querida... Saiba que sempre ganho — Empurra mais forte ainda e a abre. — I told ya, baby.

Ele me abraça e levanta sentando na pia. Passo minhas pernas entre as dele e faço que vou beijá-lo, mas toda vez que chega perto viro o rosto como provocação. Brian desce suas carícias para meu pescoço enquanto tento arranhá-lo com as unhas muito curtas. Parabéns Red, ótimo dia pra você querer aprender a tocar guitarra.

Ele alterna entre mordidas e chupões leves, aumentando o ritmo e diminuindo. Vou perdendo o controle e solto um gemido baixo, suficiente para sentir seus lábios abrindo em um sorriso. Deus, como eu posso me deixar levar tão facilmente por ele?

Brian volta a minha boca e me levanta novamente atravessando o banheiro sentando na banheira. Só de lembrar que é minha vez de tirar a roupa fico envergonhada, mas tenho que fazer. Levo meus dedos até a barra da camisa mas ele me interrompe.

– Não, eu faço isso.

Ele me apoia lentamente na beirada enquanto lambe minha barriga e dá pequenas mordidas quando chega à parte debaixo dos meus seios. Sentir seus lábios quentes me dando prazer me lembra (novamente) que preciso me dedicar também.

Assim que ele tira minha blusa o beijo mordendo o canto de sua boca, que a propósito tem um enorme gosto de uísque. Desço para seu pescoço ficando ali enquanto minhas mãos caminham pela sua barriga. Irrito-me quando percebo que meus movimentos ficam limitados naquele lugar então resolvo levantar e pego sua mão o conduzindo novamente para dentro do quarto.

À medida que chegamos a cama ele deita nela se arrastando para a cabeceira. Vou junto com ele e quando finalmente se deita sento em cima da ereção que se forma em seu membro o fazendo gemer.

Desço mais um pouco beijando seu peito e abdômen enquanto meu polegar avança um pouco adentro de sua cueca o provocando. Levo minha boca até a parte com mais volume, a beijo e mordo. Com os dentes vou tirando a única peça que me separa dele antes que minha coragem de fazer o que pretendo desapareça.

Brian inesperadamente segura meu queixo me levando de volta aos seus lábios. Suas mãos afastam o cabelo de minhas costas e passeiam pelo meu sutiã tentando abri-lo. Percebo sua dificuldade e fico impaciente com a demora resolvendo tirar sozinha. Enquanto abro o fecho da lingerie ele segura meu quadril o apertando me fazendo estremecer. Aliás, a cada toque dele meu corpo reage dessa forma.

Consigo abrir e o torturo abaixando lentamente as alças. Ainda envergonhada fecho os olhos e tiro de uma vez temendo sua reação ao vê-los. Mordo os lábios em nervosismo e abro os olhos o vendo dar um largo sorriso. Ele me vira e deita me beijando mas logo para e vai até meu ouvido.

– Você é linda.

Estremeço com o som de sua rouca voz e sorrio. Brian volta sua boca até meu colo beijando meu seio e sugando forte meu mamilo enquanto acaricia o outro. Não consigo segurar meu prazer e gemo alto, o fazendo soltar uma risadinha de vitória.

Ele repete o gesto com o outro seio enquanto sua mão escorrega para minha calcinha acariciando ao lado dela até subir e colocar as mãos por dentro passando os dedos entre minha vagina me fazendo arquear as costas.

Com nossa respiração cada vez mais rápida e nosso beijo intensificando, arranho suas costas com minhas merdas de unhas pequenas e pouso minhas mãos em sua bunda novamente puxando para cima começando o ritmo.

Percebendo minha vontade ele com sua mão livre vai tirando minha calcinha mas continua me estimulando com seus dedos, perdendo o controle aos poucos subo uma das mãos a sua nuca puxando forte seu cabelo.

Brian para com seus movimentos o que me deixa com muita raiva, mas ele me olha nos olhos e me perco neles. Sorrio e retribui beijando minha testa. Afasta um pouco mais minhas pernas e penetra seu membro em mim e ambos gememos quando isso acontece.

Deixa cair todo o peso de seu corpo e pressiona cada vez mais forte nossos quadris lentamente entrando em mim. A cada movimento me contraio, ele deixa sua cabeça cair ao lado da minha, mordendo meu ombro, acelerando o ritmo e diminuindo, me torturando aos poucos.

Com nossos gemidos ficando mais altos ele aumenta as investidas para meu alívio. Tento prolongar o prazer me segurando mas sinto Brian tremendo e tendo espasmos em seguida respirando muito rápido.

Ele deve ter percebido que ainda não cheguei porque continua com os movimentos não saindo do ritmo. Vou ficando fraca e perdendo as esperanças mas ele diminui e aumenta as investidas até que coloca tão forte que grito me rendendo e enfim, explodindo.

Ficamos naquela posição por mais alguns minutos recuperando nosso fôlego. Brian sai de cima de mim rolando até o criado mudo e acendendo um cigarro. Pela primeira vez não fico brava com aquilo e ao invés disso apoio minha cabeça em seu peito, ele afaga meus cabelos e puxa os lençóis nos cobrindo enquanto olho para a janela observando o céu estrelado e ouvindo nada mais que as batidas de seu coração e o barulho das ondas quebrando no mar.



Notas finais
- não me matem Ç.Ç