Cinquenta Tons Mais Intensos.
33 Uma reconciliação bem feita.
Notas iniciais
Por Anastásia.
Os lábios de Christian eram impiedosos nos meus, era como se toda a falta de apenas um dia estivesse o condenando, eu também estava impiedosa em relação á ele, não sei por que, mas via uma total necessidade de tê-lo naquele exato momento, sem importar com o barulho que iríamos fazer e se minha mãe iria escutar, eu precisava dele, a saudade e a vontade de tê-lo dentro de mim era mais que tudo, eu sentia que Christian estava ainda mais sedento que eu, suas mãos era inquietas e não conseguiam ficarem paradas em somente um lugar, já as minhas ficavam limitadas apenas em seus cabelos que estavam mais sedosos do que eu lembrava.
Sua boca parecia não se cansar a se quer nenhum minuto, ele sugava meu lábio inferior inclinando a minha cabeça para frente para poder colar ainda mais em mim e ao meu corpo, antes de terminar completamente de sugar meu lábio ele o mordia em uma tortura lenta, para depois começar uma deliciosa explosão em minha boca, sua boca seguia a minha língua, quando a língua dele se encontrava com a minha explodia um êxtase entre nós dois, eu sentia meu corpo se arrepiar por completo de excitação.
A melhor parte ainda era quando ele com a sua língua explorava cada canto da minha boca, essa sem dúvida era a parte que eu mais amava em sua boca, ele não se limitava em ficar apenas explorando um lugar, pelo contrário, sua boca ia em todos os lugares que ele conseguia alcançar, provocando o meu gosto e uma nova forma de me descobrir, eu acredito. Ele explorava ao sul, norte, leste e oeste, e eu me derretia como uma manteiga em seus braços, meus gemidos era abafados pelo beijo, evitando um constrangimento dos meus gemidos de prazer que eram um tanto quanto vergonhosos.
Tivemos que parar o beijo por conta do ar que já estava fazendo mais que o necessário a falta, eu achei que aquele beijo tinha sido diferente de todos os outros que Christian e eu trocamos, tinha tido algo a mais e eu não estava conseguindo dizer o que, era estranho, mas eu me senti confortavelmente bem com aquele beijo, era o melhor que tínhamos trocado em todo esse tempo. Olhei para Christian que estava com os olhos fechados e seus lábios estavam avermelhados e molhados, imagino que o meu não estava diferente do seu ainda deveria estar pior. Suas mãos estavam fixas em minha cintura, como se ele não quisesse me soltar.
Ele me colocou sobre a cama com delicadeza impressionante, seus olhos agora estavam obviamente abertos e conectados aos meus, ele ficou por cima de mim, mas não completamente, em certo momento vi seu corpo se afastar e ele se levantar, eu olhei para ele com um ponto de interrogação nos olhos, mas ele foi somente até a porta a fechando e trancando, já que ela estava totalmente aberta para quem quisesse nos ver, iria nos ver, ele sorriu assim que fechou a porta indo a minha direção ficando por cima de mim, seu corpo fez um choque delicioso sobre o meu.
–Pronto, agora podermos fazer o que quisermos. – Ele sussurrou e eu apenas mordi meus lábios contendo um gemido, pois a sua voz estava muito quente e rouca, me causando sensações agradáveis na parte de baixo no meu corpo. Ele começou a beijar meu pescoço, que era evidentemente meu ponto fraco, e ele de alguma forma já conhecia meu corpo todo, e sabia todos os meus pontos certos, meus pontos fracos, e meus pontos exatos para alcançar o prazer. Mordidinhas e chupões fracos para não deixar marcas eram depositados naquele local, eu sentia o nariz de Christian aspirando forte o meu cheiro. –Eu senti tanta a sua falta. – Ele sussurrou e eu sorri quase rindo.
–Foi somente um dia Christian. – Eu sussurrei rebatendo.
–Mas foi o suficiente para me deixar louco de saudades. – Ele disse voltando para a minha boca me beijando novamente, me sentindo em seus braços que me rodearam e me deixaram mais quente, eu agarrei seus cabelos com força querendo naquela fez controlar o rumo do beijo.
Ele permitiu que eu tomasse conta de sua boca a explorando, ele fazia movimentos circulares com os dedos em meus ombros, e dei uma mordidinha em seu lábio inferior, como entre tantas vezes que ele fez o mesmo comigo.
Afastamos-nos do beijo por conta do oxigênio, e ele já retirava a minha camisa de mangas curtas branca, revelando meu sutiã propositalmente preto que se destaca na blusa, ele olha para meus seios sorrindo inclinando a cabeça e os beijando em cima do sutiã, respirei fundo, sentindo a minha respiração descompassada.
Ele colocou as suas mãos grandes e quentes atrás das minhas costas para abrir o meu sutiã e retira-lo, e assim ele fez me deixando exposta na parte de cima, eu me arrepiei quando ele passou os dedos em meu bico de forma lenta, agonizante e torturante.
Sem perder muito tempo eu senti a sua língua entrar em contado com o meu seio esquerdo, rodeando todo o mamilo, enquanto com a mão ele massageava o outro, eu sabia que ele queria dar atenção aos dois iguais, sem dar preferência, eu sentia todos os seus toques sobre os meus seios irem para a minha feminilidade, fazendo-a ficar cada vez mais úmida pela excitação, eu estava agarrada aos lençóis brancos da cama, sentindo minhas costas grudar nele por já estar suada.
Naquela massacrante tortura de prazer, Christian desceu os beijos e mordidas para minha barriga, mas naquela região ele trabalhou mais com as mãos massageando, eu já sentia alguns espasmos no meu corpo, mas esperaria firme e forte até ele chegar aonde eu realmente desfaleceria em seus braços.
Quando suas mãos encontraram a barra da minha calça jeans preta escura, eu dei graças a Deus por ele já está a retirando, com dificuldade do meu corpo, eu ergui minhas pernas para ajudá-lo, ele sorriu como agradecimento, pois seus olhos mostravam como ele queria ser lento, mas ao mesmo tempo queria ser mais rápido, talvez a necessidade piora-se com o que ele queria.
Minha calcinha de renda roxa não combinava com o sutiã, pois não era da mesma marca, e Christian apenas sorriu, não dando importância.
–Isso é muito sexy. – Ele sussurrou contra o meu sexo dando um beijo ali por cima do pano que estava nos impedindo. Eu suspirei aliviada quando ele retirou a minha calcinha me deixando por completo nua, suspirei novamente aliviada por lembrar que havia deixado em dia a minha depilação ontem quando tinha ido à casa dos Grey, eu queria estar sempre pronta para Christian. –Você está tão úmida. – Comentou Christian e eu gemi um “Uhum” quando ele passou os dedos do meu clitóris até a minha entrada de maneira lenta e torturante, ele fez isso várias vezes seguidas, como se estivesse brincando com meu sexo, mas eu não sabia se ele estava brincando ou se estava fazendo de propósito para me torturar, talvez a segunda opção fosse mais possível e correta.
–Christian, por favor. – Eu pedi um pouco ansiosa, parecendo desesperada sem querer.
–Você me quer Anastásia? – Ele perguntou com a provocação nítida em sua maldita voz sexy e rouca.
–Christian... – Eu disse manhosa, não queria responde-lo e dar a ele o gosto de estar certo, mas eu sei que ele não iria desistir se eu não fala-se as palavras que ele queria.
–Responda Anastásia, você me quer? – Ele perguntou novamente passando dois dedos desde a entrada até meu clitóris, ali era um caminho perigoso do prazer.
–Sim Christian, eu te quero muito. – Respondi suspirando e derrotada, mas seria uma derrotada satisfeita, era isso que no fim importava.
–E esse muito é quanto? – Perguntou Christian ainda com os dedos sobre a minha intimidade, sem nunca entrar nela, sua boca agora estava próxima da minha, e os seus olhos sobre os meus, ele me olhava tão profundamente que tive medo de ver além dos seus olhos, ele estava insistindo em perguntas, me provocando além do meu limite, era uma merda, porque eu estava gostando daquela provocação.
–Esse muito Christian é o bastante suficiente para fazer com que eu pense em cada minuto e segundo que você vai me preencher, eu te desejo com certa intensidade que não desejei jamais ninguém. – Eu confessei para ele que arregalou os olhos por uma fração de segundo e sorriu antes de descer o seu rosto novamente par ao seu local de origem, e sem aviso prévio, sua boca estava me fazendo ver literalmente estrelas em meu sexo.
Sua língua primeiro contornou meu clitóris que eu podia sentir que estava inchado, e depois desceu para minha entrada, sua língua fazia um vai e vez lento muito bom, era obvio a experiência dele, ele não me penetrava, mas isso não fazia com que o oral dele diminuísse o prazer que estava sentindo, apenas escutar os barulhos que sua boca fazia me chupando com intensidade, já me fazia colocar a cabeça para trás e revirar os olhos, apertando meus seios com as minhas próprias mãos. Meu clímax estava vindo, e eu estava certa que viria com força, mas Christian retirou a boca do meu sexo me abandonando e se levantando na cama ficando em pé ao meu lado, me deixando frustrada.
–Mas o que... – Falei confusa e desconexa, Christian retirava a sua camisa preta pólo, e suas calças, ficando de cueca Box branca, dando uma visão de seu pênis ereto, dando volume a cueca branca, o que eu estranhei já que pelo menos em todas as vezes que transamos Christian estava de cueca escura.
–Eu quero que você goze comigo, em cima de mim. – Ele disse com uma voz tão baixa que eu tive que e esforçar para poder ouvi-lo. –Você entendeu? – Ele perguntou autoritário e mandão, evitei revirar os olhos.
–Sim Grey. – Eu respondi chamando-o pelo sobrenome, eu sei que ele gostava quando eu o chamava pelo sobrenome, de um modo formal.
Olhei por relance para Christian que estava já sem cueca, seu membro grande, mas não tão grosso, da maneira que eu gostava, estava mais rosado que o normal e já pronto com a camisinha, me fazendo gemer ao pensar nele me preenchendo. Ele com a ponta do membro tocou a minha intimidade e respirou fundo suspirando e empurrou o seu comprimento para dentro de mim, eu mordi os lábios para não gritar, afinal tinha que me lembrar que minha mãe estava ali.
Minha carne se abriu com lentidão, apertando Christian e se fechando em torno dele, o recebendo, eu não podia negar que éramos o encaixe perfeito.
Ele ficou parado, como se esperasse algo, talvez medo de me machucar, mas eu sabia que não iria sentir dor, só se fosse dor de tão ter ele dentro de mim, a dor da espera com certeza era a pior de todas. Eu movi meu quadril em seu membro para acordar Christian e mostrar á ele que poderia se movimentar.
Christian começou os movimentos lentos, mais fortes, ele ia para trás com o quadril lento, mas forçava a sua força quando ia entrar mais a mim, provocando um choque com nossas pélvis. Aquele ritmo estava bom, mas eu queria mais, mas eu sentia que Christian queria ir devagar e lento, e como se lesse a minha mente ele disse:
–Eu quero sentir devagar cada pedacinho seu, de maneira lenta, é tão bom... – Ele sussurrou em meu ouvido.
–Sim... – Eu disse mordendo o lóbulo da sua orelha em um gesto ousado.
Ele continuou com os movimentos lentos, sincronizados e com aquele choque que provocada quando ele voltada com um pouco mais força, não estava doendo, estava bom, muito bom, eu sentia toda a sua masculinidade, sentia toda a sua importância por mim, sentia que eu o adorava, eu gostava de sua companhia e da forma que nós fazíamos sexo, pois no fundo sempre parecia mais que sexo.
Eu senti os primeiros espasmos no meu corpo, e entrelacei mais forte as minhas pernas em volta da cintura de Christian que não fez de rogado e continuou com os movimentos lentos sem mudar nada, eu queria chegar no clímax naquele movimento lento, assim como ele, e nossos corpos também, pois eu já sentia que estava tremendo, e eu podia sentir o corpo de Christian começar a suar e tremer como o meu, sua respiração estava mais irregular que o normal, e a cada segundo parecia que eu iria flutuar no chão em um fabuloso orgasmo, e foi assim que agarrei sem nem pensar em seus ombros gritando o seu nome sem pensar se minha mãe iria ou não ouvir, eu estava prestes a ter o máximo do prazer que um ser humano pode ter.
Christian agarrou com uma mão meus cabelos, e empurrou com uma ultima estocada forte e violenta, alcançando o seu orgasmo junto comigo, ele agarra minha cintura com uma força que chegou a doer, mas eu não reclamei, pois minhas unhas estavam fincadas em seus ombros com força, chegamos ao nosso limite do prazer ao mesmo tempo, olhei para Christian vendo sua expressão de prazer.
Olhos fechados, boca entre aberta, ele não respirava pelo nariz e sim pela boca, sua expressão de prazer e suas mãos de maneira firme em minha cintura foi o que bastou para me fazer sorrir de felicidade e prazer, essa era a melhor maneira de fazer as pazes, e eu não iria abrir mão disso, não tão cedo.
Continua.
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