Cinquenta Tons Mais Intensos.

41 Uma rapidinha não faz mal á ninguém.


Notas iniciais
Eu sei, estou muito atrasada! Me perdoem! Boa Leitura!

Por Christian.

O resto da viagem foi silenciosa, Anastásia acabou adormecendo, e eu fiquei no meu Notebook adiantando o meu trabalho e com os pensamentos á mil, Anastásia parecia falar sério quando disse que iria me cobrar o passado, eu não estava pronto para revelar á ela, eu queria ir aos poucos, contar aos poucos, eu quero que ela primeiro se apaixone por mim, como eu estou apaixonado por ela, para depois revelar á ela o meu passado, já que eu não posso correr o risco de perdê-la quando ela souber do meu passado fodido. Elapode querer fugir de mim se souber, e se eu perde-la, eu me perco também, pois agora Anastásia e eu estamos andando no mesmo ritmo, na mesma caminhada, eu preciso dela em minha vida.

Eu somente vou ter paciência, quando for a hora certa, eu irei contar á ela, e rezar internamente para que ela não me abandone, em algum momento eu terei que arriscar, arriscar em perde-la, e em algum momento se ela quiser ir embora, eu terei que deixá-la, mas apenas me resta saber se eu terei coragem de deixá-la partir.

A resposta é obvia para qualquer um, inclusive para mim mesmo.

Não. Eu jamais poderei deixá-la partir da minha vida, e é por isso que eu jamais poderei contar á ela sobre o meu passado, eu não posso arriscar, e eu não vou arriscar.

O jatinho aterrissou anunciando que havíamos chegado, por conta da turbulência e do alto barulho que causa, Anastásia acordou um pouco assustada, e eu a acalmei, a turbulência era sempre muito forte na hora de descer, eu já me havia acostumado, então não me preocupava, para falar a verdade à morte era algo que não me preocupava.

–Chegamos. – Eu anunciei, e Anastásia bocejou amarrando os cabelos em um coque, enquanto eu guardava meu Notebook dentro da capa, eu me levantei, e Anastásia também e seguimos para fora do jatinho, agora teríamos outra viagem para o seu apartamento e depois eu iria para o Escala, nós nos encontraríamos somente na empresa, nós dois havíamos já combinado isso.

{...}

–Então nos vemos daqui a pouco. – Disse Anastásia prestes a sair do carro, mas eu a puxei para antes lhe dar um beijo.

Minha língua circulou seu lábio inferior, antes de colocá-lo sobre os meus lábios e sugá-lo, logo em seguida por uma mordida em meu lábio inferior que foi arrastado pelos dentes de Anastásia, provocando uma sensação de arrepio por várias áreas do meu corpo.

–Sim, eu vou pedir para que Taylor venha lhe buscar. – Eu disse, mas Anastásia fez um biquinho de reprovação.

–Não. – Ela respondeu negando, e eu detestava quando ela fazia isso, quando ela negava.

–Por que não? – Eu perguntei.

–Por que ás pessoas da empresa vão falar Christian. – Ela se explicou, eu revirei os meus olhos.

–Deixem falar. – Eu disse dando de ombros, Anastásia riu, até ficar séria.

–Não Christian, eu não quero que as pessoas da empresa saibam do nosso namoro. – Ela confessou.

–O que? Mas elas têm que saber! – Eu defendi. –Eu não quero ninguém em cima do que é meu, e eu quero que todas saibam que você é minha. – Eu acrescentei dando uma boa e lógica razão.

–Mas eu não quero que as pessoas da empresa achem que eu estou lá por namorar você, e eu iria agradecer se ninguém soubesse, você pode, por favor, fazer isso? – Ela perguntou.

–Mesmo eu não concordando com isso, eu vou aceitar, mas se algum ser, individuo dar em cima de você, eu não vou responder por mim! – Eu avisei, eu olhei para os olhos de Ana e podia jurar que ela estava se contorcendo para não revirar os olhos.

–Ninguém vai dar em cima de mim Christian, pare de falar besteiras. – Ela me repreendeu. –Agora eu preciso ir, eu não quero ser uma funcionária que chega atrasada. – Ela disse e eu sorri.

–Ok baby, qualquer problema me ligue. – Eu disse já me sentindo protetor em relação á ela.

–Pode deixar. – Ela disse me dando um selinho e saindo do carro, eu dei um aceno, e Ana retribuiu sorrindo, mas logo dando as costas e entrando em seu apartamento.

–Para o Escala Taylor. – Eu ordenei e Taylor apenas balançou a cabeça confirmando.

{...}

No escala somente tomei um banho e troquei a minha roupa, mas devo dizer que o banho foi bastante demorado, fiquei mais de meia hora no chuveiro.

A senhorita Jones ainda me perguntou se eu queria algo para comer, mas eu neguei, ainda estava sem fome por conta da panqueca que havia comido na casa de Anastásia, por isso peguei as minhas coisas para o trabalho e fui para a empresa, pensando comigo mesmo se Anastásia não queria mesmo que eu mandasse Taylor buscá-la.

Eu ainda preciso convencê-la a deixar que todos da empresa saibam sobre o nosso relacionamento, eu não me importo o que os funcionários irão dizer, afinal, eu sou o dono de lá, eu pago os salários de cada um dali, eles não são pagos para opinar sobre a minha vida pessoal.

Cheguei à empresa mais tarde que o normal, cumprimentando todos educadamente e entrando direto para minha sala, mas quando entrei lá tive uma surpresa.

Anastásia estava em pé ao lado da minha mesa, com uma agenda na mão, sorrindo.

–Ual, você chegou mais cedo que eu. – Eu falei surpreso, ela sorriu.

–Sou a sua assistente, eu tenho que dar o exemplo. – Ela sorriu e eu coloquei minhas coisas em cima da mesa. –Você tem duas reuniões para hoje de manhã, uma as dez e outra às onze e meia. – Ela anunciou. –Você ainda precisa avaliar o contrato para a reunião de hoje as cinco. – Ela acrescentou e eu sorri com sua competência e profissionalismo, não resistindo eu me levantei pegando em sua cintura e colando os nossos lábios.

Anastásia tentou me empurrar gentilmente, mas eu fui mais forte e agarrei com mais força a sua cintura, tentando fazer com que ela cedesse e abrisse os lábios para mim.

Meus lábios moviam-se lentamente com os seus, ela pode finalmente ceder, e me deixou explorar a sua boca com a minha língua que como sempre se encontrava necessitada, eu circulei a ponta da minha língua em seu lábio superior, arrancando um gemido de Anastásia, eu mudei a nossa posição e a prensei na minha mesa de vidro.

Para logo em seguida, pegar as suas torneadas pernas e passar em volta da minha cintura, e colocando a sua bunda sobre a mesa, a saia preta que Anastásia usava subiu mostrando mais as suas pernas cobertas por uma meia três por quatro preta, mas isso não me impediu de passar a mão em sua coxa.

O beijo estava seguindo para a final, já que nós precisávamos de ar, então meus lábios foram para seu pescoço, beijos molhados começaram a ser depositado naquele local, Ana se contorceu na mesa.

Suas mãos em meus cabelos os puxava sem dó e nenhuma piedade, minhas mãos foram para a lateral de sua saia, eu estava louco para puxar para baixo e transar com ela ali mesmo em minha mesa, seria a minha primeira vez transando na mesa do meu próprio trabalho, pensando assim é mais excitante ainda, eu estou ponto de explodir dentro da minha calça.

Mas as mãos de Anastásia me empurraram pelo ombro me fazendo cambalear e ir para trás.

–Christian, nós estamos no trabalho, nós não podemos fazer isso, nós temos que ser profissionais, esqueceu?! – Ela perguntou ficando de pé e saindo de cima da mesa e arrumando a saia que estava amassada e para cima de suas coxas.

–Me desculpe, eu me descontrolei. – Eu me expliquei voltando a raciocinar com a cabeça de cima.

–Você tem uma reunião em dez minutos e não pode se atrasar. – Ela falou ainda ofegante.

–Ok, é melhor eu me preparar para essa reunião baby. – Eu disse me sentando em meu lugar enquanto Anastásia ia para o seu lugar.

–Acho melhor mesmo, antes que nós dois fazermos alguma loucura. – Ela disse rindo.

–Eu na verdade iria adorar fazer uma loucura aqui com você. – Eu disse fazendo-a a mesma corar e sorrir.

–Bom, quem sabe na próxima. – Ela provocou entrando na brincadeira.

–Eu vou cobrar Anastásia, eu vou cobrar. – Eu disse usando a mesma frase que ela usou no avião, eu suspirei olhando para a tela do meu computador, respirando fundo e tentando me concentrar na reunião que iria acontecer dali á dez minutos, mas era difícil com Anastásia a poucos centímetros de mim.

{...}

A reunião das dez dói lamentável, eu decidi não fechar negócio nenhum com a empresa de telecomunicações, não depois daquele velho tarado e sem respeito nenhum dar descaradamente em cima de Anastásia, que estava evidentemente constrangida e desconfortável com toda a situação.

–Foi uma pena não fechar negócios com o senhor, espero que em breve possamos nos ver para quem sabe uma mudança de idéias. – Disse o senhor Leonard, também conhecido por mim como velho tarado e sem respeito, ele deve ter no máximo seus sessenta anos, um homem careca, com estatura baixa e gordo.

–Só para avisar Leonard isso não irá acontecer. – Eu respondi revidando, nós estávamos de pé, despedindo de todos que fizeram parte da reunião, o homem sorriu.

–Bom, mas mesmo assim você tem o meu telefone para contato. – Ele disse dando de ombros e se inclinando para Anastásia. –Senhorita Steele, foi um enorme prazer conhecê-la, meu telefone está disponível com o senhor Grey. – Ele disse dando uma indireta, Anastásia o olhou um pouco enojada.

–Eu não vejo nenhum motivo para telefonar para o senhor, afinal, qualquer contato que o senhor queira entrar com o senhor Grey será transmitido para a secretária dele, eu sou somente assistente. – Falou Anastásia me fazendo dar um sorriso de lado, o sorriso do velho quase murchou.

–É uma pena senhorita, eu adoraria sair com você. – Ele disse desta vez dando uma direta bem direta, eu estava pronto para dar um soco bem dado na cara gorda dele, quando Anastásia foi mais rápida e disse:

–Eu vou totalmente profissional senhor Leonard, e só para o senhor constar, o senhor não faz o meu tipo de homem. – Ela disse curta e grossa, dando o recado de que não estava afim sendo clara.

–Agora eu acho melhor o senhor ir. – Eu disse avaliando o velho que estava completamente vermelho.

–Eu também acho, com licença. – Ele disse entre dentes e saindo com passos pesados para fora da sala da empresa, junto com os outros assessores.

–Pode respirar Christian. – Disse Anastásia e eu notei que realmente não respirava, eu soltei a minha respiração com força, sentindo o ar esvaziar dos meus pulmões.

–É por isso que eu queria que todos soubessem que nós somos um casal, para não ocorrer mais isso. – Eu disse confessando, Anastásia sorriu.

–Ah Christian, deixa isso para lá. – Ela disse dando de ombros.

–Deixar para lá? O homem se jogando em cima de você? Eu vou deixar para lá? – Eu perguntei.

–Homem Christian? Me poupe, é um velho tarado, você acha que eu iria mesmo aceitar o convite de telefonar para ele? – Ela perguntou e eu não respondi, estava emburrado demais para isso, eu sei que ela não iria aceitar, mas eu não queria mais passar por situações como aquela, eu queria que nós se assumíssemos para a empresa também, é claro que eu não sairia gritando para todos ali que nós somos um casal, mas eu iria agir com ela como um casal, e marcaria território.

Anastásia e eu voltamos para o escritório em silencio, eu ainda tinha um bico em meus lábios, estava ainda emburrado, essa reunião me deixou irritado, por sorte terminou cedo demais, e ainda tínhamos vinte minutos até a próxima, e eu acho bom que ninguém dê em cima de Anastásia, porque se não, não vou assinar contrato com nenhuma empresa.

–Sabe, eu estou pensando seriamente em ligar para o senhor Leonard para marcarmos para sair se você continuar com essa carinha emburrada, porque afinal o senhor Leonard, é um homem mais maduro, o que você acha Christian? – Perguntou me provocando Anastásia quando nós entramos na sala, eu rosnei avançando nela, como um leão avança em sua presa.

Minhas mãos em cima cintura, jogaram ela contra a parede, suas mãos ficaram atadas, coladas na parede, e eu colei a minha testa na dela, nossas bocas muito próxima e meu olhar sobre o dela, minhas mãos ainda agarravam com força a sua cintura.

–Repete o que você disse, repete?! – Eu ordenei.

–Eu deveria ligar para o senhor Leonard, porque ele é um homem mais maduro. – Ela respondeu sem ao menos hesitar, com a voz baixa e atrevida, eu a virei com força e brutalidade, a fazendo ficar de costas para mim, um mão minha que estava na sua cintura foi para o seu seio, por cima do camisão branco que ela usava, eu apertei seu seio em minha mão, e com dificuldade belisquei o mamilo, Anastásia jogou a cabeça para trás.

–E o senhor Leonard faz você sentir assim apenas tocando no seu seio? Faz?! – Eu perguntei, ela nada respondeu o que me fez ter raiva. –Responde! – Eu ordenei.

–Não sei, será que eu devo pedir para ele fazer isso quando eu o chamar para um encontro? – Perguntou Anastásia como uma verdadeira pervertida, eu ri amargamente em seu ouvido, antes de roçar o meu membro duro e ereto em seu bumbum, esfregando, ao mesmo tempo em que massageava o seu seio.

–E você vai pedir para ele roçar o pau dele pequeno assim na sua bunda também?! – Eu perguntei falando sujo e vulgar.

–Eu não sei, mas posso descobrir hoje se ele tem mesmo o pau pequeno, uma pequena amostra, o que me diz?! – Voltou a perguntar Anastásia no mesmo tom provocante que me surpreendia por ela não abaixar o tom, eu ri divertido, eu estava adorando esse jogo, mas o que ela esqueceu, é que dois podem jogar.

–Sua maldita provocadora! – Eu rosnei mordendo a sua orelha, Anastásia riu uma risada leve. Eu abaixei a sua saia com rapidez antes de qualquer reclamação dela, e junto fiquei apreciando a sua bunda e as suas pernas com as meias três por quatro e saltos, sua calcinha fio dental também a mostra, Anastásia de fio dental era a minha perdição. Eu tirei a sua meia três por quatro e a sua calcinha, passando a mão em seu bumbum empinado e redondo, dando um leve tapa, Anastásia deu um gemido alto de recompensa, parece que a senhorita razão estava deixando o profissionalismo de lado, o que me agradou e muito. Eu coloquei minha mão em sua intimidade, constatando que estava molhada, muito molhada. –E o senhor Leonard, vai te deixar molhada assim?! – Eu perguntei levando um dedo meu na minha boca e o molhando, para depois circular o meu dedo em seu clitóris e o beliscando de leve, como aquela região era muito sensível no corpo de Anastásia, eu tinha sempre que me lembrar de mante-lo molhado, para não machucá-la e sim dar somente prazer.

–Hm. – Gemeu Anastásia e eu sorri quase vitorioso, eu circulei com meu dedo toda a sua entrada, mas sem penetrá-la, uma leve tortura.

–Hein Anastásia?! Responde! – Eu ordenei ao meio dos seus baixos gemidos.

–Me fode logo Christian, eu não estou com paciência para preliminares! – Ela exclamou e eu ri irônico.

–Não antes de você me responder, ele seria capaz de deixá-la molhada assim? – Eu perguntei sussurrando baixo e rouco em seu ouvido.

–Ah! Não Christian! Ele não seria capaz! Agora eu preciso de você! – Ela respondeu me arrancando um sorriso e a conquista da vitória.

–Bom saber, Ana. – Eu disse, antes de retirar o meu cinto e minha calça junto com a cueca. –Ah merda! – Eu exclamei irritado.

–O que foi? – Ela perguntou.

–Não tenho camisinha aqui! – Eu respondi.

–Eu tomo pílula. – Ela disse e foi como musica para meus ouvidos. –Agora vem Christian, eu preciso disso. – Ela disse choramingando e meu membro a invadiu em uma única estocada, fazendo nós dois gemermos juntos.

Estoquei com força dentro de Anastásia, sentindo ela me apertar, suas mãos tentavam segurar com força a parede para que ela não caísse, e eu a prensava mais para facilitar o equilíbrio e porque era excitante demais.

Meu membro entrava e saia com força de Anastásia e eu ficava maravilhado olhando ponto que nós nos uníamos, e eu ainda massageava o sei seio direito com minha mão por cima do tecido da camisa.

Anastásia ainda rebolava com maestria em meu membro, às vezes erguendo o quadril para eu ir mais a fundo dentro dela, tocando em pontos desconhecidos, fazendo Anastásia gemer, e eu tapar a sua boca para que ela gemesse mais baixo.

–Ah Christian, eu estou quase lá... –Avisou Anastásia.

–Eu também Ana... – Eu avisei de volta, sentindo que estava na minha borda do prazer, estava prestes a gozar, ainda mais com Anastásia ainda rebolando o quadril firmemente em meu membro, já inchado e quase explodindo. Era maravilhoso sentir a carne de Anastásia totalmente em contato comigo sem nenhuma barreira para me impedir de senti-la.

–Christian... – Arfou Anastásia e eu senti o seu liquido escorrer em meu membro, e só em sentir isso foi o suficiente para eu gemer o seu nome e me libertar dentro dela, sendo atingindo por um orgasmo forte.

–A melhor rapidinha da minha vida! – Eu disse aos ofegos.

–Eu não acredito que fiz isso! – Exclamou Anastásia surpreendida e eu retirei com cuidado meu membro de dentro dela, aproveitando para limpa-la, ela ainda estava molhada com os nossos líquidos.

–Está arrependida? – Eu perguntei meio seco, eu não gosto de arrependimentos, principalmente quando eles estão relacionados á sexo.

–Não, e isso é que me surpreende. – Ela respondeu, enquanto eu colocava as meias três por quatro e a sua calcinha, aproveitando antes para dar uma mordida em sua bunda. –Ai! – Ela exclamou rindo ao mesmo tempo.

–Gostou?! – Perguntei.

–Da mordida ou da rapidinha? – Ela perguntou.

–Dos dois. – Eu respondi.

–Adorei, mas quero retribuir. – Ela disse ficando de frente para mim e arrumando o camisão atacando os primeiros botões que estavam abertos.

–A rapidinha? – Eu perguntei.

–Não. – Ela respondeu. –A mordida na bunda. – Ela respondeu me arrancando uma gargalhada.

–Não sabia que a senhorita tinha uma tara por bundas. – Eu disse com a calça já colocada entrelaçando minhas mãos na sua cintura e puxando para mim.

–Na verdade eu diria que tenho uma tara por sua bunda senhor Grey e se pouco me engano, estamos atrasados para a reunião. – Me avisou Anastásia e meus olhos se arregalaram.

–Puta merda! A reunião! –

Continua.

Notas finais
O cinema vai ficar para a próxima, já que eu tive essa ideia de fazer esse capítulo antes do cinema, enfim. Recomendações deixam uma autora feliz :) Comentem! Favoritem! Recomendem! Beijos.